DIREÇÃO: Toshiya Fujita
Numa época de instabilidade e caos nasce a Filha do Submundo, em uma prisão, onde permanece com sua mãe até a morte da mesma. Desde criança então Lady Snowblood é doutrinada a suprimir todo o sentimento de clemência ou piedade para sair em busca da vingança de sua mãe que havia sido estuprada e motivada a assistir o assassinato brutal sua família.
O filme foi baseado no mangá homônimo escrito por Kazuo Koike e ilustrado por Kazuo Kamimura, publicado em formato de séries, dividido em vários livros.
Direção: Fenar Ahmad
Os jovens vikings Røskva e Tjalfe saem em uma aventura épica de Midgard ao reino de Valhalla com a ajuda do deus Thor e seu irmão Loki. A vida em Valhalla é ameaçada quando o lobo Fenrir planeja um ataque junto com os inimigos do deus, os Jotnar. Com a ajuda de Thor e Loki, as duas crianças irão lutar para salvar Valhalla de Ragnarok, o fim do mundo.
Dirigido por Niki Caro
Assim que os produtores chineses souberam que a Disney iria fazer uma versão live action de "Mulan", uma das mais famosas lendas chinesas e que foi adaptada para animação pela própria Disney em 1998. resolveram fazer a sua adaptação a mais fiel possível à história da guerreira Hua Mulan, que entrou na batalha contra os bárbaros que invadiram a China, se disfarçando de homem para impedir que seu pai doente lute. O que eu não poderia imaginar, é que a história real fosse tão trágica! .Não existe final feliz, fiquei arrasado! ë tanta tragédia, tantas mortes, inclusive dos personagens que no desenho da Disney faziam graça, aqui morrem! E mais: o filme pega emprestado referências de "Game of Thrones" e "Gladiador" e transforma toda esse épico de guerra em uma chacina que há muito eu não via: decapitações, espadas mutilando corpos, litros de sangue jorrando, ratos comendo gente e até cenas de canibalismo!!!!!! Para quem assistiu ao desenho e quer ver a nova versão, recomendo jamais assistir a esse filme, podendo ficar chocado e não conseguir mais ver o filme da Disney com os mesmos olhos. Aqui não tem o dragão Mushu nem fantasia, é realista. O que mais gostei é que Mulan, além de ser boa na espada, também luta Kung Fu, fazendo aquelas acrobacias de filmes como "O tigre e o dragão" e "Herói", o tradicional Wushu. Tudo no filme é over, como os grandes épicos chineses: trilha sonora grandiloquente, fotografia digna de filmes de Michael Bay, com direito a muito amanhecer e entardecer. Além das cenas trágicas, com muito choro.
Dirigido por M. Night Shyamalan
Dirigido por Uwe Boll
Depois de atravessar a era medieval e o velho oeste, Rayne continua mudando o curso da história na mais sombria de todas as batalhas. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele enfrenta os maiores inimigos da humanidade, entre eles um cientista nazista.
Direção: Uwe Boll
Em Deliverance, no Velho Oeste, a heroína Rayne (Natassia Malthe) encontra uma cidade invadida por um grupo de cowboys vampiros, que massacraram os habitantes da região. Entre eles está Billy the kid (Zack Ward), um vampiro da Transilvania que está disposto a criar ali seu reino. Rayne precisa combatê-lo, recebendo a ajuda de Pat Garret (Michael Paré), que é membro da sociedade de caça-vampiros de Brimstone.
![]() |
![]() |
![]() |
Direção: Uwe Boll
Romênia, século XVIII. Rayne (Kristanna Loken) é uma dhampir, um ser meio humano e meio vampiro, que vive aprisionada em um circo, onde é exibida como uma aberração. Ao ser atacada por um dos seus "donos", ela é obrigada a se defender e acaba matando seu agressor, experimentando sangue humano pela 1ª vez. Isso a transforma definitivamente em uma criatura da noite, que passa a se alimentar de sangue. Vladimir (Michael Madsen) e Sebastian (Matthew Davis), caçadores de vampiros de uma sociedade secreta, a convencem a se unir a eles na caçada ao mais poderoso e mortal vampiro da terra: Kagan (Ben Kingsley), seu próprio pai. Para conseguir vencer a batalha eles precisam achar talismãs, antes que Kagan os ache e se torne ainda mais poderoso.
DIREÇÃO: John R. Leonetti
Shao Khen (Brian Thompson), o imperador do Outworld, desrespeita todas as regras de Mortal Kombat e abre ilegalmente as portas entre o seu reino e a Terra. Se elas permanecerem abertas por sete dias será o fim dos humanos, assim, um grupo de guerreiros tem seis dias para fechar as portas e salvar a Terra, mas para isto precisam enfrentar e vencer as demoníacas forças do Outworld.
Direção: Paul W.S. Anderson
Três guerreiros mortais são atraídos a uma ilha misteriosa, onde enfrentam inimigos terríveis, como o espectro Scorpion (Chris Casamassa) e o lin-kuei Sub-Zero (François Petit) em um combate decisivo. São eles: Sonya Blade (Bridgette Wilson), agente da força especial americana; Johnny Cage (Linden Ashby), um vaidoso ator; e Liu Kang (Robin Shou), um legítimo monge Shaolin. Eles foram os escolhidos para defender o destino da Humanidade em um milenar torneio, o Mortal Kombat. Com a proteção do poderoso deus do trovão Raiden (Christopher Lambert), eles terão de superar seus medos e inseguranças para derrotar o campeão do torneio, o gigante de quatro braços Goro, e o maligno feiticeiro Shang Tsung (Cary-Hiroyuki Tagawa).
Direção: Aaron Horvath e Michael Jelenic
O primeiro pensamento que tive ao assistir ao filme foi: "Caraca, o A-Ha está milionário só vendendo a música "Take on me" para mega blockbusters americanos, sem precisarem fazer show. A música toca em "Deadpool 2", "La la land" e aqui em "Super Mario Bros". 41 anos depois de ser criado pela Nintendo, os irmãos Mario e Luigi ganham sua versão animada para o cinema, após a desastrosa versão em carne e osso de 1993 com Bob Hoskins e John Leguizamo, que foi destruída pela crítica. Uma pena que no Brasil não lançaram com as vozes originais: Chris Pratt (Mario), Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor Joy), Bowser (Jack Black), Donkey Kong (Seth Rogen), Toad (Keegan-Michael Key). O filme respeita os fãs de todas as idades dos icônicos personagens do Game, e certamente ganhará toda uma nova leva de seguidores e claro, vender tudo relacionado aos irmãos encanadores. Podem aguardar uma franquia, e claro, spin offs com Donkey Kong e cia. O filme espertamente traz desafios aos personagens, assim como no game. Mario e Luigi moram no Brooklyn e acabam de criar a empresa de encanadores. O pai de Mario o acusa de desvirtuar o irmão Luigi, trazendo-o para ser um encanador. Ao verem na tv um acidente no esgoto, os irmãos decidem ir lá dar um jeito no vazamento, mas para surpresa de ambos, são sugados para um outro universo. Luigi vai parar no reino das sombras, onde Bowser dominou e está prestes a dominar outros reinos. Mario vai parar no reino dos cogumelos e junto da Princesa Peach, eles irão resgatar Luigi e evitar que Browse domine o reino da prinicesa. Para isso, irão contar com a ajuda de Donkey Kong. O filme é atração imperdível para a criançada: é ágil, dinâmico, super mega colorido, tem bichinhos fofos, tem músicas famosas, tem trilha divertida, tem piadas e claro, muita ação e aventura. Me fez lembrar muito de "Detona Ralph", uma animação da Disney repleta de referências aos games e também com o mesmo tom de easter eggs. Aguardem os créditos finais (um saco esse negócio de ficar esperando até o final): tem um que acontece assim que o filme acaba de vez.
DIREÇÃO: Annabel Jankel, Rocky Morton
Há muito tempo a Terra era dominada pelos dinossauros e ninguém os incomodava, pois não havia gente. A vida era boa num lugar que, após 65 milhões de anos, passou a se chamar Brooklyn. Então algo inesperado aconteceu, um meteoro gigante atingiu a Terra e os dinossauros foram exterminados. Entretanto o impacto criou uma dimensão paralela, onde alguns dinossauros sobreviveram e se tornaram uma espécie inteligente e agressiva, como nós. Brooklyn, 20 anos atrás. Na porta de um convento é deixado um ovo, que é recolhido pelas freiras e dele nasce uma criança. Brooklyn, dias atuais. Os encanadores Mario Mario (Bob Hoskins) e Luigi Mario (John Leguizamo) se vêem numa aventura fantástica para salvar a Princesa Peach (Samantha Mathis) e seu pai, o Rei Cogumelo que foram presos pelo terrível Rei Bowser (Dennis Hopper),em um escondido mundo, Dinohattan, onde os habitantes evoluíram dos dinossauros. A dupla enfrenta desafios mortais do lagarto diabólico Bowser, e batalham contra seus répteis capangas goombas, que são brutos, letais e idiotas, para salvar nosso mundo de uma invasão.
Diretor: Baltasar Kormákur. Baseado em uma graphic novel de mesmo nome
Nos primeiros cinco minutos do filme, comecei a resmungar para a pessoa que estava do meu lado, dizendo que não acreditava que o filme pudesse ser tão fake, tão artificial. Que havia algo errado com ele. Dali a alguns minutos tudo ficou claro, o que eu estava reclamando era proposital, o diretor David Cronenberg tinha pedido de seus atores (embora seja só perceptível para o olho treinado) exatamente aquela falsidade para já dar a dica da história que iria contar depois.
Exibido em Cannes e fracasso nos EUA, este novo filme do brilhante diretor canadense talvez seja seu trabalho mais acessível e popular desde os excessos de "A Mosca". Mesmo sendo violento (até porque é baseado num graphic novel).
Rodado no Canadá, passado numa cidade fictícia de Indiana, é sobre um sujeito, Tom (Viggo Mortensen, de "O Senhor dos Anéis" num bom momento), que é dono de uma lanchonete, tem mulher e filhos, ou seja, leva uma vida normal. Até o dia em que aparece um gângster que o ameaça, dizendo tê-lo reconhecido como um pistoleiro e seu antigo inimigo.
Tom nega tudo mas eles insistem e cercam sua casa, provocando sua reação feroz. Como um sujeito experiente ele rende e mata os adversários. Resta-lhe, portanto revelar sua verdadeira identidade, para desgosto da esposa (Bello). Provando outra vez que não se foge do passado nem de uma história de violência.
Por isso que eu havia implicado com toda aquela situação inicial, é porque logo depois haveria uma enorme reviravolta e um novo ajuste de contas, com Tom indo para a cidade grande reencontrar seu irmão, este realmente rico chefe de quadrilha (William Hurt acorda de seu torpor habitual e tem uma pequena mas notável participação, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Coadjuvante) no que acaba sendo um banho de sangue.
Espero não ter contado demais. O fato é que gostei do filme, acho Cronenberg um cineasta criativo e talentoso, especialmente com cenas de ação e violência. Que por vezes também é engraçado, meio grotesco, brutal, inesperado.
Os cineastas John Carpenter e George Romero, ambos famosos por fitas de terror, fazem pontas, o primeiro como um passante na rua que diz alô, outro como garçom que serve ovos na lanchonete.
Direção: Dean Parisot
Em RED 2 - Aposentados e Ainda Mais Perigosos, tudo o que Frank Moses (Bruce Willis) queria era levar uma vida normal ao lado da namorada Sarah (Mary-Louise Parker), mas seu sonho vira um pesadelo quando seu parceiro Marvin Boggs (John Malkovich) aparece com uma novidade: suas vidas estão em perigo. Frank não dá muito crédito para as palavas do amigo, mas logo se vê forçado a acreditar que algo está acontecendo quando acaba sendo levado para um interrogatório e quase é morto. Agora, ele tem certeza de que sua cabeça e a de seu melhor amigo estão a prêmio. A questão é descobrir porque e como evitar que isso aconteça, nem que para isso eles tenham que correr o mundo, reeconcontrar velhos parceiros, na figura de Victoria (Helen Mirren) e enfrentar antigos inimigos, como o poderoso Han (Byung-Hun Lee). A caçada está só começando.
Direção: Robert Schwentke
Deliciosa comédia de ação, baseada em quadrinhos da Dc Comics. O elenco é de primeira grandeza: Bruce Willis, Helen Mirren, Morgan Freeman, John Malkovich, Richard Dreyfuss.
O filme mostra, de uma forma cínica e inteligente, o reencontro de um grupo de matadores profissionais da CIA, que estavam aposentados. Eles precisam descobrir quem está por trás de assassinatos que constam de uma lista de alvos.
As cenas de ação são maravilhosas, os efeitos ótimos. O filme lembra muito os tiroteios de "Sr e Sra Smith".
O filme é um pouco longo, esticam uns 10 minutos a mais do que deveria. Mas o saldo final é ótimo, pois é raro reunir tantos atores excelentes num mesmo projeto, mesmo que tão divertido e inconsequente como esse.
Direção: Anthony Russo, Joe Russo
Em Capitão América: Guerra Civil, Steve Rogers (Chris Evans) é o atual líder dos Vingadores, super-grupo de heróis formado por Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). O ataque de Ultron fez com que os políticos buscassem algum meio de controlar os super-heróis, já que seus atos afetam toda a humanidade. Tal decisão coloca o Capitão América em rota de colisão com Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro.
Direção: Anthony Russo, Joe Russo
Dois anos após os acontecimentos em Nova York (Os Vingadores - The Avengers), Steve Rogers (Chris Evans) continua seu dedicado trabalho com a agência S.H.I.E.L.D. e também segue tentando se acostumar com o fato de que foi descongelado e acordou décadas depois de seu tempo. Em parceria com Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), também conhecida como Viúva Negra, ele é obrigado a enfrentar um poderoso e misterioso inimigo chamado Soldado Invernal, que visita Washington e abala o dia a dia da S.H.I.E.L.D., ainda liderada por Nick Fury (Samuel L. Jackson).
Direção: Joe Johnston
![]() |
![]() |
![]() |
DIREÇÃO: Frank Miller, Robert Rodriguez e Quentin Tarantino
Adaptação de três histórias de Frank Miller para as telas. Em uma fictícia Sin City, onde policiais são corruptos e as ruas se tornam arenas da morte, conheça a história de Marv (Mickey Rourke), um homem bastante melancólico que quer vingar a morte da única mulher que realmente amou na vida. Sua história se entrelaça com a de Hartigan (Bruce Willis), um policial que foi acusado de um crime que não cometeu, e a de Dwight (Clive Owen), um homem que vive para proteger Gail (Rosario Dawson) do maligno policial Jackie Boy.
Continuação desnecessária do cult "Sin City", de 2005, chega a ser tão ruim quanto ao outro filme de Miller, "The spiirt": sem alma, sem ritmo, roteiro ruim, atuações esnobes demais. Eu amo filme noir, mas aqui é muito exagerado e os clichês do gênero são irritantes de tão óbvios. A Femme fatale, o poderoso chefão e claro, a marca registrada de Robert Rodriguez, as mulheres sexys e cruéis gladiadoras. O filme chega a brincar com o personagem do próprio Bruce Willis em "O sexto sentido". Seu personagem, que morreu no filme anterior, aqui retorna como uma alma penada, que vaga ao lado de sua amada Nancy (Jessica Alba). O filme é composto de 3 histórias, todas de vingança: uma com Josh Brolin, outra com Joseph Levitt Gordon e a terceira com Jessica Alba, todas costuradas por Mickey Rourke. Uma pena que o filme tenha se transformado em um pastiche dele mesmo. Salva-se o visual deslumbrante.
Todo filme da Marvel que os produtores ficam na dúvida se vai funcionar ou não, eles recheiam o casting com Atores consagrados. Foi assim em "Thor" e "Capitão América". E não poderia ser diferente com esse "Guardiões da Galáxia". Além de Chris Pratt, Zoe Saldana e as vozes de Bradley Cooper e de Vin Diesel, temos também Glenn Close, Djimon Hounsou. John C. Reilly, Michael Rooker, Benicio Del Toro e Josh Brolin. Convém também comentar que o filme pega o espectador com mais de 40 anos através de uma trilha sonora recheada de canções clássicas dos anos 70 e 80. Cinematograficamente, o filme presta homenagem a "Caçadores da arca perdida", 'Star Trek" e "Avatar". Desse último, não só pegou emprestado Zoe Saldana, como faz uso de 2 cenas famosas do filme: o ambiente escuro iluminado por pequenos fachos de luzes e um salvamento que lembra um momento tenso do filme. Confesso que eu praticamente não sabia quase nada dos personagens. Assistir ao filme foi delicioso, pois fui apresentado a eles de forma gradual. Nem fazia idéia quem eram os heróis e seus supostos poderes. O filme conquista o espectador pelo seu humor ferino, os diálogos debochados e o visual colorido bem anos 80, diferente do que se vê hoje em dia em termos de ficção científica. Fico até imaginando o quão estranho seria um crossover dos guardiões com os Vingadores. É um tipo de humor diferente, mesmo porquê aqui temos 3 integrantes que são puro CGI. A história é a mesma de sempre: heróis que se juntam apesar de suas diferenças e lutam contra um vilão que quer dominar o mundo. Mas a direção e os atores criam uma simbiose tão bacana e parecem se divertir tanto, que essa simpatia e alegria transparece durante o filme todo. O filme tem momentos bem bonitos, e a fotografia é um desbunde. Algumas cenas antológicas, como uma que um vilão mata toda uma tropa se utilizando de uma espécie de flauta zarabatana. E na boa, como é bom ver uma atriz do quilate de Glenn Close fazendo um filme tão pipocão quanto esse. Para se assistir sem medo e levar da filha pequena à avó. Sem violência, sem putaria. Apenas diversão, das boas, puro sessão da tarde.
Dirigido e escrito por James Gunn, essa parte 2 do filme de grande sucesso descobriu a formula deliciosa de incorporar uma trilha sonora repleta de hits esquecidos dos anos 80 `as cenas de ação e de dramaticidade. Sim, tem drama nesse filme, aliás, muito drama. No fundo, o tema "familia" aparece em todos os núcleos de personagens. E' impressionante como James Gunn criou uma ciranda de discussões acerca de parentes ( pais, filhos, irmãos) que emociona o espectador, principalmente na cena final. Eu amo personagens bidimensionais, que mostram humanidade, e aqui no filme, está repleto deles. Não há muito o que falar do filme, pois todo mundo já o disse: elenco foda, direção foda, trilha foda, cenas de ação foda...e sim, a estética anos 80., desde os letreiros iniciais, homenageando todas aquelas series e filmes B de uma época onde a gente era realmente feliz. Participações especiais de Sylvester Stallone, Michelle Yeoh, entre outros. Mas a grande cereja do bolo, além de Kurt Russel, é a presença de Michael Rooker, um ator excepcional, que quase sempre fez escada para todo mundo, e na maioria das vezes no papel do vilão, fazendo um personagem digno, emocionante. Antológico.
Não tenho nenhuma dúvida em afirmar que esse volume 3 dos "Guardiões da galáxia" é o melhor filme da Marvel em muito, muito, muito tempo, anos até. Lidando com temas empolgantes como amizade, morte, solidariedade e amor, o filme reserva muita emoção e certamente fará muita gente chorar. Até porquê, golpe baixo do roteiro, traz bichinhos muito fofos, e Disney já ensinava que não se mata bichinhos fofos em filme. Será? O filme é escrito e dirigido por James Gunn, que foi demitido da Marvel em 2018 após comentários ofensivos terem ressurgido em sua conta no Twitter, fazendo pouco caso de temas explosivos como pedofilia e assédio. Mas o elenco chiou e ele retornou para dar fim à trilogia com os Guardiões originais. Agora Gunn comanda a Dc comics. O filme original surgiu em 2014 e trouxe para o público um filme repleto de humor, personagens carismáticos e uma trilha sonora repleta de pop rock dos anos 70, 80 e 90, embalando as diversas narrativas de personagens errantes, com traumas do passado e que se unem na amizade pela dôr. Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Bradley Cooper (Rocket Raccoon), Vin Diesel (Groot), Pom Klementieff (Mantis) e Dave Bautista (Drax) vão deixar muitas saudades, por isso é bom aproveitar ao máximo o filme. E o roteiro, ousado, traz duas histórias paralelas: uma em tempo real, e a outra em flashback, focada na história do Racoon e de onde ele veio. A trilha traz clássicos de Radiohead, Faith no More, Florence+The Machine e Beastie Boys. E um grande feito, que fez toda a diferença em comparação com o anterior "Homem formiga": os efeitos em CGI estão excelentes!
Direção: Jeff Fowler
Lançado em 2020, o primeiro filme da franquia foi um grande sucesso de crítica e público. Dois anos depois, 'Sonic 2" retorna com o vilão Dr Robotinik (Jim Carrey, impagável), que se une a Knuckles, um ser da mesma raça que Sonic, para juntos recuperarem a esmeralda verde que trará poderes a quem a possuir. Para ajudar Sonic contra os vilões, ele conta com o casal Tom e Maddie e ao ser extraterrestre Tails, uma raposa esperta.
Adaptação do famoso game criado pela Sega japonesa em 1991, o filme de estreia do diretor Jeff Fowler é uma co-produção Estados Unidos e Japão e acabou se tornando um grande sucesso de bilheteria mundial. A essa altura do campeonato todo mundo sabe a força do fã clube do ouriço azul, que há alguns meses da estreia, se pronunciaram contra os traços do herói veiculados pelo trailer. A Paramount imediatamente mandou reeditar os traços de Sonic para agradar ao séquito de fãs e deu certo! O roteiro é aquilo que já sabemos: Sonic vem parar na Terra, se sente solitário, é adotado pelo casal Tom (James Marsden, ótimo) e Maddie (Tika Sumpter, que interpretou Michelle em “Michelle e Obama”). O vilão Robotinik caiu nas graças de Jim Carrey que recupera aquilo histrionismo que todo mundo adora. Um filme que mistura ação, aventura, drama e muitos efeitos. Vale super assistir!
Adaptação cinematográfica da série de mangá de Yukito Kishiro e produzido pelo mago James Cameron. O filme teve um orçamento estimado de 170 milhões de dólares e parece que o faturamento não deve cobrir os custos. Uma pena, torço para que surja uma franquia porque eu gostei bastante desse filme. Protagonizado por Rosa Salazar, atriz do drama “A professora do jardim de infância” e da série “Divergente”, e com um elenco mega star, como Christopher Waltz, JenNifer Connely, Mahershala Ali e Edward Norton. O jovem Keean Johnson, no papel do mocinho Hugo é uma ótima surpresa e ele lembra bastante uma versão jovem de Ryan Gosling. O filme é uma ficção científica, ambientada na Terra por Guerra chamada de “A queda” que dividiu o mundo em uma cidade aérea chamada Zalem, algo tipo O paraíso, e os que moram na superfície, considerados a escória. Esse mote já lembra bastante “O vingador do futuro”. Mas o filme é uma grande história de amor. O cientista Ido (Waltz) encontra uma carcaça de uma cyborg no lixo e a recupera, dando a ela o nome de Alita. Aos poucos, ambos descobrem que ela foi uma guerreira e que possui uma missão. Mas Alita se apaixona pelo marginal Hugo, e todos estão em perigo. Para tentar salvar a vida de Hugo, Alita precisa participar do Motorball, uma competição mortal. Repleto de referências a todos os filmes clássicos de ficção científica “Blade Runner”, “Rollerball”, “Robocop” e outros, “Alita” tem personagens muito carismáticos e foi isso que me conquistou. O roteiro em si já é bem batido, mas o ritmo, os efeitos e a linda história de amor seguram a onda dessa aventura romântica. Robert Rodriguez deixa de lado sua estética trash e faz um belo filme que está sendo injustamente criticado. Um pipoca da melhor qualidade.
Direção: Paul W.S. Anderson
Sobrevivente do massacre zumbi, Alice (Milla Jovovich) retorna para onde o pesadelo começou, Raccoon City, onde a Umbrella Corporation reúne suas forças para um ataque final contra os remanescentes do apocalipse. Para vencer a dura batalha final e salvar a raça humana, a heroína recruta velhos e novos amigos.
Direção: Paul W.S. Anderson
Em Resident Evil 5: Retribuição, fruto de uma das experiências das Umbrella Corporation, Alice (Milla Jovovich) acorda misteriosamente em outra realidade, como se nada tivesse acontecido no planeta Terra. Mas as sequelas do vírus T logo aparecem na forma de zumbis famintos por carne humana e ela descobre, novamente, fazer parte de um novo e viajante experimento. Dentro das intalações da terrível corporação, a guerreira descobre que um antigo inimigo pode estar por trás de um plano para salvar não só ela, mas também seus antigos companheiros de luta, como Ada (Binbing Li), entre outros. Agora reunidos, eles lutarão lado a lado num combate sangrento, que os levará a uma importante e inacreditável revelação. Só existe um problema, Jill Valentine (Sienna Gillory) e Rain Ocampo (Michelle Rodriguez), sob as ordens da poderosa Rainha Vermelha, não estão dispostas a facilitar as coisas para o grupo, que ainda por cima corre contra o tempo.
Direção: Paul W.S. Anderson
Em um mundo devastado pela infecção por um vírus que faz com que suas vítimas se tornem zumbis, Alice (Milla Jovovich) segue sua jornada em busca de sobreviventes. O confronto com a Umbrella Corporation atinge um novo nível, o que faz com que Alice receba a inesperada ajuda de um velho amigo. Los Angeles aparenta ser um local seguro para os não-infectados, mas ao chegarem à cidade eles descobrem que foram atraídos para uma armadilha mortal.
Direção: Russell Mulcahy
O T-Vírus experimental, criado pela Umbrella Corporation, foi liberado no mundo, transformando a população em zumbis que se alimentam de carne humana. Com as cidades sem segurança alguma, Carlos Olivera (Oded Fehr) e L.J. (Mike Epps), juntamente com as sobreviventes K-Mart (Spencer Locke) e Betty (Ashanti), reúnem um grupo e fogem pelo deserto, em um comboio blindado. Eles procuram outras pessoas que não estejam infectadas, mas apenas encontram outros mortos-vivos. O grupo é acompanhado pelo dr. Isaacs (Iain Glen), que está num complexo laboratorial subterrâneo da Umbrella Corporation, escondido sob uma torre de rádio abandonada em Nevada. Isaacs acompanha também Alice (Milla Jovovich), que, após ser capturada pela Umbrella, foi submetida a um teste biogenético que alterou sua configuração genética. Agora transformando-se constantemente e sob o risco de ser traída pelo seu próprio corpo, Alice segue o comboio e tenta conduzi-los ao seu destino: o Alasca, onde acreditam que estarão livres dos zumbis.
Direção: Alexander Witt
Na segunda parte de Resident Evil, desde que foi capturada pela Corporação Umbrella, Alice (Milla Jovovich) passou por várias experiências biogênicas. Ela teve seus genes modificados, o que fez com que adquirisse poderes, sentidos e agilidade sobre-humanos. Agora ela precisa retornar à cidade de Racoon, onde recebe o apoio de Jill Valentine (Sienna Guillory) e Carlos Olivera (Oded Fehr) para eliminar um vírus mortal que ameaça fazer com que todo ser humano retorne como morto-vivo.
"Resident Evil" é uma poderosa franquia da softhouse japonesa Capcom, que vendeu milhões de unidades do jogo em todo o mundo graças à sensação de terror que proporciona aos jogadores, que encarnam heróis que contam com algumas armas para enfrentar zumbis e outros monstros, enquanto lidam com as conspirações de uma poderosa corporação bioquímica chamada Umbrella.
Com o sucesso dos primeiros capítulos, logo foi cogitada uma adaptação para os cinemas, e o nome de George Romero (o rei dos filmes de zumbis, como "A Noite dos Mortos Vivos") foi ligado ao projeto depois que ele dirigiu um comercial de televisão para um dos games da série.
Anos mais tarde, Romero foi desligado do projeto, já que um filme baseado em seu roteiro dificilmente ganharia uma censura branda, afastando o público-alvo do filme, os adolescentes. No lugar de Romero, os produtores escolheram Paul W. S. Anderson, o responsável pelo primeiro filme baseado em videogames decente e que deu dinheiro, "Mortal Kombat".
Anderson escreveu, co-produziu e dirigiu o filme, mudando drasticamente o enredo dos jogos e trocando o clima sombrio e inquietante por uma atmosfera high-tech. E o que deveria ser um filme de terror sufocante se tornou uma aventura high-tech fria e sem graça.
Milla Jovovich é uma péssima escolha para mocinha; não é boa atriz nem tem o carisma de uma Sigourney Weaver e seus melhores momentos são quando aparece inconsciente e seminua.
Michelle Rodriguez, Eric Mabius e o resto do elenco tentam segurar as pontas, mas a maioria sai do filme bruscamente. A maior qualidade de Anderson foi dar uma aparência mais luxuosa do que o filme realmente custou, mas não se engane, é um filme B (além de tudo, violento).
E tem mais: uma continuação já estava em pré-produção antes mesmo da estréia do filme nos EUA. Mas quem nunca jogou o game será menos rigoroso, dá até para se divertir.
Dirigido por Jaume Collet-Serra
Negro é o filme solo do anti-herói, baseado no personagem em quadrinhos Black Adam (Dwayne Johnson) da DC Comics, grande antagonista de Shazam!, tendo no longa, sua história de origem explorada, e revelando seu passado de escravo no país Kahndaq. Nascido no Egito Antigo, o anti-herói tem super força, velocidade, resistência, capacidade de voar e de disparar raios. Alter ego de Teth-Adam e filho do faraó Ramsés II, Adão Negro foi consumido por poderes mágicos e transformado em um feiticeiro. Grande inimigo de Shazam! nas HQs, apesar dele acreditar em seu potencial e, inclusive, oferecê-lo como um guerreiro do bem, Adão Negro acaba usando suas habilidades especiais para o mal. O anti-herói em busca de redenção ou um herói que se tornou vilão, pode ser capaz de destruir tudo o que estiver pela frente – ou de encontrar seu caminho.
Dirigido por F. Gary Gray
Quando criança, Molly (Tessa Thompson) presenciou a abordagem de dois agentes do MIB aos seus pais, apagando a memória deles acerca da súbita aparição de um ser extraterrestre. Como estava escondida, a garota não foi atingida pela ação. Obcecada pelos mistérios do universo, ela cresceu com o sonho de ingressar no MIB. Após muita pesquisa, ela consegue descobrir a sede da agência e lá se candidata a uma vaga, sendo aceita por O (Emma Thompson). Ainda em experiência, e agora renomeada como agente M, ela é enviada a Londres para investigar algo estranho que tem ocorrido na agência local. É quando conhece o agente H (Chris Hemsworth), de grande renome pelos seus feitos no passado mas uma certa arrogância e displicência na execução do trabalho.
Diretor: Barry Sonnenfeld
O terrível Boris, o Animal (Jemaine Clement) foi capturado no passado pelo agente K (Tommy Lee Jones) e na época perdeu o seu braço. Vivendo na prisão lunar de segurança máxima, o alienígena consegue bolar um plano de fuga para dar andamento ao seu objetivo de recuperar o membro de seu corpo e ainda acabar com K de uma vez por todas. Para isso, ele pretende viajar no tempo e mudar o rumo da história. Para evitar que ele triunfe em seu plano maligno, o agente J (Will Smith) também volta ao passado e lá encontrará os jovens agentes K (Josh Brolin) e O (Alice Eve), descobrindo segredos que mudarão sua vida e a amizade de ambos.
Direção: Barry Sonnenfeld
Com a Terra sendo ameaçada pela presença de Serleena (Lara Flynn Boyle), uma Kylothian cruel e monstruosa que está disfarçada como uma modelo terráquea, o agente J (Will Smith) resolve por pedir ajuda ao seu antigo companheiro K (Tommy Lee Jones), que teve sua memória apagada e agora trabalha nos Correios sob o nome de Kevin Brown. J precisa então restaurar a memória de K, para que possam combater juntos a ameaça.
Direção: Barry Sonnenfeld
Agência secreta governamental cuida de fiscalizar os alienígenas que já vivem na Terra, sendo que alguns são vigiados em tempo integral. James Edwards (Will Smith), um novato na organização, em parceria de K (Tommy Lee Jones), um veterano agente, tenta impedir um terrorista intergalático, que planeja assassinar dois representantes de galáxias opostas e destruir o planeta Terra.
Dirigido por Sam Raimi
Peter Parker (Tobey Maguire) é um jovem estudioso que vive com seus tios, Ben (Cliff Robertson) e May (Rosemary Harris), desde que seus pais faleceram. Inteligente e com um grande interesse pela ciência, Peter tem dificuldade em se relacionar com seus colegas, por ser tímido e por eles o considerarem um nerd. Até que, em uma demonstração científica, um acidente inesperado faz com que aranha modificada geneticamente pique Peter. A partir de então seu corpo é quimicamente alterado pela picada da aranha, fazendo com que Peter possa escalar paredes e tetos, emitir pelos punhos um fluido ultra-resistente semelhante à uma teia de aranha e passe a ter um "sentido de aranha", que o avisa sempre que há perigo por perto, além de superforça e visão ampliada. Inicialmente Peter pensa em usar seus novos poderes para ganhar dinheiro, adotando o nome de Homem-Aranha e se apresentando em lutas de exibição. Porém, ao permitir que um ladrão fuja por não considerar sua função capturá-lo, o fugitivo acaba assassinando seu tio Ben. A partir de então, Peter decide não mais usar seus poderes para proveito próprio e sim para enfrentar o mal, tendo como seu primeiro grande desafio enfrentar o psicótico Duende Verde (Willem Dafoe), que na verdade é o empresário Norman Osborn após ter sido exposto à um gás experimental que lhe deu uma segunda personalidade e grande força física.
Você ainda não assistiu a "Homem-Aranha 2"? O que está esperando? Hollywood finalmente parece ter dominado a técnica de fazer continuações e como em poucos outros casos ("X-Men 2", "Star Wars: O Império Contra-Ataca" e "O Senhor dos Anéis: As Duas Torres") melhorou na segunda vez, corrigiu defeitos e expandiu as qualidades.
Na verdade, a grande sacada parece ser escolher o diretor certo. No caso, Sam Raimi não é apenas experiente em filmes do gênero (ele criou a série "Evil Dead - Uma Noite Alucinante"), mas um apaixonado por histórias em quadrinhos em geral e pelo personagem em particular.
"Homem-Aranha 2" vai contra as regras do blockbuster e, no chamado "primeiro ato" _os primeiros 40 minutos_, não tem nenhuma cena de ação, a não ser uma piadinha com Peter Parker entregando pizzas. No entanto, acerta em cheio.
Por estranho que pareça, em "Homem-Aranha 2" há várias cenas que não têm outra função que a de aprofundar os personagens, acentuar características de seu caráter. Não tem medo de fazer referências diretas ao filme original, mesmo que dois anos depois ele não esteja tão fresco na memória, com aparições inesperadas e não creditadas de Cliff Robertson (tio de Parker) e Willem Dafoe (Duende Verde).
O enfoque agora é totalmente direcionado ao protagonista Peter Parker (Tobey Maguire mais uma vez confirma o acerto de sua escolha para o papel) e acentua não apenas o fato de ele ser um jovem nerd universitário, mas principalmente suas inseguranças, culpas e deficiências.
Pode-se dizer que o filme é basicamente um pequeno "Hamlet': ser ou não ser, assumir ou não, ter consciência de que existe uma escolha e que nenhuma delas trará a felicidade definitiva e sem riscos. É assunto pesado, desenvolvido até em monólogos pelo vilão Dr. Octopus/ Dr. Polvo, ou apenas Doc Ock, num roteiro do veterano Alvin Sargent (mais conhecido por filmes dito sérios como "Lua de Papel", "Julia" e Gente como a Gente", que lhe deram Oscars).
E o roteiro realiza o sonho de muito fã de quadrinhos (que espera isso também do novo "Batman"): o personagem não é apenas um super-herói banal, mas um ser humano indeciso em relação aos seus acidentais super-poderes, à sua culpa pela morte do tio e atormentado pelo seu crônico atraso. E, principalmente, o super-herói vive sua história de amor.
Peter passa o filme todo sofrendo porque não consegue se entender com Mary-Jane (Kirsten Dunst), que se tornou uma festejada estrela da Broadway. São tantos os conflitos, os problemas, a concorrência - Mary Jane fica noiva de um astronauta (e, como nada é perfeito, o ator Daniel Gillies é o pior do elenco, o que é grave porque ele potencialmente voltará como o vilão Wolf Man).
A história é construída de tal forma que é impossível não se identificar com a dupla e torcer para que eles fiquem juntos no final. Principalmente porque também não faltaram as grandes cenas de ação, que ganharam um toque de "Superman"; a melhor certamente é quando ele tenta interromper um trem descontrolado com a cumplicidade dos passageiros.
Este é outro fator fundamental do filme: não lhe falta senso de humor. Seja em piadinhas que nem todos vão pegar (como a referência aos problemas nas costas do ator Tobey, que quase o deixaram fora do filme), até inúmeras citações para os fãs, como a aparição do ator-fetiche de Raimi, Bruce Campbell, que faz o porteiro do teatro; uma rápida ponta do criador do personagem Stan Lee (é o sujeito que salva uma moça na rua, quando cai entulho nela); o astro da série "Queer as Folk", Hal Sparks, que aparece no elevador; o diretor John Landis como médico, e assim por diante.
O fato é que os US$ 45 milhões foram bem gastos nos efeitos especiais. Também funciona Alfred Molina como Dr. Octopus, novamente porque também ele é humano e tem conflitos, além de um interesse romântico, a mulher que ama e perde (a estrela da Broadway Donna Murphy).
O filme funciona, é empolgante, divertido, emocionante. Esperamos ansiosamente pelo terceiro, sem mexer no time.
Uma má noticia para os fãs: o terceiro episódio é o pior. Nada desastroso, mas tem menos ação, excesso de personagens e resulta cansativo e difícil de seguir. Dá mesmo chance para a gente ficar duvidando do acerto da escolha de Tobey Maguire, que se torna infantil e tolo demais quando tem que fazer o personagem como nerd. E não convence nada quando passa por bad boy (uma cena em que tem que dançar é calamitosa, a pior do filme). Também Kirsten Dunst demonstra suas limitações: sempre com a mesma expressão, sem nuances. Sem vida. O problema básico é simples: há excesso de vilões e não dá tempo para desenvolver e resolver todas as tramas. Estranhamente Raimi optou por começar o filme com um número musical com Mary Jane (agora que me toquei que o nome dela lembra Marijuana/Maconha) estreando na Broadway com voz muito fraca, interpretando a bela "They Say That Falling in Love it's Wonderful", de Irving Berlin (haverá outras canções famosas durante o filme, uma novidade). Depois leva quase 20 minutos expondo a trama e os personagens, até finalmente ter alguma ação. Temos as seguintes tramas para resolver: 1) Eddie Brock é um fotografo mau caráter que deseja o emprego de Peter e acaba se tornando o vilão Venom. Topher Grace, da série "The 70's Show", o interpreta. 2) Peter descobre que o assassino de seu tio é outra pessoa e que ele fugiu da prisão. Seria até um sujeito razoável, confuso e preocupado com a filha, mas tem o azar de ser vítima de algum tipo de radiação e se torna o poderoso Homem de Areia. Thomas Haden Church, de "Sideways", é o ator. 3) James Franco, que por momentos fica parecendo James Dean, retorna para se vingar de Peter achando que foi ele quem matou o pai, o Goblin. Perde a memória, mas a retoma para continuar enfrentando o super-ocupado herói. 4) Finalmente vem num meteorito do espaço uma substância negra que faz despertar o lado negro das pessoas. Em certo momento toma conta de Peter, que acaba virando um sujeito obcecado pela vingança. Essa gosma em outro momento também tomará uma forma. Ou seja, é história demais, não dando tempo para grandes cenas de ação. E, quando elas acontecem, ficam com jeitão de videogame. Há ainda uma garota loira bom caráter (a talentosa Bryce, filha de Ron Howard) que o Homem-Aranha salva de um desastre (é a cena mais elaborada do filme, já que o final é redundante). Tudo serve para perder o foco e tornar o filme um pouco difuso.
Se "Batman Eternamente" mostrou a nova cara que Joel Schumacher queria dar ao herói, em "Batman & Robin" o cineasta exagerou na carnavalização do personagem.
Desastre total, o filme repete e exagera todas as características do anterior, o que era exatamente a intenção do diretor.
Os cenários são um festival de cores e luzes. George Clooney assume o capuz de Batman, mas parece desconfortável o tempo todo. Chris O'Donnell pouco convence novamente e Alicia Silverstone coroa o bando, interpretando uma Batgirl mais "patricinha de Beverly Hills" do que exatamente uma combatente do crime - chutar, correr e pular de salto alto sem borrar a maquiagem ou desarrumar o cabelo como ela faz é exigir demais da boa vontade de quem assiste.
Completando o filme de forma coerente, Arnold Schwarzenegger e Uma Thurman apresentam interpretações canastronas, quase circenses, dos vilões Mr. Freeze e Hera Venenosa numa trama rasa, repleta de piadinhas infames - ainda que, justiça seja feita, Thurman consegue conferir certa personalidade cativante à bandida.
Apesar do sucesso dos filmes de Batman produzidos por Burton, a Warner decidiu tomar novos rumos e entregar a série para Joel Schumacher. Saiu de cena a abordagem sombria e sóbria das histórias em quadrinhos para entrar um estilo colorido, carnavalesco e cômico, lembrando muito o seriado dos anos 60 estrelado por Adam West.
Val Kilmer encarna o Homem Morcego, que agora ganha o apoio de Robin, interpretado por Chris O'Donnell - ambos com atuações inexpressivas para personagens de grande potencial. Jim Carrey e Tommy Lee Jones fazem a dupla de vilões Charada e Duas-Caras, respectivamente, mas não passam de talento desperdiçado. A abordagem festiva de Schumacher torna-os personagens caricatos, sem origem ou motivos plausíveis para serem malvados.
Da mesma forma, Nicole Kidman faz par romântico com Kilmer, mas em papel tão fraco que o tempo todo parece estar no filme errado - no fim, serve apenas para adoçar a tela com um charme irresistível.
Cenários colossais, um Batmóvel cheio de luz neon, uma arma que é um liquidificador e outras excentricidades mostram alto valor de produção, mas pouco interesse em criar uma história inteligente, como nos filmes de Burton.
DIREÇÃO: Tim Burton
Ainda que o primeiro "Batman" tenha sido imenso sucesso de crítica e bilheterias quando saiu no fim dos anos 80, é mais um show de efeitos especiais e figurino, pontuado pelo brilho de Jack Nicholson, do que exatamente uma boa história do herói da DC Comics.
Contudo, o sucesso da primeira empreitada deu chance para que Tim Burton produzisse uma excelente continuação em "Batman - O Retorno". Melhor em todos os sentidos, o filme transparece o diretor mais confiante, ousado e criativo - o que já se percebe na sequência inicial, um Natal frio e cheio de neve, temas que ele tanto explora e acabam servindo de cenário para a Gotham City neste longa-metragem.
Michael Keaton também se mostra mais à vontade com o manto do Cavaleiro das Trevas e se beneficia de um elenco de apoio escolhido com cuidado. Danny DeVito encarna o vilão Pinguim de forma medonha e poderosa, de maneira como só poderia mesmo ter sido concebida por Burton.
Michelle Pfeiffer, por sua vez, marca época não apenas pela beleza estonteante, mas também pela força da vilã Mulher-Gato, que rouba a cena em todas as aparições com atuações empolgantes - e o sedutor e apertado modelito de retalhos de couro, claro.
A inteligente trama ainda conta com a sempre contundente atuação de Cristopher Walken, como um maquiavélico empresário.
DIREÇÃO: Tim Burton
Em Gotham City o milionário Bruce Wayne (Michael Keaton), que quando jovem teve os pais assassinados por bandidos, resolve combater o crime como Batman, o Homem-Morcego. Mas chega o dia em que o vilão Coringa (Jack Nicholson) decide dominar a cidade e se torna um grande desafio para o super-herói.
Dirigido por Scott Waugh
Longa baseado em uma das franquias mais bem sucedidas de videogame de todos os tempos. A história é centrada em um piloto de corridas ilegais, Tobey Marshall (Paul) dono de uma garagem que modifica carros caros, que é injustamente condenado pela morte de seu melhor amigo. Dois anos depois, enfim, libertado da prisão, ele procura vingança por quem o incriminou, se relaciona com Julia Maddon (Imogen Poots).
Dirigido por Zack Snyder
Pipoca da melhor qualidade, me diverti bastante durante 2 horas assistindo a esse primeiro encontro dos super heróis da Liga da Justiça. O elenco foi escolhido a dedo, todos incríveis em seus papéis. Gal Gadot liderando esse time masculino com muita garra, sua Mulher Maravilha é Poder do início ao fim. Ben Affleck e Henry Cavill emprestando canastrice deliciosa ao Batman e Super man, Jason Mamoa arrebentando como Aquaman, Ray Fisher mandando ver como Cyborg e por fim, um Ezra Miller arrepiando e se divertindo muito com seu The Flash. Ele é o contraponto ao Spider man de Tom Holland em "Os Vingadores", emprestando juventude e alegria ao filme. O roteiro é aquele mesmo de sempre, povo salvando o mundo dos malvados, no caso, o Lobo do estepe e seu esquadrão de morcegos que se alimentam do medo. Time vencedor, com um elenco de apoio mega de luxo: Amy Adams, J K Simmons, Diane Lane e Jeremy Irons. Após o filme tem duas cenas finais heim!
Direção: Martin Walz, baseado uma história em quadrinhos criada pelo cartunista Ralf König
Após perder um dos testículos para a terrível camisinha assassina, o detetive Luigi Mackeroni (Udo Samel) tenta aniquilar a ameaça de latex produzida por um grupo de desequilibrados, a fim de acabar com os tarados de Nova Iorque.
Dirigido por James Bobin
Em Dora e a Cidade Perdida, ambientado na floresta peruana, o filme narra as aventuras de Dora (Isabella Merced) junto de seu macaco Botas, seu primo Diego de 7 anos e amigos imaginários Mochila e Mapa enquanto frustram a Raposa, que é um ladrão. Um dia, Diego e sua família partem para Los Angeles enquanto Dora e seus pais continuam procurando a cidade inca de ouro escondida, Parapata. Dez anos depois, os pais de Dora conseguem decifrar o mapa que pode levar ao local da cidade de ouro, mas preferem mandar a filha para a mesma escola de Diego, em Los Angeles, afim dela ter uma vida normal e sem perigos. Alguns dias depois, os tios de Dora falam que seus pais desapareceram e que mercenários também estão tentando achar a cidade perdida de Parapata. Preocupada com os pais, Dora decide investigar sozinha o caso para achar os pais, mas Diego vai junto com ela. Mas a viagem é longa e extremamente perigosa, Dora e seus amigos terão que passar por inúmeros obstáculos.
Dirigido pelo cineasta de "Dias de treinamento", "Marcados pela morte" e "Coração de ferro", todos bons filmes, David Ayer recebeu a incumbência de escrever e dirigir um filme da Dc Comics com os personagens mais politicamente incorretos que existem. A expectativa sobre os anti-herói vilões do "Esquadrão suicida" era muita, principalmente entre a galera nerd. No entanto, assim que foi lançado, o filme foi massacrado pela crítica mundial. Eu saí do dia da estreia com a sala lotada e o que vi na sessão do cinema foi o público aplaudindo ensandencidamemte. Não me guio pela crítica, e achei interessante a reação da plateia, que pelo visto, aprovou a adaptação. Não sou aficcionado por quadrinhos e nunca havia sequer ouvido falar do "Esquadrão". O que achei? Achei o filme ok, assim como tantos filmes ok de super heróis, que servem como passatempo e encher nossos ouvidos de barulhos de explosões e afins. O roteiro tem problemas, o vilão não mete medo em ninguém e mais grave: são apresentados personagens demais na história e pouco tempo para desenvolver tanto sub-plot. Quanto aos personagens, obviamente o destaque vai para o casal Coringa e Arlequina (Jared Leto e Margot Robbie). Will Smith, como o Pistoleiro até tenta, mas não consegue chamar os holofotes para si. É um filme sem alma: a gente assiste, assiste e no final não fica quase nada. Minto: fica a brilhante presença de Viola Davis em cena.
Diretor: David Leitch. ELENCO: Joey King, Brad Pitt, David Leitch, Bad Bunny, Aaron Taylor-Johnson, Karen Fukuhara, Brian Tyree Henry, Logan Lerman, Michael Shannon, Zazie Beetz, Sandra Bullock, Hiroyuki Sanada
Adaptado da novela japonesa escrita por Kotaro Isaka, "Trem bala", dirigida pelo mesmo realizador de "Deadpool 2" e "Atômica" sofreu críticas pelo que a mídia e público considerou ser um "whitewashing": os personagens originais são todos asiáticos, e no filme, mesmo ambientado em Tokyo, apenas 2 protagonistas são japoneses, os outros são todas estrelas ocidentais. Mas ainda assim com toda essa polêmica, "Trem bala" é um filmaço mega divertido, repleto de adrenalina e que mais parece um desenho animado do Pernalonga, repleto de cenas hiper mega violentas e nada indicado para menores.
Dirigido por Angel Manuel Soto
Besouro Azul, baseado nos quadrinhos da DC, segue o jovem mexicano Jaime Reyes (Xolo Maridueña) que, recém-formado, volta para casa cheio de aspirações para o futuro. Em meio a uma busca por seu propósito no mundo - e um emprego - o destino o surpreende ao colocar em seu caminho uma antiga relíquia de biotecnologia alienígena, conhecida como Escaravelho. O besouro alienígena azul escolhe Jaime para ser seu hospedeiro simbiótico - o que lhe dá uma armadura superpoderosa e lhe garante poderes. O problema é que o item é de grande interesse da empresária Victoria Kord (Susan Sarandon), que une forças ao vilão Carapax (Raoul Max Trujillo) para recuperá-lo. Nessa confusão toda, Jaime só poderá contar com a ajuda da própria família e da jovem Jenny Kord (Bruna Marquezine). E agora, o jovem deverá enfrentar desafios imprevisíveis, tendo sua vida transformada para sempre, ao se tornar o Super-Herói Besouro Azul.
Direção: S.J. Clarkson
Madame Teia mostra a história de origem da personagem-título, interpretada por Dakota Johnson. Na trama, Cassandra Webb leva uma vida comum trabalhando como paramédica em Manhattan - até que, um dia, ela descobre que possui a habilidade de prever o futuro. Uma de suas visões acaba levando Cassandra até as jovens Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor). Não demora até que as quatro entendam que, juntas, estão destinadas a algo muito poderoso.
Dirigido pelo ex-diretor de fotografia Barry Sonnenfeld em sua estreia como diretor de cinema
Os Addams, uma família macabra, correm o risco de perder seu tesouro de moedas de ouro, pois Tully Alford (Dan Hedaya), um advogado desonesto de quem os Addams são clientes, está em sérias dificuldades financeiras. Como os credores de Alford, Abigail Craven (Elizabeth Wilson) e o filho Gordon (Christopher Lloyd) estão dispostos a fazer qualquer coisa para receber o dinheiro, o advogado tem uma idéia ao notar que Gordon é muito parecido com Fester, o irmão perdido de Gomez Addams (Raul Julia). Assim, Gordon finge ser Fester para tentar encontrar a fortuna de Gomez, Mortícia (Anjelica Huston), Vandinha (Christina Ricci) e Pugsley Addams (Jimmy Workmen). Mas o plano não é tão simples como parece, pois os Addams são uma família bastante peculiar.
Dirigido por Barry Sonnenfeld
Segundo e último filme da série para cinema (que não prosseguiu também porque o porto-riquenho Julia morreu em 1994). Com todo o elenco de volta (só Carol Kane assumiu e melhorou o papel da avó, que era de Judith Malina), o filme tem mais história, é mais fluente e talvez mais engraçado.
De qualquer forma, não decepciona. A ótima Joan Cusack faz a vilã caçadora de ouro que invade a família (na época, outro filme baseado em seriado de TV, "A Família Buscapé", tinha um enredo parecido). Em 1998, houve uma continuação feita diretamente para vídeo, "O Retorno da Família Addams/ Addams Family Reunion", com Daryl Hannah e Tim Curry.
Diretor: Duncan Jones
A região de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.
Dirigido por Francis Lawrence
John Constantine (Keanu Reeves) é um experiente ocultista e exorcista, que literalmente chegou ao inferno. Juntamente com Angela Dodson (Rachel Weisz), uma policial cética, ele investiga o misterioso assassinato da irmã gêmea dela, Isabel. As investigações levam a dupla a um mundo sombrio, em que precisam lidar com demônios e anjos malvados.
Adaptação da parceria Sony e Marvel para um personagem obscuro e pouco conhecido, Morbius traz muitos elementos semelhantes a Venom e à história de Dr Jekyll e Hyde, O filme foi o mais criticado de todos os projetos da Marvel, com críticas ao roteiro raso e ao trabalho de Jared Leto.
Assistindo ao filme, não o vejo tão ruim como dizem. É um pipoca super assistível, e mesmo previsível, tem momentos bem interessantes, com uma pitada de elementos de filme de terror e ficção científica, que o diretor chileno sueco Daniel Espinoza já havia trazido para 'Vida", uma ficção científica chupada de Älien, o 8o passageiro" e que muitos acreditavam ser um prequel de "Venom".
O doutor Michael Morbius (Jared Leto) nasceu com uma doença congênita no sangue, o que lhe provocou uma espécie de paralisia no corpo desde criança. Isolado do mundo, ele conheceu Vovo, a quem Michael apelidou de Milo, mais tarde na fase adulta interpretado por Matt Smith. Quando crianças, os dois se tornam grandes amigos e Michael promete achar uma cura para a doença de ambos. Os anos se passam e Dr Michael vai para Costa Rica em busca da cura com morcegos vampiros, que ele leva para Manhattan e acabam fazendo com que ele se transforme num monstro sedento de sangue. Mas quando Milo descobre o segredo de Michael, toma do mesmo remédio mas se transforma em um morcego do mal.
O filme cumpre seu papel de passatempo, nada mais do que isso, e o que provocou a ira dos críticos foi a obviedade da história, e o pouco desenvolvimento de personagens secundários, como a namorada de Michael, a médica Martine, e um médico interpretado por Jared Harris.
Adaptação cinematográfica dos famosos quadrinhos franco-belgas, criado por Pierre Christin, "Valérian e Laureline", e publicado a partir de 1967. O estilo narrativo e os desenhos criados por Jean-Claude Mézières influenciaram vários filmes de ficção científica, entre eles, "Guerra nas estrelas" e " O quinto elemento", do próprio Besson. O filme se tornou o maior orçamento para um filme francês de todos os tempos, chegando a quase 200 milhões de euros, Para ampliar a exibição no mundo todo, Besson escalou atores de língua inglesa e até um chinês famoso, Kris Wu, para facilitar a entrada na China. Para quem assistiu a "O quinto elemento", o filme tem bastante dos exageros visuais do filme. "Valerian" parece uma grande viagem de ácido, tal o seu colorido e situações bizarras, que somente uma mente criativa totalmente livre de amarras poderia criar. A historia é bem minuciosa: Valerian e Laureline (Dane DeHaan, de "A cura", e Cara Delevingne, de "Cidade de papel") são agentes temporais que trabalham para o Governo e assim, preservam a paz no Universo. Eles podem viajar no tempo em qualquer circunstância. Ambos são acionados para resolver uma questão: precisam recuperar um aparelho chamado "Conversor". Com isso, os 2 heróis se deparam com a obscura historia de um planeta e uma civilização que desapareceram há cerca de 30 anos atrás, um povo chamado "Pearls". Vão descobrir também que alguém do Governo está por trás de uma conspiração que pode botar o mundo em risco. O filme é repleto de efeitos visuais, e talvez o mais impressionante deles envolva o personagem da cantora Rihanna, "Bubble". As cenas dela são as melhores no filme, que envolve também o ator Ethan Hawke, no papel de um cafetão. Impossível não se lembrar de "Star Wars" assistindo ao filme: Hans Solo, Millenium Falcon, os alienígenas, Jabba The Hut, etc. A trilha sonora ficou por conta do Mestre Alexandre Desplat, e a fotografia, do parceiro habitual de Besson, Thierry Arbogast. O filme é bem longo, quase 140 minutos, e eu diria que poderiam ter cortado pelo menos meia hora do filme. Mas vale ser visto, apesar de tudo aparentar ter sido feito para crianças e não para adultos.
Todo mundo associa o Cineasta Todd Philips à franquia de humor “Se beber não case”, mas esqueceram que ele também dirigiu filmes de ação: “Cães de guerra” e “Starksy e Hutch”, que enveredaram pelo gênero de ação através do humor negro. O que foi frutífero mesmo da franquia protagonizada por Bradley Cooper, é que o mesmo produziu o filme junto de Todd Philips, que também é co-roteirista. Sim, Scorsese respira no filme inteiro através de referências a vários de seus filmes e da própria presença de Robert de Niro. Mas também podemos ver flashes de “V, de Vingança” e “Psicopata americano”. E se tem um grande acerto em “Coringa”, foi de ter sido realizado como um filme realista, sem aquelas cenas de fantasia com naves voadoras, Batmóvel, cidade futurista nem nada. É um drama e também um filme de terror sobre a gênese de um assassino, já mostrado em filmes clássicos e obscuros como “Henry, retrato de um serial Killer”. E se o Amor transforma, aqui no filme ele é simbolizado através do amor de Arthur (Joaquim Phoenix) pela sua mãe doente e pela vizinha. Para quem for buscar em “Coringa” uma continuação de filmes de ação da Marvel e da Liga da Justiça da Dc Comics, vai se frustrar bastante. E realista! E Joaquin Phoenix traz a performance mais arrebatadora de muito tempo, e conseguindo a proeza de se distanciar de outras interpretações de Coringa já eternizadas por Jack Nicholson, Heath Ledger e Jared Leto. Seu trabalho de corpo, respiração, olhares, tempos de observação, tudo elaborado de forma espetacular! O filme é uma aula de direção, fotografia, direção de atores e de construção de personagens. A violência transborda como um ato de desespero. E essa mesma violência alardeada por tantos detratores do filme que faz o filme pulsar numa alegoria sobre o mundo em que vivemos. Coringa é um vilão que tentou ser um ser humano do bem, mas a Vida o arrastou para o lado negro da Força. Foi assim com Darth Vader é assim será e foi com muitos personagens clássicos do cinema. Relaxem e testemunhem um filme brilhante que nos faz acreditar que o Cinema é um passatempo poderoso.
Dirigido por Joe Russo e Anthony Russo
Bom, todo mundo sabe que esse filme terá continuação em 2019. e tá todo mundo torcendo para não morrer até lá. Eu mesmo fiquei com preguiça de fazer comentários sobre o filme, que claro, é pipoca da melhor qualidade. 3 considerações apenas: - Caralho, só imagino o orçamento relacionado ao Elenco desse filme! Gente pra caceta!!!! Até mesmo galera que só aparece em uma única cena, tipo Samuel L. Jackson, Willian Hurt, Gwyneth Paltrow... - Duvido que quem morreu no filme, tenha morrido mesmo! Marvel é máquina de dinheiro!!! Povo inventa de ressuscitar tudo depois. - O que seriam desses filmes de heróis sem essa relação familiar repleta de traições???
Dirigido por Zack Snyder
Contra todas as críticas negativas que li sobre o filme, vou aqui defendê-lo. Apesar de eu achar que Henry Cavill não é o ator certo pro filme, e que o filme é longo demais (mania desse povo fazer filme longo), vejo muitos pontos positivos. Zack Snyder, assim como em "Watchmen", traz uma carga realista de dilemas morais e conflitos homem/super herói que faz toda a diferença na dramaturgia da história. Obviamente, que com a grife de Cristopher Nolan na Produçào, isso deve ter pesado bastante no produto final. A fotografia extraordinária de Amir Mikli, traz uma dualidade interessante ao filme: ao mesmo tempo que estamos vendo um filme fantástico de super herói, com naves espaciais, explosões, seres extraterrestres e batalhas galáticas, nos também vemos um drama realista, de tinta autoral, belamente filmado e bastante emocionante. A história de Clark e seus pais adotivos já daria um filme excepcional, da forma como foi filmado. Câmera na mão, estética de filme europeu. Uma maravilha de se assistir. Assim como Kenneth Branagh em "Thor", que conferiu a um brucutu o papel principal, e se cercou de excelentes atores para darem estofo e credibilidade ao filme (Natalie Portman, Stelan Skaagard), em "Man of steel" Snyder faz o mesmo. Diante da falta de talento e carisma de Cavill, de inegável biotipo perfeito pro personagem, nós temos Amy Adams, Lawrence Fishburne, Diane Lane, Kevin Costner, Russel Crowe e Michael Shannon. Todos ótimos (gente, daonde foi que acharam Shannon e Adams deslocados no filme???). O início do filme me assustou um pouco, com efeitos pouco convincentes e uma cara de estar assistindo "Avatar", com Crowe cavalgando um dragão. Mas essa é a parte fraca da história. Na sequência, já na terra, o filme ganha contornos dramáticos que achei interessantes e emocionantes. A infância conturbada, a adolescência sobre a sombra do bullying e o dilema de não poder assumir a sua verdadeira identidade. Kevin Costner protagoniza uma cena antológica, uma obra-prima: a cena do ciclone. Que cena do caralho. Emocionante mesmo!!! Obviamente que o conflito pais biológicos/pais adotivos remete qualquer espectador a "Spider man". DIane Lane também tem seu momento emoção, e a maquiagem de envelhecimento dela está ótima, coisa rara em Hollywood. O desfecho também achei do caralho, que venha o próximo!!!!!
Dirigido por Zack Snyder
Continuação direta de "O homem de aço", do mesmo Cineasta Zack Snyder, "Batman vs Superman" vai ficar mais conhecido por ser o filme que escalou Ben Affleck como Batman e por introduzir a personagem da Mulher Maravilha em uma trama. Aliás, a Mulher Maravilha recebeu super-poderes e veio super recauchutada, cheia de disposição para lutar. A trama é bem confusa e quem não prestar atenção vai boiar bastante. Basicamente, Batman e Superman se estranham, depois do incidente com Superman que dá início ao filme: sua luta com Zork, o General de Krypton do filme anterior. Lex Luthor sequestra Martha, mãe de Superman, e exige que o homem de aço lhe entregue a cabeça de Batman como resgate. Para ajudar essa galera, surge a figura da Mulher Maravilha. Confesso que achei o filme longo, mais de 160 minutos. Fora isso, fui ver o filme tendo esquecido totalmente o filme anterior, e daí fiquei meio que boiando. O que me ganhou em definitivo e me fez ficar até o final, é a direção estilizada de Snyder, com planos belíssimos, e o elenco mega star, que inclui Amy Adams, Jeremy irons (Alfred, dando saudades de Michael Caine), Holly Hunter (pouco aproveitada) e Jesse Eisemberg, no papel de Lex Luthor. Ben Affleck e Henry Cavil contribuem com a beleza, mas o talento fica ofuscado pelas máscaras e capas.
Batman (Christian Bale) está ausente por 8 anos de Gothan. A cidade está tranquila. Porém, um novo vilão surge a obrigar Batman a sair de seu período de reclusão. Bruce Wayne retorna o contato com os seus fiéis escudeiros, entre eles, Lucius (Morgan Freeman), mas Alfred (Michael Caine), temeroso por Wayne, se rebela e vai embora. Surge em cena a vilã Mulher-gato (Anne Hathaway) e Bane (Tom Hardy), um poderoso fugitivo de uma prisão que resolve tomar conta da cidade. Pra isso, vários personagens se unem para livrar a cidade dos vilões: entre eles, Gordon (Gary Oldman), um policial vivido por Joseph Gordon Lewitt. Super mega-producão que tem um desfecho mais empolgante vistos no cinema. A direcão de Cristopher Nolan é impressionante, criando cenas de acão impactantes, e tirando o melhor proveito de seus atores, sensacionais em suas composicões. O filme é muito longo (uma reclamacão de boa parte da platéia), 2:45 hrs, e sim, tem vários momentos de "barriga" no filme, principalmente na primeira parte do filme. Outro problema é o excesso de personagns que surgem. A gente fica confuso até entender a relacão entre eles. O roteiro, mesmo com excessos, tem uma virada muito boa, com a revelacão de 2 personagens e suas reais intencões. As cenas de acão são foda, muito fodas, ainda mais no terço final, quando realmente o filme se entrega para os efeitos e perseguicões. No mais tudo já foi dito sobre o filme. Espero que o gancho final do filme se revele num próximo projeto com o novo personagem que surge, seria bom pra caramba! E a cena final, que se passa em Florenca, é muito emocionante. Um filme adulto, que ao contrário de "Amazing spider man", não faz consessões a piadas e auto-paródias.
DRIVEGOOGLE / MEDIAFIRE / DRIVEGOOGLE
Esta é provavelmente a melhor adaptação de quadrinhos para o cinema, uma continuação ainda superior ao "Batman Begins", que já era bom, reunindo a mesma equipe, incluindo o diretor e o ator Christian Bale (há até mesmo uma rápida aparição do vilão do filme anterior). O filme traz uma esplêndida interpretação de Heath Ledger como o novo Coringa, que está melhor e diferente daquele criado por Jack Nicholson, no "Batman" original.
O ator australiano morto em 22 de janeiro de 2008, em conseqüência de overdose de medicamentos, teria ficado perturbado com a profundidade em que teria mergulhado em um personagem dark e perverso como este Coringa, que é um anárquico, um profeta do caos, daqueles que gostam de ver o circo pegar fogo.
O fato é que o ator realmente fez todas as opções corretas, sem nunca cair em exageros ou caretas, com uma maquiagem borrada (desenvolvida por ele mesmo), criando um tom de voz soturna e mergulhando até o fim na auto-destruição. Fala-se numa possível indicação ao Oscar para ele e até um premio póstumo. Muito possível e até merecido, mas sem dúvida carregado de ironia e tragédia.
Heath é o ponto alto de um filme de poucas falhas. Seu maior problema nem chega a ser o fato de ser longo, difícil e pesado. A única coisa que não convence, ao que parece porque o roteiro não desenvolveu as cenas para isso, é a mudança brusca de comportamento do promotor honesto e idealista feito por Aaron Eckhart, que, apesar de ter sofrido perdas, não deveria mudar tanto de lado e atitude (o efeito especial no caso é convincente, sem entrar mais em detalhes).
Também perde bastante o filme com a mudança de atriz, já que não temos mais Katie Holmes como Rachel (o que não é explicado) mas em seu lugar a esquisita Maggie Gyllenhaal (mais convincente como comediante e amiga da heroína do que como mocinha). Mas o importante é que isso não afeta o resultado total, que finalmente faz justiça à figura de Batman, conforme a revisão de Frank Miller. Ou seja, não é um super herói, não tem super poderes: é um homem comum (e por isso aparece cheio de marcas e cicatrizes, além de ferimentos) que usa sua fortuna e o que há de mais novo em tecnologia para enfrentar os bandidos que infestam Gotham City (não Nova York aqui, mas Chicago!).
Os bandidos são mafiosos que, ao terem seu dinheiro roubado, contratam o Coringa para matar Batman e livrá-los dos poucos policiais honestos da cidade, liderados pelo Tenente Gordon (Gary Oldman, na interpretação mais discreta de sua carreira, e nem por isso menos eficiente) e o promotor Harvey Dent (Aaron). O filme começa com uma seqüência muito forte de assalto a banco e depois não deixa o ritmo cair.
O diretor Nolan optou por rodar as quatro seqüências de ação e outras tantas pelo sistema de tela gigante IMAX (o que lhe da maior qualidade) e o resultado é impecável. Bale apropriou-se finalmente do personagem de Batman e utiliza não apenas o batmóvel mas também uma inovadora motocicleta. O filme é repleto de perseguições, trombadas e lutas, muitas delas feitas da maneira tradicional. Mas o importante é o clima sombrio, soturno, até mesmo trágico da história, muito diferente, até mesmo oposto daquele criado por Tim Burton e depois exagerado por Joel Schumacher, na quadrilogia original. É outro tipo de filme, menos heróico, menos idealizado, mas muito rico em sugestões e temas. Foi fenomenal sucesso de bilheteria e sem duvida é o melhor Batman.
Dirigido por Christopher Nolan
Marcado pelo assassinato de seus pais quando ainda era criança, o milionário Bruce Wayne (Christian Bale) decide viajar pelo mundo em busca de encontrar meios que lhe permitam combater a injustiça e provocar medo em seus adversários. Após retornar a Gotham City, sua cidade-natal, ele idealiza seu alter-ego: Batman, um justiceiro mascarado que usa força, inteligência e um arsenal tecnológico para combater o crime.
ASSISTA ON LINE / MEDIAFIRE / DRIVEGOOGLE
Em 2003, a cineasta Patty Jenkins realizou um filme que mudou a carreira de Charlize Theron: "Monster, instinto assassino". Agora, ela realiza um mega blockbuster, considerado pelos críticos o melhor filme da Dc Comics desde a trilogia de "Batman", de Christopher Nolan. Esse filme, com longuíssimos 144 minutos, narra a origem de Diana (Gal Gadot), desde quando ela cresceu e foi treinada na Ilha das Amazonas, o seu encontro com o Tenente Steve Trevor (Chris Pine) e a posterior saída da Ilha, para seguir até Londres e lutar contra Ares, o Deus da Guerra, em plena 1ª Guerra Mundial. Basicamente a história é essa. Claro, existem um número enorme de personagens coadjuvantes, interpretados por excelentes atores ingleses e americanos, como David Thewlis, Robin Wright, a espanhola Elena Anaya (de "A pele que habito"), Ewen Bremner (de "Transpotting), e a excelente Lucy Davis, no papel da divertida secretária Etta. De fato é um filme a que se assiste com prazer, com boas cenas de ação, melodrama, romance, humor e um desfecho emocionante. O problema é que a primeira parte do filme tem um ritmo bem lento e pouca cena de ação acontece. O que segura o interesse do filme é a presença magnética de Gal Gadot, no papel principal, e sua bela química com Chris Pine.
MEDIAFIRE 01 - 02 - 03 - 04 Senha para descompactar: bygrc
Dirigido por Simon West
Lara Croft (Angelina Jolie) é filha de um célebre arqueólogo que desapareceu em 15 de maio de 1985. Lara foi criada na aristocracia britânica e um dia ouve o som de um relógio na sua mansão em um compartimento secreto. Este relógio é a chave para se encontrar os dois pedaços do Triângulo da Luz. Se estes dois pedaços se unirem na hora do realinhamento, dará ao seu dono poder para controlar ou destruir o planeta. Manfred Powell é o principal interessado, assim Lara decide enfrentar esta sociedade secreta.
MEDIAFIRE 01 - 02 - 03 - 04 - 05 Senha para descompactar: bygrc
DIREÇÃO: Jan de Bont
No filme, a arqueóloga e aventureira descobre num templo submerso, em meio a tubarões, uma misteriosa esfera que contém um mapa para a Caixa de Pandora. Porém, ao perder o globo para Chen Lo (Simon Yam), o líder de um grupo da máfia chinesa, Lara precisa impedir que o criminoso negocie o artefato com um terrorista chamado Jonathan Reiss (Ciarán Hinds). Com a esfera em mãos, o inescrupuloso vilão pretende se apoderar da mítica Caixa - que contém todos os males da humanidade - e vendê-la como a arma do Juízo Final. Para tentar deter tudo isso, a heroína terá a ajuda de um antigo namorado, o ex-militar britânico Terry Sheridan (Gerard Butler).
Diretor: Roar Uthaug
O cineasta norueguês, responsável pelos sucessos "Cold prey" e "A onda", ficou com a difícil missão de resgatar a protagonista do vídeo game Lara Croft, já levado às telas por Angelina Jolie. Protagonizado pela ótima atriz sueca Alicia Vikander, o filme, como qualquer adaptação de games para o Cinema, tem no seu roteiro o ponto mais fraco. evidentemente baseado em "Caçadores da arca perdida", o filme recupera o tom de filmes de ação e aventura escapista: a heroína leva saraivada de tiros e não é atingida; ela consegue escapar de uma queda na cachoeira de forma espetacular; ela leva porrada, facada, etc, e nunca se abala. Para quem quer se divertir em um pipoca sem pensar, esse filme pode divertir. Mas quem for ficar questionando tudo o tempo todo melhor ficar bem longe da sala de cinema. Por ex: como é que determinado personagem conseguiu sobreviver... enfim, deixa para lá. O filme antecipa os eventos do filme com Angelina Jolie: mostra Lara trabalhando de entregadora de comida, se sustentando de forma miserável em Londres. Ela é filha de um milionário misto de arqueólogo, que desapareceu. Se recusando a aceitar a fortuna da família, ela acaba indo em uma pista para descobrir o paradeiro do pai, que talvez esteja em uma ilha misteriosa no Japão. Confesso que me diverti, mas o filme não se propõe a nada além disso.
Direção: Jon Favreau
Tony Stark (Robert Downey Jr.) é um industrial bilionário, que também é um brilhante inventor. Ao ser sequestrado ele é obrigado por terroristas a construir uma arma devastadora mas, ao invés disto, constrói uma armadura de alta tecnologia que permite que fuja de seu cativeiro. A partir de então ele passa a usá-la para combater o crime, sob o alter-ego do Homem de Ferro.
A sequência do bemsucedido Homem de Ferro pode ter desapontado alguns, mas no geral ela é bem decente, contendo tudo o que se pode esperar de um filme comercial de ação. Agora, todo mundo sabe que o empresário Tony Stark (Robert Downey Jr.) é o Homem de Ferro. O governo norteamericano faz uma enorme pressão para que ele entregue o segredo de sua imbatível armadura. Mas Stark se recusa, dizendo que a solução é “privatizar” o combate ao crime. O problema é que ele não conta com a aparição de um poderoso inimigo. Ivan Danko (Mickey Rourke) é um cientista russo renegado, cujo pai teria sido prejudicado pelo pai de Stark. O vilão, transmutado no poderoso Whiplash, coloca em xeque o poderio do Homem de Ferro. Jon Favreau novamente dirige com ritmo vertiginoso.
Dirigido por Shane Black
Finalmente, um filme da franquia que eu gostei. Digo, gostei como pipocão, me entreter por mais de 2 horas. Apesar de ficar o tempo todo achando que o filme tinha furos de roteiro. Mas não quis ser chato durante a sessão e abstrai tudo, em nome do cinemão americano, e daí tiro a conclusão: a gente fica tão preocupado com detalhes de roteiro, e daí percebe que os roteiristas americanos estão cagando pra verossimilhanças. So, enjoy it! O filme, como deve ser, tem muitas cenas de ação, personagens espertos, aquele humor tão típico de Tony Stark interpretado por Robert Downey Jr... e ainda faz referência a um filme cult de ficção cientifica, "O exterminador do futuro". Quem for ver o filme vai entender essa homenagem em determinada cena. O filme tem ótimas cenas, como a do ataque à casa de Tony Stark,. A cena final, após créditos, pela 1ª vez, se revela uma comédia, contrariando todos os outros que mostram cenas do próximo filme. Ben Kingsley está divertidíssimo, ao contrário do critico do Globo que achou que ele pagou mico. Gwhyneth Paltrow, a mulher mais bonita do mundo segundo "A people" de 2013, está de verdade linda, seguida pela beleza de Rebecca Hall. SPOILER: Pra quem não viu ainda, não leia abaixo as questões de roteiro que super me incomodaram: 1)- O filme assume que existiu o filme "Os vingadores", pois faz referências ao ataque a NY e aos outros heróis. Não entendo então porque, numa situação catastrófica e limite, do presidente ter sido sequestrado, do terrorista ameaçar todos os Estados Unidos, do Homem de ferro só se fuder, em nenhum momento, alguém pede para chamar os outros Vingadores para socorrer? Aonde esles estão??? 2- A personagem de Rebecca Hall está muito inverossímel. Não entendo a virada da personagem, no último minuto. Só porque Tony Stark disse sobre "pessoas que perderam a alma", ela resolve mudar de time? Fraco, não? 3- A cena do menino entregando o jornal com a manchete sobre a morte de Homem de ferro para Tony Stark, assim do nada, na noite que ele foi dado como morto. Como assim, esse jornal assim do nada? Eu heim! 4- A legião de robôs iron man, que solução mais Deus-ex Machina! Parabéns roteiristas pela falta de criatividade. 5- O personagem de Don Cheadle, depois de sequestrado, foi largado solto? estranhíssimo. 6- Como Homem de ferro e Don Cheadle descobriram o paradeiro do "Mandarim", lá pro final?? 7- Nem falo sobre o desfecho de Pepper de Gwyneth Paltrow!
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Direção: Abdellatif Kechiche, baseada na novela gráfica "Le bleu est une couleur chaude", da francesa Julie Maroh
O título original é "La vie D'Adele". A atriz que interpreta Adele se chama Adèle Exarchopoulos. Batizando seu personagem, a atriz Adele vibra em cena com uma das performances mais poderosas e intensas que vi recentemente. Impressionante a sua facilidade em se emocionar, chorar, botar a emoção pra fora. Ao mesmo tempo, Léa Seydoux, que interpreta Emma, é o oposto: centrada, focada, guardando suas emoções pra si, sem externar. Mas igualmente intensa. E somente pelas duas atrizes já valia a pena assistir a esse filme vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2013. O filme narra a epopéia de uma mulher: Adele, que tem sua vida exposta pelo filme dos 17 aos 22 anos, tem uma vida normal como qualquer pós adolescente: acha a escola um saco, seus pais a sufocam, seus amigos são uma falsidade só, e tem um namorico com um bonitão da escola, mas aí ela percebe que não curte homens. E isso porquê, obra do acaso, ela conhece Emma num cruzamento de uma rua. E desde esse dia, ela não a tira de sua cabeça. Finalmente se conhecem, se amam (explicitamente, devoradas pelo tesão), moram juntas, se degladiam, sofrem. Como em qualquer relacionamento. Tudo isso é visto em 3 horas de filme, como se uma câmera escondida estivesse filmando a vida de Adele. O grande trunfo do filme, além das atrizes, são os diálogos, improvisados, realistas. A gente acredita em tudo o que está vendo na tela, mesmo porquê rola muito despojamento, tempo real, O roteiro se permite fazer elipses temporais, o que é interessante. Desde "A flor do meu segredo", de Almodovar, eu não via tanta preocupação estética com cores como nesse filme: existe uma profusão de cores azul em cada plano: no figurino, na arte, em tudo! Até mesmo na melancolia (Blue). Sim, eu senti as 3 horas, sim, eu tiraria meia hora de filme. Mas é um filmaço. O que é muito interessante no filme é a sua linguagem: Um filme quase que inteiro feito de closes… muito belo, seus sorrisos, detalhes de prazer, o espectador como voyeur. Atenção mega especial para duas cenas: a discussão e a do café. Antológicas.
Primeiro longa do efeitista visual Tim Miller, já começou com o pé direito. Na sessão de cinema que eu fui, lotada, o público em peso no final da sessão ansiava pela parte 2. Bom sinal para mais um filme de super-herói da Marvel. Toda a fórmula está ali: Stan Lee fazendo aparição, porradaria, efeito especial, vilão, mocinho. O que diferencia? Eu não sou grande conhecedor de quadrinhos, e não tinha muita referência sobre o Deadpool. Descobri que ele fala com o espectador, fala muita merda, tem humor irônico, tira sarro com todo mundo. O diretor e o roteirista tiram proveito dessa metalinguagem e acrescentam mais loucuras pro filme: citações aos nomes dos atores que estão no filme, sacanagem com Hugh Jackman, exculhambação nos créditos iniciais e finais... para quem busca uma comédia maluca com brincadeiras à la Paulo Gustavo (que tira sarro de si mesmo e do conceito de uma filmagem) e ainda, repleta de violência, sangue e tripas (o que justificou a censura 16 anos, pois as cenas de nudez são coisas de sessão da tarde, nada demais), o filme diverte. O roteiro é bem simplório, mas verdade seja dita, é o primeiro vilão que não quer acabar com o mundo. Na verdade, é o herói, Deadpool, que vai atrás dele por vingança. Por conta disso, o vilão não oferece perigo algum. Nem vou falar muito do filme pois não sou a pessoa indicada. Só digo que é um passatempo divertido, e só. Ryan Reynolds se encaixa como uma luva no personagem. Bonito, mas também divertido, com um tom de voz que combina bastante com a anarquia do personagem. A piada do orçamento para os outros X-men é antológica.
O cineasta David Leitch, como muita gente sabe, é um Coordenador de Stunts e por muito tempo dirigiu cenas de ação para Diretores renomados. Com o "De volta ao jogo", ele assumiu o posto de Diretor e mostrou ao mundo que sabe dirigir porradaria e cenas de ação como ninguém. Logo depois veio "Atomica", com Charlize Theron dando cacetada geral nos anos 80 em Berlin, e o maravilhoso plano sequencia da escada. A inevitável continuação do grande sucesso de "Deadpool" acabou gerando grande expectativa, afinal, muita gente amou o jeito desbocado do herói interpretado com muita propriedade por Ryan Reynolds, que praticamente reinventou sua carreira com o filme. Mas a fórmula se repetiu: essa parte 2 veio requentada, com os mesmos maneirismos do primeiro filme: falando pra câmera, muito palavrão, piadas sujas, e mais do que no anterior, mais violento. E por conta disso, aqui no Brasil, o filme ganhou a classificação de proibido para menores de 18 anos. Depois de ver o filme, sim, é possível entender a censura, mas como todo mundo já tá acostumado com vísceras e mutilações na tv e games, o filme poderia ter sido liberado para 14 anos. A garotada iria se divertir. O roteiro vai em cima do tema da paternidade, em vários personagens. E esse coração que bate em prol das relações familiares é que guia o filme. Um ótimo elenco, muito bem co-estrelado por Josh Brolin, e a inevitável artilharia contra o racismo e a misoginia, que vale até renomear os X-men de X-force.
Dirigido pelo cineasta negro Steven Caple Jr., de "Creed 2", e protagonizado pelo ator latino Anthony Ramos, dos musicais de sucesso "Em um bairro de Nova York" e "Hamilton", e pela atriz negra Dominique Fishback, de "Judas e o Messias negro", esse novo Transformers, continuação de "Bumblebee", vem provar 2 coisas: que veio para trazer a diversidade atrás e nas frentes das câmeras, e que essa nova franquia é mil vezes superior à franquia de Michael Bay, totalmente histérica e esquizofrênica. Outro elemento divertido são os easter eggs que o filme traz, homenageando o produtor executivo do filme, Steven Spielberg: referências a "indiana Jones" e "O parque dos dinossauros". A história é a mesma de sempre, agora ambientada em 1994: no Brooklyn, mora Noah (Ramos), seu irmão menor, que está doente, e a mãe solteira. Pobres, eles lutam para conseguir dinheiro para bancar o tratamento do pequeno kris. Do outro lado, temos Elena (Fishback), uma estagiária de um museu de história natural que encontra um estranho artefato. Juntos, os dois precisam se unir aos Autobots, e também aos Maximals, robôs em forma de animais, para lutarem contra os vilões que querem destruir a Terra. O filme é divertido e foca no drama dos personagens humanos. Os atores são ótimos, e vale assistir legendado para ouvir as vozes de Michelle Yeoh, Ron Perlman, Peter Dinklage, entre outros famosos. Dá para torcer bastante pelos personagens que são bastante carismáticos, tanto os humanos, quanto os robôs. As cenas de ação possuem ótimo CGI e não é aquele exagero interminável dos filmes de Bay.
Direção: Michael Bay
Os humanos estão em guerra com os Transformers, que precisam se esconder na medida do possível. Cade Yeager (Mark Wahlberg) é um de seus protetores, liderando um núcleo de resistência situado em um ferro-velho. É lá que conhece Izabella (Isabela Moner), uma garota de 15 anos que luta para proteger um pequeno robô defeituoso. Paralelamente, Optimus Prime viaja pelo universo rumo a Cybertron, seu planeta-natal, de forma a entender o porquê dele ter sido destruído. Só que, na Terra, Megatron se prepara para um novo retorno, mais uma vez disposto a tornar os Decepticons os novos soberanos do planeta.
Travis Knight tem apenas 2 longas em seu currículo, mas já ganhou admiração dos executivos de Hollywood: ele estreou com a premiada animação "Kubo e as cordas mágicas", onde Travis assumidamente homenageou Akira Kurosawa e Hayao Miyazaki, suas maiores referências do cinema asiático. Agora com "Bumblebee", o prequel da milionária franquia de Michael Bay, Travis Knight conseguiu uma grande façanha que Michael Bay não havia conseguido até então: fazer a melhor homenagem ao cinema de Steven Spielberg, se escorando naquilo que Spielberg já ensinou desde o seu primeiro filme: aposte na emoção e na fantasia da relação do humano com o ser diferente. Travis fez o filme que todo fã nostálgico saudoso dos anos 80 (e consequentemente, a nova geração viciada em "Stranger things") mais gosta: falar das amizades antes da era da internet e do celular. Além de Spielberg outro grande homenageado é John Hughes, famoso Cineasta único em retratar o conflito de geração e o amadurecimento do adolescente, às voltas com problemas envolvendo família, perda de ente querido (quer algo mais Spielberg do que o protagonista não ter pai???), escola, bullying e primeiro amor. E tudo graças a Deus, embalado por uma das melhores coletâneas dos anos 80, que tem tudo aquilo que a gente mais ama: The Smiths, Rick Astley, A-ha, Tears for fears, Duran Duran, e até a atriz Heilee Steinfield revisitando a época com a música "Back to life". O mais curioso é que apenas uns 15% do filme lembra os Transformers de Michael Bay, nas inevitáveis batalhas e lutas metálicas e épicas onde se destrói meio mundo. Os outros 85% é um filme de Spielberg e Hughes, onde existem referências explícitas aos filmes "Et, o extraterrestre" e "O Clube dos cinco". A história é clichê, mas bastante funcional: Charlie (Hailee Steinfeld, revelada pelos irmãos Coen em "Bravura indômita" e filha de Mark Rufallo no delicioso "Se nada mais der certo") é órfã de pai e mora com sua mãe, padrasto e irmão caçula. Melancólica e introspectiva, ela sente a perda do pai. Charlie trabalha em um quiosque e seu sonho é ter um carro. No seu caminho, ela encontra um fusca amarelo, que mais tarde ela vai descobrir ser Bumblebbe (apelido que lá dá) e que está na terra para salvar o mundo dos Decepticons. O filme investe mais no drama e na amizade da menina com o robô, tema comum de 8 entre 10 filmes de ficção científica dos aos 80. "Bumblebbe" é uma emotiva viagem no tempo que presenteia seu público com esse registro de época singular. E que maravilha é assistir Hailee Steinfeld e perceber que ela está crescendo e se tornando uma carismática e talentosa atriz.
Esqueçam todos os outros filmes da franquia "Transformers". Esse aqui é o melhor. Aliás, esse aqui é o melhor filme de Michael Bay, disparado. A sua direção ficou mais apurada, buscando uma linguagem mais autoral, no meio de muita porradaria e tiro e bomba. Os enquadramentos estão ambos ousados, mas óbvio, ele não larga mão de sua marca registrada, os eternos pôr do sol, que estão em todos os seus filmes. É bonito, é cafona, mas é a sua identidade. Mas esse filme tem um grande diferencial: o seu elenco, e pasmem, o roteiro. Para os que odeiam os filmes pipoca de Hollywood e Michael Bay, essa crítica com certeza não os influenciará. Mas como eu amo cinema em todos os níveis, quero dizer que me diverti bastante. E muito dessa alegria proporcionada se refere a Mark Whalberg e Stanley Tucci. Esses dois grandes atores fazem de seus personagens duas figuras divertidas e antológicas. Foi o maior acerto de Michael Bay. Outro grande acerto, dessa vez do roteiro, foi deixar o personagem de Mark Whalberg ter vida própria. Independente dos Transformers, o seu personagem tem um excelente desenvolvimento, desde a sua profissão, de cientista maluco, até a relação com sua filha, muito bem representada pela linda e talentosa Nicola Peltz. As tiradas do personagem de Whalberg com o namorado da filha garantem ótimas risadas. O filme na verdade, são 2 em 1: Tem o filme dos robôs, claro. E tem o filme do Mark Whalberg e Stanley Tucci, que por si só, já mereciam um filme só para eles. Mais uma vez o filme fala sobre coragem, fidelidade, amor, família, aquelas coisas todas. Mas dessa vez sem xaropadas. Direto ao assunto, com muita ação, bom humor e emoção. O maior ponto negativo, e que me forçou a dar pontuação mais baixa, é a duração do filme. Porquê diabos Michael Bay insiste que cada filme da franquia tem que ter quase 3 horas de duração, isso não entendo. O filme até demora um pouco a acontecer. As cenas finais, em Hong Kong, são muito fodas, é destruiçào em massa. Efeitos especiais de primeira linha, melhor que dos outros filmes, que eram disfarçados pela fotografia escura. Preparem muitas pipocas, o filme é longo, mas diversão mais que garantida.
Direção: Michael Bay
Dois anos após a batalha entre os Autobots e os Decepticons, Sam Witwicky (Shia LaBeouf) enfrenta a ansiedade de entrar na faculdade. Isto significa que ele terá que morar separado de seus pais, Judy (Julie White) e Ron (Kevin Dunn), deixar a namorada Mikaela Banes (Megan Fox) e ainda explicar a situação ao seu amigo e protetor Bumblebee, já que pretende levar uma vida normal de agora em diante. Paralelamente o governo desativa o Setor 7, resultando na demissão do agente Simmons (John Turturro). Em seu lugar é criada a NEST, uma agência comandada pelo capitão Lennox (Josh Duhamel) e o sargento Epps (Tyrese Gibson), que trabalha em conjunto com os Autobots. Porém a NEST enfrenta a resistência de Theodore Galloway (John Benjamin Hickey), o consultor da segurança nacional, que a considera supérflua.
Dirigido por Michael Bay
Os Transformers — alienígenas gigantes que vivem na Terra camuflados sob a forma de carros, aviões e aparelhos eletrônicos —, batalham por uma fonte de energia escondida em nosso planeta: são os cruéis Decepticons, determinados a dominar o Universo, contra os pacíficos Autobots. Enquanto isso, os adolescentes Sam e Mikaela vivem tranquilamente sua vida sem saber que a fonte tão cobiçada pelos alienígenas está com eles.
Diretor: Gavin Hood
A Equipe X é formada apenas por mutantes, tendo fins militares. Entre seus integrantes estão Logan (Hugh Jackman), o selvagem Victor Creed (Liev Schreiber), o especialista em esgrima Wade Wilson (Ryan Reynolds), o teleportador John Wraith (Will i Am), o atirador David North (Daniel Henney), o extremamente forte Fred J. Dunes (Kevin Durand) e ainda Bradley (Dominic Monaghan), que manipula eletricidade. No comando está William Stryker (Danny Huston), que envolve alguns componentes do grupo no projeto Arma X, um experimento ultra-secreto. Entre eles está Logan, que precisa ainda lidar com o desfecho de seu romance com Raposa Prateada (Lynn Collins).
Dirigido por Simon Kinberg
1992. Os X-Men são considerados heróis nacionais e o professor Charles Xavier (James McAvoy) agora dispõe de contato direto com o presidente dos Estados Unidos. Quando uma missão espacial enfrenta problemas, o governo convoca a equipe mutante para ajudá-lo. Liderado por Mística (Jennifer Lawrence), os X-Men partem rumo ao espaço em uma equipe composta por Fera (Nicholas Hoult), Jean Grey (Sophie Turner), Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp), Mercúrio (Evan Peters) e Noturno (Kodi Smit-McPhee). Ao tentar resgatar o comandante da missão, Jean Grey fica presa no ônibus espacial e é atingida por uma poderosa força cósmica, que acaba absorvida em seu corpo. Após ser resgatada e retornar à Terra, aos poucos ela percebe que há algo bem estranho dentro de si, o que desperta lembranças de um passado sombrio e, também, o interesse de seres extra-terrestres.
Dirigido por Josh Boone
Illyana Rasputin, Danielle Moonstar, Rahne Sinclair, Sam Guthrie e Roberto da Costa estão reunidos em um centro de pesquisas pela Dra. Cecilia Reyes (Alice Braga). O objetivo é ajudá-los a reconhecer e controlar seus poderes. As experiências são fortes e mexem com o passado dos cinco jovens. Além de descobrirem o verdadeiro alcance dos superpoderes daqueles que ficarão conhecidos como Magia, Miragem, Lupina, Míssil e Mancha Solar, respectivamente, eles precisarão enfrentar um terrível vilão.
Direção: Anna Boden, Ryan Fleck
A essa altura do campeonato, ninguém mais tem dúvidas de que a Capitã Marvel será uma figura importantíssima para o desfecho de "Os vingadores". Esse filme faz questão de mostrar que a super heroína é imbatível, com poderes que nenhum dos outros Vingadores possui. Muito do sucesso desse filme reside no Gato Goose e no Mr Fury de Samuel L. Jackson. Brie Larson está bem, mas sua personagem não tem o carisma o suficiente para torcermos por ela. Acredito que em "Vingadores" ela vá vir para arrebentar. "Capitã Marvel" chupa referências de 'Star Wars", Star Terk", Operação França", "Guardiões da Galáxia" e até rola um cadin de "Et, o extraterrestre" no final. Rejuvenescer Samuel L. Jackson é a grande sacada desse filme. As piadas de seu personagem são imbatíveis.
Baseado no romance de Frank Miller, dirigido por Noam Murro,
Após a morte do pai, Xerxes (Rodrigo Santoro) dá início a uma jornada de vingança e ruma em direção à Grécia, com seu exército sendo liderado por Artemisia (Eva Green). Enquanto os 300 espartanos liderados por Leonidas tantam combater o Deus-Rei, os exércitos do resto da Grécia se unem para uma batalha com as tropas de Artemisia no mar. Themistocles (Sullivan Stapleton) é o responsável por liderar os gregos.
Dirigido por Zack Snyder, baseado na série de quadrinhos homônima de Frank Miller e Lynn Varley
ELENCO:Rodrigo Santoro
Grécia, 480 AC. Na Batalha de Termópilas, o rei Leônidas (Gerard Butler) e seus 300 guerreiros de Esparta lutam bravamente contra o numeroso exército do rei Xerxes (Rodrigo Santoro). Após três dias de muita luta, todos os espartanos são mortos. O sacrifício e a dedicação destes homens uniu a Grécia no combate contra o inimigo persa.
Dirigido por Louis Leterrier
ELENCO: DÉBORA NASCIMENTO, RICKSON GRACIE
Vivendo escondido e longe de Betty Ross (Liv Tyler), a mulher que ama, o cientista Bruce Banner (Edward Norton) busca um meio de retirar a radiação gama que está em seu sangue. Ao mesmo tempo ele precisa fugir da perseguição do general Ross (William Hurt), seu grande inimigo, e da máquina militar que tenta capturá-lo, na intenção de explorar o poder que faz com que Banner se transforme no Hulk.
Diretor do primeiro longa solo de Homem Aranha com Tom Holland no papel principal, realizado em 2017, "Homem Aranha - de volta para casa", Jon Watts também realizou em 2015 o filme de terror independente "O Palhaço". "Longe de casa" aposta mais em uma aventura de ação Teen. A primeira parte do filme é quase que uma comédia de grupo de adolescentes que partem com os professores para uma excursão na Europa: Veneza, Praga, Londres. A ação acontece mesmo na metade do filme, quando surgem Mysterio com força total, protagonizado por Jake Gyllenhaal, e os seres elementares. Aliás, Mysterio achei bastante semelhante ao Dr Estranho, inclusive com as alucinações e o mundo de ilusionismo que ele envolve os seus inimigos. Aliás, a cena do homem Aranha "fisgado" no mundo do ilusionismo de Mysterio é a melhor cena do filme, fora a cena do crédito final quando o cinema inteiro cai duro e bate palmas. Não é o melhor dos filmes do Aranha, quebra um galho e o que tem de melhor, é o elenco de jovens atores que fazem os amigos de Peter Parker, além de Marisa Tomei, que está ótima como Tia May. Jake Gyllenhaal não mete medo como Mysterio, mas como é bom Ator, a gente abstrai. O que me abismou foi tentar entender a fortuna gasta para fechar cartões postais em Veneza, Praga e Londres para as filmagens.
4 pontos antes de comentar sobre o filme: 1) Tobey Maguire ainda é o melhor Homem Aranha para mim, apesar de Tom Holland ter o physic de role mais apropriado 2) Michael Keaton se tornou um dos atores mais brilhantes da América. Somente a cena que acontece dentro do carro, onde através de seu olhar, percebemos a sua transformação, já valeria um prêmio 3) O cineasta Jon Watts tem em seu currículo apenas filmes medianos, e o único que assisti, foi o terror B "The clown", sobre um pai que veste uma fantasia de palhaço e se torna um assassino. Achei fantástico os produtores terem convidado ele para dirigir esse divertido filme que inaugura a trilogia de Spider Man 4) A trama me lembrou muito ao filme do Homem Aranha com Tobey Maguire em conflito com o dilema de Duende Verde e seu filho, vivido por James Franco. Olha o plágio hahaa Dito tudo isso, digo que o filme é um grande pipoca delicioso, muito em função do elenco, soberbo (destaque para o amigo Nerd tailandês, Ned) e para inúmeras gags hilárias, como as aparições do Capitão América, sempre dando sermão na galera. Tom Holland é um jovem ator que começou cedo na carreira, e fisicamente me lembra muito Anton Yelchin, que faleceu recentemente. Sua maravilhosa carreira com certeza vai explodir agora, merecidamente. Já no inicio do filme, exultei com o remix da música original do Spider Man da televisão. Esse filme investe bastante na comédia e na galhofa, lembrando em vários momentos da anarquia de "Deadpool".
Peter Parker (Andrew Garfield) é um adolescente nerd que mora em Nova York. Parker mora com seu tio Ben (Martin Sheen) e Tia May (Sally Field) desde criança, quando os seus pais o largaram lá e foram embora. O pai de Parker era um cientista que trabalhava em conjunto com o Dr Curt Connors (Rhys Ifans), mas acabou morrendo com sua esposa em um acidente de avião. Parker tem uma paixão platônica por Gwen Stacy (Emma Stone), uma brilhante estudante, que trabalha como coordenadora no laboratório onde se encontra o Dr Connors. Ao se inscrever em um programa de estagiários, Parker toma conhecimento da pesquisa que Connors está organizando, sobre a fusão genética entre seres distintos. Acidentalmente, Parker é picado por uma aranha e passa a sentir sensação estranha e o aparecimento de poderes fora do comum, se tornando, em breve, em o Homem-aranha. Por outro lado, Dr Connors se faz de cobaia de seus experimentos, ajudado por Parker, e se tranforma no Lagarto. Impossível não fazer comparações com o filme de Sam Raimi, ainda tão presente em nossas mentes. O filme de Raimi era mais fiel aos quadrinhos, uma vez que até a escalação do elenco tinham traços mais convincentes. Sally Field está muito jovem para interpretar a Tia May, e Emma Stone, muito velha para interpretar uma adolescente de 17 anos. Andrew Garfield está ótimo, ele tem o physic de role pro personagem. Simpático, o personagem de Garfield transmite ingenuidade e timidez o suficiente para fazer de seu Parker um cara muito bacana, assim como era o de Tobey Maguire. Um ponto fraco é o roteiro: cresci lendo gibis da Marvel, e nunca me passou pela cabeça não existir o personagem de J. Jonah, o arrogante chefe de Parker na redação do jornal. O que eu achava divertido era a relação do patrão e do empregado, no caso, o Parker fotógrafo, que conseguia uns trocados vendendo fotos exclusivas do Homem-aranha, que somente ele conseguia. Essa dupla rendia ótimas piadas, e inclusive no filme de Sam Raimi, o ator que interpretava J.Jonah, J.K Simmons, era sensacional. Ainda falando de roteiro, no filme existem muitas situações que os roteiristas driblaram de uma forma muito simples ignoraram a lógica. Por exemplo, na cena que Homem-aranha é feito prisioneiro pelos policiais, ele estava algemado, com as mãos nas costas. E de repente, essas algemas sumiram! A cena também que os manobristas de guindastes resolvem ajudar o Homem-aranha... hum, sei não... meio estranho, né. Isso sem falar nas inúmeras cenas de treinamento de Parker para virar o Homem-aranha, gente, nãao existe uma única alma viva nas ruas de New York, que veja Parker treinando!!!!! Mas tudo bem, pipoca é pipoca, e eu não sei que não devemos ser tao chatos assim. Por isso, divirtam-se, sei que muitos preferem essa versão, mas eu que vos falo, fico com a anterior.
Bom, todo mundo já sabe que Marc Webb dirigiu o 1º filme da franquia reboot do "Homem aranha" com Andrew Garfield. Todo mundo sabe que ele veio do romance, com o delicioso "500 dias com ela", e bombou por conta dessa comédia romântica original e divertida. Mas fiquem sabendo que ele quis trazer o mesmo clima de romance para essa parte 2 de "Homem-aranha". E que essa parte do filme, que embala o romance de Peter Parker e Gwen Stacy, é de longe, a melhor coisa do filme. Aliás, deveria ter realizado essa parte 2 só com esse lado dramático da história: é bonito, bem filmado, os atores (Andrew Garfield e Emma Stone) estão bem, entregues a um humor acri-doce por conta de uma difícil decisão de Gwen: abandonar o amor de Peter Parker, pelo bem dos dois. Mas infelizmente o que todo mundo quer ver nesse filme do super-herói da Marvel são tiros, explosões e bombas, e daí, o que era bom, desaparece no meio de tanta artilharia pesada. O amor dá lugar aos efeitos especiais em 3D, de fato alguns impressionantes, principalmente nos vôos pela cidade de Nova York. Mas em um filme, esticado ao máximo que pode em 142 minutos, tudo fica over e confuso. é sub-plot demais, vilões demais, e eu me pergunto: coitado do Spiderman que tem que lidar com tanta gente má! Ainda bem que existem Tia May e Gwen, pelo visto, as 2 únicas boas pessoas em Nova York. O filme é cansativo, você acha que vai acabar e não acaba. O desfecho é totalmente dispensável e cafona, melodramático sem necessidade. Aquele menininho vestido de Homem aranha deveria apanhar muito de sua mãe! No entanto, elogio a coragem dos produtores em levar adiante o destino trágico de um dos personagens principais da trama, igualzinho aos quadrinhos. Devem ter pensado muito antes de tomarem a decisão, pois isso pode custar milhões a menos a terceira parte da franquia. Mas como o mundo é cruel, o que vale é a tristeza pela perda de uma pessoa como motivação para se seguir adiante. Agora, vamos combinar, de verdade! O vilão de Jamie Foxx meteu medo em alguém?