DIREÇÃO: Aaron Nee e Adam Nee. ELENCO: Sandra Bullock, Channing Tatum, Daniel Radcliffe, Brad Pitt, Da'Vine Joy Randolph, Stephen Lang
A mídia inteira anunciou na época do lançamento do filme de que esse seria o último filme da estrela Sandra Bullock. Mas a própria se pronunciou dizendo que a "aposentadoria" era por um tempo, para que ela pudesse criar suas filhas de 11 e 8 anos e aproveitar melhor a família. "A cidade perdida" é uma comédia de aventura romântica que pega emprestado grandes filmes muito parecidos: "Uma aventura na África", "Os caçadores de arca perdida", "Jungle cruise", "Tudo por uma esmeralda". Mas aonde o filme modifica, é na construção do protagonista masculino. Ao invés dos tipos broncos e misógenos de outrora, o personagem Alan, interpretado por Channing Tatum, é divertido, carinhoso, amigável, companheiro.
Diretora: Susanne Bier. ELENCO: Sandra Bullock, Trevante Rhodes, John Malkovich, Sarah Paulson, Rosa Salazar, Jacki Weaver, BD Wong, Pruitt Taylor Vince, David Dastmalchian, Rebecca Pidgeon
A premiada cineasta dinamarquesa Susanne Bier estréia em seu primeiro filme de terror, baseado no livro de Josh Malerman, publicado em 2014. O filme pega carona no sucesso de "Um lugar silencioso", e também no filme de Shayamalan de 2008, "Fim dos tempos". Em um futuro apocalíptico, o mundo foi devastado por um surto de suicídios, provocado porquê as pessoas enxergam o ar e esse mesmo ar faz com que a pessoa se mate. Para evitar o suicídio, os sobreviventes precisam aprender a andar com vendas nos olhos. Entre os sobreviventes, estão Malorie (Sandra Bullock) e seus 2 filhos pequenos. Ela escuta no rádio amador que um grupo de sobreviventes se encontra do outro lado de um rio traiçoeiro. Malorie precisa atravessar esse rio de olhos vendados, e ainda evitar que internos psiquiátricos que fugiram de um hospício, imunes ao surto, a mate. O filme ainda pega carona no tema da sobrevivência e de que não se pode confiar no ser humano, temas comuns em "The walking dead". Inclusive, um dos personagens tem o nome de Rick. Susanne Bier não fez feio no filme, mas também não trouxe novidades. O filme tem exagerados 125 minutos de duração, e tudo se torna bastante repetitivo. O elenco estelar, que vai de John Malkovich, Jackie Weaver entre outros, aparece na primeira parte do filme, como sobreviventes que ficam enclausurados em uma casa e que não confiam em ninguém. O terror é baixos teores, não tem nenhum susto daqueles de pular da cadeira. Achei também que os vultos do mal, que só fazem sussurrar o filme todo, uma grande bobagem. Mais um filme que quer explorar o lado mal das pessoas.
Direção: D.J. Caruso
A jovem mãe solteira Jessica Nash (Rainey Qualley) é trancada dentro de uma despensa por seu violento ex-namorado, ela deve usar suas habilidades para proteger seus dois filhos pequenos do perigo crescente, enquanto tenta encontra uma fuga.
Dirigido por: Jesús Franco
ELENCO: George Sanders - Sir Masius, Maria Rohm - Lesley, Richard Wyler - Jeff Sutton, Shirley Eaton - Sumuru / Sumitra, Beni Cardoso - Yana Yuma, Decio Leal, Dilma Lóes, Elisa Montés - Irene, Fernando Reski, Herbert Fleischmann - Carl, Jesús Franco -Guitar Player, Marta Reves - Ulla Rossini, Oswaldo Matesco, Roberval Rocha, Valentina Godoy - Amazon, Walter Rilla - Ennio Rossini
Jeff Sutton chega ao Rio de Janeiro com uma maleta contendo 10 milhões de dólares, e sendo caçado por mafiosos que estão de olho no dinheiro. Fugindo dos seus inimigos, ele acaba topando com um problema ainda maior: a tirana Sumuru, líder de uma cidade só de mulheres, que de sua base no Brasil planeja exterminar o sexo masculino do planeta.
Épico de Ridley Scott sobre o Imperador Napoleão Bonaparte, falecido aos 51 anos na Ilha de Santa Helena, África, exilado pelos ingleses após derrota na Batalha de Waterloo. Talvez a informação mais chocante que o filme traz é a cartela final, anunciando que 3 milhões de soldados franceses morreram em batalha sobre o seu comando nas tomadas do Egito, Itália, Rússia, etc. Para minha grande frustração, o filme é bem chato. Com 2:40 horas, a produção é grandiosa em todos os níveis: figurinos, maquiagem, figuração, efeitos, fotografia, trilha sonora. A edição no entanto, não funciona, dando enormes saltos temporais que me deixou bastante confuso, dando a impressão de que era tudo uma grande narrativa em sketches. Fui pesquisar e entendi: o filme, produzido pela Apple tv, será exibido no player com mais de 4 horas de duração. Para exibir a versão do cinema, foram cortadas muitas cenas, e esses cortes tornaram tudo bastante abrupto. O roteiro foca 2/3 na relação amorosa e novelesca entre Napoleão e Josefine, uma viúva com quem Napoleão se casou e mesmo ela não tendo engravidado de um filho dele, ele a amou até a morte dela. As cenas de batalhas são muito bem produzidas, mas ficaram longas e arrastadas. Joaquim Phoenix está no automático. Ele é um excelente ator, mas a sensação que me deu é que estava cansado. Eu preciso rever o filme daqui há alguns meses, para entender se fiquei frustrado pela alta expectativa que eu estava em relação ao fiilme. Um ponto alto é o elenco coadjuvante: Vanessa Kirby, Rupert Everett, Tahar Rahim são alguns dos que sustentam a narrativa com o talento e a presença de cena.
Diretor: Ryan Simons
Em O Olho do Demônio, quando Sadie (Kate James), uma jovem moradora da Inglaterra, decide se mudar para sua casa de infância onde seu pai teve uma misteriosa morte, ela acaba encontrando um amuleto milenar capaz de tornar realidade qualquer desejo. O problema é que esse amuleto cobrará um alto preço por suas realizações.
Direção: Chuck Russell. Trata-se de um remake de um filme homónimo de 1958
Arborville, EUA. Um velho passeia entre os arbustos da periferia quando encontra uma bolha gelatinosa que veio do espaço. Logo a bolha gruda em seu corpo, devorando-o em seguida. Uma amostra dela é levada a um médico, que não consegue identificar sua formação. A bolha cada vez necessita mais de nutrientes, o que faz com que ataque um teatro, um depósito de carnes e enfrente a população da cidade em campo aberto, devorando centenas de pessoas.
Direção: Jaume Collet-Serra
É às vezes chamado de um remake do filme de 1953 de mesmo nome, que era em si um remake do filme Mystery of the Wax Museum de 1933, mas o enredo do filme de 2005 é completamente diferente da história contada pelos dois filmes anteriores.
Carly (Elisha Cuthbert), Paige (Paris Hilton), Wade (Jared Padalecki), Nick (Chad Michael Murray) e mais dois amigos decidem viajar de carro para o maior campeonato universitário de futebol americano a ser realizado no ano. Durante a viagem eles decidem acampar à noite, planejando seguir adiante pela manhã. Um acidente com um motorista de caminhão assusta o grupo, que no dia seguinte descobre que o carro em que estavam foi danificado. Sem saída, eles aceitam uma carona até Ambrose, a cidade mais perto do local. Ao chegar chama a atenção do grupo a Casa de Cera de Trudy, a principal atração de Ambrose, que possui várias estátuas de cera bastante parecidas com pessoas de verdade. Porém o que eles não sabem é o motivo pelo qual as estátuas parecem tão reais.
Dirigido pelo cineasta norueguês Lars Klevberg, que dirigiu o excelente curta de terror “Polaroid”, depois transformado em um fraco longa chamado “Morte instantânea”. Esqueçam o vodu e o espirito do serial killer que invadiu o corpo do boneco Chucky nos filmes anteriores. Chucky agora cria vida por conta de um funcionário de uma fábrica que produz a série de bonecos super inteligentes e high tech "Buddi”. O funcionário, um vietnamita, é demitido e como vingança, sabota os comandos do boneco, tornando-o violento. O boneco acaba nas mãos de Andy, um menino que mora com sua mãe solteira, Karen. Ela trabalha em uma loja de brinquedos e decide dar o boneco para Andy. Logo Chucky e Andy tornam-se amigos. Mas Chucky leva o termo “amizade” muito a sério, e assim, começa a eliminar todo mundo que interfere na relação dos dois. Esse remake ignora totalmente os filmes anteriores. O boneco aqui não tem a ironia nem o humor negro dos outros filmes. Aqui ele é dublado por Mark Hamill!!!!!!, isso mesmo, o Luke Skywalker de ‘Star Wars”. Mas o filme investe em uma dramaturgia mais atual e que faz sucesso com a garotada: Andy agora não age sozinho. Assim como em “Stranger things” e “It”, ele agora tem uma turma. Claro que todos têm problemas com seus pais. E claro que todos são nerds. A violência aqui também é bastante explorada, em cenas bem explícitas, onde rolam cortador de grama, serra elétrica e claro, facas e mais facas. Existe também um elemento bem ‘Black mirror” no filme, já que Chucky é produto da tecnologia e ainda vem com um aplicativo para baixar no celular. Os atores jovens são todos ótimos, e como não poderiam deixar de ser, são um microcosmo do bullying: o gordinho, o negro e a menina independente. Algumas cenas são bem divertidas e assustadoras, como a do amante da mãe de Andy e a da loja no final.
O roteirista e Diretor Don Mancini foi quem escreveu o primeiro Chucky em 1988, que se chamava de "O brinquedo assassino" e foi dirigido por Tom Holland. Vários filmes depois, a franquia parece não ter fim. Agora com "O culto ao Chucky", Mancini esculhamba de vez o personagem. Não basta ter um Chucky, agora serão 4!!! E fora isso, ainda tem a Noiva de Chucky, ambos com as vozes de Brad Dourif e de Jennifer Tilly. Andy (Alex Vincent, que interpreta o personagem desde o 1º filme, quando tinha 5 anos, e agora está com 34 anos!!) quer tentar salvar Nica (Fiona Dourif), presa em uma clinica psiquiátrica injustamente, acusada de ter matado toda a sua família no filme anterior. O que Andy não imagina, é que o Diretor da clinica resolve encomendar vários bonecos de Chucky como terapia para os seus pacientes. O filme infelizmente não faz juz ao personagem Chucky. O roteiro é fraco, apostando apenas em sucessão de mortes e personagens tolos. Mesmo as cenas de morte nem são divertidas, como eram as do primeiro filme. A franquia já se auto-parodia. Um exemplo: A personagem de Jennifer Tilly se apresenta para Nica como sua tia Valentine, e Nica diz: "Você se parece com a Jennifer Tilly". Um ou outro momento diverte pela tosquice, mas no geral, o filme é de verdade, mais do mesmo. Para quem assistir, existe uma cena pós-créditos.
Depois do mórbido suicídio de sua mãe, Nica (Fiona Dourif) recebe a visita de sua autoritária irmã Barb (Danielle Bisutti), que pretende ajudar nos arranjos do funeral. Sua filha vem acompanhada de um simpático boneco ruivo (voz de Brad Dourif) que chegou curiosamente pelos correios. Mas quando uma série de assassinatos aterrorizam a vizinhança, Nica começa a suspeitar que o brinquedo tenha alguma relação com estes fatos. Ela nem suspeita que Chucky está de volta para resolver casos pessoais de mais de 20 anos atrás, e ele não poupará esforços em seu caminho, até a conclusão sangrenta e chocante.
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DIREÇÃO: Don Mancini
O boneco assassino está de volta! O descendente descobre onde seus pais estão, e vai a Hollywood ressuscitá-los da morte. Mas, para o horror do delicado Glen, Chucky e Tiffany estão sedentos de sangue. A dinâmica familiar está longe de ser perfeita, porque Chucky não consegue entender que seu filho não quer seguir seus passos assassinos, e Tiffany está enfeitiçada pelo sucesso do mundo artístico, com o filme que irá estrelar com a sua atriz predileta, Jennifer Tilly (representada por ela mesma), que logo se torna inconscientemente, anfitriã para esta nova família de muitas maneiras…
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DIREÇÃO: Ronny Yu
Após ressuscitar o ex-namorado com um ritual de vodu, Tiffany (Jennifer Tilly) também é transformada em uma boneca. Com o objetivo de chegar até o cemitério onde está enterrado o corpo humano de Chucky, o demoníaco casal usa dois jovens e mata, sem nenhum remorso, qualquer um que atrapalhar o caminho. Numa versão Barbie e Clyde, estes dois monstrinhos espalharão sangue, terror e sexo.
DIREÇÃO: Jack Bender
Ainda possuído pelo espírito do um cruel assassino Charles Lee Ray, ele retorna para aterrorizar Andy (Justin Whalin) que, mesmo passados oito anos e estar matriculado em uma academia militar, ainda se lembra da sede assassina de seu ex-brinquedo.
DIREÇÃO: John Lafia
O menino que sobreviveu aos ataques do serial killer, que se apossou de um brinquedo e o transformou em um instrumento de terror e morte, refez sua vida com o auxílio da família. Mas na tentativa de salvar sua reputação, os fabricantes do boneco assassino o reconstroem, para provar que não há nada errado com ele.
Ao fazerem isto, eles trazem a alma do serial killer de volta a vida e novamente o brinquedo passa a ameaçar a vida do garoto.
DIREÇÃO: Tom Holland
O serial killer Charles Lee Ray (Brad Dourif) é morto em um tiroteio com a polícia, mas antes de morrer utiliza seus conhecimentos de vodu e transfere sua alma para um boneco.Um menino (Alex Vincent) ganha exatamente este brinquedo como presente da sua mãe. O menino tenta alertar que o boneco está vivo, mas sua mãe e um detetive da polícia só acreditam nele após o brinquedo ter feito várias vítimas.Mas o boneco está realmente interessado é no garoto, pois só no corpo dele poderá continuar vivo, e isto coloca a criança em grande perigo.
Diretor: Herk Harvey
Após um acidente traumático, uma mulher é atraída para um misterioso parque de diversões abandonado.
Dirigido por Brian Helgeland
Finestkind é um drama criminal dirigido por Brian Helgeland (Coração de Cavaleiro, Lendas do Crime), que acompanha a história dos irmãos Tom (Ben Foster) e Charlie (Toby Wallace), que cresceram separados e acabam se reencontrando já adultos durante um verão. Unidos por circunstâncias preocupantes, os irmãos são obrigados a fazer um acordo com um grupo de criminosos. Porém, várias pessoas acabam se envolvendo na trama, incluindo a jovem Mabel (Jenna Ortega).
Direção: Denis Villeneuve
Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.
Em 2012, quando o diretor Gary Ross dirigiu o 1º filme da trilogia best seller "Jogos vorazes", ele talvez não fizesse idéia do tamanho sucesso que seria a saga no cinema. De cara, lançou Jennifer Lawrence como uma das grandes heroínas e ídolos da garotada. Finda a trilogia, em 2015, o público ficou órfão das aventuras de Katniss. Mas a escritora Suzanne Collins atendeu aos pedidos do público e lançou em 2020 "A cantiga dos pássaros e das serpentes", lançado no cinema em 2023 e dirigido por Francis Lawrence, mesmo cineasta dos outros filmes da saga. O filme é quase que uma releitura de "Darth Vader" em sua juventude: um mocinho, herói, apaixonado, e que por traumas e frustrações, vem a se tornar o vilão master Coriolanos Snow, vivido por Donald Sutherland nos filmes e aqui, 60 anos antes, por Tom Blyth. No 10º ano dos Jogos vorazes, os tutores da capital descobrem que para que um deles ganhe um prêmio, precisam ser tutores de uma nova leva de jovens selecionados dos distritos e que irão participar dos Jogos vorazes. Coriolanos (Blyth) mora na capital com sua tia-avó e sua irmã e passam necessidades após a morte do pai dele. Esperando poder ganhar uma bolsa na faculdade, fato que somente será possível se ele ganhar como tutor da jovem Lucy Gray (Rachel Zegler), moradora do distrito 12, Coriolanos fará de tudo para que ela vença. Com participações de grandes estrelas como Viola Davis como a Dra. Gaul, chefe dos Idealizadores dos Jogos, Peter Dinklage como o reitor HighBottom e Jason Schwartzmann como o appresentador dos jogos, o filme mantém a mesma qualidade dos filmes anteriores. Dividido em 3 atos: antes, durante a pós os jogos, o filme traz drama, ação, romance e suspense em doses satisfatórias para o público. Difícil superar Jennifer Lawrence, Mas Rachel Zegler traz outro tipo de carisma: sua personagem é cantora. E Tom Blyth mostra que no futuro será um dos grandes atores ingleses, um grande talento.
Direção: Francis Lawrence
Finalmente o desfecho da saga "Jogos vorazes", de Suzanne Collins, que teve os seus 3 livros adaptados para 4 filmes. No entanto, eu que nunca li nenhum dos livros, achei o roteiro muito óbvio demais. De fato, não precisa raciocinar nada para adivinhar como tudo vai acabar. Nada surpreende. Os 2 primeiros filmes tinham nos jogos vorazes o grande barato da série, e a gente ficava torcendo com todas as armadilhas, com o lance de ficar torcendo para os competidores, achando que ninguém ali iria sobreviver. Agora que os jogos não existem mais, ficou apenas aquele corre corre de rebeldes contra o sistema, algo que já vimos zilhões de vezes, inclusive na origem de tudo, "Star Wars". Os soldados inclusive lembram o design dos soldados daqui. O que de fato faz a série ficar memorável é o grande arsenal de atores de primeira linha, que inclui Donald Sutherland, Julianne Moore e Philip Seymour Hoffman. O 3D ficou devendo, pois não senti efeito algum.
Direção: Francis Lawrence
Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow (Donald Sutherland), Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) está abalada. Temerosa e sem confiança, ela agora vive no Distrito 13 ao lado da mãe (Paula Malcomson) e da irmã, Prim (Willow Shields). A presidente Alma Coin (Julianne Moore) e Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) querem que Katniss assuma o papel do tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, Katniss aceita a proposta desde que a resistência se comprometa a resgatar Peeta Mellark (Josh Hutcherson) e os demais Vitoriosos, mantidos prisioneiros pela Capital.
O cineasta austríaco Francis Lawrence tem uma carreira curiosa. Começou dirigindo clips de Jennifer Lopez e Britney Spears. Daí partiu para algumas fantasias, como "Constantine" e "Eu sou a lenda". No meio disso tudo, filmou o romance "Água para elefantes". Agora em "Jogos vorazes: em chamas", ele parece ter misturado toda essa sua filmografia de universo pop, romance e fantasia e mesclou tudo conforme a música, ou melhor, conforme Hollywood manda. E o resultado final é bem satisfatório, mesmo que essa fantasia tenha chupado "1984" e transformado como passatempo para adolescentes. Katniss (Jennifer Lawrence, ótima) e Peeta (Josh Hutcherson), vencedores do 75º jogos vorazes, são vistos pelo Presidente (Donald Sutherland) como ameaças para o seu Governo, pois são considerados mártires pela população dos 12 Distritos. O presidente resolve então conclamar uma nova Competição, dessa vez convocando vencedores de outras edições dos Jogos para lutarem entre si e se matarem. Apesar de longo (quase 150 minutos), essa 2ª parte une bem os gêneros romance, ação e aventura. O elenco funciona bem, tecnicamente é impecável e o espectador torce pela heroína bem construída, que é Katniss, uma personagem maravilhosa. O visual muitas vezes peca pelo exagero e mau-gosto, mas ficção científica é isso, vale-tudo. Ecos de "Os pássaros "e "Star Wars", provando que Francis Lawrence chupou muitas referências cinematográficas. Melhor chupar mesmo de quem sabe.
Direção: Gary Ross
Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.
Emma (Anne Hathaway) e Liv (Kate Hudson) são amigas desde criança, quando planejaram em detalhes como seriam seus casamentos. Um deles é importantíssimo: que a cerimônia ocorra no Hotel Plaza, o local onde os mais badalados casamentos de Nova York ocorrem. Agora, aos 26 anos, elas estão prestes a se casar. Mas um erro na marcação das datas faz com que elas coincidam, o que gera uma disputa entre as agora ex-amigas por quem fará a cerimônia no local sonhado.
Dirigido por Clea DuVall
As namoradas Harper e Abby visitam a família de Harper para o jantar anual de Natal. No entanto, logo após chegar, Abby percebe que a moça tem mantido seu relacionamento em segredo de seus pais conservadores.
OK.RU / PIXELDRAIN / 1FICHIER (DUBLADO)
Direção: Alan J. Pakula, baseada no romance best-seller homônimo de Scott Turow
Rusty Sabich (Harrison Ford) é um promotor que, ao chegar no trabalho pela manhã, descobre que sua colega Carolyn Polhemus (Greta Scacchi) foi brutalmente assassinada. Obrigado a lidar com as investigações pelo chefe Raymond (Brian Dennehy), que está em plena campanha de reeleição, Rusty tenta apagar os indícios de seu caso com Carolyn encontrando um suspeito. Porém Rusty entra em colisão com Tommy Molto (Joe Grifasi), que também está em campanha pela chefia da promotoria e garante que Rusty esteve no apartamento de Carolyn no dia de seu assassinato e que tem suas impressões digitais em um copo. Com isso Rusty é preso e desprezado por Raymond, que lhe nega apoio. Decidido a provar sua inocência, ele contrata um advogado (Raul Julia) e passa a contar apenas com a ajuda do detetive Lipranzer (John Spencer), seu velho colega de trabalho, e em Barbara (Bonnie Bedelia), sua esposa, que sempre soube de seu caso com Carolyn mas decidiu por ficar ao seu lado.
MEGA / TERABOX / 1FICHIER SENHA: MEMORIADATV
Direção: Zygmunt Sulistrowski
ELENCO: Andréa Bayard, Monique Joubert, Carlos Rolando, José Osório, Batista Lima, Oswaldo de Moraes Éboli, Nielsen Gogh, Richard Olizar, Jefrey Mitchel, Ary Blaustein, Charles Cudmore, Vincent Beijtman, Ângela Maria, Dercy Gonçalves (Rita Naftalina)
O filme narra as aventuras de uma menina branca da cidade grande entre os animais selvagens e os moradores nativos da Amazônia, alternando cenas ficcionais registradas durante a produção e cenas documentais registradas pela equipe de filmagem na pré-produção, como maneira de conferir maior realidade ao filme. Filme exibido no Festival de Cannes.
Diretor: Veit Harlan
Elenco: Elizabeth Gasper (Criança)
Durante a vitoriosa campanha de Napoleão na Alemanha, a cidade de Kolberg fica isolada a partir da retirada das forças prussianas. A população de Kolberg se recusa a capitular e organiza a resistência contra o exército francês, que imediatamente bombardeia a cidade maciçamente.
Estreou em 30 de janeiro de 1945, simultaneamente em Berlim e para a tripulação da base naval de La Rochelle. Também foi exibido na chancelaria do Reich após a última transmissão do discurso de Hitler no rádio em 30 de janeiro. O último filme do Terceiro Reich, foi baseado na autobiografia de Joachim Nettelbeck, prefeito de Kolberg. Ele contou a história da defesa bem sucedida da cidade sitiada de Kolberg contra as tropas francesas entre abril e julho de 1807.
Esse filme é de 2007 e só agora eu o vi. Deixei passar despercebido na época porquê eu havia visto o trailer e achei fraco. Mas vários amigos meus falaram que era bacana e resolvi apostar. Realmente, o filme é bem interessante. O roteiro é esperto, cheio de reviravoltas e de personagens misteriosos. Kevin Costner interpreta Mr Brooks, um bem-sucedido homem de negócios que descobrimos depois ser um serial killer. Apesar de tudo, ele é um pai zeloso. Porém, no último assassinato, ele é flagrado, e a pessoa que o fotografou o chantageia, mas de uma forma estranha: ele também quer se tornar um serial killer, e demanda que Brooks o leve para as próximas vítimas. É um bom exemplar de filme B, com bons atores no elenco (Willian Hurt interpreta o alter ego assassino de Brooks). Demi Moore interpreta uma detetive que tenta solucionar o caso. O que eu levantaria em questão no filme, de negativo, é que o roteiro, apesar de engenhoso, apresenta muitas sub-tramas e personagens em demasia, o que tira o foco da história central. Existem pelo menos umas 6 sub-tramas no filme. Mas é um ótimo passatempo, com direito a sangue, suspense e tensão.
Dirigido por: Enrique Urbizu
Em 2004, em Madri, um policial passa a noite bebendo. De temperamento explosivo, ele sai de bar em bar em busca de bebida, até chegar a um estabelecimento que está para fechar. mediante a recusa do funcionário em lhe servir mais bebidas, Santos Trinidad (José Coronado), em uma explosão de ira, mata 3 pessoas no local: a garçonete, o dono e o funcionário. Porém, Santos percebe que havia alguém assistindo os crimes, e ao localizá-lo, a testemunha consegue fugir. Santos passa então a perseguir a testemunha, sem se dar conta de que, na verdade, ele se verá envolvido em um caso de terrorismo islâmico. Ótimo drama policial, com viradas de roteiro surpreendentes. O filme foi o grande vencedor do Prêmio Goya em 2011, tirando "A pele que habito" do favoritismo. Venceu melhor filme, direção, ator, roteiro, e outros prêmios técnicos. José Coronado confere dignidade e um talento impressionante no papel de um policial ambíguo. Curioso é que o espectador começa odiando o personagem, e na virada da história, ele se transforma em herói. Uma grande sacada do roteiro, que mesmo assim, perde tempo com sub-plots que alongam demais a história, e fazendo cair o ritmo várias vezes. O prólogo, na cena do bar, é brilhante. Uma cena tensa e bem construída. O filme se baseia num fato real, o atentado em Madri de 2004.
DIREÇÃO: Jean-Jacques Annaud
Na pré-história, a pouco desenvolvida a tribo Ulam é composta por membros que se comunicam por gestos e grunhidos e acreditam que o fogo é sobrenatural. Quando a fonte única de calor se apaga após um ataque, três guerreiros saem numa jornada em busca de outra chama e acabam conhecendo os Ivaka, grupo com hábitos avançados e comunicação complexa, além de domínio da produção do mítico fogo.
Diretor: Pablo Trapero
Excelente drama argentino, esse filme estrelado pelo espetacular Ricardo Darin é denso e melancolico.
Homem que trabalha em seguradora que frauda acidentes, se envolve com uma médica, e resolve abandonar o trabalho. Mas é ameaçado pelo ex-patrão, por estar devendo a ele.
O filme é muito bem dirigido, e a cena de acidente do final é espetacular, me lembrou bastante os planos sequencias de FILHOS DA ESPERANÇA.
A fotografia sombria, a trilha triste e o elenco maravilhoso, um roteiro bem construído, essa receita explosiva faz desse filme um programa obrigatório para quem curte um cinema adulto de qualidade.
Interessante como a questão da área de saúde se aproxima muito daqui do Brasil, o descaso, a negligencia, o domínio de grupos mafiosos agindo internamente.
Diretor: Eliseo Subiela
ELENCO: Arturo Puig ...Pablo, Kátia D'Angelo ...Iracema, Guillermo Battaglia ...O pai, Alicia Bruzzo ...A ex-esposa, Jorge D'Elía ... Teófilo, Alicia Dolinski, Marlene França, José María Gutiérrez ... Laureano, o espanhol, Glória Guzmán, Susana Lanteri, Raul Lavié ... Marcos, Chela Ruiz ...A tia, Joffre Soares ...João Mentira, Marcos Woinsky, Eduardo Calcagno (dublagem)
Um publicitário que herdou um mapa do tesouro o procura junto com uma prostituta e outros personagens.
Direção: Hans Herbots
Baseado em novela de Mo Hayder, esse drama de suspense belga tem muito em comum com o filme de Dennis Villeneuve, "Os suspeitos", lançado em 2013 com Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal. Ambos falam sobre sequestro de crianças, sobre pedofilia, e sobre vingança. E ambos têm muita violência. Inclusive existe a personagem de uma mulher mau caráter que no filme de Villeneuve era interpretada por Melissa Leo, e aqui, por Ingrid De Vos. Arrisco até em dizer que se trata quase que de uma refilmagem, tal a semelhnça entre os filmes. Mas o final... bom, o final é radicalmente diferente. No filme belga, diferente do canadense, tudo é mais denso, apavorante, assustador. O filme mantém um clima de suspense do início ao fim, a gente fica torcendo para que as coisas não aconteçam, torcemos pelas vítimas, sofremos com elas. Aqui a pedofilia vai em estágio de doença total, e o filme não se esvai em esconder nada. Recomendo até a quem for bastante sensível não assisti-lo. Nick (Geert Van Rampelberg, a cara de Hugh Jackman, talvez proprositalmente) é um policial com um trauma de infância: enquanto brincava com seu irmão, o viu sendo sequestrado por um homem. Os anos se passaram, Nick se tornou especialista em casos de sequestro por rede de pedófilos. Mas então novos casos de sequestro e crimes acontecem. E Nick parece ficar ainda mais certo de que seu irmão ainda vive. Excelente direção, ótimos atores e uma trama macabra que arrepiará a espinha do espectador. Poderia ter 20 minutos a menos, pois é bem longo. Mas a trilha, fotografia, edição, tudo faz a gente relembrar os momentos mais tensos de "O silêncio dos inocentes", com certeza uma boa referência que o diretor se apoiou para realizar esse seu filme.
Diretor: Martin Campbell
Em The Protégé, Anna (Maggie Q) é uma matadora de aluguel extremamente habilidosa treinada pelo lendário assassino Moody (Samuel L. Jackson), que a ensinou tudo que sabe e era a única figura paterna que ela já teve. Quando Moody é brutalmente assassinado por inimigos, Anna jura se vingar e acaba caindo em um jogo de gato e rato com um maníaco homícida (Michael Keaton) cuja obsessão por ela que vai além de suas habilidades como matadora.
Filme de ação e aventura dirigido por David Leitch, realizador de "Deadpool 2", "Trem bala", "Atomic blonde" e ele mesmo foi coordenador de cenas de ação e stunt. O filme é uma homenagem à profissão, e David usa ação, comédia e uma história muito maluca para fazer Ryan Gosling brilhar com seu jeitão de galã divertido. Gosling é Colt Seavers, dublê há 6 anos do mega astro Tom Ryder (Aaron Taylor-Johnson), um tipo mega arrogante, agenciado pela produtora Gail (Hannah Waddingham). Colt namora a assistente de câmera Jody Moreno (Emily Blunt), cujo sonho é se tornar diretora. Um acidente no set envolvendo Colt faz com que ele desapareça da vida de Jody e do mundo do cinema, indo trabalhar como manobrista em um restaurante mexicano. Um ano depois, Gail o localiza e o convida para ser dublê novamente de Tom, no filme de estréia na direção de Jody. Seduzido por achar que foi Jody quem o convidou, Colt aceita ir até a filmagem na Austrália. Mas durante as filmagens, ele descobre que não foi Jody quem o chamou, e se vê envolvido em uma trama de traição e vingança. Ryan Gosling é a grande estrela do filme, e as muitas cenas de ação envolvendo o personagem são tão exageradas, que acaba arrancando umas risadas do público. Mas a verdade é que a trama não é tão sedutora asism, Emily Blunt está mal aproveitada e a história se arrasta demais, quando você acha que o filme vai acabar, ele continua. Os personagens de Gail e de Tom são muito caricatos e irritantes, e de fato, senão fosse pelo personagem de Ryan, o filme teria sido um porre total. Um outro destaque é a da atriz Stephanie Hsu, em um papel de uma adestradora de animais, e a trilha sonora, repleta de clássicos pop, incluindo uma bela cena de Emily Blunt cantando 'Take a look at me now".
Direção: Marc Webb
Frank Adler (Chris Evans) é um homem solteiro que cria sua jovem sobrinha Mary (Mckenna Grace), uma menina prodígio. Frank planeja oferecer uma vida escolar normal para a jovem de sete anos, mas os planos são frustrados quando as habilidades de matemática de Mary chama a atenção da mãe de Frank, Evelyn (Lindsay Duncan). Ela possui outros planos para a neta, que podem separar Frank e Mary.
Direção: Albert Pintó
Mia (Anna Castillo) é uma mulher grávida que se esconde em um contêiner para fugir de um país totalitário com o marido. Separada dele à força, ela precisa lutar pela sobrevivência quando uma violenta tempestade a atira ao mar. Sozinha e à deriva no meio do oceano, Mia fará o impossível para salvar a vida da filha e reencontrar o companheiro.
Direção: Ken Scott
Um homem de meia idade (Vince Vaughn) descobre ter sido pai de 533 crianças, através da doação de esperma. Ele passa a enfrentar problemas quando algumas dezenas destas crianças, já crescidas, passam a sentir a enorme necessidade de conhecer o pai biológico.
Direção: Paul Hoen
Cyrus (Tyler James Williams) é um talentoso jovem compositor que ambiciona fazer carreira no rap e conquistar seu amor, Roxanne (Coco Jones). Tímido, não tem coragem de subir num palco, tampouco de declarar seus sentimentos. Ele cede ao amigo Kris (Trevor Jackson) uma balada que escreveu para Roxanne e a garota fica encantada com as palavras, sem imaginar que elas vieram na verdade de Cyrus.
Direção: Rhys Frake-Waterfield
Em Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2, Christopher Robin (Scott Chambers) terá que lutar para superar seus traumas mais profundos causados pelos assassinatos no Bosque dos 100 Acres. Enquanto a cidade de Ashdown culpa Christopher pelo rastro de sangue deixado, na verdade, pelo Ursinho Pooh (Ryan Oliva), e seus aliados Leitão (Eddy MacKenzie), Corujão (Marcus Massey) e Tigrão (Lewis Santer), o grupo de assassinos quer mostrar que são mais mortais, mais fortes e mais inteligentes do que qualquer um poderia imaginar, e querem a vingar-se de Christopher Robin de uma vez por todas.
DIREÇÃO:Rhys Frake-Waterfield
Alan Alexander Milne foi um escritor inglês que em 1925 lançou pela 1ª vez a ilustração e história do ursinho Pooh e seus amigos. Alan criou o personagem de Christopher Robin em homenagem a seu filho. Os direitos da obra ficaram para a Disney, mas em 2022 os direitos se tornaram de domínio público. Essa foi a deixa para se criar um terror trash sobre o Ursinho Pohh e seus amigos no gênero slasher. Essa produção inglesa independente tenta, mas não se esforça em fazer um filme decente: atores fracos, efeitos toscos e um roteiro pra lá de batido. No prólogo, entendemos que Christopher Robin cresceu e foi estudar na Universidade, deixando Pooh e seus amigos isolados na floresta, com fome. Eles surtam e se tornam assassinos, matando a todos que surgem no caminho da floresta. Robin retorna e é mantido no cativeiro. Um grupo de 6 amigas decidem passar o fim de semana em uma cabana na floresta e claro, se tornam alvo dos assassinos outrora fofos. O mais tosco do filme é que nitidamente Pooh e seus amigos são atores vestindo máscaras, inclusive porquê posssuem corpos de homens normais. não existe qualquer tipo de referência aos personagens da Disney, e tranquilamente o filme poderia ser sobre uma quadrilha de sádicos usando máscaras. O filme segue a tradição de ter como vítimas as mulheres, mostrando o lado misógeno da história: mulheres semi-nuas e massacradas. Algumas referências a 'Massacre da serra elétrica" são bem evidentes.
DIREÇÃO: Lasse Hallström
Uma fita diferente, que deu indicação ao Oscar e Globo de Ouro para o muito jovem Di Caprio - que tinha já 19 anos mas aparentava menos - que faz o doente mental de forma até discreta (confirmando que sempre foi bom ator).
É difícil acreditar que tenham produzido uma fita tão fora dos padrões, com personagens bizarros, conflitos inusitados (é um retrato de uma cidade do interior com suas pequenas misérias e também dos que viajam pelo país em seus trailers). Depp faz o herói com sua habitual naturalidade.
Fotografia de Sven Nykvist (habitual de Woody Allen e Bergman), já que o diretor é o também sueco Hallström ("Minha Vida de Cachorro"), em seu segundo filme nos EUA. A fita resiste bem mas só para um público que procura algo além de mero passatempo.
Endora, Estados Unidos. Gilbert Grape (Johnny Depp) é um adolescente que, desde a morte do pai, é o responsável por sustentar a família. Sua mãe Bonnie (Darlene Cates) sofre de obesidade mórbida desde que entrou em depressão, após o suicídio do marido, o que faz com que o caçula Arnie (Leonardo DiCaprio) fique sob os cuidados de Grape. Há ainda duas irmãs, Amy (Laura Harrington) e Ellen (Mary Kate Schellhardt), que estão sempre ocupadas na cozinha. A vida em família é repleta de carinho e proteção, apesar das dificuldades enfrentadas. Até que Grape se apaixona por Betty (Mary Steenburgen), uma dona de casa casada.
Direção: Claudio Fäh
"Tubarões no avião!". Com essa premissa, o filme "Desespero profundo" poderia ter rendido um cult do Filme B trash, daqueles que a gente morre de rir pelos motivos errados, tipo 'Sharknado". Mas o filme tem 2 grandes problemas: 1) querer se levar à sério. 2) Ser longo demais. Chega uma hora que a brincadeira já cansou e tudo o que você deseja é que os tubarões comam todo mundo. Mas pássaros são sugados por uma das turbinas e o avião acaba caindo no mar, afundando no fundo do oceano. No acidente, sobraram apenas 7 passageiros, que lutam para sobreviver com pouco oxigênio, com a possibilidade do avião afundar de vez no fundo do mar e pior, dos tubarões devorarem a todos (eles entram no avião!!!). Uma pena mesmo que o filme não tenha se tornado uma grande galhofa. Metade do filme é uma chatice, com os sobreviventes falando de si para passar o tempo. E tá claro quem sobrevive, óbvio. Viva as minorias!
Direção: Arthur Hiller
Quando George (Gene Wilder) comunica as autoridades que presenciou um assassinato durante uma viagem de trem, mas ninguém acredita nele. Se não fosse o bastante, a namorada de George é sequestrada, um detetive é morto e o protagonista lançado para fora do trem e preso. Agora, a única esperança do indivíduo é um ardiloso ladrão (Richard Pryor).
Direção: Pablo Trapero
O dia amanhece e Julia (Martina Gusman) está rodeada pelos corpos ensanguentados de Ramiro (Rodrigo Santoro) e Nahuel. Ramiro ainda está vivo, mas Nahuel está morto. Ela é presa e enviada a uma penitenciária específica para mães e grávidas sentenciadas. Nos primeiros dias Julia permanece reclusa, mas aos poucos faz algumas amizades. Uma delas é Marta (Laura Garcia), que já criou dois filhos na prisão e torna-se sua conselheira.
Baseado no livro de mesmo nome de Paulo Coelho. Dirigido por Emily Young
Veronika Deklava é uma jovem de 28 anos que mora em Nova York e tem um bom emprego e um apartamento. Porém, ela não é feliz, sente que falta algo. Então, Veronika decide morrer tomando uma overdose de calmantes. O suicídio falha, ela acorda numa clínica psquiátrica e descobre que a overdose causou um dano irreversível ao seu coração e que terá apenas uma semana de vida. Então, Veronika decide dar outro rumo a sua vida enfrentando seus problemas e medos e realizando seus desejos.
Escrito e dirigido por Justin Dec, o terror juvenil "A hora de sua morte" é uma versão tecnológica da franquia "Premonição": após baixarem um aplicativo chamado 'Countdown", os donos dos celulares descobrem quanto tempo ainda tem antes da hora de sua morte. Alguns têm décadas, outros como a enfermeira Quinn, só tem 3 dias de vida. Desesperada, Quinn tenta de todas as formas ludibriar a hora de sua morte, sem sucesso. O aplicativo não consegue ser deletado e nem o hacker consegue mudar o seu sistema operacional. Ou seja, quando chegar a hora da Morte, nada conseguirá mudar o seu destino. Pelo menos, é o que Quinn tentará fazer. O filme utiliza todos os recursos dos clichês existentes em filmes de terror, até trazendo humor no personagem de um padre exorcista. O elenco é ok, o roteiro é fraco mas para um passatempo, o filme quebra o galho.
Direção: Hong Sang-soo
Três meninas, Jisook, Misun e Eunkyoung, fazem uma viagem para a montanhosa província de Kangwon, na Coreia do Sul. Jisook acabou de terminar com outro homem casado e está sozinha e infeliz com sua situação atual. Eles conhecem um jovem policial que lhes mostra o local e após uma refeição onde todos ficam bêbados juntos, Jisook acaba desmaiando com o policial em sua cama, mas sem fazer sexo. Ele é casado, mas Jisook volta outro dia para vê-lo e eles acabam caindo de bêbado novamente.
A segunda metade do filme segue a situação de Sangwon, o homem casado com quem Jisook acabou de terminar. De forma tipicamente simétrica, após uma cena repetida onde fica aparente que os dois estão no mesmo trem, Sangwon também visita a província de Kangwon com um amigo e os caminhos dos dois personagens se cruzam sem que eles nunca se encontrem lá, ambos encontrando um casal envolvido em uma investigação de assassinato.
Direção: Patrick Read Johnson
Em Chicago o bebê Bink tem todo o amor do mundo e tudo que o dinheiro pode comprar. Entretanto, três malandros, liderados por Norby (Joe Pantoliano), se passam por fotógrafos e seqüestram a criança. No entanto o bebê foge de forma fantástica e de forma mais fantástica ainda percorre a cidade, visitando os lugares que viu no seu livro e, de quebra, envolvendo os pilantras em diversas confusões.
Dirigido e escrito por Sergio G. Sánchez
Em 1969, uma mãe e seus quatro filhos se escondem em Marrowbone, uma casa abandonada no meio do interior dos Estados Unidos, na esperança de começar uma nova vida. Quando a mãe morre repentinamente, os quatro irmãos guardam o segredo para que não se separem, mas uma presença sombria e fantasmagórica os persegue, ameaçando revelar seus segredos.
Votado pelo American Film Institute, como "A melhor comédia americana de todos os tempos". Mas ganhou somente o Oscar de Figurino (embora tenha sido indicado como Roteiro, Diretor, Fotografia, Ator -Lemmon e Direção de Arte).
Foi rodado em branco e preto porque não deu certo a maquiagem que aplicaram na dupla de atores (que ficavam ridículos). Os problemas maiores foram com Marilyn, que estava na época casada com o dramaturgo Arthur Miller (ela estaria grávida e perdeu o bebê por causa das quedas na areia onde tropeça nos pés de Curtis). Sempre atrasada, com depressão, com dificuldade de guardar os textos (há uma cena em que ela com Curtis no telefone fica visível que está lendo o texto num quadro negro). A repetição de muitas cenas até ela acertar provocou irritação nos colegas (Curtis chegou a dizer que preferia beijar Hitler) mas nada disso se vê nas telas, onde Marilyn está no auge de sua sedução.
Wilder originalmente queria Frank Sinatra no papel de Lemmon. Ele conseguiu que o veterano astro George Raft tivesse uma participação como Spats Columbo, parodiando a si mesmo num gesto com a moeda que ele fez no clássico "Scarface". Na fita ele é morto pelo filho de um antigo rival nos filmes dos anos trinta, Edward Robinson Jr (que não fez carreira). Foi Raft quem deu lições de tango para o comediante Joe E. Brown na cena com Lemmon.
A famosa cena final foi escrita na véspera da filmagem, porque Marilyn estava mais uma vez ausente por causa de doença. O filme que é uma refilmagem de uma comédia alemã dos anos trinta, chegou a inspirar um musical na Broadway, de relativo sucesso, "Sugar" (em 1972), de Bob Merrill e Jules Styne, dirigido por Gower Champion, com Robert Morse, Tony Roberts e Elaine Joyce. "Ninguém é Perfeito": este é o final mais famoso do cinema, ao menos o mais atrevido, amoral e oportuno já visto numa comédia.
Não estamos estragando o prazer de ninguém porque todo mundo ao menos já ouviu falar nesta comédia clássica que beira à perfeição. Aproveitando uma velha história, o novo roteiro traz os heróis como músicos, o saxofonista mulherengo (Tony Curtis nunca esteve melhor, em particular quando imita Cary Grant na cena do iate) e um violoncelista ingênuo (Lemmon, no primeiro do que seria uma série de fitas que faria com o diretor Wilder, de quem se tornaria ator preferido e amigo).
A fita custa um pouco para começar até quando eles testemunham um massacre, tem que fugir, se vestem de mulheres e vão para a Florida. Depois de vários minutos, Marilyn Monroe faz uma entrada de estrela (na chegada na estação, o trem saltou um vapor assustando-a), fazendo o papel de Sugar Kane (Cana de Açúcar literalmente). Embora ela pudesse estar um pouco gordinha pelos padrões atuais, nunca esteve mais sensual com seu jeito inocente (a cena no trem em que divide seu leito) ou cantando de forma mais agradável (Marilyn canta com sua própria voz). A tal ponto que chega a ser difícil acreditar nos problemas que causou nas filmagens, porque o "timing" das cenas é impecável (inclusive quando resolve seduzir o milionário que se diz impotente.
Mas certamente é Jack Lemmon que está excepcional (o tango com Joe E Brown, conhecido no Brasil como o "Boca Larga" , um comediante que andava esquecido e foi resgatado por Wilder, e depois ele tocando as maracas no quarto são obras-primas de farsa). Sem dúvida, uma das grandes comédias do cinema, se não a maior.
Elenco: Sônia Braga
Existem várias razoes por eu ter ido assistir a "Extraordinário". Em primeiro lugar, pelo Diretor Stephen Chbosky, que realizou um dos filmes que mais amo na vida, "As vantagens de ser invisível", que ele também escreveu. Tem também o mega elenco: Julia Roberts, Owen Wilson, Jacob Trembley e uns atores jovens desconhecidos absolutamente fantásticos. Tem também porque eu amo chorar em cinema. E por ultimo por tratar do tema do diferente, um tema batido, mas que todo mundo ama, afinal, nós todos somos diferentes da sociedade, certo? O espelho da vez "Auggie" (Jacob Trembley, fenomenal). Portador da Sindrome Treacher Collins, que deforma seu rosto, o filme começa com a decisão dos pais de Auggie de o matricularem em uma escola. Afinal, seus estudos sempre foram em casa, longe de todos. Com medo do bullying, Auggie acaba cedendo aos desejos da mãe. O filme obviamente fala sobre bullying, aceitar o diferente, ciúmes da irmã de Auggie, Via (Izabela Vidovic, maravilhosa) que se sente despreterida pelos pais e muitos outros temas. O filme é honesto com o espectador: já sabemos que iremos chorar logo de cara. A trilha sonora, a narração do menino, tudo nos conduz ao que parece uma grande tragédia. O mais inteligente do roteiro, é mostrar vários pontos de vista dos personagens. Ou seja, todos os outros possuem voz própria. O filme volta ao tempo e apresenta o ponto de vista de vários personagens. Um filme que pode ser visto por toda a família, e que traz uma mensagem sobre aceitação, independente do que. Maravilhoso. Para quem não gosta de melodramas, ficar bem longe. P.s.: Como é bom ver um filme com Julia Roberts!!! Seu sorriso levanta defuntos.
Diretor: Terry Miles
Após sua família ser assassinada, o policial Ryan Varret (Steve Austin) jura vingança aos criminosos e decide fazer justiça com suas próprias mãos, mesmo que para isso ele precisa sair de dentro dos conformes da lei.
Direção: Philippe de Broca
ELENCO: Ubirajara Silva, Tarcísio Ramos, Annik Malvil, Zé Keti, Osmar Ferrão, Sebastião Rosa "Embaixador", Sabu Do Brasil, Ubiracy De Oliveira, Milton Ribeiro
Um grupo de ladrões planeja o roubo de uma relíquia amazônica do Museu do Homem, em Paris. O crime gera uma série de aventuras que envolvem drogas, morte e sequestro. Agnes (Françoise Dorléac), a filha de um homem assassinado, é sequestrada, drogada e enviada para o Rio de Janeiro em um avião. O seu namorado Adrien (Jean-Paul Belmondo), um soldado, procura a amada, começando uma jornada, que terá como cenários o Rio de Janeiro, Brasília e a Amazonia.
Direção: Sidney Lumet
Alex Sternberg é uma atriz alcoólatra que um dia acorda com uma ressaca e sem nenhuma lembraça de como ela foi parar em uma cama com um homem morto ao seu lado. Sem saber o que fazer, primeiramente ela pede ajuda a seu ex-marido para se desfazer do corpo, até conhecer Turner Kendall, um ex-policial que é o único que pode ajudá-la a descobrir o que realmente aconteceu.
Dirigido por Antonio Margheriti, Produtor Executivo / Produtor de set: Olivier Perroy. Key Grip: Cláudio Portioli
ELENCO: Celso Faria ...Passageiro, Fábio Sabag ...Quintin, Jorge Cherques ...Inspetor de polícia, Sônia Oiticica ...Enfermeira
Um grupo de ladrões de jóias foge para o Brasil e esconde uma pequena mala repleta de esmeraldas e outras pedras no fundo de uma represa. Então, o dono da propriedade, que bancara o roubo comprometendo-se a dividir o resultado, enche a represa com terríveis piranhas, pretendendo eliminar um a um dos seus comparsas que lá tentam mergulhar.
TERABOX / LIVRO / 4SHARED 01 - 02 - 03 - 04
DIREÇÃO: Sam Raimi, baseado no livro de Scott Smith
Três moradores de uma pequena cidade americana, Hank Mitchell (Bill Paxton), Jacob Mitchell (Billy Bob Thornton) e Lou (Brent Briscoe), encontram US$ 4 milhões dentro de uma mala num avião acidentado. A ideia inicial de manter o dinheiro escondido e não fazer nada com ele durante um tempo começa a sucumbir às pressões da vida de cada um. Para piorar, o FBI chega na cidade para investigar a possível queda de uma avião na região. Aos poucos, a forte amizade que os unia se enfraquece, principalmente, depois que um deles se envolve em um acidente mortal.
DIREÇÃO: Harold Becker
Numa escola de uma cidade do interior Andy Safian (Bill Pullman), o dedicado psicólogo de uma escola, é casado com a bela Tracy Kennsinger (Nicole Kidman), que sonha ter um filho mas não engravida. Paralelamente um serial killer começa a matar moças que procuraram o apoio profissional de Andy. Neste contexto Jed Hill (Alec Baldwin), um brilhante cirurgião, volta para a cidade. Como Jed e Andy se conheciam desde o 2º grau, Jed vai morar no andar de cima da casa de Tracy e Andy, pois eles precisavam de dinheiro para fazer algumas reformas. Tracy demonstra uma antipatia por Jed, pois o considera mulherengo e egocêntrico. Quando outra jovem, Paula Bell (Gwyneth Paltrow), é morta, foi Andy que achou o corpo. Assim a detetive Dana Harris (Bebe Neuwirth), que cuida do caso, exige que ele forneça um pouco do seu esperma, para tirá-lo da lista dos suspeitos. Enquanto Andy está ajudando Dana com a investigação de assassinato, Jed está bebendo em um bar e Tracy começa a ter fortes dores abdominais, sendo levada rapidamente para a emergência do hospital. Jed vai diretamente do bar para a sala de cirurgia e acabando tirando os ovários de Tracy. Porém um exame mostrou que um dos ovários estava necrosado apenas superficialmente, sem precisar ser extraído. As alegações surgem de todos os lados e Tracy abandona Andy por ter permitido a retirada dos ovários, além de atacar Jed e conseguir do hospital um indenização de US$ 20 milhões. Mas Andy resolve averiguar alguns fatos e descobre o inesperado.
Dirigido por Gary Shore
Em Drácula - A História Nunca Contada, os habitantes da Transilvânia sempre foram inimigos dos turcos, com quem tiveram batalhas épicas. Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic Cooper) mais uma vez exige que 100 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a um ser das trevas (Charles Dance) que vive pela região. Após beber o sangue dele, Vlad se torna um vampiro e ganha poderes sobrehumanos.
Dirigido por Dan Fogelman
Danny Collins (Al Pacino) é um músico muito popular, que vive há mais de 30 anos sem compor uma música sequer, apenas reprisando os seus maiores sucessos. Cansado da rotina de drogas e excessos, ele descobre uma carta que John Lennon escreveu para ele há décadas, mas que nunca tinha chegado às suas mãos. Inspirado pelas palavras do músico, Danny decide interromper a carreira e tentar reatar com o filho já adulto, que ele nunca conheceu.
Direção: Per Fly
A trama acompanha Michael, um jovem idealista que consegue o emprego dos sonhos nas Nações Unidas e logo se envolve com o programa Petróleo por Comida da ONU. Michael aprende o ofício com Pasha, o diplomata experiente que criou o programa, que se torna seu mentor e sua figura paterna. Com Pasha, Michael aprende que certo e errado são conceitos flexíveis, moldados dentro da ONU para suprir as necessidades de uma causa nobre. A verdade não é uma questão de fatos, e sim de consenso.
Direção: Michael Bay
Os policiais Burnett (Martin Lawrence) e Lowrey (Will Smith) são encarregados de encontrar um carregamento de heroína que foi roubado. Uma testemunha liga para a delegacia dizendo ser capaz de identificar o ladrão. O pacato Burnett finge ser Lowrey para não perder o caso e acaba tendo que proteger a mulher, enquanto seu parceiro mulherengo cuida de sua família.
Como se esperava, é muito exagerado em tudo esta continuação que Michael Bay não devia ter aceitado dirigir (é um passo atrás para ele, depois de "Pearl Harbor"). Fazia tempo que não havia uma fita tão violenta (muitas cenas fortes, algumas de mau gosto, como eles mexendo em cadáveres que foram autopsiados, outras com corpos explodindo mutilados).
Ou com tantos palavrões e tantas explosões e trombadas de carro (muitas delas não com efeitos digitais, mas com stunts de verdade). Ou seja, a velha mesma história de sempre. Além disso, quem escreveu o roteiro não conseguiu dar cenas ou diálogos bons para os atores, que só parecem engrenar na parte final - há uma seqüência muito divertida onde eles assustam o namoradinho da filha de Martin Lawrence, aliás esses namoricos tornam o filme bem parecido com a série "Máquina Mortífera".
Mas aí o filme desanda de vez quando para o gran-finale inventam um ataque a uma mansão em Cuba, onde se refugia o grande bandido e traficante de drogas (o espanhol Jordi Mollà). E com a absurda ajuda do FBI e da Polícia de Miami, conseguem realizar um ataque com armas modernas, violando leis e espaços aéreos, noutra prova de como os americanos, também no cinema, não respeitam qualquer lei internacional.
Com a desculpa de salvar a irmã de Lawrence, que foi seqüestrada e corre perigo, invadem tudo como se fosse a casa da sogra ou quintal do vizinho (o que no fundo acham que é mesmo). Isso sem falar no desrespeito à propriedade privada, com a destruição em massa nas ruas de Miami (que é bem utilizada, mas de forma fantasiosa. O trem que corre sobre trilhos aéreos, por exemplo, anda a menos de vinte por hora e no filme parece supersônico).
Mas tudo bem, é cinema. Só que o filme podia ser mais curto (146 minutos), menos violento, mais engraçado (Lawrence ficou com um personagem de chato, na verdade teria que rever o primeiro "Bad Boy", que não foi um filme assim tão marcante para merecer uma continuação. Will Smith ficou grandão depois de interpretar Muhammad Ali e também mais contido, o que é mau).
Enfim, apesar dessas restrições, o filme é menos picotado (ou seja editado) do que os anteriores de Bay, embora nas cenas de ação nunca se consiga ver nada direito.
Dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah
Em Bad Boys para Sempre, o temerário Mike Lowrey (Will Smith) e seu parceiro Marcus Burnett (Martin Lawrence) ainda estão na polícia e continuam enfurecendo o capitão Howard (Joe Pantoliano) com missões que terminam em explosões e demolições. Enquanto o solitário Mike ainda está casado com seu trabalho (e seu carro veloz), o pai de família Marcus está cada vez mais percebendo que prefere passar a segunda metade de sua vida com seus entes queridos - em vez de correr de uma missão ousada para outra. No entanto, depois que Mike um dia se torna alvo de um assassinato, os eventos mudam para que os dois não tenham escolha a não ser caçar seu agressor (Jacob Scipio), que guarda um segredo sombrio e faz tudo ao seu alcance para salvá-los. Para ajudá-los ainda mais, sua mãe (Kate del Castillo) ordena algo impossível e quer uma coisa acima de tudo: a morte de Mike Lowrey.
Dirigido por Rob Cohen
O impiedoso imperador dragão (Jet Li) é amaldiçoado pela feiticeira Zi Juan (Michelle Yeoh), o que faz com que ele e seu exército de 10 mil homens seja petrificado. Mais de dois milênios depois o túmulo do imperador dragão é descoberto por Alex O'Connor (Luke Ford), filho dos aventureiros Rick (Brendan Fraser) e Evelyn (Maria Bello), que deixou os estudos para se dedicar à escavação. Seus pais não sabem do trabalho de Alex, que conta com a ajuda do tio, Jonathan Carnahan (John Hannah), dono de uma boate em Xangai. Atualmente Rick e Evelyn levam uma pacata vida em Londres, mas sentem falta da aventura. Um dia eles recebem a proposta de levar um precioso artefato a Xangai e, usando a desculpa de visitar Jonathan, aceitam a missão. Só que ao chegar eles são abordados pelo general Yang (Anthony Wong Chau-Sang), que deseja trazer o imperador dragão de volta à vida.
Escrito e dirigido por Stephen Sommers
Em Londres, dentro de uma sombria câmara do Museu Britânico, está para renascer uma antiga força do terror. É 1933, o ano do Escorpião. Faz dez anos desde que o corajoso Rick O'Connell (Brendan Fraser) e a egiptóloga Evelyn (Rachel Weisz) lutaram por suas vidas contra Imhotep (Arnold Vosloo), um inimigo com 3.000 anos. Agora Rick e Evelyn estão casados e moram em Londres, juntamente com seu filho, Alex (Freddie Boath), que tem oito anos. Vários eventos culminam com a descoberta do corpo de Imhotep ressuscitado, graças à ajuda da reencarnação de sua amada do antigo Egito, Anck-Su-Naman (Patricia Velazquez), que matou e morreu por ele. Assim, a múmia volta a vagar pela Terra, determinada em concretizar sua busca pela imortalidade. Porém, outra força também está à solta no mundo, o Escorpião Rei (Dwayne Johnson), que nasceu dos obscuros rituais do misticismo egípcio e é ainda mais poderoso que Imhotep. Quando se defrontarem, o destino da Terra estará em perigo e Rick e Evelyn darão início à uma corrida desesperada para salvar o mundo de um mal indescritível e também para resgatar Alex dos seguidores de Imhotep, que levaram o menino pois este, sem ter idéia, colocou no braço o bracelete de Anúbis, um artefato de incrível poder. Nessa jornada irão até o Egito e entrarão nos domínios do Escorpião Rei. Há muito tempo esse terrível guerreiro prometeu sua alma ao deus Anúbis em troca de soberania militar. Ele e seu exército ficaram congelados no tempo, em uma espécie de intervalo entre a vida e a morte, mas agora estão prontos para matar novamente. O Escorpião Rei possui mais poderes, segredos e força que o temível Imhotep, está cheio de ódio e não devia ser perturbado.
Escrito e dirigido por Stephen Sommers.
Embora oficialmente seja a refilmagem do clássico de terror homônimo com Boris Karloff, de 1932, tem pouca relação com ele, estando mais para "Indiana Jones" do que para terror. Com muito senso de humor (tudo é levado como farsa e serve de pretexto para efeitos especiais de última geração).
Nada fazia esperar do diretor novato uma fita tão movimentada e desfrutável (inclusive Brendan usando os truques humorísticos que aprendeu), com várias sacadas.
Em 1926, um grupo de arqueologistas descobre uma tumba na cidade perdida de Hamunaptra. Dentro da tumba encontrado o corpo de Imhotep (Arnold Vosloo), o sacerdote do Faraó Seti (Aharon Ipalé), que foi mumificado vivo além de ter recebido a mais terrível das maldições por ter dormido com a amante do faraó e, movido por ciúme doentio e amor, ter matado o Faraó. No entanto, quando um dos membros da expedição lê um manuscrito que foi encontrado pelo grupo e traz Imhotep de volta vida, ele ressurge cheio de ódio e só pensa em reencontrar sua amada e destruir todos que cruzem o seu caminho, trazendo consigo as dez pragas do Egito.
Direção: Carlos Mayolo
Suspenso no tempo e isolado do resto do mundo, o casarão que dá nome ao longa abriga uma rara combinação de personagens: Don Graciliano, o dono; Camilo, o piloto; Cristobal, o escravo; Paulo, o guarda; e finalmente La Machiche, uma atriz madura. O estranho equilíbrio é perturbado pela chegada de uma estranha.
Álvaro Mutis (1923-2013) queria que Luis Buñuel (1900-1983), seu amigo, igualmente admirador da literatura surrealista e interessado por romances ingleses do século XVIII, filmasse uma novela gótica ambientada nos trópicos, que ele escreveria. Para o cineasta, no entanto, o estilo gótico não podia prescindir do ambiente invernal e da atmosfera sombria. A publicação do romance de Mutis, A mansão de Araucaima, em 1973, e sua adaptação para o cinema, em 1986, por Carlos Mayolo, constituem as principais balizas do “Gótico Tropical”. O filme aponta criticamente persistências do sistema colonial e abusos do poder, numa atmosfera de erotismo e mistério que flerta com as convenções do gênero inglês. Dono de um casarão aristocrático no Vale do Cauca, Don Graciliano (interpretado pelo brasileiro José Lewgoy) é um homem movido pelo prazer: ouve ópera, entrega-se a banhos de leite preparados pelo escravo Cristóbal (Antonio Pitanga) ou pela sedutora Machiche (Vicky Hernández), que se relaciona com todos os homens do lugar, inclusive com o guarda (Carlos Mayolo). A mise-en-scène privilegia a sensualidade dos quadros, compostos como tableaux, em estreito diálogo com a pintura. O isolamento se rompe com o surgimento de Angela, que fará as vezes de donzela em apuros. A jovem atriz chega à mansão depois de fugir das gravações de um comercial (o diretor é vivido por Luis Ospina, montador do longa ao lado de Karen Lamassonne).
Dirigido por Robert Gordon
ELENCO: Mike Henry ... Tarzan, Rafer Johnson ... Nagambi, Aliza Gur ... Myrna, Steve Bond ... Erik, Ron Gans ... Ken, Edward Johnson ... Buhara, James Earl Johnson ... Buhara, Embaixador ... Guia da expedição, Luely Figueiró ... Mag Djenda's wife, José Lewgoy ... Djenda, Solano Trindade ... Otala old chief, Zamba ... Próprio a Lion
Uma repórter e seu noivo estão fazendo uma busca na selva por um menino selvagem, o filho perdido de um geólogo abatido.
Dirigido e coescrito por Franco Rossi, baseado na peça teatral Procura-se uma Rosa, de Glaucio Gill
ELENCO: Claudia Cardinale ....... Rosa, Nino Manfredi ....... o doutor, Mario Adorf ....... Paolo, Lando Buzzanca ....... Lino, Akim Tamiroff ....... Basilio, Milton Rodrigues ....... Sergio, Grande Otelo ...... Zé Amaro, Célia Biar ....... Nilse, José Lewgoy ....... Floreal, Laura Suarez ....... Donna Natalia, Liane Silveira, Oswaldo Loureiro, Raquel Andrade, Luiz Pellegrini ....... Silvano, Leda Bastos, Ivan Lima, Manoel Ferreira, Gilda Caseli
Um médico, que não entende por que garota carioca é feliz, distribui amor a todos os amigos que precisam de ajuda.
Dirigido por: Alberto Cardone, Louis Soulanes, Robert Lynn, Sheldon Reynolds
ELENCO: Fregolente (Harry Brenton)
É basicamente uma curiosidade para os brasileiros esse filme policial em três episódios, uma co-produção entre Itália, França e Áustria com astros em decadência e diretores de terceira linha. Isto devido ao último dos três, justamente o mais ridículo.
Tudo é amarrado (de forma muito canhestra) através de um psiquiatra em poder de um pretenso assassino, que tenta convencê-lo que o crime não compensa contando-lhe histórias. Na primeira, passada em Viena, obviamente copiada de "O Terceiro Homem", Stewart Granger (1913-93) tenta ajudar uma moça que procura um sujeito misterioso que matou seu irmão.
A segunda, a melhorzinha, se passa em Roma e traz Pierre Brice em uma paródia de 007, com uma irônica narrativa explicando para o público o que é necessário para ser um agente secreto de sucesso.
Por fim, a terceira e última começa em São Francisco, onde um detetive particular, o ex-Tarzan Lex Barker (1919-73), descobre um plano para matar o presidente do Brasil e vai ao Rio de Janeiro para evitar o crime (em um vôo da Varig, cujo merchandising pontua todo o episódio), claro que durante o Carnaval.
É curioso ver Barker no meio do desfile das escolas de samba, passeando pelas ruas repletas de foliões do Rio e interagindo com um bandido brasileiro (feito pelo alemão Klaus Kinski) e com o presidente, uma pequena ponta do grande José Lewgoy (1920-2003), que sequer tem o nome nos créditos do filme.
Mas é tudo muito fraco e medíocre, com as histórias por demais banais e tornadas ainda mais bizarras nessa cópia com todos dublados em alemão. Foi exibido no Brasil também como "Mercenários do Crime" e "Carnaval de Assassinos".
Direção: Oliver Thompson
Em Sniper: G.R.I.T., Brandon Beckett (Chad Michael Collins) e o recém formado Time Global de Resposta e Inteligência (G.R.I.T.), chefiado pelo coronel Gabriel Stone (Dennis Haysbert), embarcam a caminho de Malta para combater um culto terrorista. Ameaçando a estabilidade política em todo o mundo e com uma agente sob custódia, os criminosos precisam ser parados o mais rápido possível. Para isso, os agentes devem se infiltrar no grupo, neutralizar seu líder e, finalmente, resgatar a colega Lady Death (Luna Fujimoto).
Direção: Oliver Thompson
Ao descobrir que um agente federal corrupto está envolvido em um caso de tráfico sexual, o atirador da CIA Brandon Beckett se revolta. Para desmascarar a toupeira e esperar derrubar a organização criminosa, ele decide se unir a seus antigos aliados: o segurança Zero e a assassina Lady Death.
Diretor: Kaare Andrews
Atirador: O Fim de um Assassino acompanha pai e filho, Thomas (Tom Berenger) e Brendan Beckett (Chad Michael Collins). Dois atiradores profissionais treinados pelo exército que estão fugindo da CIA. No meio dessa fuga, os dois acabam no meio de uma perigosa conspiração e precisam enfrentar mercenários russos e um violento atirador treinado pela Yakuza.
Diretor: Claudio Fäh
O atirador profissional Brandon Beckett (Chad Michael Collins) é enviado a uma missão na Colômbia junto da agente Kate Estrada (Danay Garcia) para capturar o líder do cartel colombiano, Jesús Morales (Juan Sebástian Calero). Mas seus planos são interrompidos por El Diablo (Felipe Calero), um habilidoso sniper contratado por Jesús para protegê-lo.
Direção: Don Michael Paul
Os atiradores de elite Brandon Beckett e Richard Miller recebem a tarefa de proteger um gasoduto da atividade de terroristas que pretendem realizar um ataque. A guerra faz um dos homens ser morto por um atirador fantasma inimigo que sabe exatamente onde eles estão. As tensões só crescem quando surge a suspeita de que o sistema de segurança do grupo falhou, levando todos a desconfiar que há um inimigo infiltrado entre eles.
Direção: Don Michael Paul
Brandon Beckett (Chad Michael Collins) decide caçar um assassino profissional cujos principais alvos são líderes militares: uma das vítimas do criminoso pode ter sido o pai de Brandon, Thomas Beckett (Tom Berenger). No entanto, Brandon logo descobrirá que sua tarefa de eliminar o assassino é muito mais do que apenas uma missão de vingança pessoal.
Direção: Claudio Fäh
Em O Atirador 4, Brandon Beckett (Chad Michael Collins) é o filho do renomado sargento Thomas Beckett. Quando Brandon e sua equipe são emboscados por um atirador em uma missão no Congo, perdendo vários homens, ele decide partir em uma jornada de vingança para abater seu inimigo.
Direção: P.J. Pesce
O atirador de elite Thomas Beckett (Tom Berenger) recebe a missão de eliminar um terrorista que ameaça os Estados Unidos. Surpreso, ele descobre que o suspeito é um velho amigo seu, dado como morto em combate. Beckett tenta superar o passado e executar o plano, mas as coisas parecem sair de seu controle e tudo torna-se imprevisível.
DIREÇÃO: Craig R. Baxley
O Sargento Beckett é convidado pela NSA a deixar a aposentadoria para assumir uma missão suicida nos Bálcãs. Beckett é um ex-sniper do USMC que perdeu o dedo do gatilho, mas que ainda consegue disparar uma arma com uma técnica pouco ortodoxa. Para a missão, Beckett faz parceria com um ex-atirador da Força Delta, que estava no corredor da morte por matar um oficial. O seu alvo: o general sérvio Mile Valstoria, que dirige uma operação furtiva de limpeza étnica numa área conhecida como “Terra de Ninguém”. Um objetivo aparentemente simples, mas que se revelará muito mais complicado do que parece.
Dirigido por Luis Llosa
O Sargento Thomas Beckett é um franco-atirador fuzileiro naval com anos de serviço nas selvas do Panamá. Durante uma missão para matar o general panamenho Miguel Alvarez, líder carismático de um movimento terrorista financiado pelo cartel de drogas colombiano e que prepara um golpe de Estado, o veterano atirador americano Beckett perde seu parceiro, Doug Papich. Encarregado de eliminar dois importantes líderes rebeldes, ele vê-se obrigado a trabalhar em conjunto com Richard Miller, um inexperiente atirador olímpico da SWAT; que lhe é superior em posto mas que não tem experiência na área, colocando os dois homens em desacordo. Jogados na selva, a dupla tem uma semana para encontrar e matar Alvarez.
Dirigido por Robert Luketic
Quando as primas britânicas de Elle Wood se mudam para a Califórnia para estudar, eles decidem trazer tudo que uma verdadeira patricinha precisa. O problema é que, durante sua estadia em Los Angeles, Annie (Milly Rosso) e Izzy (Becky Rosso) vão perceber que na terra da prima elas não tem o mesmo glamour, e precisarão dar duro para provar que não são apenas dois rostinhos bonitos.
Diretora dos aclamados "A vida secreta das abelhas" e a aventura de ação "The old guard", Gina Prince Bythewood se uniu à roteirista Dana Stevens, em cima de uma história escrita por Maria Bello em 2015, ao visitar Benin, onde o reino de Dahomey costumava ficar e aprendeu a história de Agojie, um grupo de mulheres negras guerreiras da África que defendiam o seu lugar contra invasores. Em 1823, na África ocidental, a General Nanisca (Viola Davis), líder das guerreiras Agojie, libertam mulheres do reino que foram sequestradas e vendidas como escravas por Oyo. Assim, o Rei Ghezo, de Dahomey, se prepara para uma guerra contra o Império de Oyo. Nanisca passa a preparar mulheres para o embate, e entre elas, conhece a jovem Nawi, que mais tarde Nanisca vem a saber que está mais próxima dela do que imagina.
Um grande sucesso de crítica e público, "A Mulher Rei" é o veículo perfeito para o mega talento e carisma da atriz Viola Davis, que é a personificação perfeita da força da mulher negra, em performance irretocável. O filme traz um elenco de excelentes atrizes e atores afro americanos, em maravilhosas cenas de ação muito bem coreografadas e fotografadas. Tem drama e muita emoção e certamente irá arrancar lágrimas do público por conta de morte de determinados personagens. E para provar que é na dor que a luta se torna mais forte.
Direção: Joseph Vilsmaier
Tendo como ponto de vista o oficial alemão Hans von Witzland (Thomas Kretschmann) e seu batalhão, o filme aborda a batalha de Stalingrado que ocorreu entre 1942 e 1943 durante a Segunda Guerra Mundial. A sangrenta batalha foi a primeira grande derrota da Alemanha nazista.
Dirigido por Edward L. Cahn
Baseado no romance Saint Johnson, de W. R. Burnett, é o primeiro filme a retratar o famoso tiroteio no O.K. Corral, em Tombstone, Arizona.
Diretor: Egidio Eronico, baseado no romance Vati de Peter Schneider
Elenco: Thomas Kretschmann como Hermann M., Charlton Heston como o pai (Josef Mengele), F. Murray Abraham como Paul Minsky, Thomas Heinze como Robert S., Camilo Beviláqua como Jens Keitel, Odilon Wagner como Wolfgang Weinert, Denise Weinberg como Magdalena Weinert, Petra Maria Reinhardt como mãe do jovem Hermann, Marit Nissen como jovem tia Lotte, Petra Reinhardt ... Hermann's Mother, Marit Nissen ... Aunt Lotte, Ivan de Almeida ... Policeman at the Front Desk - Manaus, András Stohl ... Werner M., Áron Sipos ... Hörst Baumann, Ida Gomes ... Old Jewish Woman at the Cemetery, Debbie Javor ... Old Aunt Lotte, Marcos Breda ... Samuel Lifton, Marc Achille Recchia ... Gregor Hengelhard, Odenir Fraga ... Gilberto Riva, Francis ... Tania, Kate Lyra ... American Correspondent, Hans Laurentain ... German Correspondent, Breno Moroni ... Brazilian Correspondent, Maria Ceiça ... First Newsman, Marc Bechar ... Second Newsman, Haroldo Costa ... Desk Clerk, André Mattos ... Special Officer #1, Norival Da Costa ... Special Officer #2, Joan Junior ... First Policeman in Manaus, Marcel Jorge ... Second Policeman in Manaus, Waldyr Sant'anna ... Hotel Owner, Ronan ... Marcos, Renan Bega ... Chico, Danah Costa ... Girl at the Gafiera, Isaac Bardavid ... Ben Abraham, Bernard Jablovki ... Marc Horowitz, Sônia Clara ... Maria H. Galeano, Mariah Rocha ... Brigitte Weinert, Alexandre Saldanha ... Rainer Weinert, Archimede ... Cemetery Director, Silvestro Komoshune ... Doctor, Gustavo Montenegro ... Simon, Renato Oliveira ... Waiter, Amanda ... Silvina, Massimo Franceschi ... Professor at the Ginnasium im Fribürg, Alberto Brero ... Hermann 8 Years Old, Vadim Quaggia ... Hermann 13 Years Old, Edward Watson ... Robert S. 13 Years Old, Anton Goffi ... Heitzmann, Simone Cazzola ... The Father in Auschwitz, Danny Curia ... Twins in Auschwitz, Mirko Curia ... Twins in Auschwitz, Diego Kelman Ajuz ... Lider Estudantil, Lolô Souza Pinto ... Esther
Um jovem homem, Hermann (Thomas Kretschmann), discretamente chega em Manaus para se encontrar com seu pai (Charlton Heston), que vive em uma casa limpa mas bem simples. O morador não quer chamar atenção, pois se trata de Josef Mengele, que é conhecido como o Anjo da Morte em razão dos cruéis experimentos que fez com os judeus em campos de concentração, usando até mesmo crianças e recém-nascidos como cobaias. Hermann tenta se comportar da forma mais normal possível, mas talvez isto seja impossível quando seu pai é o criminoso de guerra mais procurado do mundo.
Direção: Kevin Greutert
Situado cronologicamente entre o 1º e o 2º filme da série, "Jogos mortais X" é o 2º melhor filme da franquia, perdendo apenas para o filme original, uma obra-prima do terror com um dos plot twists mais insanos da história do cinema. O mais bizarro é que "Jogos mortais X" tem o ator Tobin Bell, o Jigsaw, e Amanda Young, sua parceria de crimes, fisicamente mais velhos do que a parte 2, filmada em 2005. Mas enfim, não se pode esperar verossimilhança dessa franquia onde a cada filme vem uma história mais sem pé nem cabeça que a outra. Mas para a minha felicidade e de boa parte da crítica que elegeu esse o melhor filme da franquia, os roteiristas Josh Stolberg e Pete Goldfinger fizeram um excelente dever de casa e salvaram a saga de Jigsaw, que já tava totalmente banalizada em mortes sem fim. Aqui, temos uma história, e por incrível que pareça, um bom drama. Aliás, o drama ganha mais atenção do que as mortes, que vêem a acontecer mais do meio pro fim do filme. Jigsaw, convalescendo de câncer terminal, descobre que uma médica no México está fazendo um tratamento experimental eficaz contra o câncer. Ele paga o tratamento, caro, e ao chegar lá, descobre que tudo não passa de uma farsa. Junto de sua assistente Amanda, Jigsaw decide se vingar de toda a equipe médica. Existem personagens que reforçam o drama do personagem, e Tobin Bell revela, talvez pela 1ª vez, uma boa performance oscilando entre drama e melancolia o seu karma trágico. Tem uma cena especial, uma armadilha que envolve Jigsaw e uma criança que é antológica. Uma construção forte de suspense, e o espectador certamente dará razão a todos os atos de Jigsaw, aqui mostrando humanidade (inclusive Amanda!). E para quem quer ver o filme pelas mortes, se preparem! elas existem, e são assustadoramente angustiantes. E esperem a cena pós-crédito!
Direção: Darren Lynn Bousman
Em Espiral – O Legado de Jogos Mortais, o detetive Ezekiel "Zeke" Banks (Chris Rock) se une ao seu parceiro novato Willem (Max Minghella) para desvendar uma série de assassinatos terríveis que estão acontecendo na cidade. Durante as investigações, Zeke acaba se envolvendo no mórbido jogo do assassino. Ele percebe que o serial killer é um imitador determinado a seguir os passos do assassino Jigsaw (Tobin Bell).
Direção: Michael Spierig, Peter Spierig
Dirigido pelos irmãos Spierig, esse oitavo filme da franquia "Jogos mortais" tem um plot twist totalmente desonesto, mas mesmo assim, surpreendente. Quando todos achavam que John Kramer (Tobin Bell) havia morrido há 10 anos atrás, eis que surgem evidências de que ele continua vivo. Cadáveres vão surgindo com as características de terem participado dos jogos assassinos de Jigsaw. Será ele, ou um seguidor fanático? Em 2010, foi lançado o que seria teoricamente o último filme da franquia, com o titulo de "O capitulo final". Mas como em bolso de produtor tome que está ganhando não se mexe, resolveram fazer mais um capítulo. Não existe nada de novo no front, a não ser o desfecho. Durante o filme todo, acompanhamos mortes bárbaras e fitas gravadas com a voz de Jigsaw. Mas talvez haja uma diferença sim: as mortes não são mais tão explícitas como nos filmes anteriores. Aqui, os diretores evitaram mostrar demais, deixando na imaginação do espectador tentar imaginar o que aconteceu. Um roteiro bizarro, repleto de situações inverossímeis... e atuações toscas. Mas não é isso o que gostamos na franquia?
Direção: Kevin Greutert
Anunciado último filme da série, mas que obviamente, não acaba aqui. O filme, trapaceiramente, adiciona outro personagem que dará prosseguimento aos crimes cometidos por Jigsaw.
Aqui, o diferencial é o 3d, que nem é tão usado assim. As mortes continuam cada vez mais absurdas, e fico sempre pensando: caramba, como é que um cara sozinho consegue elaborar, construir e executar todas as armadilhas? É tudo muito forçação de barra. A série continua com atores cada vez mais canastrões, e aqui, um personagem é recuperado de um dos filmes da série.
O prólogo é ridículo, com um trio sendo executado a céu aberto, a vista de todas as pessoas.
Falar sobre o filme é perda de tempo, uma vez que a gente só quer ver as mortes... heheehehehee
Só fiquei com pena da Jill no desfecho... sacanagem
E tem mais, Jigsaw saiu do seu padrão, ele mata uma inocente no filme. Mas como assim, ele só não matava pessoas que tinham culpa no cartório????
Direção: Kevin Greutert
O agente Stratham está morto. O novo responsável por espalhar o legado de Jigsaw (Tobin Bell) é o detetive Hoffman (Costas Mandylor). Quando o FBI chega perto de capturá-lo, Hoffman inicia um novo jogo. É quando o grande plano de Jigsaw é enfim revelado.
Direção: David Hackl
Mark Hoffman (Costas Mandylor) é, aparentemente, a última pessoa viva disposta a seguir o legado deixado por Jigsaw (Tobin Bell). Porém, quando seu segredo é ameaçado, ele precisa iniciar uma caçada para eliminar todos os envolvidos.
Direção: Darren Lynn Bousman
Após a notícia do assassinato do detetive Kerry, os agentes Strahm (Scott Paterson) e Perez (Athena Karkanis) chegam à delegacia de polícia, que está vazia. Strahm e Perez são oficiais veteranos do FBI, sendo especialistas em traçar perfis psicológicos de criminosos. Eles ajudam o também veterano detetive Hoffman (Costas Mandylor) a examinar o mais recente jogo de Jigsaw (Tobin Bell). Porém quando o comandante Rigg (Lyriq Bent), o último oficial ainda intocado por Jigsaw, é sequestrado, os detetives iniciam uma busca pela cidade à sua procura. Paralelamente Rigg precisa lidar com o jogo criado, tendo apenas 90 minutos para superar as armadilhas para ele criadas.
Direção: Darren Lynn Bousman
Dessa vez Jigsaw (Tobin Bell) tem a ajuda da sua assistente Amanda (Shawnee Smith), que passou a ser sua aliada depois de ser obrigada a participar duas vezes dos jogos mortais do assassino. Jigsaw conseguiu escapar da polícia, e enquanto foge de um grupo de detetives, ele e Amanda têm um novo alvo: A médica Lynn Denlon (Bahar Soomekh). Após uma noite de plantão, ela é sequestrada por Amanda e levada até uma casa abandonada para cuidar de Jigsaw, que está mal de saúde. Ele quer continuar vivo apenas para continuar seus jogos horrorosos com Jeff (Angus Macfadyen).
Direção: Darren Lynn Bousman
Imediatamente após o sucesso do primeiro, a equipe colocou em produção esta continuação, usando como roteiro "The Desperate" do diretor Darren, rodado às pressas (25 dias). O autor do primeiro, no caso aquele que faz o papel de Adam (Whannel) colaborou para ficar parecido com o anterior.
Isso fica claro ao espectador mais atento (aliás, o segredo da história dá para ser descoberto por mero raciocínio lógico). Fora disso, é mais daquilo que o fã tem procurado, violência gratuita, brutal, exagerada (ainda um pouco disfarçada com uma trama razoavelmente inteligente). Mas bem inferior ao primeiro. Ou seja, mais um sado-chic.
"Jogos Mortais" foi um dos grandes e inesperados sucessos de bilheteria de 2004, nos EUA. Trata-se de um suspense/terror com um bom elenco e que comprova a importância de um bom roteiro, uma boa história, que poderia servir também como peça teatral, porque é muito forte, concentrada e violenta.
Na verdade, quando o filme, dirigido por James Wan, foge do ambiente central se perde um pouco em flashbacks e tramas paralelas dispensáveis, já que o importante é o jogo da trama.
O maior ponto fraco do longa é o ator central, Leigh Whannell, que também é roteirista do filme. Ele deve ter feito o projeto para se promover, portanto não teria como cortá-lo, mesmo sendo um ator deficiente.
Mas a trama é boa: dois homens acordam num banheiro sujo e velho, Whannell e Cary Elwes, com um cadáver entre eles e mensagens de um serial killer chamado Enigma (Jigsaw, quebra-cabeça, literalmente). O assassino pede uma série de lances e jogadas, revelando surpresas (às vezes de forma um pouco forçada, mas ainda assim eficiente) no que se torna um jogo brutal, violento e surpreendente. É, antes de tudo, um exercício de inteligência e esperteza. Vale a pena conhecer.