DRAMA 02
DRAMA 02

  1. 2 PERDIDOS NUMA NOITE SUJA (2002)
  2. 3 EFES (2007)
  3. 7 DIAS DE AGONIA (O ENCALHE, 1982)
  4. À BEIRA DO CAMINHO (2012)
  5. À DERIVA (2009)
  6. ABRIL DESPEDAÇADO (2001)
  7. A AGONIA (1976)
  8. A ALEGRIA (UM FILME DE SUPER HERÓIS, 2010)
  9. ALÉM DA PAIXÃO (1986)
  10. AMÉLIA (2001)
  11. O ANJO NEGRO (1972)
  12. ANJOS DO ARRABALDE: AS PROFESSORAS (1987)
  13. AUSÊNCIA (2014)
  14. BAIXIO DAS BESTAS (2006)
  15. O BEIJO (1964)
  16. O BEIJO NO ASFALTO (1980)
  17. O BEIJO NO ASFALTO (2018)
  18. BRASÍLIA 18% (2006)
  19. CANASTRA SUJA (2016)
  20. CENTRAL DO BRASIL (1998)
  21. CIDADE BAIXA (2005)
  22. A COLEÇÃO INVISÍVEL (2012)
  23. COMO ESQUECER (2010)
  24. COPACABANA (2001)
  25. COPACABANA ME ENGANA (1968)
  26. O CORTIÇO (1978)
  27. O CRAQUE (1953)
  28. DAS TRIPAS CORAÇÃO (1982)
  29. DESLEMBRO (2019)
  30. DESTERRO (2022)
  31. DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA (1970)
  32. O ÉBRIO (1946)
  33. ENTRE IRMÃS (2017)
  34. ERA UMA VEZ EU, VERÔNICA (2012)
  35. ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ (2015)
  36. ESTORVO (2000)
  37. ESTRELA NUA (1985)
  38. EX ISTO (2010)
  39. FEBRE DO RATO (2O11)
  40. FENDAS (2022)
  41. FÉRIAS NO SUL (1967)
  42. FILHOS E AMANTES (1981)
  43. FOGARÉU (2022)
  44. FONTE DA SAUDADE (1986)
  45. FORTALEZA HOTEL (2021)
  46. A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ (2016)
  47. A GRANDE FEIRA (1961)
  48. A HERANÇA (1970)
  49. A HERANÇA DOS DEVASSOS (1979)
  50. O HOMEM QUE VIROU SUCO (1981)
  51. A HORA DA ESTRELA (1985)
  52. A IDADE DA TERRA (1980)
  53. INQUIETAÇÕES DE UMA MULHER CASADA (1979)
  54. JARDIM DAS ESPUMAS (1970)
  55. O JOGO DA VIDA (1977)
  56. JOGO DURO (1985)
  57. MARE NOSTRUM (2018)
  58. MATOU A FAMÍLIA E FOI AO CINEMA (1969)
  59. MATOU A FAMÍLIA E FOI AO CINEMA (1991)
  60. AS MENINAS (1995)
  61. MEU AMIGO HINDU (MY HINDU FRIEND, 2015)
  62. MEU POBRE CORAÇÃO DE LUTO (1978)
  63. NÃO POR ACASO (2007)
  64. NISE: O CORAÇÃO DA LOUCURA (2015)
  65. NOITES ALIENÍGENAS (2022)
  66. NUNCA FOMOS TÃO FELIZES (1984)
  67. ORQUESTRA DOS MENINOS (2008)
  68. OUTRA MEMÓRIA (2005)
  69. OUTRAS ESTÓRIAS (1999)
  70. PARAÍSO PERDIDO (2018)
  71. PARAÍSOS ARTIFICIAIS (2012)
  72. OS PASTORES DA NOITE (OTÁLIA DE BAHIA, 1977)
  73. A PEQUENA ORFÃ (1973)
  74. PERDOA-ME POR ME TRAÍRES (1980)
  75. PONTAL DA SOLIDÃO (1974)
  76. A PORTA AO LADO (2023)
  77. O PRIMEIRO DIA (1998)
  78. PROMISCUIDADE - OS PIVETES DE KÁTIA (1983)
  79. PROVA DE CORAGEM (2016)
  80. QUASE NADA (2000)
  81. QUERO SER FELIZ (1986)
  82. QUINCAS BORBA (1987)
  83. O QUINZE (2004)
  84. O REI DO RIO (1985)
  85. OS RESIDENTES (2010)
  86. OS SENSUAIS: CRÔNICAS DE UMA FAMÍLIA PEQUENO-BURGUESA (1977)
  87. O SOM AO REDOR (2012)
  88. SONHO DE VALSA (1987)
  89. SONHOS E DESEJOS (2006)
  90. SUDOESTE (2012)
  91. TATI, A GAROTA (1973)
  92. TCHAU AMOR (1982)
  93. TERRA EM TRANSE (1967)
  94. TOCAIA NO ASFALTO (1962)
  95. TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (1972)
  96. TOPOGRAFIA DE UM DESNUDO (2010)
  97. TRANSEUNTE (2010)
  98. AS TRÊS MORTES DE SOLANO (1978)
  99. TUDO AZUL (1952)
  100. O VESTIDO (2004)

 

 

 

As Três Mortes de Solano - Filme 1976 - AdoroCinema

AS TRÊS MORTES DE SOLANO (1978)

OK.RU

Diretor, Diálogos: Roberto Santos, baseada no conto A Caçada,  de Lygia Fagundes Telles. Assistência de produção: Carlos Shintomi, Lucy Cintra, Márcia Duarte Fasano, Nilce Cervone, Manfredo Bahia. Direção de fotografia: Francisco Botelho. Câmera, Assistência de fotografia: Amilcar Monteiro Claro, Eduardo Celso Poiano, José Roberto Eliezer, Pedro Farkas. Maquiagem: Marino Henrique

Elenco: Stenio Garcia (Solano), Líbero Rípoli (Faro), Bárbara Fázio (Dona de Antiquário, Atriz teatral e Cigana), Clarice Piovesan (Clara), Manfredo Bahia (Antônio Janeiro), José Luiz Franca (Betinho), Mirtes Mesquita (Tilde), Rubens Brito, Eduardo Zá, Roberto S. Pereira, Sílvio de Matos, Gianfrancesco Guarnieri (Diretor de teatro) 

1§ tratamento (absurdo e loucura). Solano é freqüentemente atormentado por pesadelos em que se vê, durante a Idade Média, perseguido pelo caçador Faro, que pretende matá-lo. Ao descobrir, num antiquário, uma tapeçaria que representa uma caçada e que o faz lembrar seu sonho, tenta comprá-la, mas a dona se recusa à venda. Quando Solano descobre a caça, penetra na tapeçaria, vindo a morrer. 2§ tratamento (realidade). Durante o ensaio de uma peça teatral cujo tema aborda as relações do caçador e da caça, dois atores, Solano e Faro, antagonizam-se culminando com a morte de Solano. 3§ tratamento (pantomima trágica). Num circo mambembe, o palhaço Solano tenta vender uma tapeçaria à cigana, iludindo-a de que ela é mágica. Surge um lobo, Faro, e mata o palhaço. 

Inquietações de Uma Mulher Casada - Filme 1978 - AdoroCinema

INQUIETAÇÕES DE UMA MULHER CASADA (1979)

OK.RU / YOUTUBE

Direção, Argumento, RoteiroDireção de fotografia, Câmera: Alberto Salvá 

Elenco: Denise Bandeira (Luiza), Otávio Augusto (Luís Antônio), Nuno Leal Maia (Marcos), Miguel Oniga (Lula), Jonas Bloch (David), Imara Reis (Vera), Tony Ferreira (Telmo), Lenita Plonczinski (Loli), Gracinda Freire (Dona Miriam), Ivone Gomes (Mãe de Luiza), Augusta Moreira (Velha Faxineira), José Bezerra (Pai de Luiza), José Bráulio (Pai de Luís), Pedro Camargo (Diretor)

Luiza é uma dona de casa comum, classe média. É casada com Luís Antônio, bem sucedido advogado de uma firma de construção civil, e tem uma filha de oito anos. Mas alguma coisa não vai bem com o casamento. As brigas são constantes, ela acaba tendo uma crise nervosa. Como última solução, o casal resolve tirar alguns dias de férias juntos, para pensar e tentar a aproximação. Durante os preparativos para a viagem, eles visitam um casal de amigos. E esta visita acaba se transformando em uma tentativa de amor a quatro.

Sete Dias de Agonia (1982) - IMDb

7 DIAS DE AGONIA (O ENCALHE, 1982)

OK.RU

Escrito e dirigido por Denoy de Oliveira

Elenco: Luiz Serra, Eduardo Abbas, Maracy Mello, Ruthinéa de Moraes, Liana Duval (Verta), Ênio Gonçalves, Dirce Militello

Adaptação do romance "O Encalhe dos 300" de Domingos Pellegrini, cuja ação começa num dia de temporal. A chuva forte cobre a estrada também de lama, fazendo com que todos os automóveis fiquem encalhados. São trezentos carros. Motorista e passageiros estão todos encalhados, e cada um vive seu drama particular: Zezinho leva sorvetes em seu caminhão; um fazendeiro conduz um cavalo para cruzamento; um grupo de freiras está presa numa kombi; retirantes não podem chegar ao seu destino porque estão presos num ônibus. Os dias passam e ninguém tem saída.


Estive em Lisboa e Lembrei de Você Nacional

ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ (2015)

OK.RU

Elenco: Paulo Azevedo, Renata Ferraz, Amanda Fontoura, Rodrigo Almeida, Henrique Frade

Baseado no livro homônimo de Luiz Rufafto, esse drama com forte olhar documental é a estréia na Direção de longas de ficção do documentarista português radicado no Brasil José Barahona. Escalando no elenco atores e não atores, Barahona procura imprimir o máximo de naturalismo possível nas cenas o que fica explícito principalmente na parte brasileira da história. Os não atores me remeteram aos filmes de Robert Bresson, que chamava os seus não atores de "Modelos". Eram geralmente frios e sem emoção, por conta do total desprezo de Bresson por não atores. O tema do filme de imediato me fez lembrar do clássico de Walter Salles, "terra estrangeira". Assim como no filme de Salles, acompanhamos a saga frustrante e desglamurizada de um cidadão brasileiro, que abandona o País para tentar a sorte em Portugal. Logo, se vê que o tal do sonho de enriquecimento não passava de balela. O filme é pontuado por um pessimismo em relação ao mundo e sociedade que vivemos: pessoas desprovidas de humanidade, com a intenção de tirar proveito dos outros. Os raríssimos momentos de felicidade chegam acompanhados de melancolia. A fotografia em tons dramáticos e o ritmo lento da narrativa contribuem para que esse peso dolorido da trajetória do protagonista chegue até o espectador. ë muito desencanto com tudo e com todos. No momento de crise que vivemos, a esperança parece não chegar nunca. Paulo Azevedo, que vive Serginho, o protagonista que sai de Cataguazes para Lisboa, e Renata Ferraz, que vive a prostituta Sheila, fazem parte dos poucos atores profissionais do projeto. Ambos conseguem esboçar as nuances tristes de seus personagens trágicos. Os outros atores, com exceção de alguns poucos, chamam a atenção pelo artificialismo das atuações. Talvez seja algo imposto pelo diretor, vale conferir. É um bom filme, que talvez fosse mais instigante se não tivessem as verborrágicas cenas do protagonista falando e narrando tudo para a câmera. A imagem talvez valesse mais do que as falas.


Ausência Nacional

AUSÊNCIA (2014)

OK.RU

Direção: Chico Teixeira

Elenco: Matheus Fagundes, Irandhir Santos, Gilda Nomacce, Thiago de Matos, Andréia Mayumi, Mateus Mariano, Tony Ravan, Vinicius Zinn, Francisca Gavilán, Marcelo Rafael 

Vencedor de vários prêmios no Brasil e no exterior, entre eles Melhor filme e direção em Gramado 2015 e Melhor ator no Festival do Rio 2014 (Matheus Fagundes), o filme do mesmo realizador de "A casa de Alice" traz um relato triste e desesperançoso de uma família clássica baixa que se esfacela. O filme começa com o pai abandonando a família: ficam a mãe e os dois filhos: um adolescente, Serginho e um pequeno. Serginho acaba sendo o homem da família: ele trabalha de feirante e sustenta a casa. A mãe se afoga na bebida e vai se deprimindo. Sem afeto, Serginho busca uma figura paterna no professor Ney (Irandhir Santos), mas esse afeto acaba se confundido com a descoberta de sua sexualidade. Extraordinário trabalho dos 3 atores (Matheus Fagundes, Gilda Nomacce e Irandhir), aliado à um trabalho também com não atores. O roteiro e a direção traçam uma trajetória documental na vida dessa família: de ritmo lento, vamos vendo a destruição moral que vão acontecendo com todos. A fotografia de Ivo Lopes contribui para dar esse ar desolador e seco da narrativa. Um primor de execução, que merece ser visto por espectadores que vibram com filmes de poucas falas e muita atmosfera. 


Prova de Coragem Nacional

PROVA DE CORAGEM (2016)

OK.RU

Baseado no livro Mãos de Cavalo de Daniel Galera, com roteiro e direção de Roberto Gervitz.

ELENCO: Armando Babaioff, Mariana Ximenes, Áurea Maranhão, Daniel Volpi,César Troncoso Barros,

Hermano (Armando Babaioff) é um médico bem-sucedido que esta planejando uma escalada de alto risco em uma montanha na Terra do Fogo. Quando sua mulher Adri (Mariana Ximenes), com quem vive há sete anos, descobre que esta grávida. Mesmo na iminência de se tornar pai, ele dá prosseguimento a seus planos. Esta é a prova de coragem que Hermano deve a si mesmo após ter testemunhado seu melhor amigo ser agredido até a morte e não ter feito nada para ajudá-lo.


O ÉBRIO (1946)

YOUTUBE

Dirigido por Gilda de Abreu 

Elenco: Vicente Celestino, Alice Archambeau, Rodolfo Arena, Victor Drummond, Manoel Vieira, Walter D'Ávila, Júlia Dias, Arlete Lester, José Mafra, Isabel de Barros, Antonia Marzullo, Marilu Dantas, Manoel Rocha, Jacy de Oliveira, Aurora Barroso, Zélia Barros, Constantino Botez, Luiz Braga Jr, Regina Braga, Wahyta Brasil, Amadeu Celestino, João Celestino, Paulo Celestino, Edson Chagas, Dalva Costa

Gilberto Silva (Celestino) é um jovem estudante de Medicina rico do interior cujo pai perdeu a fazenda, deixando-o na miséria. Sem apoio, Gilberto abandonou os estudos e foi para a cidade grande, onde perambulou até conhecer o bondoso padre Simão, que abriu suas portas e o ajudou a procurar emprego.

Com talento musical, Gilberto compôs "Porta Aberta" e se inscreveu num programa de calouros numa estação de rádio, graças ao qual ganhou notoriedade e algum dinheiro para terminar seu curso de medicina. Conheceu sua futura esposa Marieta, enfermeira no hospital. Depois de alguns acontecimentos envolvendo familiares inescrupulosos e a perda da esposa, decidiu viver como um fantasma, afogando-se na bebida e vagabundagem.


PROMISCUIDADE - OS PIVETES DE KÁTIA (1983)

OK.RU / MEGA /  SENHA: MEMORIADATV

Atuação, Direção, Roteiro e Produção: Fauzi Mansur

Elenco: André Loureiro, Ênio Gonçalves, José Lucas, Kristina Keller, Mara Carmem, Marthus Mathias, Rubens Pignatari, Sérgio Hingst (Sérgio)

Junto de "Amor estranho amor", de Walter Hugo Khouri, "Promiscuidade- os pivetes de Kátia" traz o tema da pedofilia em cenas explícitas de sexo. Escrito e dirigido por Fauzi Mansur, o filme se tornou objeto de culto, por conter cenas de sexo envolvendo crianças, em uma época onde no Brasil ainda não havia o estatuto do menor e do adolescente, o que permitia a presença de menores de idade em cenas de sexo, uso de drogas e bebidas. Além disso, o filme lida com incesto e com lesbianismo, prato cheio para os espectadores em busca de fetiches e devassidão nas telas do cinema.
Kátia (Kristina Keller) é casada com Mauro (Ênio Gonçalves). Ele trabalha para o pai de Kátia, que é dono de uma empresa ferroviária. Quando Mauro sofre um acidente de trabalho, ele se torna impotente. Kátia, uma ninfomaníaca, resolve fazer sexo com crianças, para poder iniciá-los sexualmente. A família de Kátia, pai e irmãos, resolvem bolar um plano para matar Mauro. Mas ele descobre a trama e resolve se vingar.
O mais doido do filme, é que ele mistura erotismo com uma trama de suspense. Os último 20 minutos do filme acontecem dentro de um trem, com a família toda sendo vítima da vingança de Mauro, em cenas hilárias, dignas de um filme Z. Mas aonde o filme ganhou fama foi nas cenas de sexo com crianças, e atualmente a versão completa está difícil de ser encontrada. No Canal Brasil e no Now é possível ver a versão editada com cortes. E testemunhar que o Brasil de 1984 permitia que tosse filmada cena onde uma fila de crianças de 6 a 12 anos se prepara para fazer sexo com Kátia. Um diálogo bizarro entre Kátia e uma criança: "Vamos fazer uma brincadeira mais gostosa do que pescar". E o menino""Melhor que pescar?". "Muito melhor".

Cine Belas Artes | CANASTRA SUJA - Cine Belas Artes

CANASTRA SUJA (2016)

OK.RU / DRIVEGOOGLE 

Direção, edição, roteiro e produção de Caio Sóh. Música: Maria Gadú

Elenco: Adriana Esteves ... Maria, Marco Ricca ... Batista, Pedro Nercessian ... Pedro, Bianca Bin ... Emilia, Cacá Ottoni ... Rita, David Junior ... Tatu, João Vancini ... Dr. Lucas, Emílio Orciollo Netto ... Augusto, Milhem Cortaz ... Celso, Marcello Melo Jr. ... Wellington, Bruno Padilha ... Wilson, Gustavo Novaes ... Helio, Remo Rocha ... Donato, Vinicius Marquez ... Marcio, Renato Góes ... Ator na festa, Lana Rhodes ... Jackie, Vinícius Bolinho ... André, Oscar Calixto, Marcelo Pio, Mariana Rugieiro, Antonio Carlos, Dalva de Souza Dias, João P. Salles, José Bento dos Santos, Lucineia Andrade de José, Lucineia Fidelis, Luiz Carlos Bernardo, Luiz José Augusto, Maria José da Silva, Paulo Machado, Paulo Renato Soares, Pinah, Ubiratan Cardia Valoz, Marcio Marciano Nunes, Bruna Alfarela Campos, Wellington Rabelo, Valeria Reis, Eloá Vitoria Almeida de Lima, Marina Barbosa Pereira Machado

Formidável drama visceral, potencializado pelo trabalho excepcional de todo o elenco: Adriana Esteves, Marco Ricca, Pedro Nercessian, Cacá Ottoni (em complexa composição como uma jovem autista), Bianca Bin, David Junior e participações de atores consagrados como Millen Cortaz, Gustavo Novaes, Emilio Orciollo Netto, Bruno Padilha. Ambientado no subúrbio carioca, acompanhamos a difícil rotina de uma família de classe média baixa e a sua luta para sobreviver, dentro e fora de casa. O pai, Batista (Marco Ricca), é um alcóolatra e trabalha como manobrista em um Hotel na Barra. Sua esposa é a dona de casa Maria (Adriana Esteves), viciada em anabolizantes e que tem como amante o namorado de sua filha, Emilia (Bianca Bin). Os outros 2 filhos são o desajustado Pedro (Pedro Nercessian), que não estuda e também trabalha como manobrista no mesmo hotel de seu pai, mas é mandado embora após acusação de roubo. Rita é a filha mais nova, interpretado com maestria por Cacá Ottoni, sem esvair na caricatura de uma autista. O filme foi alvo de uma polêmica na mídia e nas redes sociais por conta de uma crítica feroz de um grande jornal, e muito por conta disso, teve a sua carreira comercial abreviada. Uma injustiça, pois a grande maioria das críticas elogiaram bastante o filme, considerando-o um dos melhores filmes do ano. O roteiro, escrito pelo próprio Caio Soh, revela de forma corajosa, a tentativa de sobrevivência de pessoas comuns diante de uma selva de pedra sem luz no fim do túnel. O suspense crescente, diante de uma eminente tragédia para todos os personagens, só fazem aumentar o interesse do espectador pelo filme. Ótima direção, direção de atores e dá para perceber que muita gente que participa do filme é formado por não atores, mas o tom naturalista do filme torna tudo bastante coeso. Particularmente, adorei a cena de Pedro Nercessian com um personagem que acontece dentro de um quarto. Que talentos!

A COLEÇÃO INVISÍVEL (2012)

OK.RU

Dirigido por Bernard Atal e inspirado no conto de Stefan Zweig. É o último filme de Walmor Chagas. Roteiro: Bernard Attal, Sergio Machado, Iziane Mascarenhas

ELENCO: Conceição Senna ... Iolanda, Luisa Proserpio ... Leila, Ricardo Luedy ... Evilasio, Clarisse Abujamra ... Dona Clara, Vladimir Brichta ... Beto, Walmor Chagas ... Samir, Wesley Macedo ... Wesley, Frank Menezes ... Nemias, Paulo César Peréio ... Radio Host, Ludmila Rosa ... Saada, Marco Calil

Um acontecimento inesperado deprime Beto, que abandona o seu trabalho e viaja para Itajuípe, na Bahia, em busca de valiosas obras de arte, que estão com um colecionador, Samir. Descobre que ele foi uma grande produtor de cacau, que vive com a mulher Clara e a filha Saada em sua fazenda, cego e praticamente falido, depois do ataque da praga vassoura-de-bruxa, que destruiu sua plantação.

Mare Nostrum (2018) - IMDb

MARE NOSTRUM (2018)

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Dirigido por Ricardo Elias. Roteiro: Enéas Carlos, Ricardo Elias, Claudio Yosida. Produção: Fernando Andrade. Música: André Abujamra

Elenco: Silvio Guindane ... Roberto, Ricardo Oshiro ... Mitsuo, Carlos Meceni ... Orestes, Eduardo Acaiabe ... Taxista, Paulo Azevedo ... Edélcio, Victória Blat ... Neuza, Naruna Costa ... Joyce, Ailton Graça ... João Hanemann, Edson Kameda ... Nakano, Vera Mancini ... Tânia, Cesar Mello ... Ivo, Teka Romualdo ... Dulce, Lívia Santos ... Beatriz

Roberto e Mitsuo voltam ao Brasil no mesmo dia, depois de longa temporada morando fora. Suas vidas se cruzam por conta de um terreno negociado por seus pais no passado. Sem dinheiro, os dois veem no terreno uma possibilidade de se acertarem financeiramente. No entanto, alguns eventos fazem com que eles acreditem que o terreno é mágico. Como uma fábula, o filme nos mostra que para se obter alguns desejos, é preciso abdicar de outros. 

DESLEMBRO (2019)

OK.RU

Elenco: Jeanne Boudier, Sara Antunes, Eliane Giardini, Hugo Abranches, Arthur Raynaud, Jesuíta Barbosa, Antonio Carrara, Maria Clara

Diretora do belo documentário “Diário de uma busca”, onde a Cineasta falava do pai ativista político assassinado na época da ditadura brasileira, Flávia Castro agora estreia na ficção com o belo e intimista “Deslembro”. Novamente resgatando a vida do seu pai, Flávia faz um relato livremente autobiográfico, sobre uma adolescente, Joana (Jeanne Boudier), nascida no Brasil mas exilada em Paris nos anos 70. Com a Lei da anistia de 1979, sua mãe resolve retornar ao Brasil, junto dos dois meio irmãos pequenos de Joana e do padrasto, um Chileno envolvido com o combate da ditadura no Chile. Joana protesta, não quer vir para o Brasil, País que segundo suas amigas francesas dizem, tem onça e cobra andando nas ruas. Mas para Joana, o Brasil é o País onde se mata e tortura, e onde seu pai foi dado como desaparecido político. Obrigada a vir, Joana se isola, mas acaba descobrindo o primeiro amor, a maconha e principalmente, a música brasileira, que junto da convivência com sua avó (Eliane Giardini), a fazem se reconectar com o Brasil. O filme, um belo projeto feminino, conduzido por mulheres na equipe e protagonizado por elas, tem uma delicadeza e sensibilidade que traduzem em imagens o coming of age de uma adolescente. Sem rumo, sem Cultura, sem o amor do pai que desapareceu, Joana se vê sem lenço e sem documento, e precisa aprender a recomeçar uma nova história. O filme também é um passeio nostálgico e poderoso em torno da música e a importância dela como resgate da memória: Lou Reed, The Doors, Caetano Veloso e muitos outros artistas embalam cenas belamente orquestradas pelo conjunto da equipe e Elenco em primeiríssima forma. O filme foi selecionado para a Mostra Horizonte em Veneza 2018 e ganhou 3 prêmios no Festival do Rio no mesmo ano: atriz coadjuvante para Giardini, Melhor filme do público e Fipresci.


Nise - O Coração da Loucura Nacional

NISE: O CORAÇÃO DA LOUCURA (2015)

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Diretor: Roberto Berliner. Resultado de 13 anos de ampla pesquisa, é baseado em um momento da vida da psiquiatra Nise da Silveira, pioneira da terapia ocupacional no Brasil.

Elenco: Glória Pires, Fabrício Boliveira, Simone Mazzer, Roney Villela, Julio Adrião, Claudio Jaborandy, Zé Carlos Machado, Flávio Bauraqui, Bernardo Marinho, Roberta Rodrigues, Augusto Madeira, Georgiana Góes, Fernando Eiras, Felipe Rocha, Charles Fricks, Michel Bercovitch, Tadeu Aguiar, Perfeito Fortuna, Zezeh Barbosa, Luciana Fregolente, Pedro Kosovski, Eliane Costa 

Raras vezes o Cinema Nacional realizou um filme que unisse com tanto primor o entretenimento e a Arte. Baseado na história da Psiquiatra Nise da Silveira, que nos anos 40, em um Centro psiquiátrico do Rio de Janeiro, se revoltou contra os métodos usados para "curar" os pacientes considerados como doentes crônicos e incuráveis. Os tratamentos eram a lobotomia e choque elétrico. Contra o uso da violência, Nise passou a trabalhar com os pacientes fazendo uso da terapia ocupacional, como pintura, música, relacionamento com animais, sempre considerando-os como pessoas, chamando-os de clientes, e não de pacientes. Fotografia belissima de André Horta e uma direção de arte e figurino discretos que não querem brigar com o drama narrado. Ó elenco inteiro é excepcional. Falar do trabalho de Glória Pires é redundante. Todos muito verossímeis nos seus papéis de esquizofrênicos, que cheguei a pensar que eram internos de verdade. Parabéns ao cineasta que soube trabalhar extraordinariamente com os seus atores. Obrigatório e necessário.


Copacabana me Engana - Filme 1968 - AdoroCinema

COPACABANA ME ENGANA (1968)

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Dirigido por Antonio Carlos da Fontoura (estréia)

Elenco: Odete LaraCarlo Mossy (Marquinhos, estréia), Paulo Gracindo, Lícia Magna (Isabel), Ênio Santos, Joel Barcellos, Marcos Anibal, Renato Landim, Cláudio Marzo, Armando Costa, Vítor Albuquerque, Edu Mello, Yolanda Cardoso, Maria Gladys, Emmanuel Cavalcanti, José Medeiros, Luiz Marinho, Mário Fiorani, Marcos Palmeira (estréia) 

Drama urbano que anunciou um novo caminho no cinema brasileiro. Marquinhos tem 20 anos e vive em Copacabana com os pais de classe média e o irmão mais velho. Ele não trabalha nem estuda, vive ao sabor do momento, assiste TV,  joga futebol na praia e sai de noite com a turma, até que conhece Irene, uma mulher de 40 anos que vive do outro lado da rua e tem um caso com ela que vai mudar por um curto tempo, a sua vida.

A Frente Fria Que a Chuva Traz filme - assistir

A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ (2016)

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Direção: Neville D'Almeida. Roteiro: Mario Bortolotto, Neville D'Almeida, Michel Melamed

Elenco: Bruna Linzmeyer ... Amsterdã, Johnny Massaro ... Alisson, Chay Suede ... Espeto, Michel Melamed ... Raposão, Mario Bortolotto ... Vitor, Flavio Bauraqui ... Gru, Juliana Lohmann ... Fabi, Marina Provenzzano ... Cristy, Juliane Araújo ... Lilly, Nathália Lima Verde ... Bia, Bruce Gomlevsky ... Cliente de Amsterdan, Diogo Almeida ... Rapaz do beco, Nill Marcondes ... Rapaz do beco, Luma Antunes ... Convidada da festa, Patrick Batista ... Convidado da festa, Alan Hauer ... Convidado da festa, Angela Peres ... Convidada da festa, Kayo Camargo Perez ... Convidado da festa, Marcela Peringer ... Convidada da festa, Duda Seffrin ... Convidada da festa, Paulo Roberto Vicente ... Convidado da festa

Em 2012, o cineasta independente americano Harmony Corine realizou o cult "Spring breakers". No filme, as atrizes teens e ídolos de toda uma juventude saudável escandalizaram seus fãs, ao protagonizarem cenas de sexo, uso de drogas e muita bebedeira. Pior: elas (Selena Gomez, Vanessa Hudgens e até mesmo James Franco) eram bandidonas, representando o que de pior havia na geração dourada americana. Em 2015, o cineasta Neville D'Almeida, famoso por alguns dos filmes mais sacanas e libidinosos da história do cinema brasileiro ("A dama do lotação", "Os 7 gatinhos"), pega o livro do ator e escritor Mario Bortolotto e adapta aquilo que chamo de "Rio Babilônia" versão remix. Para quem nunca viu, "Rio Babilônia" é talvez um dos filmes mais polêmicos do Cinema brasileiro. Ídolos da garotada, como Bruna Linzmeyer, Chay Suede, Jonny Massaro e Juliana Lohhmann protagonizam cenas onde alguns dos diálogos mais suaves não fica abaixo de "Quero chupar seu p...", Vou dar meu c...", "quero cheirar pó" e por aí vai. Provavelmente, por um bom tempo, nenhum espectador verá algum desses atores fazendo cenas que cheguem aos pés do que verão em uma hora e meia do filme de Neville D'Almeida. É muita execração, depravação, sordidez, putaria, sacanagem elevados a mil. A grande diferença de "Rio Babilônia" com "A frente fria que a chuva traz'? Comparar os 2 filmes mostra como a sociedade ficou careta. Nos anos 80 o filme de Neville mostrava cenas de sexo explícito com atores globais: Denise Dumont e Christiane Torloni em cenas para lá de tórridas e proibidas. Em pleno ano de 2016, o máximo que vemos no filme novo de Neville é uma bunda masculina e um par de seios. Ficou perigoso expôr os atores, os espectadores protestam. O olhar ficou diferente, e as intenções também. As minorias estão aí, levantando bandeiras, e até uma cena onde uma das meninas é quase estuprada no morro já não tem mais a mesma força de filmes de outrora de Neville (basta lembrar do estupro em Vera Fischer no filme "Navalha na carne"). O filme acontece em um dia. Um grupo de jovens novo-ricos alugam uma laje no Morro do Vidigal e resolvem fazer uma festa regada a sexo, drogas e música eletrônica, sem se preocuparem com os excessos. No meio da festa, um convidado especial: O cantor sertanejo Raposão, em hilária atuação de Michel Melamed, interpretando um cover de Latino. Entre os organizadores da festa, estão Espeto (Chay Suede), Alisson (Jonnhy Massaro) e uma conhecida deles, a sem teto Amsterdã (Bruna Linzmeyer). Juliane Araújo, Natalia Lima Verde, Marina Provenzzano, Juliana Lohhman, Flavio Bauraqui e mais os outros atores citados estão ótimos: crus e com os pés chafurdados na marginalidade, sem medo de se exporem em cenas e diálogos de muita baixaria. Parabéns a todos eles. Destaque também para a fotografia de Kika Cunha, e para as belas locações no Vidigal, que proporcionam ao espectador que não está acostumado com a proximidade da riqueza e da pobreza um olhar que fica entre o acachapante e o inóspito. Difícil recomendar o filme a quem não esteja livre para mergulhar nas profundezas do inferno carioca.

Cidade Baixa - Película 2005 - SensaCine.com Alice Braga striptease quente em baixa cidade scandalplanetcom | xHamster

CIDADE BAIXA (2005)

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Dirigido por Sérgio Machado

Elenco: Lázaro Ramos, Wagner Moura, Alice Braga, Harildo Deda, Maria Menezes, João Miguel, Débora Santiago, Divina Valéria, José Dumont, Walmir Dois Mundos

Produzido por Walter Salles e exibido em Cannes 2005, este filme tem sido consagrado como um dos melhores brasileiros de um ano difícil e decepcionante. Também não é filme para Oscar, está mais para a sensibilidade européia (e também não parece especialmente comercial). Mas é interessante para demonstrar como uma história fraca e previsível, já realizada inúmeras vezes, em diversos lugares do mundo, pode ganhar novo sabor e interesse graças a excelência de seu elenco e realismo de sua realização (em Salvador, já que o título obviamente descreve aquela região da cidade).

No papel ficaria difícil entender porque contar mais uma vez a situação de dois amigos e parceiros, que tem um pequeno barco que faz viagens do interior para Salvador, que se envolvem com uma mesma jovem e bonita prostituta. Tudo é muito fácil de prever, até mesmo a atração entre os dois amigos. Mais ainda o envolvimento que vão ter com a mulher, que inevitavelmente irá levar ao conflito, a briga e a possível tragédia (José Dumont tem uma ponta bem marcante, com um sujeito briguento com quem eles cruzam numa rinha de galos).

Na verdade, no momento de escrever ficam mais claras suas limitações do que ao assistir o filme, ainda sob o impacto da interpretação carismática e brilhante dos atores. O filme existe porque foi feito com os dois melhores atores jovens do momento, ambos baianos e antigos parceiros de palco e de set, ou seja, o fato de Wagner Moura e Lázaro Ramos se conhecerem tanto ajuda demais na composição dos tipos, no desenhar das situações.

O espantoso é que seria muito arriscado para qualquer atriz entrar no meio das duas feras, mais ainda quando se trata de uma jovem de pouca experiência como é o caso de Alice Braga, vista em "Cidade de Deus" e lembrada como sobrinha de Sonia Braga (mas a mãe dela Ana Maria Braga, não a apresentadora, também foi atriz e talentosa). Criando um tipo marcante, bem distante de sua própria personalidade, Alice não apenas impressiona, convence e perturba. Dá sentido ao triângulo. E força ao filme, que deve transformar Alice em estrela (ela já foi melhor atriz do Festival do Rio) e novas oportunidades ao diretor estreante (que antes foi roteirista de "Abril Despedaçado" e "Madame Satã").


Tudo Azul (1952)

TUDO AZUL (1952)

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Dirigido por Moacyr Fenelon

Elenco: Marlene, Luís Delfino, Laura Suarez, Milton Carneiro, Zizinha Macedo, Carmélia Alves, Linda Batista, Emilinha Borba, Virgínia Lane, Blecaute, Américo Taricano

Ananias (Luiz Delfino) é um homem simples e dedicado marido sonha ver suas composições gravadas. Após uma crise conjugal, tenta o suicídio tomando barbitúricos. Entra em transe e, por meio de um sonho, vê suas músicas fazendo sucesso. Quando acorda, percebe que tudo não passou de uma ilusão, mas sua vida não será mais a mesma.


O CORTIÇO (1978)

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Direção e roteiro: Francisco Ramalho Jr., baseado no livro homônimo de Aluísio Azevedo. Assistência de direção: Jorge Duran, José Frazão, Carlos Del Pino Rodrigues. Montagem e Edição: Sylvio Renoldi. Assistente de montagem: Roberto Gervitz. Produção de cenografia: Victor Lopes. Assistência de cenografia: Clovis Bueno. Produção musical: Marcus Vinicius . Música: John Neschling

ELENCO: Armando Bógus (João Romão), Betty Faria (Rita Baiana), Mário Gomes (Jerônimo), Maria Alves (Leocádia), Maurício do Valle (Miranda), Jorge Coutinho (Alexandre), Ítala Nandi (Estela), Beatriz Segall (Isabel), Jacyra Silva (Bertoleza), Zaira Zambelli (Zulmira), Antônio Pompêo (Pataca), Helber Rangel (Caixeiro), Sílvia Salgado (Pombinha), Carmem Monegal Alves (Isaura), Marcos Antônio (Abolicionista), Phydias Barbosa (Funcionário do banco, caixa da C.E.F.), Leônidas Aguiar Bayer (Porfírio), Teresa Briggs (Louca), Dinorah Brillanti (Bruxa), Álvaro Freire (Advogado), Carmem Palhares (Marciana), Célia Maracajá (Florinda), Lucy Mafra (Leoni), Marcello Marcello (Henrique), Marco Rebu (Albino), Marcus Vinicius (Firmino), Ruy Pollanah (Bruno), Sebastião Lemos (Irmão Santíssimo), Thais Portinho (Piedade), Antônio Felício (Caixeiro), Édio Souza (Caixeiro), Luis Carlos Lacerda (Abolicionista), Paulo Neves (Abolicionista), Klermann de Pennafort (Senhor de Bertoleza)

Rio de Janeiro, 1880. O português João Romão vive da renda do cortiço, além de usar o dinheiro de sua amante, a escrava Bertoleza, sob a promessa de alforriá-la. Entre as moradoras do local, a irreverente e maliciosa Rita Baiana, que encanta Jerônimo, um lusitano recém-chegado ao Brasil, e Pombinha, uma menina-moça, seduzida pela prostituta Leoni. O relacionamento entre Rita e Jerônimo irrita João Romão, e uma tragédia acaba mudando a vida dos moradores do cortiço.


Paraíso Perdido NacionalMarjorie Estiano Paga Peitinho peladinho em Paraiso Perdido

PARAÍSO PERDIDO (2018)

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ELENCO: Lee Taylor, Jaloo, Júlio Andrade, Malu Galli, Hermila Guedes, Marjorie Estiano, Julia Konrad, Erasmo Carlos (José / Cantor), Seu Jorge, Humberto Carrão, Felipe Abib, Nicole Puzzi, Celso Frateschi, Cristina Mutarelli, Bia Borsatto

O passado de Monique Gardenberg como produtora de um dos maiores Festivais de música no Brasil, com certeza, explica a sua paixão pela musicalidade que emana no seu filme "Paraíso perdido". Com um repertório que passeia pela música brega de Valdick Soriano, Márcio Greik, Reginaldo Rossi e até uma versão brasileira de "You're so vain", de Carly Simon, o filme discute as relações familiares da forma mais transgressora possível: lésbicas, gays, trans, menage, vale tudo para poder trazer a mensagem de que toda a forma de amor é possível. E para isso, nem são preciso palavras: podem ser através de linguagem de surdo-mudo ou através das letras das músicas cantadas na boite que dá nome ao filme. Nesse sentido, o filme se aproxima do cult de John Cameron Mitchell, "Shortbus". Ali, a boite, que também tem o nome do filme, é o ponto de encontro para solitários, desencantados, carentes, frustrados, assassinos, frígidos e toda sorte de traumas humanos. As pessoas cantam, dançam, se beijam, sem se importar com preconceitos que existem da boite pra fora. Nesse bunker emotivo, nossos personagens perambulam num ambiente de encontros e desencontros: Tem o dono da boite, José (Erasmo Carlos), pai de 3 filhos: Teylor (Seu Jorge), que é adotivo; Angelo (Júlio Andrade), pai de Celeste (Júlia Konrad); e Eva (Hermila Guedes), que se encontra presa por um crime do passado. Eva é mãe de Imã (Jaloo, em sua estréia como ator), um ser andrógino que procura descobrir a sua identidade sexual, em conflito se quer ser homem ou mulher. Todos cantam na boite. E ali, vai parar o fio condutor do filme, o policial vivido por Lee Taylor, filho da surda interpretada por Malu Galli. Ah, e ainda tem os namorados de Celeste e Imã, interpretados por Felipe Abib e Humberto Carrão. Como se vê, são muitas as tramas e sub-tramas desse filme ambicioso, mas que trata seus personagens com carinho. Monique dirige bem os seus atores, e a fotografia do Mestre Pedro Farkas ajuda a criar essa atmosfera onírica que o filme precisa. Vixe, faltou contar a sub-trama da presidiária interpretada por Marjorie Estiano, e amante de Eva! Será que vem seriado por aí ?? (Monique dirigiu "Ö Paí Ö", que se tornou seriado depois.


Férias No Sul (1967) - IMDb

FÉRIAS NO SUL (1967)

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Dirigido por: Reynaldo Paes de Barros

Elenco: David Cardoso ... Celso Teles, Elizabeth Hartmann ... Isa Martins, Dagmar Hedrich ... Helga Schneider, Claudio Vianna ... Jorge, Sheila Weickert... Trude, Marly BuschOtilia KohlbachRuth VieraHeins Tallaman... Pai de Helga, Hans RuscheveyhElfriede EngletGunter DeekeEliane PereiraMaria H. PimentaFranz PultPedro ReisVirginia RamosCarmen KruegerMara HeidrichRosa A. MosimannBeatriz SchneiderGertrude KnihsIngrid HeckmannHelio TelesLinda SchwabMário Souza, Bernadette Cruz, Deocélia Cunha, Ruth Vieira, Walmor Reis

Convidado pelo amigo Jorginho, o jovem estudante carioca Celso desembarca no aeroporto de Itajaí, onde é recebido pelo amigo. De fusca, os dois percorrem a Rodovia Jorge Lacerda, até Blumenau, não sem antes tentarem conquistar belas catarinenses que encontram pela frente. Logo "descobre" Helga, uma meiga alemãzinha, que lhe arrebata o coração. Apaixonam-se. Mas no meio tempo, Celso conhece também a voluntariosa escritora Isa, de passagem por Blumenau, com quem tem um caso. O relacionamento entre Helga e Celso passa então por uma crise séria.

Meu Pobre Coração de Luto - Filme 1977 - AdoroCinema

MEU POBRE CORAÇÃO DE LUTO (1978)

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Diretor, Roteiro, Montagem: Pereira Dias. História original: Pereira Dias, Vitor Mateus Teixeira [Teixeirinha]. Produção: Vitor Mateus Teixeira [Teixeirinha]. Produção executiva: Teixeirinha Filho. Direção de fotografia: Milton Barragan.

ELENCO: Teixeirinha (Vitor Mateus Teixeira, o Teixeirinha), Mary Terezinha (Mary), Jimmy Pipiolo (Felloni), Teixeirinha Filho (Vitor jovem), Alexandre Teixeira (Vitor menino), Vania Elizabeth (Ledurina, a mãe), Roque Araújo Viana (Dr. Sherman), Kleber Antonio (Diretor), Sapiran Brito (Lúcio, o meio-irmão), Octavio Augusto Vampré (Dr. César Camargo de Alencar), Suely Silva (Zulmira), Dorival Cabrera (Monsenhor), Octavio Capuano (Saturnino, o pai), Zeno Ribeiro (Seu Tião), Jesus Tubalcain, José Gonçalves, Angelito Mello (Dr. Álvaro), Amélia Bittencourt (Dra. Sílvia), Gina O'Donnell (Assistente na filmagem), Milton Barragan (Fotógrafo do filme), Enio Staub (olhando pelo visor da câmera, nos créditos iniciais), Emil Zelinski (à direita consultando um desenho, nos créditos iniciais), Erwin Rheinheimer (Fotógrafo de cena), Marino Henrique (Maquiador)

Tudo corre bem entre Teixeirinha e Mary Terezinha. Eles estão terminando um filme e ela está grávida e feliz. Porém, num exame de rotina, Teixeirinha descobre que Mary está com leucemia e poderá morrer se não for tratada logo. Desesperado, mas tentando esconder a verdade, ele manda vir um especialista americano que confirma o diagnóstico. Acidentalmente, Mary fica sabendo da doença e pede a uma médica amiga, sua opinião. Neste ínterim, Teixeirinha revive o sofrimento de quando perdeu sua mãe e apela para a fé. Consulta uma mãe-de-santo que diz que uma mulher bondosa e de sorriso bonito poderia ajudá-lo. Imerso em tantas lembranças vai ao Santuário de Fátima, em Portugal, para ver se descobre o caminho da cura de Mary.

Das Tripas Coração - LookeImagem
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DAS TRIPAS CORAÇÃO (1982)

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Dirigido por Ana Carolina. Coprodução: Aníbal Massaini Neto

ELENCO: Antônio Fagundes, Dina Sfat (Renata, a Professora), Xuxa Lopes, Ney Latorraca (Padre), Christiane Torloni, Eduardo Tornaghi, Othon Bastos, Cristina Pereira, Myriam Muniz, Nair Bello, Isa Kopelman, Stella Freitas, Maria do Carmo Sodré, Lucélia Machiavelli.

O interventor Guido vai até um colégio religioso para mulheres comunicar que o estabelecimento será interditado. Enquanto aguarda o início da reunião, Guido tira um cochilo e sonha loucas fantasias com as garotas do internato.


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AS MENINAS (1995)

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Dirigido por Emiliano Ribeiro. Com roteiro baseado na obra homônima da escritora Lygia Fagundes Telles

Elenco: Adriana Esteves, Drica Moraes, Cláudia Liz, Camila Amado, Otávio Augusto, Walney Costa, Sônia de Paula, Esther Góes, Clarice Niskier, Henri Pagnoncelli, Clemente Viscaíno (Dr. Algodãozinho), Eduardo Wotzik, Zaira Zambelli

Durante a ditadura militar no Brasil, Lorena, Lia e Ana Clara, três universitárias de condição social e origens diversificadas, se conhecem em um pensionato de freiras na cidade de São Paulo. Apesar das diferenças de valores e personalidades, tornam-se muito amigas, compartilham seus dramas e sonhos e ajudam-se, até o dia em que têm de se separar definitivamente.


EX ISTO (2010)

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Direção: Cao Guimarães

René Descartes vem ao Brasil com Maurício de Nassau. Faz suas observações na mata amazônica, no Recife das feiras e mercados atuais, se alucina. O filme se utiliza do 'Discurso do Método' do filósofo mas, principalmente, se inspira em 'Catatau', livro do poeta Paulo Leminski, que afirma: “O Catatau é o fracasso da lógica cartesiana branca no calor, o fracasso do leitor em entendê-lo, emblema do fracasso do projeto batavo, branco, no trópico.” Ao centro, a interpretação do ator brasileiro mais requisitado já há algum tempo, João Miguel.

Copacabana (filme de 2001) – Wikipédia, a enciclopédia livre

COPACABANA (2001)

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Dirigido por Carla Camurati. ROTEIRO: Lais Azeredo Rodrigues, Carla Camurati, Melanie Dimantas, Yoya Wursch. Assistente de Direção Adicional: Hsu Chien Hsin. Primeiro Assistência de Direção: Cris D'Amato. Produção: Bianca De Felippes

ELENCO: Marco Nanini ... Alberto, Walderez de Barros ... Salete, Laura Cardoso ... Salma, Ida Gomes ... Fanny, Leo Alberto ... Dr. Otávio, Camila Amado ... Miloca, Fernanda Badaue ... Miloca, Cristina Bittencourt, Micael Borges ... Street boy, Louise Cardoso ... Young Salma, Luis De Lima ... Atílio, Romeu Evaristo ... Sebastião, Joana Fomm ... Rita, Renata Fronzi ... Noêmia, Edmundo Lippe, Tatiana Monteiro ... Amiga de Alberto, Pietro Mário ... Enrico, Ana Beatriz Nogueira ... Young Salete, Débora Olivieri ... Young Fanny, Tonico Pereira ... Raimundo, Míriam Pires ... Celima, Rogéria ... Rogéria, Joel Silva, Ilka Soares ... Lily, Maria Sá ... Jacira, Felipe Wagner ... Isaac

Alberto (Marco Nanini) é um fotógrafo às vésperas de completar 90 anos. Seus amigos ruidosos e irreverentes preparam uma festa surpresa, mas Alberto parece subitamente tomado pelo passado. E é de forma lúdica e bem-humorada que ele volta no tempo e revisita importantes fatos profissionais e afetivos de sua longa vida. Muitas lembranças são compartilhadas pelos amigos, como ele antigos moradores do bairro. Aos poucos, as lembranças de Alberto e a história do bairro se misturam, formando um painel da vida de Copacabana e do país desde o início do século. Ao lado de tantas lembranças dos anos dourados do bairro que foi capital da República, contrapõe-se o cotidiano atual de Copacabana, cheia de surpresas e beleza.

Meu Amigo Hindu – Wikipédia, a enciclopédia livre

MEU AMIGO HINDU (MY HINDU FRIEND, 2015) DUBLADO

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Produção, Direção: Hector Babenco. Produtor Associado: Carlos Diegues. Roteiro: Hector Babenco, Guilherme Quintella. Design de Produção: Clovis Bueno, Caroline Schamall, Bel Xavier

Elenco: Willem Dafoe ... Diego Fairman, Maria Fernanda Cândido ... Livia Monteiro Bueno, Reynaldo Gianecchini ... Ricardo Steen, Selton Mello ... Common Man, Bárbara Paz ... Sofia Guerra, Guilherme Weber ... Antonio Fairman, Dan Stulbach ... Marcos, Denise Weinberg ... Anita, Gilda Nomacce ... Antonio's Wife, Tuna Dwek ... Gabi, Vera Barreto Leite ... Death's Wife, Tania Khalill ... Rosemary, Maitê Proença ... Debora, Stella Schnabel ... Leslie, Phil Miler ... Davis, Dalton Vigh ... Dr. Morris, Daniela Galli ... Mary Flowers, Supla ... Paiva, Ary Fontoura ... Dudu, Michael Wade ... Dr. Feffer, Barry Baker ... Eduardo, Soren Hellerup ... Herbert Spencer, Henry Sobel ... Old Rabbi, Ana Clara Fischer ... Rajneesh Woman, Ondina Clais ... Luiza, Roney Facchini ... Carlos, Cristina Mutarelli ... Manuela, Fabiana Gugli ... Eugênia, Ju Colombo ... Dona Sebastiana, Hugo Moss ... Ivan, Charles Paraventi ... Leo, Barry Baker, Lucia Lucia Segall ... Suzana, Matheus Matheus Kronemberger ... Daniel, Nizo Nizo Neto ... T.V. Presenter, Christine Fernandes ... Dra. Virginia, Amanda Sobel ... Ivy Stupakoff, Lilian Blanc ... Martha Robinson, Benjamin Herchcovitch ... Jew, Paulo Contier ... Yuri Yurnikoff
Helena Cerello ... Estela, Juan Alba ... Rodrigo, Daniella Pinfildi ... Eduardo's Wife, Berenice Haddad ... Nurse Scene #57, Jason Bermingham ... Dr. Isaac, Sagar Karande ... Hindu Boy's Father, Luana Tanaka ... Nightclub Girl, Guilherme Quintella ... Nightclub Boy, Abrão Zweiman ... Jewish Singer, Lucas Colombo ... Hindu Boy Lookalike, Rio Adlakha ... Hindu Friend, Charly Braun ... Dream's Youth, Clara Carvalho ... Recepcionist, Clara Choveaux ... Young Woman, Helder da Rocha ... Juiz de Paz, Bim de Verdier ... Martha, Aida Leiner ... Enfermeira #123, Marilia Moreira ... Enfermeira #43, Dionísio Neto ... Martin, Vinicius Faria Zinn ... Security, Otavio Zobaran ... Assistant Mary Flowers, Aguerre Antonio Haddad Aguerre ... Beggar Girl, Marcello Airoldi ... Doctor #41, Viviane Borelli ... Party Girl, Fernando Buzhar Segall ... Wedding Guest, Josias Duarte ... Jardineiro, Raquel Karro ... Enfermeira #19, Natalia Ledovskaya ... Sofia Guerra's Fan, Julia Medeiros ... Puerto Rican, Pedro Henrique Moutinho ... Young Man, Ivo Müller ... Ricardo's Doctor, Walter Rosa ... Abelardo, Victor Seixas ... Reporter, Gerald Thomas ... Sebastião

Não sei o que falar do filme. Pensei se eu daria uma de Glória Pires e dizer : "Não quero opinar sobre isso". Mas após a sessão, enquanto voltava para casa, pequenos flashes do filme vinham pra mente. Momentos que não gostei, alguns momentos que valeram a pena. Resolvi equilibrar os pontos positivos e negativos e assim, penso que cheguei a conclusão que é um filme... ousado? Seria essa a palavra certa? Como falar de um filme que tem o título "Meu amigo Hindu", e o mesmo só aparecer lá pelo meio da narrativa, e simplesmente, não tem força alguma? O que dizer de um filme onde o drama realista se une ao musical, homenageando "O gordo e o magro" em momento cantante, ou mesmo "Cantando na chuva"? Será o filme uma espécie de "8 1/2" e "All that jazz"? Uma revisão artística e criativa de um artista sob a ótica das mulheres que percorreram sua vida? Em seu leito de morte, o próprio surge para atentá-lo? é assim nos 2 filmes citados, e mais: as mulheres são vistas como representação do objeto sexual, sedutoras, nuas, abusando de sua sexualidade. Será o filme uma comédia de humor negro? Porquê repentinamente, existem surtos de humor na narrativa, como na cena dos milionários perguntando a "Babenco" como é o "Outro lado" da vida? Um filme ambientado no Brasil todo falado em inglês? Hum... De concreto: as atuações dos protagonistas são incríveis: Willen Dafoe totalmente entregue ao personagem, dispensa apresentações. Maria Fernanda Cândido provando que ao amadurecer está se tornando uma atriz bastante interessante e saindo da zona de conforto. Denise Weimberg, um luxo só. Barbara Paz, inesquecível em sua dança final. Selton Mello, que parece ter se divertido horrores. A parte técnica também valoriza bastante o resultado final: a trilha sonora do craque polonês Zbigniew Preisner, autor de várias trilhas de Kieslowsky. Mauro Pinheiro Jr, soberbo na sua fotografia que mescla o lúdico ao realista. Por pontos positivos que pravelecem ao duvidoso, vale assistir ao filme. 

Nunca Fomos Tão Felizes [cartaz] | Enciclopédia Itaú CulturalImagem
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NUNCA FOMOS TÃO FELIZES (1984)

OK.RU / MEGA / DEPOSITFILES

Dirigido por Murilo Salles, baseado no conto Alguma Coisa Urgentemente, de João Gilberto Noll

Elenco: Cláudio Marzo (Beto), Roberto Bataglin (Gabriel), Susana Vieira (D. Leonor), Ênio Santos (Padre Reitor), Antônio Pompêo (Vendedor de hot-dog), Marcus Vinícius (Padre), Fábio Junqueira (Policial), Meiry Vieira (Prostituta), Angela Rebello (Prostituta)

O longa-metragem se passa no ano de 1970 e retrata a vida de Gabriel, um jovem órfão de mãe, que é retirado de um colégio interno religioso por seu pai para viverem na cidade de Rio de Janeiro e ao chegar em Copacabana é acomodado num apartamento da ex-namorada do pai. Ele pouco sabe sobre a vida do pai, um militante político perseguido pela polícia do regime militar, que oculta suas informações e procura se afastar afetivamente do filho. Percebendo que há mistérios na vida de seu pai, Gabriel começa a investigar através de fotografias e jornais os segredos da figura paterna.



FORTALEZA HOTEL (2021)

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Dirigido por Armando Praça

Elenco: Clébia Sousa, Lee Young-Lan, Larissa Góes, Demick Lopes, Ana Marlene, Vanderlei Bernardino, Andrea Piol, João Fontenele, Raphael Souma, Jane Azeredo, Katiana Monteiro, Natasha Faria, Layla Sáh, Fabíola Líper, Tayana Tavares, Ícaro Eloi, Jéssica Teixeira, Yuri Yamamoto

Vencedor dos prêmios de melhor ator (Vanderlei Bernardino) e atriz (Clebia Sousa) no Cine Ceará 2021, "Fortaleza Hotel" é escrito e dirigido pelo mesmo realizador de "Greta", e traz temas bastante semelhantes: a solidão na grande cidade, o encontro entre duas pessoas muito opostas e de culturas distintas mas que se entregam pela solidariedade e pela ausência de afeto. O filme traz referências no cult "Bagdá café", de onde pega emprestado o título e a relação entre uma estrangeira e uma local que se comunicam com um inglês básico, e na filmografia de Wong Kar Wai, através da fotografia estilizada e enquadramentos rígidos. De "Felizes juntos", o filme pega a cena de tango na cozinha.
Pilar (Sousa) é camareira do Fortaleza Hotel. Ela juntou dinheiro para morar e trabalhar em Dublin. Uma nova hóspede, Shin (Yeong-ran Lee) chega após a morte de seu marido, hóspede do hotel e que se suicidou. Shin não tem o dinheiro para cremar o corpo. Pilar tem a filha sequestrada e precisa pagar 10 mil em uma semana. As duas mulheres se unem para tentar resolver os seus problemas, mas caem em um espiral da violência urbana de Fortaleza.
O melhor do filme são as ótimas atuações. De ritmo lento, o filme aposta no silêncio e na estilização das imagens, tornando a narrativa por muitas vezes fria e distanciada.


A Alegria - Filme 2010 - AdoroCinema

A ALEGRIA (UM FILME DE SUPER HERÓIS, 2010)

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Dirigido por Marina Meliande e Felipe Bragança

Elenco: Flora Dias, Maria Gladys, Márcio Vito, Mariana Lima, Tainá Medina, César Cardadeiro, Clara Barbieri

Luíza (Tainá Medina) é uma garota de 16 anos que vive com a mãe (Mariana Lima). Um dia seu primo João (Junior Moura) é baleado em Queimados, cidade da Baixada Fluminense, e desaparece. Todos acham que João foi morto, menos Luíza, que recebeu uma visita dele logo após o ocorrido. A mãe de Luíza resolve ficar em Queimados com a irmã (Maria Gladys), deixando a garota sozinha no apartamento do Rio de Janeiro. João visita a prima e fica no local para se recuperar, sendo cuidado por Luíza e seus amigos.



Jogo Duro - Filme 1985 - AdoroCinema

JOGO DURO (1985)

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Dirigido por Ugo Giorgetti (estréia)

Elenco: Cininha de Paula, Cacá Carvalho, Antônio Fagundes, Cleyde Yáconis, Paulo Betti, Eliane Giardini, Umberto Magnani, Carlos Meceni, Cássio Giorgetti, Isabel Teixeira, Guido Maroni, Márcio Araújo

O filme se passa na década de 1980 e retrata a vida de uma mulher e sua filha vivem clandestinamente em uma casa desocupada de um dos mais nobres bairros de São Paulo, no Pacaembu. O conflito se instala quando essa mulher passa a ser disputada por dois homens: um guarda particular e um empregado de uma imobiliária instalada na casa.



Topografia de Um Desnudo - Filme 2009 - AdoroCinema

TOPOGRAFIA DE UM DESNUDO (2010)

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Dirigido por Teresa Aguiar

Elenco: Lima Duarte, Ney Latorraca (Manoel), Gracindo Junior, José de Abreu, Nilda Maria, Maria Alice Vergueiro, Kito Junqueira, Rafaella Puopolo, Ariane Porto, Germano Pereira, Tatiana Conde, Joel Barbosa, Dirceu de Carvalho, Jaqueline Kâmar, Pedro Molfi, Luiz Terribele Jr

O filme, baseado em fatos reais, conta um fato histórico da década de 1960: a “operação mata-mendigos”. durante a gestão de Carlos Lacerda no Rio de Janeiro, através da história do RUSSO e seus amigos. Eles que moram em um lixão no Rio de Janeiro durante a década de 1960. Justamente na gestão do governo Carlos Lacerda. O drama se desenvolve com a tortura e morte promovida pelo estado para a higienização da cidade. Tudo isso para visita da Rainha Elizabeth II da Inglaterra ao Rio de Janeiro.


Entre Irmãs Nacional

ENTRE IRMÃS (2017)

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ELENCO: Marjorie Estiano, Nanda Costa, Júlio Machado, Rômulo Estrela, Cláudio Jaborandy, Rita Assemany, Gabriel Stauffer, Letícia Colin, Fábio Lago, Cyria Coentro, Ângelo Antônio, Lívia Falcão

Adaptação do livro "A Costureira e o Cangaceiro", da escritora de Recife Frances de Pontes Peebles, é um épico melodramático dirigido pelo mesmo realizador de "Dois filhos de Francisco" e "À beira do caminho". Em todos os filmes de Breno Silveira, existe uma presença forte da trilha sonora em quase toda a narrativa, e também, destaque para uma fotografia vibrante e poética, privilegiada quase sempre por belos planos de entardecer, sua marca registrada. Com fortes protagonistas, o filme discute temas atuais como machismo, homossexualismo, luta de classes, porém ambientado no ano de 1930, em pleno Governo Vargas, que pregava sua ira contra os Cangaceiros. Na cidade de Taquaritinga do Norte, no sertão de Pernambuco, vivem as 2 irmãs, Luiza (Nanda Costa) e Emília (Marjorie Estiano). Pobres e órfãs, elas moram com a tia Sofia, que lhes ensina o ofício da costura. Durante uma brincadeira, Luiza cai da árvore e fica com o braço atrofiado. ela se torna amargurada, enquanto que Emília sonha com um casamento perfeito. Crescidas, elas continuam a luta diária, quando cangaceiros surgem na região e sequestram Luiza, para que ela seja a costureira do grupo. A tia morre de sofrimento, e Emília acaba se casando com Diego (Rômulo Estrela), filho do homem mais rico da cidade grande. No entanto, Emília sofre com o casamento: sua sogra lhe cobra etiqueta, e ela descobre que Diego tem um segredo: é apaixonado por Felipe, um ativista contra o Governo de Vargas. Com uma duração excessiva de 160 minutos, explicado pelo fato do filme ter virado uma minissérie na Globo, "Entre irmãs" tem muitos personagens e tramas paralelas, que poderiam ter sido limadas da versão para o cinema. O que pesa em seu favor, é o excelente trabalho do elenco, em especial, Nanda Costa, Marjorie Estiano e Júlio Machado, no papel do cangaceiro Carcará, além da participação de Letícia Colin, e um personagem solar. A curiosidade foi que durante o tempo todo, me lembrava do filme "A cor púrpura", de Spielberg, por conta de algumas similaridades na trama.

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A HORA DA ESTRELA (1985)

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Dirigido por Suzana Amaral. O roteiro é uma adaptação do romance homônimo de Clarice Lispector. Produtor associado: Suzana Amaral, M. A. Rezende, Nadya Abreu Amaral, Esther Soares, Plínio Costa. Roteiro: Suzana Amaral, Alfredo Oroz. Direção de fotografia: Edgar Moura. Câmera: Edgar Moura, José Roberto Eliezer, Gualter Limongi Batista. Fotografia de cena: Gualter Limongi Batista. Montagem: Idê Lacreta. Figurinos, Cenografia: Clóvis Bueno 

Elenco: Denoy de Oliveira (Pereira), Sônia Guedes (Dona Joana), Umberto Magnani (Raimundo), José Dumont (Olímpico), Tamara Taxman (Glória), Fernanda Montenegro (Vidente), Carlos Cambraia, Cláudia Rezende, Cleide Queiroz, Dirce Militelo, Dirceu Araujo, Ednaldo Freire, Esther Soares, Elza Gonçalves, Eurico Martins, Israel Pinheiro, Lizete Negreiros, Luiz Carlos Ribeiro, Magaly Biff, Manoel Luis Aranha, Maria do Carmo Soares, Marli Bortoletto, Maurício Buffa, Miro Martinez, Nilton Borges, Paulina de Souza Freitas, Raimundo Matos, Reinaldo Rezende, Roney Facchini, Rubens Rollo, Úrsula Marcondes, Walter Filho, Zanny Santini, Marcélia Cartaxo (Macabéia)

Realizado em 1985, baseado no livro de Clarice Lispector, o filme abocanhou vários prêmios, entre eles 5 em Brasília e o Urso de Ouro de melhor atriz para Marcélia Cartaxo. 30 anos depois, o filme mantém sua força e beleza, através da triste história de Macabéa, uma mulher simples da Paraíba que sela seu destino simplesmente porquê ousou ser feliz e sonhar. Migrando para São Paulo, vinda da Paraíba, Macabéa é órfã e precisa aprender a ser esperta para sobreviver na selva de pedra. Mas ela é tímida, inocente, ignorante, pacata e em suas palavras, "nortista, virgem e gosta de Coca-Cola". Nessa sua simplicidade, ela encontra um emprego como datilógrafa e divide um quarto de pensão com outras 3 mulheres. Tudo em sua vida está um caos, mas ela administra tudo com muita simplicidade e sem pressa. Sua única amiga é Glória (Tamara Taxman), colega fogosa do trabalho. O Sonho de Macabéa é ser atriz de cinema e casar. O príncipe encantado vem na figura de Olímpico (José Dumont), metalúrgico perverso que maltrata Macabéa ao perceber que ela é mais ignorante do que ele. O filme ainda reserva uma participação antológica de Fernanda Montenegro como uma cartomante charlatã, O grande trunfo do filme são os 4 atores citados, todos maravilhosos e em momentos especiais em suas carreiras. Os diálogos também são inspiradíssimos: cruéis, divertidos, secos. A fotografia de Edgar Moura intensifica as cores de São Paulo através do ponto de vista de Macabéa: ora colorido, ora escuro e triste. A direção de Suzana Amaral aposta na simplicidade, e nesse caso, o foco são os atores. A trilha sonora somente erra no desfecho, na hora do carro se aproximando. Ela antecipa algo que irá acontecer, o que estraga a surpresa. É um filme que nos deixa triste, pela falta de perspectiva, pelo pessimismo, pela quebra do lúdico, pela tragédia humana que enfrentamos no dia a dia. Sonhos que se rompem, tempo que passa incólume.

ERA UMA VEZ EU, VERÔNICA (2012)

Elenco: Hermila Guedes, João Miguel, W. J Solha, Renata Roberta, Inaê Veríssimo, Maeve Jinkings

Que filme maravilhoso!!! Na melhor tradição dos filmes dos irmãos Dardenne, Marcelo Gomes faz aqui o seu melhor filme. O filme acompanha Verônica, em crise emocional, profissional e pessoal. Nesse ápice de amoções, ela externa a tristeza e a depressão através do sexo. Um Show de interpretação de Hermilla Guedes, uma das melhores atrizes brasileiras. Parabéns também a todo o elenco, sem exceção, que trouxe carga emotiva, sem pieguice, aos seus personagens tão complexos e realistas. Uma direção segura, de narrativa simples mas muito dura ao retratar a realidade, e muito poética ao narrar as agruras da personagem. Fotografia e câmera arrazadoras de Mauro Pinheiro Jr, som do Evandro Lima, preparação de elenco de Pedro Freire, e assistência de direçào de Letícia Prisco e Pedro Barbalho. Inveja de vocês terem feito um filme tão forte, tão magistral, tão dramático. Um dos melhores nacionais dos últimos anos. Fiquei especialmente emocionado na cena da consulta da paciente depressiva com a Dra interpretada por Hermilla. Um show! Outra cena linda é de Hermila colocando o seu pai doente na cama. Me lembrou momentos de ozu, em "pai e filha".



Tocaia no Asfalto (1962) - IMDb

TOCAIA NO ASFALTO (1962)

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Dirigido por Roberto Pires

Elenco: Agildo Ribeiro, Araçary de Oliveira, Geraldo Del Rey, Adriano Lisboa, Angela Bonatti, Antônio Pitanga, David Singer, Jurema Penna, Roberto Ferreira, Milton Gaucho, Maria Anita, Silvio Lamenha

Rufino é um pistoleiro de aluguel alagoano, religioso, que diz que entrou para a vida de crimes depois de se vingar da morte brutal do irmão. Ele é contratado por um político baiano, o coronel Domingos, para matar o adversário dele e candidato a Governador do Estado, o Coronel Pinto Borges, como vingança pois era suspeito da morte do aliado, Coronel Sebastião Veloso. Rufino é enviado a Salvador e se hospeda no prostíbulo de Dona Filó e acaba por iniciar um romance com a prostituta Ana Paula, ex-amante do violento Luciano, proxeneta e ex-policial. O Coronel Borges sofre a oposição do deputado idealista Ciro e Domingos encomenda também a morte dele, desta vez mandando chamar um matador de Caxias. Rufino foi orientado a cometer o assassinato na data da missa de trigésimo dia da morte do Coronel Sebastião, na Igreja de São Francisco. Mas hesita quando lhe dizem que a igreja ficaria fechada por 100 anos, caso ocorresse um crime em seu interior. 


ABRIL DESPEDAÇADO (2001)

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Diretor: Walter Salles, baseado no romance Prilli i Thyer de Ismail Kadare

Elenco: Rodrigo Santoro, José Dumont, Rita Assemany, Luiz Carlos Vasconcelos, Ravi Ramos Lacerda, Flávia Marco Antônio, Everaldo Pontes, Wagner Moura, Gero Camilo, Othon Bastos, Vinícius de Oliveira, Caio Junqueira, Mariana Loureiro, Servilio de Holanda

Em abril de 1910, na geografia desértica do sertão brasileiro vive Tonho (Rodrigo Santoro) e sua família. Tonho vive atualmente uma grande dúvida, pois ao mesmo tempo que é impelido por seu pai (José Dumont) para vingar a morte de seu irmão mais velho, assassinado por uma família rival, sabe que caso se vingue será perseguido e terá pouco tempo de vida. Angustiado pela perspectiva da morte, Tonho passa então a questionar a lógica da violência e da tradição.



SUDOESTE (2012)

Elenco: Simone Spoladore, Dira Paes, Mariana Lima, Raquel Bonfante, Julio Adrião, Victor Navega Motta, Everaldo Pontes, Regina Bastos, Simone Mazzer, Sergio Medeiros, Augusto Madeira, Léa Garcia

Uma fábula sobre uma mulher, que em um vilarejo qualquer, em um tempo qualquer, vive a sua vida toda em apenas um dia. Eduardo Nunes, um apaixonado pelo cinema de Tarkovsky, faz uso da linguagem desse, com seus longos planos, longos travellings, planos grandiosos e o tempo correndo real, sem pressa. Assim como no recente "Post tenebras Lux", de Carlos Reygadas, o filme fala sobre memórias afetivas, sensoriais, desconectadas. Não adianta o espectador tentar entender a narrativa. Um conselho: se deixar levar pela excelente fotografia, bela trilha sonora envolvente e embarcar nesse conto experimental. Cada um entenda o que quizer. O resultado, porém, será o mesmo: 2:10 hrs de magia e encantamento, um passeio pelo tempo que não passa, mas sopra como o vento que teima em mexer as cortinas e os cabelos dos persionagens. Trabalho fascinante da pequena Raquel Bonfante. 



Quero Ser Feliz - Filme 1986 - AdoroCinema

QUERO SER FELIZ (1986)

Dirigido por Sérgio Daniel Lerrer 

Elenco: Amélia Bittencourt, Edu K, José Baldissera, Leverdógil de Freitas, Marcos Breda, Mayara Magri

Porto Alegre, meados dos anos oitenta. Três jovens adultos recém-saídos da adolescência - Marcelo, Marco e Roberto -, vivem vidas pacatas e tediosas. Como consequência, os três estão constantemente em busca de emoções e novas aventuras que movimentem suas vidas, enquanto lidam com as pressões familiares e da sociedade como um todo.



 

O SOM AO REDOR (2012)

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Escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho

Elenco: Irandhir Santos, Gustavo Jhan, Maeve Jinkings, W.J. Solha, Irma Brown, Yuri Holanda, Lula Terra, Albert Tenorio, Nivaldo Nascimento, Clebia Sousa, Sebastião Formiga

O excesso de expectativa que eu tinha em relação a esse filme, vencedor de vários prêmios, acabou caindo como um balde de água fria. Uma trama que gira em torno do cotidiano de moradores de classe média alta em Pernambuco, às voltas com questões de segurança, vizinhança ruidosa, problemas empregatícios patrão x empregados, crianças que brincam cercados por grades, roubos. Alternando drama e humor, o filme tem bons momentos, mas uma poda de meia hora seria muito bem-vinda. Atores tarimbados se revezam com outros ainda crus. Direção segura e um ótimo desenho de som. 

A presença de uma milícia em uma rua de classe média na zona sul do Recife muda a vida dos moradores do local. Ao mesmo tempo em que alguns comemoram a tranquilidade trazida pela segurança privada, sob liderança de Clodoaldo (Irandhir Santos), outros passam por momentos de extrema tensão. Simultaneamente, casada e mãe de duas crianças, Bia (Maeve Jinkings) tenta encontrar um modo de lidar com o barulhento cachorro de seu vizinho. 



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ESTRELA NUA (1985)

MEGA / OK.RU / 4SHARED Senha: mari1998 / DRIVEGOOGLE / PIXELDRAIN

Direção, Argumento, Roteiro: José Antônio Garcia e Ícaro Martins. Produtor Executivo: Ary Fernandes. Direção de fotografia, Câmera: Antonio Meliande. Montagem: Eder Mazini. Maquiagem: Vavá Torres. Música: Arrigo Barnabé

Elenco: Carla Camurati (Glória), Cristina Aché (Angela), Selma Egrei (Renée), Vera Zimmerman (Tamara), Patrício Bisso, José Antonio Garcia, Ícaro Martins, Jardel Mello (Jardel), Cida Moreira (Cida), Ricardo Petráglia (Ismael), Alfredo Damiano, Ariel Mosche, Marcelo Tass, Mathias Pólen, Pedro Limaverde, Rubens Pignatari, Alexandre Oliveira, Angélica e seu Balé, Bronie, Césio Lima, Nelsinho Martin, Raul Toledo, Rui Assumpção, Sérgio Dias, Conjunto Freelarmônico

Uma atriz, desgastada pela utilização desumana de sua imagem, suicida-se. Uma dubladora é chamada para substituir a voz dessa atriz. É sua grande chance para entrar no mundo do cinema. Pelo mundo paralelo dessas duas mulheres, um em ascensão, outro em declínio, revelam-se as relações de amor do artista com sua obra e do ator com seus personagens.


DESTERRO (2022)

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Longa de ficção de estréia da documentarista Maria Clara Escobar, que também escreveu o roteiro, "Desterro" participou de diversos Festivais, entre eles, Rotterdan.
Protagonizado por Carla Kinzo e Otto Jr, o filme é dividido em 3 atos, e fala sobre a relação desgastada de um casal de classe média, ele trabalhando com teatro, ela numa tentativa de ser roteirista. Carla e Israel vivem um casamento desgastado, sem amor, sem comunicação. Eles têm um filho pequeno. Um dia, Carla desaparece.
O mais interessante do filme é que o ato final é exibido no meio, e o ato 2, que explica o que aconteceu com Carla, fecha o filme. Otto Jr, curiosamente, quase repete seu mesmo papel em "Abismo prateado", de Karin Ainouz, só que dessa vez, em papel invertido. Agora quem vai embora é a esposa, enquanto no filme de Karin, ele ia embora. O filme tem participações da nata de atores do cinema independente: Braga, Bárbara Colen, Grace Passô, Isabél Zuaa, Tavinho Teixeira e Julia Katharine. É um filme longo, que mistura interpretações anti naturalistas e naturalistas. Abusa de estilização, de construção teatral, de pop e autoral. É um filme existencialista, sobre uma mulher sufocada pela sociedade patriarcal, pela vida que rege que a mulher precisa se dedicar ao homem. Um filme sobre um grito de socorro, sobre o desejo de ser livre.


FENDAS - Trailer on Vimeo

FENDAS (2022)

Direção: Carlos Segundo
Elenco: Roberta Rangel, Juliana Nazar, Ruston Gabriel

Catarina é uma pesquisadora do campo da física quântica. Ela estuda os espaços sonoros escondidos nas variações de luz. Por imersão nas imagens que ela distorce, Catarina descobre um novo espectro de som, que aparentemente abre acesso para outra linha temporal. 

Fogaréu - Filme 2022 - AdoroCinema

FOGARÉU (2022)

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Diretora: Flávia Neves. Roteiro: Melanie Dimantas, Flávia Neves

Elenco: Bárbara Colen ... Fernanda, Allan Jacinto Santana ... Pedro, Eucir de Souza ... Antônio, Nena Inoue ... Mocinha, Fernanda Vianna ... Arlette, Kelly Crifer ... Tereza, Vilminha Chaves ... Joana, Timothy Wilson ... Ezequiel, Fernanda Pimenta ... Paula, Typyire Ãwa ... Cacique, Márcio Mariante ... Peão, Samantha Maneschi ... Jornalista

Fernanda volta para a fazenda de seu tio em Goiás após viver distante por muitos anos, trazendo as cinzas de sua falecida mãe adotiva de volta para casa. A sua aparência e a busca pela verdade sobre suas raízes abalam a fachada da família de classe média. Para seu tio latifundiário, um prefeito conservador que está em campanha pela reeleição, as investigações e acusações de Fernanda estão rapidamente se tornando uma ameaça. Todavia, ela permanece inflexível em sua tentativa de verdade e justiça. 

NOITES ALIENÍGENAS (2022)

Baseado no romance homônimo do próprio diretor Sérgio de Carvalho

Primeiro longa de ficção produzido no Acre, "Noites alienígenas" venceu 5 Kikitos no Festival de Gramado 2022: melhor longa-metragem, ator (Gabriel Knoxx), ator coadjuvante (Chico Diaz), atriz coadjuvante (Joana Gatis) e o troféu da crítica. Uma pena não ter ganho de roteiro, exemplarmente escrito à seis mãos: Camilo Cavalcanti, Rodolfo Minari e Sérgio de Carvalho. O filme termina com uma cartela anunciando que o Acre foi invadido por facções criminosas vindas do Sudeste e que a criminalidade cresceu 183 por cento desde então em Rio Branco, capital do estado. Jovens acabaram adentrando no tráfico e muitos morreram assassinados. A estrutura do roteiro segue o perfil do mexicano Alejandro Inarritu, de filme painel: diversas histórias independentes se entrecruzam, todas linkadas pelo jovem Rivelino (o rapper acreano Gabriel Knoxx). Ele mora com sua mãe, Beatriz (Joana Gatis) e trabalha como vendedor de drogas do traficante Alê (Chico Diaz, espetacular). Alê acredita em alienígenas. Rivelino namora Sandra (Gleice Damasceno, vencedora do BBB 2018), mãe de Paulinho, criança que ela teve com o indígena Paulo (Adanilo Reis). Adanilo é viciado em drogas e tem alta dívida com traficantes. Ele invade constantemente a casa de sua mãe para roubar coisas e vender. Em um filme com personagens tão variados em histórias e diversidades, ainda sobra espaço para Kika (Kika Sena, atriz trans protagonista de "Paloma"), melhor amiga de Sandra no restaurante aonde trabalham. Um filme independente cuja narrativa parece ter "Cidade de Deus" como base, 'Noites alienígenas" é sem dúvida uma das melhores produções nacionais, onde tudo se encaixa perfeitamente, além de criar uma narrativa de constante tensão e sedução. O elenco, em sua maioria rostos desconhecidos, prova que existe talento em regiões fora do eixo Rio/São Paulo, e torço bastante para que todos alcancem o desejo de estrelar produções em outras esferas. Merecem.


A Herança (1970) - IMDb

A HERANÇA (1970)

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Direção, Produtor, Diretor de fotografia e Roteirista: Ozualdo Candeias. Adaptação de Hamlet, de Shakespeare

Elenco: Agnaldo Rayol ... Fortinbras, Américo Taricano ... Polônio, Bárbara Fazio ... Gertrudes, mãe de Omeleto, David Cardoso ... Omeleto, Deoclides Gouveia ... Laerte, James AlexanderJoão Batista de AndradeJoão Calixto de SouzaJoão R. CamargoLuiz Carlos BragaMaria da ConceiçãoNestor Alves de LimaRosalvo Caçador ... Tio (Claudio)Túlio de Lemos ... pai  de Omeleto, Zuleica Maria ... Ofélia, Romeu de SouzaJuliane DominguesRubens Ewald FilhoOtávio FernandesJean GarrettAntônio LeocádioAntônio LimaNivaldo LimaJosé LopesClaudete OliveiraEvelize OliverAntônio RomanoHélio SantanaCarlos SantosJean SilvaClemente Viscaíno (Murilo)

Omeleto, filho de senhores do sertão, vai para a capital estudar. O pai morre e ele volta encontrando a mãe casada com o irmão do falecido, que, como uma assombração, conta para o filho que foi assassinado. Omeleto promete vingança para dar o descanso à alma do pai.

A Grande Feira - Filme 1961 - AdoroCinema

A GRANDE FEIRA (1961)

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Diretor: Roberto Pires

Elenco: Geraldo Del Rey, Helena Ignez, Luíza Maranhão, Antonio Pitanga, Milton Gaúcho, Roberto Ferreira, David Singer, Sante Scaldaferri, Roberto Pires, Orlando Senna, Antonio Patino, Glauber Rocha, Cuíca de Santo Amaro

Uma empresa imobiliária ameaça de despejo os feirantes de Água de Meninos, em Salvador, que se organizam para resistir. Um marinheiro se vê envolvido nessa luta e se divide entre o amor de Maria da Feira, irmã de um bandido, e de Ely, moça da alta sociedade.



Os Sensuais - Crônica de Uma Família Pequeno-Burguesa (1978 ...

OS SENSUAIS: CRÔNICAS DE UMA FAMÍLIA PEQUENO-BURGUESA (1977)

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Dirigido por Gilvan Pereira

Elenco: Fernando José, Francinette Costa, Lídia Mattos (Edith), Marcelo Marcello, Maria Lúcia Dahl, Milton Vilar, Navarro Puppin, Neila Tavares

Uma fotógrafa profissional vê em um aventureiro de Angola incríveis semelhanças com seu marido morto. Ao enxergar semelhanças com seu marido morto, uma fotógrafa profissional introduz um estranho homem da Angola em sua família. Aos poucos, o homem desperta a verdadeira identidade emocional de cada um dos integrantes. Adultério, homossexualidade, tentativa de suicídio, entre outros. No entanto, os fatos não afastam a fotógrafa de viver uma grande paixão pelo angolano.


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ANJOS DO ARRABALDE: AS PROFESSORAS (1987)

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Dirigido por Carlos Reichenbach

Elenco: Betty Faria, Clarisse Abujamra, Irene Stefânia, Vanessa Alves, Ênio Gonçalves, Emílio Di Biasi, Ricardo Blat, Carlos Koppa, José de Abreu, Nicole Puzzi, Lygia Reichenbach, Eduardo Suplicy

Esse drama brasileiro de um dos Cineastas mais cinéfilos que já existiram faturou 3 Kikitos no Festival de Gramado: Melhor filme, atriz para Betty Faria e atriz coadjuvante para Vanessa Alves, no papel da manicure Ana. O filme narra a história de 3 professoras que moram e trabalham na periferia de São Paulo: Dália (Betty Faria), que mora sozinha com o irmão viciado Afonso (Ricardo Blat) e que tem sua sexualidade discutida por todos que acreditam que ela é lésbica; Carmo (Irene Stefânia), casada com um delegado machista que a obrigou a se demitir da escola pública aonde lecionava para se tornar dona de casa; Rosa (Clarisse Abujamra), uma mulher frigida e apática e que mantém uma relação de amante com o diretor gaúcho Soares (José de Abreu). Ana é uma manicure que foi estuprada pelo seu namorado violento, e que encontra ajuda através de Carmo. O filme acompanha o dia a dia dessas mulheres, pressionadas pela sociedade machista que insiste em tratá-las como objetos sexuais. Incesto, estupro, tráfico, suicídio, assassinato, roubos: tem de tudo nessa São Paulo totalmente sem futuro e sem perspectiva de um dia melhor. Para quem não sabe, o Cineasta Carlos Reichenbach alternava filmes eróticos com dramas densos que tinham como temas em comum o drama de personagens anônimos que vivem na Grande Metrópole. São pessoas que buscam através do vício e do sexo, formas para atenuar a melancolia e a frustração por não conseguirem seus objetivos de felicidade pessoal ou profissional. "Anjos do arrabalde", que tem como titulo "As professoras", é repleto de cenas de sexo e nudez. Nem esse apelo erótico para o grande público impediu que o filme ganhasse importantes prêmios em festivais. O filme é uma grande crítica ao universo machista, através de personagens masculinos embasados em tipos clichês: o delegado, o amante, o traficante, o estuprador, etc. Reichembach sempre teve um olhar especial para a alma feminina, além desse, existem vários outros filme sonde ele tornou a Mulher, protagonista de seus filmes. Existe uma sequência que acontece na Praia, onde Reichembach traz referências ao cinema de Godard; Logo de cara, surge um letreiro enorme escrito "Week end", uma alusão a "Weed end à francesa. Outra referência cinéfila, é o nome da Escola onde lecionam as amigas professoras: Escola Municipal Luís Sérgio Person, que vem a ser um grande cineasta que dirigiu entre outros, "São Paulo S/A". O filme entrou na lista da Abraccine dos 100 melhores filmes brasileiros. Mas a maior curiosidade para mim, é o fato do fotógrafo Conrado Sanchez ter dirigido anos depois, o grande clássico do Cinema Brasileiro, "Cinderela Baiana", com Carla Peres.


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QUINCAS BORBA (1987)

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Dirigido por Roberto Santos. O filme é baseado no livro homônimo de Machado de Assis. Produção Executiva: Ary Fernandes

Elenco: Paulo Villaça, Helder Rangel, Fúlvio Stefanini, Brigitte Broder, Laura Cardoso, Marlene França (Fernanda), Walter Forster, Luiz Serra, Josmar Martins, Adriana Abujamra, Antonio Rovis, Andrea Drago

Releitura para os tempos atuais do clássico de Machado de Assis. Rubião sai do interior de Minas Gerais com apenas um objetivo em mente: aproveitar ao máximo todos os prazeres que uma cidade como o Rio de Janeiro pode lhe oferecer, em uma viagem patrocinada pelo dinheiro que seu mestre, o filósofo Quincas Borba, lhe deixou como herança. No entanto, assim que Rubião chega à Cidade Maravilhosa as coisas começam a se complicar.


O Jogo da Vida - Filme 1977 - AdoroCinema

O JOGO DA VIDA (1977)

Dirigido por Maurice Capovilla. O roteiro adapta o conto Malagueta, Perus e Bacanaço, de João Antônio.

Elenco: Lima Duarte, Gianfrancesco Guarnieri, Maurício do Valle, Jofre Soares, Myrian Muniz, Martha Overbeck, Maria Alves, Antônio Petrin, Emmanuel Cavalcanti, Fernando Bezerra, Thaia Perez, Oswaldo Campozana, Maria Vasco, Cavagnoli Neto, Wanda Marchetti, Edson Santos

O trio de amigos desajustados, Malagueta, Perus e Bacanaço, vagueia pela noite paulistana em busca de ganhar dinheiro com apostas e trapaças envolvendo jogos de sinuca. Nos intervalos da jornada dos amigos, flashbacks mostram trechos do passado recente de cada um deles: Malagueta é sem-teto depois que seu barraco foi derrubado por ordem judicial, Perus (chamado assim por morar no distrito homônimo), se desentende frequentemente com a esposa por estar insatisfeito com o trabalho de operário numa fábrica de cimento e com o local onde mora, e Bacanaço é visto explorando mulheres, fugindo de um tiroteio com a policia e sendo preso por atuar no jogo do bicho.



O craque

O CRAQUE (1953)

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Diretor: José Carlos Burle

Elenco: Carlos Alberto, Eva Wilma, Herval Rossano, José Carlos Burle, Liana Duval, Valery Martins

Minutos antes do começo de uma importante partida de futebol entre o Corinthians e a equipe uruguaia do Carrasco, o principal jogador do time paulista, Baltazar acaba cortado por causa de uma grave crise de apendicite. No lugar do artilheiro corintiano, é escalado o reserva Julinho, uma figura ainda vista com grande desconfiança por umaparte da torcida e da imprensa.

Em flashback, o espectador confere a história de Julinho, jogador amador de futebol no interior, que sofre constantemente com problemas crônicos no joelho direito, apesar de sua inegável habilidade como driblador e como goleador. A dolorosa lesão no menisco existe desde a infância, quando o jovem Julinho caiu de uma árvore ao tentar colher frutas para sua amiguinha Elisa.

A relação de amizade entre os dois, com o passar dos anos se transformou em amor, mesmo com a diferença de classe social existente, sendo Julinho de origem humilde e um empregado como qualquer outro na fábrica de Armando, o pai de Elisa. Após pedir demissão, por causa de uma discussão com o patrão , Julinho resolve apostar no conselho de seu amigo Alfredão. O rapaz viaja até a capital paulista paraparticipar de um teste de seleçãode jogadores para a equipe do Corinthians, aproveitando que Alfredão diz ser conhecido do técnico do time. A notícia da partida de Julinho da cidade é bem aceita por Manuel, o rival pelas atenções de Elisa desde a infância.


Sonho de Valsa - Filme 1987 - AdoroCinema

SONHO DE VALSA (1987)

Elenco: Xuxa Lopes, Ney Matogrosso, Daniel Dantas, Arduíno Colassanti, Paulo Reis, Eliane Maia, Kenny Castro, Ricardo Petráglia, Carlos Gregório, Carmo Sodré, Cristina Pereira, Stela Freitas, Guida Vianna, Vera Barbosa, Ruy Polanah, Paulo Henrique Souto

Terceiro filme da trilogia de Ana Carolina sobre o universo feminino. Uma visão dos amores de Tereza: o pai, o irmão, o príncipe encantado e Deus. Entre eles ela caminha sentindo-se cada vez mais abandonada, cada vez mais sozinha, até confrontar-se com suas limitações, dores e alegrias. Todos desejam Tereza, ela, porém, só quer ser amada. Vários chavões, lugares-comuns e figuras de linguagem, como “engolir sapo”, “entrar pelo cano”, “fundo do poço”, e “carregar a cruz”, compõem o contexto retratado pela diretora.



O Quinze - Filme 2004 - AdoroCinema

O QUINZE (2004)

Diretor: Jurandir de Oliveira, baseado no romance O Quinze, de Rachel de Queiroz

Elenco: Jurandir de Oliveira, Soia Lira, Karina Barum, Juan Alba, Maria Fernanda, Vivian Duarte, Haroldo Serra, Carry Costa, Marisa Maia, Fernanda Garcez

1915, sertão central do Ceará. Uma grande seca dizimou boa parte da população local. A jovem professora Conceição (Karina Barum), que trabalha em Fortaleza, passa as férias na fazenda de sua avó, Mãe Inácia (Maria Fernanda Meirelles), no município de Quixadá. Lá ela convive com os problemas da seca, além de se envolver com seu primo Vicente (Juan Alba). Ele é fazendeiro e está apaixonado pela prima, mas no momento concentra sua atenção no combate a uma praga de carrapatos e em salvar o gado da fome. No município também vive Chico Bento (Jurandir Oliveira), que trabalha como vaqueiro na fazenda de Dona Marocas. Quando recebe ordem de se retirar do local, Chico negocia com Vicente sua pequena criação em troca de uma burra velha e uma quantia em dinheiro. Ele então parte com sua família rumo a Fortaleza, enfrentando as dificuldades do percurso.



Os Residentes - Filme 2010 - AdoroCinema

OS RESIDENTES (2010)

Dirigido por Tiago Mata Machado

Elenco: Melissa Dullius, Gustavo Jahn, Dellani Lima

Instalados em uma nova zona autônoma temporária, os residentes passam os seus dias entre pequenos complôs lunáticos, farsas quixotescas e delírios rimbaudianos. Órfãos de um século que quis moldar o homem novo e não fez senão destruir o antigo, os residentes resistem em seu auto exílio, às margens de um mundo perdido para a poesia.



AMÉLIA (2001)

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Dirigido por Ana Carolina

Elenco: Marília Pêra, Béatrice Agenin, Camila Amado, Pedro Bismarck, Alice Borges, Marcelia Cartaxo (Dona Abadia), Betty Gofman, Xuxa Lopes, Duda Mamberti, Myriam Muniz, Otávio III, Cristina Pereira, Pedro Paulo Rangel 

Filme de ficção inspirado na visita da atriz francesa Sarah Bernhardt ao Brasil, em 1905. A atriz (Beatrice Agenin), em crise profissional e pessoal,é  induzida por sua camareira brasileira, Amélia (Marília Pêra), a apresentar-se no Rio de Janeiro. Entretanto, a partir do desembarque, a artista é obrigada a conviver com as exóticas irmãs de sua auxiliar.


Perdoa-me Por Me Traíres (1980) - IMDbImagem Imagem
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PERDOA-ME POR ME TRAÍRES (1980)

YOUTUBE / PEÇA DE TEATRO / ARCHIVE.ORG

Dirigido por Braz Chediak e com roteiro adaptado de um texto de Nelson Rodrigues.

Elenco: Vera Fischer (Judite), Nuno Leal Maia, Lídia Brondi, Rubens Corrêa, Zaira Zambelli, Sadi Cabral (Jubileu), Monah Delacy, Jorge Dória, Ângela Leal, Henriette Morineau, Anselmo Vasconcelos

Órfã de Judite (Vera Fischer) e Gilberto (Nuno Leal Maia), Glorinha (Lídia Brondi) vive com os tios Raul (Rubens Correa) e Odete (Monah Delacy). Com a amiga Nair (Zaira Zambelli), ela se aventura no bordel de Madame Luba (Henriete Morineau) e Pola Negri (Anselmo Vasconcelos). Raul conta à sobrinha os reais motivos das mortes de Judite e Gilberto, e Glorinha toma uma surpreendente decisão.


Estorvo : Os filmes similares - AdoroCinema

ESTORVO (2000)

OK.RU

Dirigida por Ruy Guerra, baseado no livro Estorvo, de Chico Buarque

Elenco: Jorge Perugorría, Bianca Byington, Suzana Ribeiro, Leonor Arocha, Xando Graça, Athayde Arcoverde, Candido Damm, José Antônio Rodriguez, Dandara Guerra, Tonico Oliveira

Depois de uma noite mal-dormida, um homem acorda com a campainha da porta tocando insistentemente. Pelo olho mágico vê um desconhecido de terno e gravata, barba e cabelos longos, que lhe lembra alguém que não consegue identificar. Não sabe o porquê daquele homem estar ali nem quem ele é, mas tem uma certeza imediata: ele representa uma ameaça sua vida. Veste-se depressa, aproveita uma distração do visitante e escapa de sua própria casa. Com a certeza de que o desconhecido está em seu percalço, ele passa a desconfiar de tudo e de todos numa fuga sem destino, que penetra cada vez mais fundo no seu próprio mundo.


À BEIRA DO CAMINHO (2012)

Elenco: Ângelo Antônio, Dira Paes, João Miguel, Vinícius Nascimento, Ludmila Rosa, Marcos Costa

2 palavras resumem o filme: Perdão e perda. Dentro desse conceito, Breno Silveira constrói um filme voltado 100% para a emoção, para tocar no espectador fragilizado por dramas humanos de encontros e desencontros. Emoldurado pelas canções de Roberto Carlos, que inclusive narram a história emocionalmente falando, o filme encontra na interpretação do elenco principal uma forca que impregna a tela de humanidade: João Miguel, Vinícius Nascimento e Dira Paes. Muito difícil não comparar o filme a "Central do Brasil". O tema da busca pelo pai que abandonou a criança, o road movie, a relacão de 2 pessoas estranhas, um adulto e uma criança que transforma os dois. A convivência como rito de passagem e descoberta. A fotografia e cämera de Lula Buarque são belas, um lugar comum para os filmes de Breno Silveira, que adora um pôr do sol. 



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O VESTIDO (2004)

OK.RU / MEGA Senha: mari1998

Dirigido por Paulo Thiago, é livremente inspirado no poema "Caso do Vestido", de Carlos Drummond de Andrade de 1945.

Elenco: Gabriela Duarte, Ana Beatriz Nogueira, Leonardo Vieira, Daniel Dantas, Renato Borghi, Anna Luiza Gonçalves, Livia Dabarian, Paulo José, Othon Bastos, Ana Lúcia Torre, Sura Berditchevsky, Stela Freitas, Thelmo Fernandes, Jean Silva

Duas irmãs em um certo dia, por acaso, descobrem um velho e lindo vestido de festa guardado no porão de casa. Elas vêm sua mãe chorando com o vestido nas mãos e isso desperta a curiosidade das irmãs em descobrir o porquê daquele vestido estar guardado ali durante todo esse tempo. Assim, elas iniciam uma investigação para descobri a reposta dessa e outras questões que envolvem sua família, como por exemplo o fato do prato de comida do pai está reservado na mesa durante todas as refeições mesmo depois dele ter abandonado a família há anos.


A Idade da Terra - Filme 1980 - AdoroCinema

A IDADE DA TERRA (1980)

OK.RU / DRIVEGOOGLE

Diretor: Glauber Rocha

Elenco: Maurício do Valle, Jece Valadão, Norma Bengell, Antonio Pitanga, Tarcísio Meira, Geraldo Del Rey, Ana Maria Magalhães, Danuza Leão, Carlos Petrovich, Mário Gusmão, Paloma Rocha

Inspirado em um poema de Castro Alves, este filme faz um retrato da situação política, cultural e racional no Brasil no final dos anos 1970. Quatro personificações distintas da imagem de Cristo - um negro, um militar, um índio e um guerrilheiro - são os cavaleiros do apocalipse das terras tupiniquins, lutando contra a ganância e a violência "civilizatória" do poderoso John Brahms, um explorador estrangeiro e inescrupuloso.


SONHOS E DESEJOS (2006)

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Dirigido por Marcelo Santiago, baseado no romance Balé da Utopia, de Álvaro Caldas

Elenco: Felipe Camargo, Mel Lisboa, Sérgio Marone, Ricardo Pereira, Marco Ricca, Rômulo Braga

Três militantes são obrigados a ficar confinados dentro de um apartamento nos anos 70, em Belo Horizonte. Um deles, um bailarino, acaba de chegar ferido e mantém o rosto coberto por um capuz. Ele é recebido pela estudante Cristiana e seu professor de literatura Saulo, com quem a jovem tem um romance. Durante a convivência, eles discutem e conversam sobre suas vidas, a política e a realidade da época. Com o tempo, a garota se envolve e se apaixona por Vaclav, o revolucionário, causando sérios problemas com o namorado.



Fonte da Saudade - Filme 1986 - AdoroCinema

FONTE DA SAUDADE (1986)

VK.COM / OK.RU

Dirigido por Marco Altberg

Elenco: Lucélia Santos, Xuxa Lopes, José Wilker, Norma Bengell, Cláudio Marzo, Maria Alves, Paulo Betti, Daniel Dantas, Chico Díaz, Thales Pan Chacon, Andréa Dantas, Tereza Mascarenhas

Adaptação do romance de Helena Jobim, as histórias de três mulheres e as fortes lembranças da infância e da figura paterna. Uma tem uma vida frustrante com o marido, a outra tem um casamento vazio e opressor e a terceira escolheu a fuga da realidade, na tentativa de sobreviver. 


TRANSEUNTE (2010)

Direção: Eryk Rocha

Elenco: Fernando Bezerra, José Paes de Lira, Luciana Domschke, Bia Morelli, Teuda Bara, José Paes, Beatriz Morelli

Expedito (Fernando Bezerra) é um aposentado de 65 anos. Ele anda pelas ruas do Rio de Janeiro acompanhando o que acontece nos bares e ruas, volta e meia apenas ouvindo seu rádio. Sem esposa nem filhos, ele aprende a levar a vida de forma solitária.



Como Esquecer Porn Photo PicsImagem
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COMO ESQUECER (2010)

OK.RU / MEGA / YOUTUBE

Diretora: Malu de Martino, inspirado no romance Como Esquecer – Anotações quase Inglesas, de Myriam Campello

Elenco: Ana Paula Arósio, Murilo Rosa, Natália Lage, Arieta Corrêa, Bianca Comparato, Pierre Baitelli, Regina Sampaio, Marília Medina, Gillray Coutinho, Analu Prestes, Ana Kutner, Ana Baird, Lia Racy, Miriam Juvino, Roberto Lobo, Gabriela Bonomo, Larissa Honorato, Lilly Vieira, Leila Mafua, Mônica de Oliveira, Rodrigo Braga

Júlia (Ana Paula Arósio) é uma professora de literatura inglesa que é abandonada pela namorada depois de um relacionamento que durou mais de dez anos. Por causa da separação, Júlia vai morar no Rio de Janeiro com seu melhor amigo, Hugo (Murilo Rosa), que é gay, e Lisa (Natália Lage). No novo trabalho, Júlia acaba despertando o interesse de duas alunas, mas é Helena (Arieta Corrêa) que mexerá com a professora, apesar de ela não se sentir preparada para novos relacionamentos.


Secretaria Municipal do Continente

ORQUESTRA DOS MENINOS (2008)

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Dirigido e escrito por Paulo Thiago

Elenco: Murilo Rosa, Priscila Fantin, Othon Bastos, Jaime Leibovitch, Olga Machado, Deusi Magalhães, Cristiane Ferreira, Carlos Meceni, Gustavo Gasparani, Lais Correa

Em janeiro de 1995, um jovem músico de 13 é sequestrado na cidade de São Mariano, em Sergipe. Ele é integrante da Orquestra Sinfônica do Agreste da cidade. Durante as investigações, os policiais acreditam que o responsável pelo sequestro é o criador da orquestra, o maestro Mozart Vieria (Murilo Rosa). Com essa acusação, o trabalho realizado por ele com a comunidade carente corre o risco de acabar.


O Homem Que Virou Suco (1980) | Leitura Fílmica

O HOMEM QUE VIROU SUCO (1981)

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Elenco: José Dumont, Aldo Bueno, Rafael de Carvalho, Ruthinéa de Moraes, Denoy de Oliveira, Dominguinhos, Ruth Escobar, Vital Farias, Barros Freire, Célia Maracajá, Renato Master, Luiz Alberto Pereira, Pedro Sertanejo

Clássico brasileiro lançado em 1981, mesmo ano da obra-prima "Eles não usam Black tie", de Leon Hirszman. "O homem que virou suco" ganhou inúmeros prêmios na época, incluindo Melhor Filme no Festival de Moscou. O roteirista e cineasta mineiro João Batista de Andrade já havia até então dirigido documentários sobre o processo migratório de nordestinos para o Estado de São Paulo, os chamados "Paraíbas" ou "Baianos". Antes de "O Homem que virou suco", também dirigiu algumas ficções, que misturam na trama a linguagem ficcional e documental, e retratando o crime e violência na periferia paulista, entre eles, "Wilsinho Galiléia". José Dumont é o protagonista. Ele interpreta 2 papéis: o cantor de cordel Deraldo, que vem da Paraíba para tentar a vida em São Paulo; e José Severino funcionário de uma fábrica, que no dia da comemoração do Operário padrão, mata o seu patrão americano à facadas. O problema é que Deraldo é a cara de Severino, e por não portar documentos, é confundido com o assassino. Tendo que largar o seu trabalho de cantor de cordel, Deraldo precisa arrumar emprego. Ele vai procurar trabalho em uma obra, numa casa de família e em outros sub-empregos, mas tudo o que ele vê, é a forma desumana com que empregadores maltratam os trabalhadores. Em sua maioria, migrantes do Norte e Nordeste. Ao buscar emprego na obra do metrô, Deraldo é obrigado a assistir à uma animação que ridiculariza a figura de Lampião. O filme tem uma narrativa que mescla ficção e documentário, com uma pitada de elementos lúdicos, principalmente nos sonhos de Deraldo. Uma crítica feroz ao Brasil da época, que explora a mão de obra da população, aviltado na dignidade e obrigados a trabalhar em sub-empregos. O filme ridiculariza os americanos e os empregadores de uma forma geral, vistos como carrascos e abusadores. O Personagem de Deraldo é o contraponto do nordestino que não aceita essa humilhação, e na medida do possível, procura lutar contra o sistema. Com atuação esplêndida de José Dumont, 5 anos antes de outra performance primorosa em 'A hora da Estrela", "O Homem que virou suco" é um marco do cinema brasileiro, um filme corajoso que bateu de frente com a Ditadura ainda vigente no País e que mostra as mazelas sociais de um Governo que tenta colocar os nordestinos em um lugar de desprezo. A narrativa do filme é complexa, misturando cenas elípticas com linguagem híbrida de naturalismo ficcional e documentário. O título do filme já deixa claro a contundente visão do cineasta que quer expôr a falta de identidade de cidadãos que só querem existir e se mostrarem como seres humanos em busca de sonhos. 


NÃO POR ACASO (2007)

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Dirigido e escrito por Philippe Barcinski

Elenco: Rodrigo Santoro, Leonardo Medeiros, Letícia Sabatella, Branca Messina, Rita Batata, Cássia Kiss, Graziella Moretto, Ney Piacentini, Cacá Amaral, Sílvia Lourenço, Robson Nunes

Ênio é um engenheiro de trânsito que, operando sinais, busca comandar o fluxo dos automóveis da cidade de São Paulo. Sua mania de controle reflete-se também em sua vida doméstica. O encontro com a filha, Bia, faz com que ele se sinta sem o controle de tudo. Pedro é dono de uma marcenaria especializada na construção de mesas de sinuca. Meticuloso, possui uma visão peculiar do jogo. Um acidente faz com que a vida de ambos tomem rumos surpreendentes. 

2 PERDIDOS NUMA NOITE SUJA (2002)

OK.RU

Dirigido por José Joffily. Roteiro: Paulo Halm, Plínio Marcos. Baseado na peça teatral Dois Perdidos numa Noite Suja de Plínio Marcos. Co-produção: Roberto Bomtempo, Marcia Nascimento. Música: David Tygel. Edição: Eduardo Escorel. Direção de Fotografia: Nonato Estrela

Elenco: Débora Falabella ... Paco, Roberto Bomtempo ... Tonho, David Herman, Guy Camilleri ... Sr. do Banheiro, John Gilleece, Richard Velazquez ... Policeman, Theodoris Castellanos, Daniel Anthony Porto

Depois de um encontro casual, Tonho convida Paco para dividir um galpão abandonado. Tonho é tímido, humilde, sincero. Paco é misteriosa, arrojada, agressiva. Fora a condição de estrangeiros, aparentemente não têm nada em comum. Ele está cansado de subempregos e quer voltar para o Brasil. Ela quer virar uma pop-star e vender mais discos que a Madonna. Por necessidade, falta de opção e solidão Tonho e Paco passam a viver um cotidiano infernal, fruto de ressentimento, frustrações, violência e uma inusitada história de amor.

DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA (1970)

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Dirigido por Braz Chediak. Baseado na peça teatral Dois Perdidos Numa Noite Suja, de Plínio Marcos. Produção: Jece Valadão. Roteiro: Braz Chediak, Nelson Xavier, Emiliano Queiroz

Elenco: Emiliano Queiroz (Tonho), Nelson Xavier (Paco), Paulo Sacramento (Banzo), Pepa Ruiz, Fernando José, Vanda Fritzlikaya, Romeu Vieira, Jota Diniz

Tonho e Paco vivem em um pardieiro e trabalham no mercado. Certa vez, Tonho se desentende com outro carregador, que o humilha, do que se aproveita Paco para ridicularizar o companheiro. Ao saber que Tonho tem um revólver, Paco propõe um assalto. Ante a recusa de Tonho, Paco mente-lhe sobre um acordo de conciliação que fizera com o carregador que havia humilhado o primeiro. Diante disso, Tonho acaba concordando. Os dois assaltam um casal, e na divisão do roubo Paco tenta enganar Tonho. Cansado de humilhações, Tonho empunha sua arma contra Paco. Este não se assusta, lembrando que falta munição. Tonho tira uma bala do bolso, carrega a arma e obriga Paco a bancar uma mulher. O desenlace destas vidas marginais será trágico.


QUASE NADA (2000)

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Diretor: Sérgio Rezende

Elenco: Camilo Beviláqua, Genésio de Barros, Jurandir de Oliveira, Chico Expedito, Caio Junqueira, Augusto Pompeo, Ana Luisa Rabelo, Denise Weinberg

É composto por três histórias:

  1. "Foice": um capinador se torna chefe de seu grupo e desperta a inveja de seu melhor amigo e compadre;
  2. "Veneno": um vaqueiro não consegue dormir, esperando a vingança certa de um desafeto do passado;
  3. "Machado": um calado e rude criador de rosas decide acabar com a alegria de viver de sua mulher


Débora Duarte: Pontal da Solidão:

PONTAL DA SOLIDÃO (1974)

Direção: Alberto Ruschel. Baseado no conto "O mau olhado", de autoria de Lima Barreto.

Elenco: Alberto Ruschel, Débora Duarte, Ricardo Hoepper, Beto Ruschel, Ondina Moura, Ruth de Souza

Filha de pescador, Marina é violentada na presença do noivo que não a defende. Desiludida, ela foge na noite do seu casamento e é acolhida por um velho marujo em sua casa no pontal. Dias depois o noivo, o padrinho e o homem que a violentara a encontram, e procuram levar Marina à força. O velho marujo, com ajuda de seu cachorro, acaba matando os invasores. Antes que consigam fugir para outra ilha, o marujo e a moça são assassinados por sete cavaleiros em missão de vingança. Único filme realizado pelo ator Alberto Ruschel, com locações na praia de Torres (RS). O péssimo estado desta raridade confere a ela um lugar de destaque na série "É O QUE TEM!"



TATI, A GAROTA (1973)

OK.RU

Baseado no conto Tati, a Garota, de Aníbal Machado, o filme marca a estreia na direção de Bruno Barreto,

Elenco: Daniela Vasconcelos, Dina Sfat (Manuela), Hugo Carvana, Wilson Grey, Vanda Lacerda, Zezé Macedo, Fábio Sabag, Iara Amaral, Marcelo Carvalho, Elizabeth Martins, Noelza Guimarães, Geraldo Affonso Miranda, Paulo Neves

O filme conta a história de uma mulher solteira grávida (Manuela) que se muda com a filha de 6 anos (Tati) de um bairro pobre para Copacabana. 


Rei do Rio - Assista Grátis - NetMoviesImagem

O REI DO RIO (1985)

OK.RU

Dirigido por Fábio Barreto. O roteiro foi inspirado na peça O Rei de Ramos de Dias Gomes, e no filme O Poderoso Chefão

Elenco: Nuno Leal Maia, Nelson Xavier, Milton Gonçalves, Andréa Beltrão, Arthur Muhlenberg, Amparo Grisales, Márcia Barreto, Paulo Callado, Tessy Callado, Carlos Gregório, Guilherme Karan, Lutero Luiz, Zezé Macedo, Tonico Pereira, Antônio Pitanga, Thelma Reston, Flávio São Thiago, Sandro Solviatti, Tony Tornado, Carlos Wilson, Victor Zambito

Tucão e Nico Sabonete são dois velhos amigos, empregados do bicheiro Cacareco. Buscando melhorar de vida, o ambicioso Tucão convence seu amigo a tomar alguns pontos de Cacareco para começarem suas próprias carreiras no jogo do bicho. No entanto, Cacareco vai se provar duro na queda.


Foto do filme Além da Paixão - Foto 3 de 8 - AdoroCinemaRegina Duarte nua no filme “Além da Paixão” – Loop das Famosas

ALÉM DA PAIXÃO (1986)

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É o único trabalho em que Regina Duarte se permitiu filmar nua, numa ardente cena de sexo com Paulo Castelli.

Direção: Bruno Barreto. Produção: Lucy Barreto, Antonio Calmon. Comercialização: Luis Carlos Barreto, Marco Aurélio Marcondes. Produção executiva: Ruth Albuquerque, Antonio Calmon. Argumento, Roteiro: Bruno Barreto, Antonio Calmon. Direção de fotografia: Affonso Beato. Câmera: Affonso Beato, Gilberto Otero, Bruno Barreto, Pedro Farkas. Música original: Cesar Camargo Mariano

ELENCO: Regina Duarte (Fernanda), Paulo Castelli (Miguel), Patricio Bisso (Bombom), Flávio Galvão (Roberto), Felipe Martins (Ratinho), Walter Forster, Maria Helena Dias, Flávio São Thiago, Ivan Setta (Anselmo), Emile Edde, Kiki Cunha Bueno, Renato Coutinho, Jayme del Cueto, Émile Eddé, Ceres Ramos, Marcos Kalói, Ricardo Ostrower, Stanley Ostrower, Francesca Giobbi (criança), Ricardo Fernandes (criança), Alice Viveiros de Castro, Renata Deschamps, Rubem de Bem, Gerson Lee, Adriano Barcelos, Denise Prado, Fredy, Ciccio, Alaíde, Gerson P. de Miranda, Marcos Martinelli, Margarida (criança), Giulia (criança), Alexandre (criança), Susan (travesti). Angela Davis (travesti), Valquiria (travesti)

O que chama mais atenção nesse filme de Bruno Barreto não é o fato da protagonista Regina Duarte estar nua em cenas de sexo (feito inédito até então em sua carreira), nem ela interpretar uma arquiteta que tem sonhos eróticos fazendo sexo com travestis, nem ela se relacionar com um garoto de programa traficante, muito menos sentir prazer com a dor de uma tatuagem. O que chama mais atenção, era que no Brasil daquele época, uma família classe média alta que morava em uma Mansão deixava os portões de entrada da casa abertos, sem segurança alguma. Bons tempos aqueles. “Além da paixão” foi escrito por Bruno Barreto e Antonio Calmon. Naquela época, Calmon já havia feito muito sucesso com os filmes “Menino do Rio” e “Garota dourada”, ambos da mesma produtora, Lc Barreto. O tema do filme, uma mulher classe media alta, vida confortável mas entediante que se deixa seduzir pelo garoto de programa traficante e se encanta com a marginalidade, não era novidade nem na época. No mesmo ano, Jonathan Demme (de “O silêncio dos inocentes” lançou “Totalmente selvagem”, com um tema muito parecido, com Jeff Daniels fazendo o papel de Regina Duarte. Sim, a grande novidade e marketing de “Além da paixão” era isso mesmo: assistam Regina Duarte em cenas tórridas de sexo!!!! De fato, as cenas que ela protagoniza foram únicas, e acredito que Regina somente tenha feito algo tão visceral assim em “Gata velha ainda mia”, belo suspense psicológico de Rafael Primot onde ela interpreta uma escritora psicopata. Mas a grande delicia desse filme, é se divertir com o visual decadente da Boca do lixo, onde foram filmadas as cenas do cabaret, e principalmente, se divertir bastante com o performer argentino Patricio Bisso no papel de Bombom, uma transformista amante do garoto de programa interpretado por Paulo Castelli, galã da época. Patrício está de verdade antológico em cena, divertido e ultrajante ao mesmo tempo. Pena que Almodovar não o tenha conhecido, com certeza teria feito parte de algum de seus filmes. Amo filmes nacionais dos anos 80, porque sempre tem essa atmosfera cafona, decadente, underground, e com elenco global fazendo cenas que hoje em dia eles não fariam. Naqueles idos, a permissividade era plena (não se esqueçam que “Rio Babilônia”, um dos filmes mais permissivos da história mundial, foi realizado em 1982!!!) Assistir ao filme hoje em dia me foi motivo de muitas risadas, principalmente por conta da cena de sexo entre Regina e Castelli: ele vem com tudo, querendo enfiar a língua várias vezes na boca de Regina e ela mantendo sempre fechada. Ri, mas ri demais!!!! Outra delícia é assistir a ficha técnica e ver super profissionais de cinema que já com nomes nos créditos: Ana Muylaert (operadora de Vt), Toca Seabra (fotografia adicional), Ricardo Pinto e Silva (Ass. de Calmon). Gilberto Otero (câmera), Zé Bob operador de câmera, Pedro Farkas assistente de câmera. E a fotografia, do Mestre Affonso Beato, que viria a trabalhar anos depois com Almodovar em “Carne trêmula”.

O BEIJO (1964)

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Produzido, Argumento e dirigido por Flávio Tambellini. O roteiro do diretor adapta a peça teatral "O Beijo no Asfalto" de Nelson Rodrigues. Roteiro: Flávio Tambellini, Glauro Couto, Geraldo Gabriel. Diálogos: Nelson Rodrigues. Direção de fotografia: Tony Rabatoni, Amleto Daissé, Alberto Attili

ELENCO: Reginaldo Faria... Arandir, Fregolente... Delegado Cunha, Jorge Dória... jornalista Mário Ribeiro, Nelly Martins... Selminha, Norma Blum... Dália, Xandó Batista... Aprígio, Eliezer Gomes... Aruba, Elizabeth Gasper... viúva, Glauce Rocha... moça na boate, Jorge Cherques... Chefe de Arandir, Míriam Pérsia... Miriam, Raul da Mata... Jornalista, Betty Faria... moça que dança na boate, Georgia Quental... Mulher na praia, Liana Duval... Dona Isabel, Paulo Max, Miguel O. Schneider, Marilena de Carvalho, Paulo Nolasco, Ana Maria Soeiro, Carmem Lucia, Leilane Fernandes, Liz A. Cintra Ferreira, Ignez Casoy de Queiroz, José Ronaldo Heiber, Roberto Campos Jr., Flávio Ramos Tambellini, Shoko Oda

O arquiteto Arandir está casado a pouco tempo com Selminha e ambos estão aparentemente felizes, apesar do pai dela, Aprígio, não ter aprovado a união e evitar até de falar o nome do genro. Certo dia, ao sair do escritório onde trabalha, Arandir testemunha um atropelamento de um homem que, agonizante, lhe pede um "beijo francês" e falece em seguida. Arandir atende ao pedido para surpresa das demais pessoas que circundavam o atropelado, dentre eles Aprígio e o jornalista sensacionalista Mário Ribeiro. Imediatamente Ribeiro começa a escrever vários artigos aludindo a homossexualidade do arquiteto e insinuando que ele conhecia a vítima e a teria empurrado na direção do caminhão que o atingira. O delegado Cunha inicia um violento interrogatório de Arandir, que também começa a sofrer com as desconfianças dos colegas de trabalho e da própria esposa que entra em desespero.

O BEIJO NO ASFALTO (1980)

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Dirigido por Bruno Barreto. Produção: Fábio Barreto. Roteiro, Argumento: Doc Comparato. Diálogos: Nelson Rodrigues. Direção de fotografia: Murilo Salles. Música original: Guto Graça Mello

Elenco: Tarcísio Meira (Aprígio), Ney Latorraca (Arandir), Lídia Brondi (Dália), Christiane Torloni (Selminha), Daniel Filho (Amado Pinheiro), Oswaldo Loureiro (Cunha), Thelma Reston (Matilde), Nélson Caruso (Werneck), Flávio São Thiago (Aruca / Arubinha), Lícia Magna (Judite), Marcos Miranda (Marcos), Estelita Bell (recepcionista do hotel), Pedro Paulo Rangel (funcionário da repartição), Márcia Barreto, Renato Coutinho, Xuxa Lopes (Mulher na TV), Paschoal Villaboim, Francisco Santos, Toninho Vasconcelos, Jorge Guinle Filho, Verônica Berardo, Newton Couto, Marcos Alves, Carlos Felipe, Rafael de Oliveira, Paulo Paraná, Leda Borges, Cláudia Malta, Otaviano Menezes, James Delamare, Ligia Diniz  (Viúva)

Após ser atropelado, e prestes a morrer, um homem pede a Arandir que lhe dê um beijo na boca. O fato vira notícia na imprensa sensacionalista, e o homem que deu o beijo passa a ser alvo de preconceitos populares reprimidos. A polícia, por sua vez, começa a investigá-lo, supondo que o acidente tenha sido um assassinato.

O Beijo no Asfalto (2018) – Wikipédia, a enciclopédia livre

O BEIJO NO ASFALTO (2018)

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Direção, Roteiro: Murilo Benício. Direção de FotograMarcello Ludwig Maiafia: Walter Carvalho. Produção: Murilo Benício, 

ELENCO: Débora Falabella ... Selminha, Marcelo Flores ... Comissário Barros, Stênio Garcia ... Aprígio, Amir Haddad, Arlindo Lopes, Augusto Madeira ... Cunha, Fernanda Montenegro ... D. Matilde, Otávio Müller ... Amado, Lázaro Ramos ... Arandir, Alex Teix, Luiza Tiso ... Dália

É a terceira versão cinematográfica baseada na peça de teatro homônima escrita por Nelson Rodrigues em 1960, sendo antecedida por O Beijo, filme de 1964 dirigido por Flávio Tambellini, e outro homônimo lançado em 1981 e dirigido por Bruno Barreto.

Cinema e Teatro andaram de mãos juntas em muitas experiências cinematográficas, boa parte muito bem sucedida. "Querelle"e "Lágrimas amargas de Petra Von Kant", de Fassbinder, "Dogville", de Lars Von Triers, "Anna Karenina", onde se expunha a existência de uma coxia com técnicos trazendo cenários. Até mesmo no Brasil tivemos uma tentativa de metalinguagem, com "Todo mundo tem problemas sexuais", de Domingos de Oliveira. A peça "O beijo no asfalto", escrita no início dos aos 60, já ganhou diversas montagens, sendo a primeira com Zilka Salaberry e Fernanda Montenegro. Em 1981, Bruno Barreto fez a versão para o cinema, com Ney Latorraca no papel de Arandir e Christiane Torloni no papel de Selminha. O Ator Murilo Benício, que tem investido em uma carreira mais autoral, tanto na frente como atrás das telas, estréia na Direção com uma proposta ousada e arriscada: apresentar os artifícios do cinema e do teatro durante a sua encenação metalinguística. Com um elenco formidável que vai de Lázaro Ramos, Stênio Garcia, Débora Falabella, Fernanda Montenegro, Otávio Muller, Augusto Madeira, o filme mescla leitura de mesa com os atores, comandados pelo diretor teatral Amir Haddad, encenação fictícia e ao mesmo tempo, apresentação de cenários no palco de teatro. Isso sem falar na vida real, as ruas do centro da cidade, logo no início, mostrando a cena do atropelamento. Fosse uma obra atual, diríamos que o tema central seria o "Fake news" e a calúnia virtual. Como o filme é de época, e se passa no subúrbio, o que comanda é a mídia jornalística, encarregada de publicar uma matéria sensacionalista: um homem, Arandir, beija uma vítima de atropelamento na boca, antes desse morrer. Mas o mais surpreendente no filme nem é a peça de Nelson: é a discussão dos atores diante do conservadorismo, quase 60 anos depois da peça escrita, como a violência e a homofobia continuam iguais. Para Atores e Diretores, o filme tem uma espetacular digressão acerca da Arte e do papel do Ator. Presenciar Fernanda lendo o roteiro na mesa, com os outros atores, e dando vida à personagem, é algo impressionante. O elenco está todo formidável, assim como a ficha técnica, principalmente a fotografia de Walter Carvalho, a direção de arte de Thiago Marques e a edição de Pablo Ribeiro. Programa imperdível.

Herança dos Devassos (1979) - IMDbImagem  Imagem

A HERANÇA DOS DEVASSOS (1979)

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Dirigido por Alfredo Sternheim. Roteiro, Adaptação: Alfredo Palacios. Direção de fotografia, Câmera, Operador: Antonio Meliande. Fotografia de cena: Hercules Barbosa. Chefe eletricista: Miro Reis. Técnico de som: Walter Rogério. Figurinos, Cenografia: Campello Neto

Elenco: Sandra Bréa (Délia), Roberto Maya (Rogério), Francisco Curcio, Ricardo Dias, Edward FreundElizabeth HartmannClaudete Joubert, José Miziara, Olindo Dias, Nêga Wilma, Angela Corrêa, Mara Prado, Luis Carlos Braga, Dária Sampaio, Patrícia Mattar, Alexandre Marin, Rogerio Guidoni 

Uma decadente família aristocrática vive numa mansão paulistana. Com a morte da mãe, os irmãos Laura e Rogério recebem os outros herdeiros: a tia Matilde e a bela Délia. Rogério envolve-se com a moça e provoca ciúmes na irmã. Querendo deixar a mansão, Délia acaba envolvendo-se em uma ardilosa trama.

FILHOS E AMANTES (1981)

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Direção, Argumento, Roteiro: Francisco Ramalho Jr. Produção: Antonio Polo Galante. Montagem: Mauro Alice. Música original: Rogério Duprat 

Elenco: Lúcia Veríssimo (Sílvia), Walmor Chagas(Cláudio), Ronaldo Costa, André De Biase (Roberto), Hugo Della Santa (Dinho), Renée de Vielmond, Denise Dumont (Marta), Paulo Gorgulho, Rosina Malbouisson (Carminha), Nicole Puzzi (Bebel), Silvana Rea, Petê

Um belo drama brasileiro de 1981, um filme pouco visto e que agora, revisitado, me fez pensar que poderia render uma ótima refilmagem. Ele toca em temas muito atuais, e que imagino que na época eram verdadeiros tabus. Aborto, amor livre, vício em heroína. As personagens femininas do filme são as que movimentam a história. Frágeis, determinadas, condutoras de suas vidas, para o bem ou para o mal. Sílvia (Lúcia Veríssimo) é uma professora que narra em seu diário as férias que ela passou em um sítio de Itaipava com o seu namorado Roberto (André de Biase). O sítio pertence a 2 amigas: Marta (Denise Dumont) e Bebel (Nizole Puzzi), que vivem como se estivessem em uma comunidade riponga. Logo eles recebem a visita do casal Dinho (Hugo Della Santa) e Carminha (Rosina Malbouisson), que descobriremos mais tarde serem viciados em drogas pesadas. As histórias de todos se entrecruzam, mostrando uma geração que viveu sob a sombra da ditadura militar, fazendo desse período de férias um momento de libertação que eles não podem usufruir na cidade grande. No elenco, ainda temos a participação de Walmor Chagas e Renée de Vielmond. Ele interpreta um homem que está com câncer terminal e que luta pela sua vida. A partir dessa história, o filme faz um contraponto entre o pensamento destruidor dos jovens, e a vontade de viver dos mais velhos. O filme é muito bonito, com lindas locações em Itaipava, fotografado pelo mestre Antônio Luiz Mendes Soares, e com uma interpretação quase naturalista dos seus atores. O filme é bastante ousado para a época, com nudez total de todo o elenco em belas cenas registradas com muita poesia e uma sensação de lirismo. Entre altos e baixos, é um filme que merecia ser revisto e discutido.

CENTRAL DO BRASIL (1998)

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Dirigido por Walter Salles. Roteiro: João Emanuel Carneiro, Marcos Bernstein, Walter Salles. Linha de Produção: Elisa Tolomelli, Afonso Coaracy. Produção: Arthur Cohn, Martine de Clermont-Tonnerre, Robert Redford, Walter Salles. Direção de Fotografia: Walter Carvalho. Assistente Diretor Rio de Jameiro: Vinicius Coimbra. Primeira Assistente Diretor: Kátia Lund. Segundo Assistente Diretor: Sergio Machado

Elenco: Fernanda Montenegro ... Isadora, Vinícius de Oliveira ... Josué, Marília Pêra ... Irene, Othon Bastos ... Cezar, Matheus Nachtergaele ... Isaías, Caio Junqueira ... Moisés, Otávio Augusto ... Pedrão, Stella Freitas ... Yolanda, Soia Lira ... Ana, Harildo Deda ... Bené, Berto Filho ... Romeiro 1, Socorro Nobre ... Dora's Client, Manoel Gomes ... Dora's Client, Roberto Andrade ... Dora's Client, Sheyla Kenia ... Dora's Client, Malcon Soares ... Dora's Client, Maria Fernandes ... Dora's Client, Maria Marlene ... Dora's Client, Christano Camargo ... Dora's Client, Jorseba-Sebastiano Oliveira ... Dora's Client, Andréa Albuquerque ... Dora's Client, Sidney Antunes ... Crente, Rita Assemany ... Jessé's Wife, João Braz ... Photo stall owner, Patrícia Brás ... Dora's Client, Marcelo Carneiro ... The thief, Telma Cunha ... Lipstick woman, José Pedro da Costa Filho ... Cameló, Felícia de Castro ... Cashier, Marcos de Lima ... Bené's Son, Preto de Linha ... Shoeshine Man, Antonio Dos Santos ... Dora's Client, Fernando Fulco ... F-street man, Gildasio Leite ... Man in the bus, Sônia Leite ... Woman in the bus 1, Edivaldo Lima ... Jessé's Son, Nanego Lira ... Nordeste preacher, Diego Lopes Filho ... Cachier, Dona Luzia ... Pilgrim singingin truck, Antônio Marcos ... Singer, Mário Mendes ... João - Yolanda's husband, Maria Menezes ... Waitress, Estelina Moreira da Silva ... Woman in the bus 2, Esperança Motta ... Prostituta, Manuel José Neves ... Walkman owner, Antonieta Noronha ... Violeta, José Pereira da Silva ... Dora's Client, Zezão Pereira ... Bus driver, Everaldo Pontes ... Dora's Client, José Ramos ... Pilgrims' driver, Iami Rebouças ... Woman of the photo, João Rodrigues ... Praying pilgrim 2, Gideon Rosa ... Jessé, Inaldo Santana ... Dora's Client in Nordeste, Cícero Santos ... Dora's Client, Dona Severina ... Praying pilgrim 1, Eliane Silva ... Dora's Client, Ingrid Trigueiro ... Dora's Client, Sergio Kato ... Dora's Client

Em Central do Brasil, Dora (Fernanda Montenegro) trabalha escrevendo cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Ainda que a escrivã não envie todas as cartas que escreve - as cartas que considera inúteis ou fantasiosas demais -, ela decide ajudar um menino (Vinícius de Oliveira), após sua mãe ser atropelada, a tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste.

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O ANJO NEGRO (1972)

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Dirigido por José Umberto Dias

Elenco: Mario Gusmão, Eliana Tosta, Raimundo Mattos, Roberto Maya.

Em uma grande casa, em Salvador, vive uma família: Hércules, Júlia, dois sobrinhos do casal, o sogro de Hércules e duas empregadas. Hércules é fazendeiro que está numa crise profissional e matrimonial. A figura mística de Calunga surge misteriosamente no casarão. Ele provoca profundas transformações na família. Calunga relaciona-se com as mulheres da casa e abala a estrutura patriarcal que estava estabelecida.


Tchau Amor (1982) - IMDb

TCHAU AMOR (1982)

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Direção, Roteiro e Produção: Jean Garrett. Diretor de fotografia: Cláudio Portioli

Elenco: Antônio Fagundes, Aparecida Braidotti, Abel Constâncio, Genílson de Souza, Ricardo Deneses, Denis Derkian, Liana Duval (Senhora), Selma Egrei, Walter Forster, Paulo Leite, Felipe Levy, Marthus Mathias, Rubens Moral, A.J. Moreiras. Angelina Muniz, Rubens Pignatari, Adelina Podilon, Shirley Santos

Paulo Reys, famoso radialista dos anos 70,agora decadente, é demitido da rádio onde trabalha. Sua relação em casa se deteriora e Paulo se envolve com Rejane, filha do dono da rádio, um prepotente milionário. Apaixonada, pede ao pai que dê um programa para Paulo na rádio. Ele acaba cedendo e o programa acaba fazendo sucesso. Sua esposa descobre tudo e o abandona, voltando para o interior. Sua relação com Rejane também termina e Paulo, mais uma vez se vê sem saída, numa angustiante situação. Deprimido e acuado, decide, então, fazer de seu último programa um autêntico 'show de despedida'.


3 Efes - AdoroCinema

3 EFES (2007)

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Escrito e dirigido por Carlos Gerbase

Elenco: Cris Kessler, Nilsson Asp, Carla Cassapo, Juliano de Campos, Felipe De Paula, Leonardo Machado, Ana Maria Mainieri, Nadya Mendes, Artur Pinto, Aníbal Damasceno Ferreira, Marcos Kligman, Fábio Rangel, Marcos Rangel, Frederico Restori, Paulo Rodrigues, Rafael Tombini, Alexandre Vargas, Sissi Venturin, Nelson Diniz, Jeremias Lopes, Sérgio Lulkin, Sandra Possani, Júlio Andrade, Fábio Cunha, Érico Ramos

Sissi (Cristina Kessler) é uma jovem universitária que sustenta, a duras penas, o pai viúvo e o irmão pequeno. Nessa situação de dificuldade, Sissi recorre aos conselhos de sua tia, Martina (Carla Cassapo), dona de casa entediada que, em meio a uma crise no seu casamento com o publicitário Rogério (Leonardo Machado), fica irresistivelmente atraída por William, simples catador de papel.


Os Pastores da Noite - Filme 1977 - AdoroCinema

OS PASTORES DA NOITE (OTÁLIA DE BAHIA, 1977)

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Dirigido por Marcel Camus, é baseado no livro "Pastores da Noite" de 1964 de Jorge Amado.

Elenco: Mira Fonseca, Zeni Pereira, Maria Viana (Marialva), Antonio Pitanga, Paco Sanches, Grande Otelo (Artur), Thelma Reston, Emmanuel Cavalcanti, Maria da Conceição, Elke Maravilha, Wilza Carla, Virgínia Lane, Jaime Barcellos

Otália é uma recém-chegada, vinda de um bordel do Bonfim e chega em Salvador para morar no Castelo da Tibéria. Logo em que chega na cidade, é roubada na estação de trem. Otália conhece Martim, famoso por ser malandro, mulherengo e um lutador de capoeira, e se apaixona por ele. Mas Martim, acaba transando com a mulher do policial Miguel Charuto, que vai atrás dele para lhe dar uma surra, só que Martim ao lado do amigo Massu é quem acaba batendo em Miguel e seus parceiros. Os amigos de Martim sugerem que ele saia da cidade, então ele se despede de Otália, mas prometendo retornar. Como vingança, o Miguel e outros policiais incendeiam os barracos no Morro. Tempos depois, Martim retorna a Salvador casa com Marialva. Curió, um amigo e irmão de santo de Martim, fica encantado por Marialva e ela acaba por perceber. Martim e a mulher comparecem a uma festa de aniversário de Tibéria e Marialva briga com Otália, o casal se retira da festa. Acreditando estar fazendo ciúmes para Martim, Marialva manda chamar Curió e diz que vai se matar por causa do amor que sente por ele e lhe pede que conte essa paixão impossível para Martim. Quando Curió confessa ao amigo, Martim diz que ele pode levar Marialva. Ela fica furiosa, pois tudo não passava de um jogo. Ela abandona Martim e a casa. Martim volta à sua vida e retoma seu romance com Otália. 


À DERIVA (2009)

Dirigido e escrito por Heitor Dhalia

Elenco: Laura Neiva, Vincent Cassel, Débora Bloch, Camilla Belle, Izadora Armelin, Max Huzar, Gregório Duvivier, Cauã Reymond

À Deriva conta a história de Filipa (Laura Neiva), uma menina de 14 anos de idade que passa as férias com sua família na cidade de Búzios, no Rio de Janeiro. Enquanto descobre a si mesma, travando contato com as paixões e desafios comuns da adolescência, Filipa tem que lidar com a descoberta do relacionamento extraconjugal que seu pai, Matias (Vincent Cassel) mantém com Ângela (Camilla Belle), vizinha de sua casa de praia.

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FEBRE DO RATO (2O11)

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Roteiro: Hilton Lacerda. Produção: Cláudio Assis, Júlia Moraes. Direção de Fotografia: Walter Carvalho

Elenco: Irandhir Santos ... Zizo, Juliano Cazarré ... Boca, Matheus Nachtergaele ... Pazinho, Tânia Granussi ... Vanessa / Spade's transvestite wife, Maria Gladys ... Stella Maris, Ângela Leal ... Dona Marieta, Conceição Camaroti ... Dona Anja, Mariana Nunes ... Rosângela / Zizo's friend, Hugo Gila ... Bira / Zizo's friend, Vitor Araújo ... Oncinha, Nanda Costa ... Eneida, Johnny Hooker ... Zizo's Friend

Febre do rato, na giria do recife, significa "estar fora de controle". Assim é Zizo (Irandhir Santos), o poeta, figura popular, amado por todos da redondeza. Zizo promove o seu jornal tablóide, de nome "Febre do rato", e o distribui, ora recitando seus poemas, ora declamando discursos politicazos. Ele vive amores com duas velhas senhoras, se envolve com os seus vizinhos, entre eles um casal, Matheus Nachtergaele e Vanessa, um travesti, e Juliano Cazarré, às voltas com sua amante negra, e ela, com mais dois amantes. Um dia, Zizo se apaixona por Eneida (Nanda Costa), que lhe nega relações sexuais, e ele enlouquece. O melhor filme de Cláudio Assis, obviamente, recheado de cenas polêmicas e chocantes, que envolve sexo e nudez. Zizo é um alter-ego de Cláudio Assis, um artista inconformado, anárquico, libertino e libertário. Através desse personagem, Assis expõe sua raiva, seu rancor por uma sociedade alienada, e promete bagunçar o coreto. O elenco está formidável, com destaque, enttre os grandes atores que fazem ponta, para Irandhir Santos, Nanda Costa, Maria Gladys, Juliano Cazarré, Matheus Nachtergaele e a travesti Vanessa. A fotografia em preto e branco de Walter Carvalho é um desbunde, mesma coisa a direção de arte a cargo de Renata Ferreira. Recheado de belíssimos planos, meticulosamente estudados, o filme exala paixão e muito cinema, lembrando a garra dos cineastas do Cinema Novo. 

Outras Estórias (1999) - IMDb

OUTRAS ESTÓRIAS (1999)

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Inspirado em contos de Guimarães Rosa, dirigido por Pedro Bial. Produção: Pedro Bial, Vania Catani. Roteiro: Pedro Bial, Alcione Araújo. Adaptação: Alcione Araújo. Assistência de direção: Cristine D'Amato, Paula Horta. Direção de arte: Toni Vanzollini. Direção de Atores: Cacá Carvalho, Giulia Gam

Elenco: Marieta Severo (Nhatiaga), Antônio Calloni (Sorôco), Paulo José (Tio Man'Antônio), Enrique Diaz (Sionésio), Giulia Gam (Maria Exita), Walderez de Barros (Efigênia), Nilza Maria (Mãe de Sorôco), Rodolfo Vaz, Sivaldo dos Santos (Cego), Sílvia Buarque (Filha de Sorôco), Cacá Carvalho (Damastor Dagobé), Chico Neto (Doricão), Guido Correa (Dismundo), Anna Cotrim (Felícia), Jonas Torres (Derval), Juca de Oliviera (Escritor), Cláudia Lima (Francisquinha), Márcia Bechara (Manuela), Alderico B. Santos, Adriana Silva Lima, Alan Greison Silva, Aldo Pereira, Alesson Rogério Braga, Alvaro Alves da Silva dos Santos, Ana Bial, 
Ana Maria Soares, Andreia Lima Silva, Célio Luiz Alves Ribeiro, Edna Maria Quaresma, Elton de Lourdes, Geraldo Sabino, Gesuíno Ramos, José Alves da Silva, João Batista Jr., João Batista S. Jr., João Henrique Ribeiro, José Francisco da Silva, Leonardo Fernandes, Marcelo de Jesus, Raimundo do Nascimento, Ricardo Pereira Borem, Rosangela Alves dos Santos, Solange Maia Quadros, Soraia Santos, Sabastião Leite Morais, Terezinha Correa Narciso, Toninho Cruz, Waldemar Alves Ribeiro
Figurante(s): Rogéria Xavier Rocha, Rosenilda A. Coutinho, Rosivaldo Gonçalves, Ronaldo Santos, Romildo Vilela Oliveira, Santa Andréia, Sidilene C. dos Santos, Silvano de Souza, Silvana A. Silva, Solange Araújo, Shirley L. Moreira, Sauzimeire Rosa Silva, Tamires Castro, Terêncio F. de Oliveira, Valmir R. Gonçalves, Vanderley Coelho, Wélica Renata Soares, Grupo Galpão
Figurante(s): Andreia da Silva Rodrigues, Ana Kelly Montealto, Agnaldo Pedro dos Santos, Ana Lourdes Silva, Alda Alves da Silva, Andelice da Silva, Alexsander F. Gusmão, Analia Rodrigues Santos, Alesson R. Braga, André Luiz Oliveira, Alice G. Araújo, Antonio G. Neto, Alsa Aparecida Jesus, Antonio Fabio Jesus, Almarila Andrade, Amanda Rodrigues, Aurea Maria Oliveira, Braulio F. Brant, Claudenice Souza, Claudionice Rodrigues, Claudinéia Almeida, Clementina F. Silva, Daiane Gonçalves, Darliana Cândida, Davi Barbosa, Devanir Alves Martins, Davi Jr. Santos, Dorival Lima Moreira, Edima Ferreira Silva, Elenice Silva, Ederson C. Santos, Eva Maria de Jesus, Elson Silva, Eva Boreges Rodrigues, Fátima Ferreira, Francisco Cardoso Santos, Genilson Mendes Santos, Geraldo G. Oliveira, Geraldo Conceição, Geovana Jesus, Heleno José Souza, Iracema P. Alkmin, Iara Moura Gomes, Ivonete Oliveira, Jarbas Barbosa Silva, José Souza Santos, Jardel B. Santos, José Cardoso dos Santos, Jeana Moura Gomes, José A. dos Santos, João Carlos Santos, José Carlos Santos, João Damasio Santos, José Martins Santos, Santos Barbosa, Joelma G. Barbosa, José Rodrigues Oliveira, José Eduardo Pinheiro, José Heleno Silva, José Ferreira Santos, José Batista Silva, José Carlos Agvino, José Ferreira Lima, José das Neves Santos, José Wilson Jesus, Josefa Santos, José Alberto Souza, Lacy Ferreira, Luis Alberto Silva, Lediane F. Lima, Lurivan Santos, Lavina Gonçalves, Luziete Souza Moura, Leonardo Martins, Marcos Aparecido da Silva, Maria Helia Ribeiro, Marieta Rosa Pereira, Maria Aparecida dos Santos, Maria Aparecida Souza, Maria das Graças Conceição, Maria Aparecida Santos, Maria Santos, Maria Aparecida Ferreira, Marcia Silva, Maria Sirlana Noronha, Marli da Silva, Maria do Socorro Oliveira, Marta Silva, Maria Alves de Almeida, Marleide de Jesus, Maria Inês Freitas, Marinalva M. de Jesus, Maria Eliene Silva, Manoel Messias, Maria José Silva, Maximo M. Souza, Maria Rosilene, Miriam Vieira Dias, Maria Souza, Monica Pinheiro, Otelina R. dos Santos, Pacífica P. dos Santos, Pedro da Silva, Paulo Sergio Moura, Poliana Montealto, Rafael Barbosa Santos, Romildo da Silva, Rosenilda V. Oliveira, Rita Gomes Nobre, Roberto S. Souza

Man'Antônio abre as portas e janelas de sua casa onde Liduína, sua mulher, está sendo velada. Uma de suas filhas lhe pergunta o sentido da vida. Em um vilarejo, sentado em frente a sua casa, Liojorge lê a Bíblia. Damastor Dagobé chega amedrontando a população, que se esconde. Ameaça Liojorge, que acaba matando o jagunço. Sorôco busca a filha louca que canta pelas ruas. Durante o velório de Damastor, os presentes relembram sua vida. Ele vai à casa de um escritor perguntar-lhe o significado da palavra famigerado, adjetivo que recebera de um funcionário do governo. Mesmo dando permissão a Liojorge para ir ao velório de Damastor e carregar seu caixão, os Irmãos Dagobé o recebem hostilmente. No cemitério, acabam perdoando Liojorge. A história de Man'Antonio é contada por Efigênia. Após casar as três filhas no mesmo dia, Man'Antônio resolve doar parte de suas terras aos empregados da fazenda. Seu desejo é ficar apenas com a sede. Ao tomarem posse das terras, os empregados passam a ignorá-lo. Desgostoso, Man'Antônio veste um terno e se deita para morrer. Efigênia e as filhas o velam. No dia seguinte, a casa é incendiada. Durante uma festa, Sionésio vê Maria Exita, moça que trabalha com o polvilho de mandioca, e se interessa por ela. Com Nhatiaga, obtém informações sobre a moça. Todos da região acham que Maria Exita é amaldiçoada, pois tem dois irmãos malfeitores, sua mãe era leviana e seu pai morrera de lepra. Sionésio não se assusta, porém tem pesadelos com ela. Resolve ir à casa de Maria Exita declarar seu amor. No caminho, vê a filha de Sorôco em mais um de seus delírios. Ao chegar, Sionésio se declara para Maria Exita que o aceita. Um cego louco conta que Sorôco irá à estação de trem com a sua filha e sua mãe para embarcá-las para um manicômio em Barbacena. Ao chegarem à estação, filha e mãe surtam e passam a cantar a mesma música. Sorôco as coloca no trem que parte em seguida. Ele começa a cantar a mesma música e acaba atraindo as pessoas da estação. Tal como num cortejo, todos o acompanham cantando.

PARAÍSOS ARTIFICIAIS (2012)

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Direção: Marcos Prado

Elenco: Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia de Bueno, Bernardo Melo Barreto, César Cardadeiro, Divana Brandão, Cadu Fávero, Erom Cordeiro, Roney Villela, Emilio Orciollo Netto, Mathias Gottfried

Erika (Nathalia Dill) é uma Dj em ascenção, que namora Lara (Livia de Bueno). Em uma rave em Recife, onde Erika toca, ambas conhecem Nando (Lucas Bianchi), um jovem que vem conhecer a experiência de estar em uma rave. Todos tomam ácido, e após uma relação a três, uma tragédia acontece. Anos depois, por um acaso do destino, Erika e Nando se reencontram em Armsterdã. Ela, para tocar em um evento, e ele, para traficar ecstasy para o Brasil. Os dois voltam a se apaixonar, mas ao retornar ao Brasil, Nando é preso. Sua mãe e seu irmão (César Cardadeiro) sofrem as consequências de seus 4 anos de prisão. Drama que, segundo o diretor Marcos Prado, quer fazer um alerta sobre a juventude que hoje frequenta raves e festas eletrônicas, e que se expõe ao uso das drogas sintéticas. O visual do filme é muito bonito, a fotografia, a direção de arte, especialmente nas tendas da rave de Recife. Os atores estão bem, em especial, Livia de Bueno e César Cardadeiro, intensos em seus personagens. Porém, o roteiro, previsível, não reserva surpresas na narrativa. Na cena do transe, de Erika e Lara, após elas tomarem o Peyote, existe uma clara alusão ao filme "The doors", na cena do ácido. A trilha sonora, embalada por música eletrônica, é boa. O filme se arrasta em muitos planos de passagem de tempo. Em Armsterdã, são poucas as cenas de dramaturgia, tem muitas paisagens justificando a filmagem por lá. Apesar disso, é um filme que merece destaque, por trazer o público jovem até as salas de cinema, carentes de projetos destinados para essa faixa.

O Primeiro Dia – Wikipédia, a enciclopédia livre

O PRIMEIRO DIA (1998)

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Dirigido por Walter Salles e Daniela Thomas. Roteiro: Daniela Thomas, Walter Salles, João Emanuel Carneiro, José Carvalho. Linha de Produção: Elisa Tolomelli. Direção de Fotografia: Walter Carvalho

Elenco: Fernanda Torres ... Maria, Luiz Carlos Vasconcelos ... João, Matheus Nachtergaele ... Francisco, Nelson Sargento ... Vovô, Tonico Pereira ... Carcereiro, Aulio Ribeiro ... José, Luciana Bezerra ... Rosa, Antonio Gomes ... Antonio, Nelson Dantas ... Farmacêutico, Carlos Vereza ... Pedro, José Dumont

O destino de João (Luiz Carlos Vasconcelos), encarcerado num presídio do Rio de Janeiro, nunca deveria se cruzar com o de Maria (Fernanda Torres), isolada em seu apartamento. Mas no dia 31 de dezembro de 1999 João foge da prisão. No mesmo momento, Maria vaga pelas ruas da cidade, desamparada e abandonada pelo marido. João é perseguido nos becos e favelas de Copacabana. Começa a contagem regressiva da virada do ano. Estouram os primeiros fogos de artifício. Sem nenhuma perspectiva, Maria sobe para o telhado de seu prédio, o mesmo lugar onde João busca se esconder. E é nesse espaço, entre o céu e a terra, na utopia de uma única noite, que a cidade partida se abraça e o milagre se produz. Até a chegada do primeiro dia.

A Pequena Órfã - Filme 1973 - AdoroCinema

A PEQUENA ORFÃ (1973)

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Dirigido por Clery Cunha. O roteiro é uma adaptação de Cunha da telenovela homônima de autoria de Teixeira Filho

Elenco: Patrícia Ayres, (Toquinho), Dionísio Azevedo (Velho Gui), Vida Alves (Elza), Magrit Siebert (Maria Clara), TuskaMaria Viana, Noely Mendes, Rita Ayres, Barbara Ayres, Ademir Valente, Marcos Fonseca, Waldemar Batista, Wilson Guarnieri, José Guido, Francisco Borges, Marilza A. Marques, Luciene Cunha, Hercules Breseguelo, Noite Ilustrada, Jesse James, Carlos Franco, Percy Ayres, Walter Paulo Vieira, Xandó Batista 

A menina Toquinho (Patrícia Ayres), não resistindo aos maus-tratos a ela impostos por Elza (Vida Alves), uma exploradora de crianças, foge e encontra o velho Gui (Dionísio Azevedo), por quem acaba se afeiçoando. Mas Elza não desiste e sai em busca de Toquinho, retomando a tutela da menina, com o aval do Juizado de Menores. Gui investiga a origem da menina e descobre os verdadeiros pais de Toquinho. 


Terra em Transe – Wikipédia, a enciclopédia livre

TERRA EM TRANSE (1967)

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DIREÇÃO: Glauber Rocha

ELENCO: Jardel Filho, Glauce Rocha, José Lewgoy, Paulo Autran, Paulo Gracindo, Francisco Milani, Hugo Carvana, Jofre Soares, Mário Lago, Danuza Leão, Thelma Reston, Flávio Migliaccio, Paulo César Peréio, Darlene Glória, Elizabeth Gasper (Mulher na orgia), Irma Alvarez (Mulher da Orgia), Sônia Clara, Zózimo Bulbul (Repórter), Modesto de Souza, Echio Reis, Emmanuel Cavalcanti, José Marinho,Maurício do Valle

"Terra em transe" acaba de fazer 50 anos em 2017. Um dos filmes mais controversos do Cinema brasileiro, atacado pela Censura, pela direita e também pela esquerda dos intelectuais, o filme é, como em boa parte dos filmes de Glauber, uma alegoria política do Brasil, e mais até, da America Latina. O filme se passa na fictícias Eldorado e Alecrim. Paulo Martins (Jardel Filho) é um jornalista aspirante a poeta que trabalha para o senador Porfirio Diaz (Paulo Autran), um politico austero, conservador e que carrega a cruz por onde anda. Sentindo-se traído pelos ideais de Diaz, que abandonou o sonho socialista pelo Poder, Paulo segue para Alecrim, e se alia ao candidato a governador Felipe Vieira (José Lewgoy), um político populista que adora fazer caminhadas com o povo, mas na verdade, os abomina. Ao seu lado, seguem um padre, um militar, um comunista e outros representantes do Poder. Paulo resolve instaurar uma luta armada para poder defender os seus ideais. Dito assim, o filme parece narrativamente coeso. Mas cercado de simbolismos, alguns bastante complexos, o filme é uma verdadeira metralhadora giratória, atirando para todos os lados. O seu experimentalismo narrativo, aliado à fotografia de Luiz Carlos Barreto e a trilha sonora de Sérgio Ricardo, lhe renderam o Prêmio Fipresci em Cannes, além de fãs assumidos como Martin Scorsese. "Terra em transe" é para ser visto várias vezes, e com certeza, a cada visão, o filme proporcionará uma novas leituras. Nota mais do que especial para um elenco gigantesco, eclético e totalmente antenado às propostas de Glauber: além dos citados, temos Danuza Leão, Hugo Carvana, Paulo César Pereio, Maurício do Valle, Francisco Milani, Paulo Gracindo, Sônia Clara, Glauce Rocha, Flávio Migliaccio, Clóvis Bornay, Mário Lago, entre outros.


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JARDIM DAS ESPUMAS (1970)

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Direção: Luiz Rosemberg Filho

Elenco: Ecchio Reis, Labanca, Grecia Vanicori

Em um mundo distópico onde os planetas são separados em pobres e ricos, um corpo celeste extremamente pobre recebe a visita de um emissário dos planetas ricos dispoto a negociar. Antes de encontrar o governante do local, esse emissário é sequestrado por uma facção contra o sistema e o que é dito oficialmente. Ao descobrir a realidade do local, o emissário entende que não poderia fomentar ali o mito que ia desenvolver.


Outra Memória. Filme brasileiro Completo HD 720p - YouTube

OUTRA MEMÓRIA (2005)

Diretor: Chico Faganello

A comemoração do aniversário de Blumenau dá a um diretor de teatro a missão de montar uma peça. Ele decide, então, basear o espetáculo na biografia da atriz Edith Gaertner, figura que esteve presente na colonização do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. A partir daí, um ator subverte o texto e pretende levar ao palco não apenas o cotidiano da época, mas também a violência promovida pelos nazistas que mataram índios na região.

Mistura de documentário e ficção, Outra Memória tem direção e roteiro assinados por Chico Faganello. O filme foi rodado em Florianópolis, Itajaí, Blumenau, Alemanha e Polônia. O longa participou da Mostra BR de Cinema de 2005.

 



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MATOU A FAMÍLIA E FOI AO CINEMA (1969)

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Elenco: Antero de Oliveira, Márcia Rodrigues, Renata Sorrah, Vanda Lacerda, Paulo Padilha, Rodolfo Arena, Carlos Eduardo Dolabella, Guará Rodrigues

Lançado no mesmo ano que "O bandido da Luz vermelha", de Rogério Sganzerla, outro filme seminal para se entender a linguagem e os conceitos do que se chamou de Cinema marginal, ou udigrudi, "Matou a família e foi ao cinema" traz uma metalinguagem ousada sobre filme dentro do filme. Um dos primeiros filmes dirigidos por Bressane, que no mesmo ano rodou "Um anjo nasceu", aos 23 anos de idade, "Matou a família.." ganhou refilmagem de Neville D'almeida em 1991, mas com uma proposta totalmente diferente. A atriz Márcia Rodrigues ficou famosa em 1967 por personificar no filme dirigido por Roberto Santos a "Garota de Ipanema". Ela e Renata Sorrah são as protagonistas do filme de Bressane. No auge da beleza e juventude, os closes de ambas abrem e fecham o filme lindamente. A premissa do filme começa logo em seu inusitado prólogo: em um apartamento de classe média em São Paulo, um casal discute coisas fúteis na presença do filho, já adulto. Cansado e apático, o rapaz mata o pai à navalhadas e a mãe à facadas. Depois, ele vai até o cinema e assiste um filme chamado "Perdidas de amor", cujas protagonistas são as personagens de Márcia Rodrigues e Renata Sorrah. Elas interpretam duas amigas de classe média que passam o final de semana em uma casa do interior. Elas acabam revelando paixão uma pela outra, e entre cenas tórridas, elas pegam em armas. A partir daí, o filme narra outras histórias, todas interligadas pela violência, como anúncios de pé de página de uma coluna policial de um jornal. O filme apresenta uma clara metáfora do Brasil da ditadura. Todos os personagens pegam em armas e saem defendendo os seus valores, sejam elas quais forem. É a expressão de liberdade. Um povo armado em defesa de si mesmo, de seus ideais. Não é um filme fácil de se acompanhar, ele é todo fragmentado. Essa era a idéia básica do cinema marginal: a desestabilização dos preceitos clássicos de um cinema narrativo. O improviso, os defeitos técnicos, a contestação social e política da classe média.


Matou a Família e Foi ao Cinema - Filme 1991 - AdoroCinema

MATOU A FAMÍLIA E FOI AO CINEMA (1991)

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Dirigido por Neville de Almeida. É uma nova versão do filme de 1969, dirigido por Bressane.

Elenco: Cláudia Raia, Louise Cardoso, Maria Gladys, Sandro Solviatti, Guará Rodrigues, Mariana de Moraes, Ana Beatriz Nogueira, Júlio Braga, Pedro Aguinaga (marido de Márcia)

No Rio de Janeiro, Bebeto mata seus pais após terem tido uma grande discursão. Logo após, ele vai ao cinema, onde assiste quatro vinhetas estranhas. Uma contava a história de uma rica mulher que, cansada de seu casamento, decide passar alguns dias sozinha em Petrópolis, e recebe a visita de sua melhor amiga, e algo inesperado acontece. A segunda vinheta contava a história de um homem que chega em casa bêbado e mata sua família. A terceira mostrava um deprimido casal de lésbicas. E a última contava a história de um homem que era viciado em roupar roupas íntimas de mulheres.

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BRASÍLIA 18% (2006)

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Direção, Roteiro: Nelson Pereira dos Santos. Direção de Fotografia: Edgar Moura

ELENCO: Otávio Augusto ... João do Rio, Othon Bastos ... Martins Fontes, Camilo Beviláqua ... Rui Barbosa, Daniel Braga ... Carlinhos, Karine Carvalho ... Eugênia Câmara, Ada Chaseliov ... Cacilda Becker, Mila Chaseliov ... Reporter, Déo Garcez ... Tobias Barreto, Isabella Cerqueira Campos ... Madame Dias, Mônica Keiko ... Marília Dedirceu, Bruna Lombardi ... Laura, Laura Lustosa ... Maria Bilac Fontes, Malu Mader ... Georgesand Romero, Arnaldo Marques ... Joaquim Manuel de Macedo, Michel Melamed ... Augusto dos Anjos, Bete Mendes ... Francisca Gonzaga, Evandro Mesquita ... Paula Ney, Ludy Montes Claros ... Machado de Assis, Nildo Parente ... Gonçalves Dias, Tonico Pereira ... Emílio de Menezes, Carlos Alberto Riccelli ... Olavo Bilac, Herbert Richers Jr. ... Raimundo de Oliveira, Ney Santanna ... Gregório de Matos, Ilya São Paulo ... Lima Barreto, Anselmo Vasconcelos ... Coelho Neto, Carlos Vereza ... Sílvio Romero, Marcio Vito ... Estuprador

Olavo Bilac (Carlos Alberto Ricelli), renomado legista brasileiro que trabalha em Los Angeles, é chamado pelo IML de Brasília para esclarecer o desaparecimento de Eugênia Câmara (Karine Carvalho), uma jovem assessora parlamentar. Augusto dos Anjos (Michel Melamed), namorado da vítima, é preso e acusa políticos influentes pelo crime. Olavo acaba se apaixonando pelas imagens da vítima, levantando, assim, a questão dos limites entre a ética e o interesse pessoal, as escolhas e as influências com as quais as pessoas se deparam.

A AGONIA (1976)

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Dirigido por Júlio Bressane

ELENCO: Grande Otelo (Sinhô), Ivan Cardoso, Joel Barcellos, Kleber Santos, Maria Gladys, Renato Laclete, Sandra Pêra, Wilson Grey

Um assassino e uma vidente encontram-se numa estrada deserta. Ele, ao volante de seu Chevrolet, cabelos curtos, um ramo de flor atrás da orelha. Ela, caminhando no asfalto, batom vermelho, vestido florido com ombros aparentes, e sapatos vermelhos combinando com o batom. Após uma breve hesitação, os dois começam um amor insólito, um amor marginal, onde o tédio muitas vezes cede lugar à tragédia, criando a agonia de um feriado passado no abismo. Originalmente, agonia significa que o lutador está no limite de suas forças.

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BAIXIO DAS BESTAS (2006)

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Dirigido por Cláudio Assis. Roteiro: Cláudio Assis, Hilton Lacerda. Produção: Cláudio Assis, Julia de Morais, Júlia Moraes. Direção de Fotografia: Produtor Associado: Walter Carvalho

ELENCO: Fernando Teixeira ... Heitor, Caio Blat ... Cícero, Matheus Nachtergaele ... Everardo, Dira Paes ... Bela, Marcélia Cartaxo ... Ceiça, Hermila Guedes ... Dora, Conceição Camaroti ... Dona Margarida, João Ferreira ... Mestre Mário, Irandhir Santos ... Maninho, Magdale Alves, China ... Cilinho, Samuel Vieira ... Esdras, Zezita Matos, Jones Melo, Mano Fialho, Mariah Teixeira ... Auxiliadora, Cláudio Assis ... Man caressing Auxiliadora

Na Zona da Mata pernambucana, região de canaviais que movimentam trabalhadores rurais e caminhoneiros, vive Auxiliadora, jovem de 16 anos explorada por seu avô, Heitor. O homem tem um discurso moralista mas não pensa duas vezes antes de exibir a neta nua por dinheiro em um posto de parada de caminhões. Na cidade mora o estudante Cícero, de família de classe média, que passa os fins-de-semana envolvido com álcool, drogas e orgias sadomasoquistas com as prostitutas de Dona Margarida, comandadas pelo doentio Everardo. Cícero vê Auxiliadora no posto e imediatamente a deseja, passando a segui-la pelas ruas. No campo, a moça chama a atenção do humilde Maninho, mas, apesar dela também se interessar por ele, o rapaz é afastado pelo avô e se ressente disso.

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TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (1972)

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Direção, Produção, Roteiro: Arnaldo Jabor, baseado na peça de teatro homônima de Nelson Rodrigues. Direção de produção: Saul Lachtermacher, Abigail Pereira Nunes. Produção executiva: Paulo Porto. Assistência de direção: Emiliano Ribeiro. Direção de fotografia, Câmera, Iluminação: Lauro Escorel. Assistente de montagem: Emiliano Ribeiro, Rubens Amorim. 

ELENCO: Paulo Porto (Herculano), Darlene Glória (Geni), Paulo Sacks (Serginho), Paulo César Pereio (Patrício), Isabel Ribeiro (Neneca), Elza Gomes (Primeira Tia), Henriqueta Brieba (Segunda tia), Sérgio Mamberti (Odésio), Hugo Carvana (Comissário), Orazir Pereira (Ladrão boliviano), Abel Pera, Waldyr Onofre, Orlando Bonfim, Saul Lachtermacher, Mitota

Herculano é um viúvo conservador, que jura a seu filho Serginho que nunca terá uma outra mulher. No entanto, apaixona-se por uma prostituta, Geni, que conhece através de seu irmão Patrício, interessado em que Herculano volte a sustentar seus vícios de bebida e mulheres. Quando resolve se casar com Geni, gera uma série de conflitos em sua família, entre eles a prisão de Serginho por uma briga de bar. O rapaz é estuprado na prisão por um ladrão boliviano, a ponto de ter de ser operado. Depois de ser libertado, torna-se amante de Geni, para vingar-se do pai por haver quebrado o juramento. Desesperada, Geni se suicida, deixando uma fita gravada narrando toda a história para Herculano. Serginho fugira com o ladrão boliviano. 

A PORTA AO LADO (2023)

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Dirigido por Júlia Rezende

ELENCO: Letícia Colin, Bárbara Paz, Dan Ferreira, Tulio Starling, Priscila Reis

O longa conta a história de Rafa (Dan Ferreira) e Mari (Leticia Colin) que são casados e vivem um relacionamento tradicional, estável, sem altos e baixos. Juntos desde os 25 anos, acompanharam as angústias da chegada aos 30 e se apoiaram para enfrentar os medos e responsabilidades desta etapa da vida. O casamento segue tranquilo até o dia em que se muda para o apartamento ao lado o casal Fred (Túlio Starling) e Isis (Bárbara Paz). Os novos vizinhos vivem um relacionamento aberto, separam sexo de amor e decidiram não ter filhos. Esta forma de se relacionar desafia e provoca Mari, que começa a questionar o seu casamento. O encontro dos dois casais irá provocar desejos, dúvidas, inseguranças, mentiras e transformações nos quatro personagens, fazendo com que cada um reavalie suas escolhas.