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ROMANCE
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DIÁRIO DE UM NOVO MUNDO (2005)

Fazer cinema no Brasil é difícil demais, o que não é novidade para ninguém. Ao produzir filmes de época, o trabalho é redobrado por conta da direção de arte. Diário de um Mundo Novo é a ousada estréia ousada de Paulo Nascimento na direção de um longa.

A história começa em 1752, quando um navio cruza o oceano Atlântico. Um dos passageiros é Gaspar de Fróes (Edson Celulari), médico e escritor. Seus diários descrevem os percalços da viagem repleta de fome e doenças, a chegada ao Brasil, a luta entre as coroas de Castela e Portugal e a descoberta do amor quando ele se apaixona por Maria (Daniela Escobar), esposa de um influente militar português. O roteiro foi baseado no romance Um Quarto de Légua em Quadro, de Luís Antônio de Assis Brasil.

O grande destaque de Diário de um Mundo Novo é o capricho na direção de arte. A produção - que, além de brasileira, é de Portugal, Argentina e Uruguai - foi totalmente rodada no Rio Grande do Sul, com equipe em sua maioria gaúcha. Por isso o prêmio de Melhor Filme do Júri Popular no Festival de Gramado: toda a equipe estava presente para a primeira exibição do longa-metragem, que estreou no Estado gaúcho primeiro.

No entanto, tanta grandiosidade na produção (que custou modestos R$ 3,2 milhões) não salva o filme de ser irregular, especialmente em se tratando da direção e da performance dos atores. Edson Celulari pode ser experiente nas telenovelas, mas não é capaz de segurar o papel principal de um longa-metragem. Especialmente em se tratando de um épico que, além da própria produção, depende da performance do ator principal.

De qualquer forma, Diário de um Mundo Novo tem seus méritos pela caprichada direção de arte. No entanto, as belas locações não conseguem sustentar o filme até o final da exibição, provando que, por mais que se faça um filme plasticamente bonito e bem trabalhado, não há nada que camufle atuações ruins e uma direção fraca. De qualquer forma, trata-se de uma estréia acima da média para Nascimento, que escolheu um grande desafio para lançar seu nome no mundo cinematográfico brasileiro. 

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O Amor no Divã (2016)

Depois de Divã (2009) e Divã a 2 (2015), uma nova comédia romântica brasileira volta a apostar num suposto ambiente psicológico para resolver seus problemas amorosos. O Amor no Divã, no entanto, parece querer deixar de lado o humor imediato ou o foco em apenas um dos vértices de uma relação para desenvolver uma trama mais adulta e multifacetada. A tarefa, assumida com relativo sucesso pelo diretor de teatro Alexandre Reinecke em sua estreia no cinema, ganha pontos pelo discurso franco que assume e pelos quatro intérpretes escolhidos para defendê-lo, ao mesmo tempo em que, por outro lado, não consegue esconder as origens teatrais do realizador por suas escolhas cênicas. Tem-se, assim, um filme até certo ponto envolvente, mas que deixa no espectador um gosto de meio de caminho, como se pudesse ter aberto mais portas e ousado mais, tanto na narrativa quanto na estrutura.

Zezé Polessa, nesta que é sua melhor personagem na tela grande desde Achados e Perdidos (2007), vive a psicóloga Malka, uma mulher que vive de dar conselhos a casais em crise, ao mesmo tempo em que não consegue dar um jeito no seu próprio casamento. O marido (Daniel Dantas, em um papel que lhe é confortável e que aqui soa adequado ao que a trama exige) está cansado do trabalho e decide se aposentar. Uma vez em casa, não sabe o que fazer. Entre os dois falta diálogo, ainda que, no íntimo de cada um, exista um vontade de comunicação. Ele a busca com questões idiotas no meio do horário de trabalho dela apenas por não ter desculpa melhor para procurá-la. Ela investe em indiretas e sugestões pouco óbvias, ao invés de conversar abertamente sobre o que lhe preocupa. A sintonia parece perdida, e nenhum dos dois tem certeza sobre como reavê-la.

Em contrapartida ao casal de veteranos, há uma dupla jovem. Paulo Vilhena (mostrando mais uma vez, como em Entre Nós, 2013, que tem lhe feito bem deixar de lado a postura de galã adolescente), e Fernanda Paes Leme (a mais fraca do quarteto principal, exagerando nas reações e caretas forçadas) estão juntos há algum tempo, e decidem procurar por ajuda profissional por não estarem mais se acertando. Ele é personal trainer e busca uma vida relaxada, aproveitando as pequenas coisas. Ela, por sua vez, é uma mulher de negócios, constantemente preocupada com números e reuniões, sempre atrasada para um novo compromisso, sem tempo para o marido e para as reclamações dele. São bonitos, atraentes e em forma, mas perderam aquela vontade de todo início de relacionamento. Cada vez que param para conversar, é sob insistência de um ou do outro, e não sob protestos que, invariavelmente, desandam para uma discussão. Ou seja, são clichês, estereótipos facilmente reconhecíveis, mas que funcionam de acordo com as expectativas levantadas pela trama.

Quando Miguel (Vilhena) e Roberta (Paes Leme) decidem se consultar com Malka, O Amor no Divã ganha as melhores cenas. Num primeiro encontro, a psicóloga determina que serão necessários cinco sessões para “consertá-los”, e assim também é dividido o filme. No entanto, algo parece faltar. Talvez uma maior maestria por parte dela para lidar com os problemas deles – ela é muito mais uma observadora do que uma terapeuta – e os métodos que emprega, como o uso de bonecos ou esqueletos, parece mais apelar a fetiches do que a uma prática de eficiência comprovada. O roteiro de Juliana Rosenthal K. carece, também, de uma ligação mais forte entre os dois casais que justifique as atenções demandadas. Ambos estão em crise, mas como um poderá colaborar com a experiência do outro? O final, quando enfim os quatro se encontram, é digno de uma comédia de erros, sem que os exemplos funcionem na prática.

Ainda assim, há pontos positivos que merecem destaque em O Amor no Divã. Pra começar, o linguajar empregado é maduro o suficiente para uma plateia adulta. Fala-se de sexo francamente, sem meias palavras, com uma honestidade que lhe faz muito bem. Polessa e Dantas, que foram casados na vida real, deixam transparecer essa intimidades de velhos conhecidos, o que contribui para seus personagens. E se Vilhena e seu visual relaxado funciona melhor do que a estressada vivida por Paes Leme, há também química entre os dois. Bastante teatral e repleto de diálogos, pode não ser o tipo de filme que o espectador médio esteja acostumado, e talvez seja justamente esse o maior dos seus méritos: obrigar a audiência atrás de um romance açucarado e passageiro a sair de sua zona de conforto. O caminho para atingir esse objetivo pode ser um pouco conturbado, mas o resultado, em sua média, revela-se positivo. O que, vamos combinar, já está acima da média do gênero.

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AS TRANÇAS DE MARIA (2003)

O filme brasileiro “As tranças de Maria”, baseado no poema da escritora Cora Coralina, conta a história de uma moça fadada à luta contra a rejeição e o autoritarismo do pai no interior de Goiás. A jovem de pele morena e cabelos negros na altura do tornozelo despertam a atenção de Izé da Badia, conhecido como o rei dos vaqueiros entre os moradores da região. A partir daí, as cenas apresentam um cenário de natureza, simplicidade, e os muitos pensamentos de Maria sobre questões comuns para a época (1950) e o contexto no qual vivia.


Logo de início, o espectador se depara com os devaneios de Izé à procura de sua amada. A situação é narrada e não permite grandes falas ao vaqueiro, que se encontra sujo e maltrapilho. A deixa do diretor vai ser esclarecida ao final do longa-metragem e confunde um pouco aqueles menos pacientes, os que desejam saber logo de cara a história ou a proposta do filme. A personagem principal, Maria, é a próxima a ser apresentada e surge abastecendo um barril de água no rio próximo de sua casa.

Para o bom entendedor, a cena mostra a dificuldade do povo local no acesso à água e o espaço também se assemelha a uma espécie de “oásis” diante da paisagem seca e alaranjada de pó, típica do centro-oeste brasileiro.

É preciso destacar que as vozes dos personagens demoram a se manifestar, e deixa no ar a intenção do diretor em nos transportar aos costumes caipiras, à ordenha das vacas, às casinhas de pau-a-pique e o silêncio inerente à vida no mato. A constância da monotonia pode irritar os imediatistas, além de testar a paciência dos “menos-pacientes”.
As falas são tão escassas quanto os pensamentos, que também ganham voz. E é num dos pensamentos altos de Maria que conhecemos seus sonhos, um deles mais significativo para se compreender a personagem: “Sonho com uma vida que não conheço, mas não sei como. Minha alma deseja algo que eu ainda não sei”. Ancorada no balanço de uma árvore, a moça de tranças gigantescas revela o interior de uma vida incomodada com a realidade que a cerca.

Maria e Izé da Badia se encontram diversas vezes durante o filme e o moço, de boa aparência, não disfarça o interesse que tem em se casar. Era importante para as mulheres do interior o casamento bem sucedido, ficar para titia não estava entre as preferências femininas da época.

Com Maria, tudo foi diferente. Os mandos e desmandos do pai dentro de casa repugnaram a possibilidade conjugal na visão da filha. Ela não imaginava para si um destino adornado de filhos, fogão e eterna submissão. Não. “Pai pensa que eu não tenho querer”, dizia consigo mesma, ainda que fosse um desafio afrontar a obediência ao pai. A união amorosa é acertada pelos pais para alegria de Izé e preocupação de Maria, que jamais se entrega ao marido como mandam as leis do matrimônio.

A justificativa para tal atitude vem revelada por meio de outro pensamento: “Minha alma não é desse mundo”. Nesse ponto, a situação também retrata o fato de que as filhas mulheres não tinham chance de escolher o próprio cônjuge, geralmente aceito pelo pai da noiva que considerava a possibilidade do contrato favorecer também a família.

Atormentada, a protagonista da história foge o quanto pode das mãos do próprio marido. Ela descobre que no rio vive uma cobra grande capaz de engolir qualquer animal de porte médio. É a chance que procurava. Levada pelos conflitos do porquê de sua existência, Maria decide se entregar às águas do leito, deixando para trás uma verdadeira angústia sobre a família, que passa à procurá-la incansavelmente por todos os lugares daquele pedaço de chão.

Izé, coitado, recebe da situação o transtorno mental e fica louco. Sai a buscar sua amada como um andarilho sem rumo até receber das mãos de uma curandeira as tranças de Maria, retiradas da barriga daquela cobra, agora morta pelos homens da vila. O filme termina com o narrador descrevendo a cena em que Izé da Badia faz das tranças de seu grande amor os laços que iriam conduzir seu cavalo para o resto de sua vida.

Como todo filme brasileiro mais antigo, não se pode esperar grandes efeitos potencializados pela alta tecnologia. Tudo vai passando de maneira simples, exatamente como era a vida no campo. O longa tem momentos bastante pausados e foge da lógica hollywoodiana. É um filme que apresenta uma história de amor (não foge à estratégia dos romances), mas não só isso. O Brasil de então, por volta de 1950, também é conhecido pela face cinematográfica do poema.

O clima do cerrado, os modos de levar a vida em sociedade, os questionamentos acerca do casamento, do autoritarismo, são exibidos para conhecimento do espectador, fornecendo a ele a chance de refletir sobre determinada época e, quem sabe, comparar com o momento que se vive. O filme mostra que não importa o lugar: todos as pessoas têm um destino a trilhar. O de Maria, obscuro de início, ao final foi um só: afagar as mãos daquele que realmente amou sua existência, Izé da Badia.

“Duas tranças primazia.Macias de luvas-mão,
Presas ás cambas de seus freio niquelado,
Em prata fina banhado.E o Izé tinha nas mãos,
Todos os dias, o sedenho da sua noiva Maria.” 

Lição de Amor - 1975

Direção: Eduardo Escorel
Atores: Lílian Lemmertz, Rogério Fróes, Irene Ravache, Marcos Taquechel

Bela e fiel adaptação do romance (ou idílio, como prefere o autor) Amar, Verbo Intransitivo, de Mário de Andrade. Alguns poderão reclamar do tom mais sério do filme, ao contrário do estilo irônico ou bem humorado do original, ou lamentar a ausência de algumas passagens, como a hilária viagem de trem. Por outro lado muitos diálogos e situações são facilmente reconhecíveis. Claro que numa adaptação, algumas coisas devem ser deixadas de fora para caber numa duração de 80 minutos e não vamos ficar fazendo comparações entre livro e filme. O importante é que os roteiristas, o diretor Eduardo Escorel e Eduardo Coutinho, mantiveram a essência dessa obra-prima de nossa literatura. Que trata da iniciação sexual de um adolescente de família burguesa por uma senhora alemã, na São Paulo dos anos 20. 

Na primeira cena já vemos Felisberto Souza Costa, rico fazendeiro, contratando os serviços de Elza por oito contos. A questão do dinheiro é importante, pois Fräulein, como gosta de ser chamada, deixa claro que se trata de um acordo comercial que ela cumprirá rigorosamente. 

O fato é que ela entra nessa mansão de Higienópolis, onde se passará por professora de piano e alemão para as três filhas e um filho, Carlos, do casal Felisberto e Laura, até concretizar seu objetivo de dar uma lição de amor ao rapaz e, feito isso, provocar a inevitável separação. O problema é que os sentimentos humanos não são estanques e nos casos de amor alguém sempre sairá machucado, senão mesmo todos os envolvidos.

Realizado com muita sensibilidade o filme capta muito bem o espírito da época, criticando a hipocrisia social que faz com que um pai de família contrate uma profissional para fazer sexo com o filho dentro de sua casa por medo que se envolvesse com drogas e prostituição, sem saber que ele já havia transado com uma prostituta da Avenida Ipiranga. E confrontando o pragmatismo alemão ao comportamento emocional do brasileiro. 

Com ótimas e premiadas reconstituição de época de Anísio Medeiros (nem se percebe que foi filmado em Petrópolis), fotografia de Murilo Salles e música de Francis Hime, Lição de Amor demonstra o apuro visual do diretor Escorel, que infelizmente no terreno da ficção ficou limitado, depois deste, apenas mais dois longas (Ato de Violência e O Cavalinho Azul) e um episódio de Contos Eróticos

E se Marcos Taquechel no papel de Carlos não compromete, mas também não se destaca, o filme traz quatro interpretações soberbas: William Wu como o mordomo Tanaka, com quem Elza tem uma relação de amor e ódio; Rogério Fróes como o duro, mas também carinhoso Felisberto, e Irene Ravache (melhor atriz coadjuvante pela APCA) como a amorosa e compreensiva Laura. 

Pairando acima de todos está Lilian Lemmertz, dando vida a uma das melhores personagens femininas criadas em nossa literatura, ganhando com isso mais do que merecidos prêmios de melhor atriz em Gramado, Coruja de Ouro do INC e Governador do Estado de São Paulo. 

Num dos muitos momentos em que se dirige diretamente ao leitor, Mario de Andrade diz que tem 51 leitores, contando com ele, e cada um é livre para criar sua própria Elza.

Depois de assistir ao filme, ninguém conseguirá imaginar outra Fräulein que não a criada por Lilian.

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Lábios Sem Beijos (1930)

Moça rica e moderna se apaixona por um homem com reputação de Don Juan. Coincidência
de nomes a leva a crer que sua irmã caçula também está apaixonada pelo mesmo tipo e
rompe com ele. Após conhecer o noivo da irmã, a moça procura o namorado para desfazer
o mal-entendido.

Direção: Humberto Mauro

 ELENCO

Lelita Rosa
Paulo Morano
Didi Viana
Gina Cavalieri
Augusta Guimarães
Alfredo Rosário

 

O Rio do Ouro - 1998 / MEGA

Um filme de Paulo Rocha com Isabel Ruth, Lima Duarte, Filipe Cochofel, Joana Barcia

Em um pequeno vilarejo construído à beira do rio Douro, em Portugal, vivem o casal Carolina e Antônio e Melita, sobrinha deles. Tudo corre bem na pacata vida da vila até que Carolina começa a suspeitar de um relacionamento entre Antônio e Melita. Decidida a se vingar do marido, ela busca Zé do Ouro, um cigano que mora nas proximidades da cidade, para começar um caso com ele. 

O AMOR NOS TEMPOS DO CÓLERA (2007) Minhateca

O crítico paraense de cinema, jornalista Ismaelino Pinto disse certa vez uma frase que guardei fundo na minha memória. Sempre bem-humorado e sarcástico, ele afirmou que "a gente sabe quando um filme brasileiro de época é bom prestando atenção nas perucas. Se as perucas estão mal-feitas, cuidado com o filme: tudo vai sair errado."

Lembrei-me imediatamente desta divertida citação logo na primeira cena de O Amor nos Tempos do Cólera. O filme, obviamente, não é brasileiro, mas a frase cabe perfeitamente. Que perucas são aquelas? E a maquiagem de envelhecimento? Parece produção barata do SBT. Como uma produção norte-americana como estas, de orçamento estimado em US$ 45 milhões, pode ser iniciada com uma cena típica de A Paixão de Jacobina?

Resolvi relaxar e dar um desconto. Talvez algo tenha dado errado nesta primeira cena e a partir daí o filme decole. Que engano! Quanto mais a longa (138 minutos) projeção avança, mais se percebe que a peruca era o menor dos problemas. O diretor inglês Mike Newell (de Quatro Casamentos e um Funeral) mostra a cada minuto que não tem a mínima intimidade com o universo cultural latino-americano, muito menos com a obra de Gabriel García Márquez, que só não está bufando em seu túmulo porque ainda não morreu. O que ele deve ter desejado após ver o filme.

Tudo é tristemente caricato, falso, com um elenco no qual atores latinos e não-latinos nivelados são por baixo em interpretações dignas de um novelão mexicano. As falas são solenes, os movimentos teatrais e o timming dos mais sonolentos. De nada adiantou a produção se deslocar até a Colômbia, terra natal de Márquez, se foram perdidos completamente a magia e o encanto do texto original.

A história? Ah, sim, a história: o poeta e telegrafista Florentino Ariza (Javier Bardem) apaixona-se fulminantemente e à primeira vista pela bela Fermina Daza (Giovanna Mezzogiono) e passa a lhe escrever intensas cartas de amor. Mas, sob pressão do pai, Fermina acaba se casando o médico aristocrata Juvenal Urbino (Benjamin Bratt), o que provoca em Florentino uma dor de cotovelo de várias décadas. Para se "distrair", ele passa a colecionar casos de amor.

Mais uma vez, o cinema anglo-saxão reduz a pó a riqueza da cultura latino-americana. Um desastre. 

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Sangue Mineiro (1929)

Depois que perdeu seu pai, a jovem Carmen vivia sob a proteção de seu tutor,
o capitalista Juliano Sampaio, dono de hotel em Belo Horizonte. Ambos viviam
felizes no solar da província. Juliano tinha uma filha, Neuza, que estudava
num colégio da capital. Numa noite de São João, Carmen, apaixonada por Roberto,
amigo da família, vê seu amado dispensar à Neuza os mesmos afagos que lhe dava.
Em pânico, desesperada, Carmen corre nos campos, com a única vontade de se matar.

Direção: Humberto Mauro

ELENCO

Maury Bueno
Pedro Fantol
Rosendo Franco
Carmen Santos
Adhemar Gonzaga
Nita Ney
Augusta Leal 

 

Mato-sem-Cachorro

Mato sem Cachorro (2013) / Minhateca

A sequência de abertura de Mato Sem Cachorro é emblemática: uma família perfeita, passeando por uma praia carioca, apresentada como se fosse uma grande ilusão publicitária. Por trás da aparente tranquilidade há brigas, ciúmes e todo tipo de problemas que afetam a vida como ela realmente é. Esta desconstrução é o principal mote aplicado pelo diretor Pedro Amorim, que em seu primeiro longa-metragem opta por jogar por água abaixo certos mitos, seja com personalidades ou com o próprio gênero da comédia romântica. A começar pelo próprio casal protagonista, interpretado com competência por Leandra Leal e Bruno Gagliasso.

Logo de início o público tem a chance de acompanhar como o introvertido Deco conheceu e se apaixonou pela despachada Zoé, tendo como inusitado intermediário o cachorro Guto. São cenas típicas de comédia romântica estreladas por um casal jovem, bonito e simpático, auxiliadas ainda pela fofura do bichinho de estimação querido por ambos, tudo isto apresentado em uma história simples, mas que funciona. Ou seja, o cenário está armado para que Mato Sem Cachorro siga a trilha convencional do gênero até entrar em cena um fator importantíssimo: Danilo Gentili. Ou melhor, o humor típico de Danilo Gentili. A partir deste momento, o filme passa por uma brutal transformação: de uma história leve ganha contornos mais pesados, não no sentido da tragédia mas no de grosseria. E, infelizmente, perde boa parte da diversão prometida pelos 15 minutos iniciais, quando o foco principal ainda era a comédia romântica.

Não que o Leléo de Gentili não tenha seus bons momentos. É bem verdade que o personagem faz rir em situações como a da perseguição pelo anão e até pela rivalidade entre paulistas e cariocas aplicada em provocações ambíguas trocadas com o primo Deco, mas em compensação há um punhado de piadas e diálogos que, ao invés de provocarem o riso, causam constrangimento. E este peso não deve ser aplicado unicamente a Gentili, pois está também presente em outros personagens – Enrique Díaz que o diga, com seu visual canino como roupa de baixo.

Por outro lado, há alguns aspectos bastante interessantes em Mato Sem Cachorro, boa parte deles relacionados à própria ideia da desconstrução. Por exemplo, tanto Gabriela Duarte quanto a cantora Sandy surgem em cena como personagens completamente diferentes da imagem que criaram em torno de si ao longo da carreira, o que causa uma surpresa positiva. Mais ainda devido à boa sacada do hobbie de Deco em misturar sons para criar algo novo, o que gera vídeos divertidos envolvendo a própria Sandy e ainda um “dueto” entre John Lennon e Michel Teló, apresentado logo no início do filme. A desconstrução, quando bem aplicada, acaba sendo uma força criativa que serve ao filme e também lhe traz um frescor de algo diferente do que tem sido feito nas comédias mais recentes do cinema brasileiro.

Como um todo, Mato Sem Cachorro não é um filme ruim. Seu lado comédia romântica é bem feito e merecia até mais espaço dentro da trama, o filme conta com algumas brincadeiras divertidas tanto em cima de ícones quanto com diálogos pop – as citações vão de “Caverna do Dragão” às novelas de Manoel Carlos. Por outro lado, peca por ser um pouco longo demais e pelo exagero nas grosserias, que em várias cenas ameaçam jogar tudo por água abaixo. Ainda assim, Bruno Gagliasso e Leandra Leal conseguem segurar o filme, contando com o auxílio espirituoso de Letícia Isnard e Felipe Rocha. Fosse mais comédia romântica e menos humor grosseiro, o filme seria melhor.

Dirigido por Pedro Amorim

Bruno Gagliasso
Leandra Leal
Danilo Gentili
Gabriela Duarte
Rafinha Bastos
Simone Mazzer 

DUAS VEZES COM HELENA (2001)

A relação entre o professor Alberto e seu aluno favorito Polydoro é perturbada pelo casamento de Alberto com Helena, com a mudança de vida e de longa duração que traz consequências para todos eles.

Dirigido por Mauro Farias

Elenco:

Fábio Assunção .... Polydoro
Christine Fernandes .... Helena
Carlos Gregório .... Prof. Alberto
Cláudio Corrêa e Castro .... Padre
Duda Mamberti .... Médico

 

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Meu Destino é Pecar (1952) 

 Pressionada por problemas financeiros em sua família, Helena casa-se com o viúvo Paulo e passa a morar na fazenda junto dos parentes de seu marido. Lá, apaixona-se pelo cunhado Maurício, e descobre que Guida, a primeira mulher se seu marido, foi vítima de morte violenta. A suspeita sobre a presença do fantasma da falecida e os rancores da família de Paulo alimentam o clima de medo e mistério.

 Direção: Manuel Peluffo


ELENCO

Antoniete Morineau (Helena)
Alexandre Carlos (Maurício)
Great Jorge (Vovô)
Ziláh Maria (Lídia)
Rubens de Queiróz (Paulo)
Maria de Lourdes Lebert (Consuelo)
Nair Pimentel (Netinha)
Ilza Menezes (Naná)
Henricão
Solano Trindade

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Anjo de Cabelos Longos - 2015

Rafael (Rodrigo Simas) sai do interior do Mato Grosso do Sul para tentar a vida em São Paulo. Porém, durante o caminho, o ônibus em que encontra-se quebra. Ele, então, consegue carona com os amigos Luiza (Sophia Abrahão), Guilherme (Jonatas Faro) e Paulinha (Bia Arantes) que também encaminhavam-se para a capital, mas em direção a um show de Fernando e Sorocaba.

Um filme de Fernando Trevisan com Sophia Abrahão, Jonatas Faro, Bia Arantes, Luiza Tomé.

 

 

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O Seminarista (1977)

Senha: forumcinecult

Interior de Minas Gerais. Década de 1920. Eugênio é apaixonado por Margarida, moça órfã de pai, que mora com a mãe na fazenda do CapitãoNunes, pai do jovem. Para evitar o envolvimento do filho com Margarida, Nunes interna o rapaz no Seminário Caraça, para que seja ordenado padre. Tempos depois, ele reencontra Margarida, e percebe que a paixão entre os dois só aumentou. Nunes exige que Margarida se case. Por não aceitar a imposição, ela é obrigada a deixar a fazenda, juntamente com sua mãe. Ordenado padre, Eugênio volta para casa, onde buscará dar um novo rumo à sua vida.

Direção: Geraldo Santos Pereira

ELENCO

Eduardo Machado – Eugênio
Louise Cardoso – Margarida
Nildo Parente – Capitão Antunes
Lídia Matos – Hermínia Antunes
Fernando Caldeira - Henrique
Liana Duval – Umbelina
Xandó Batista – Confessor
Jota Barroso – Sacristão
Urbano Lóes
Cecil Penna e Costa (Henrique menino)
Marcelo Santos Pereira (Eugênio menino)
Cristina Leal (Margarida menina)
Participação especial:
Raul Cortez – Diretor
Tony Ferreira – Luciano

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"Entre idas e vindas", de José Eduardo Belmonte (2016)

Desde seu primeiro trabalho no cinema, o pouquíssimo visto Subterrâneos, o diretor José Eduardo Belmonte tem trilhado uma carreira bastante autoral, apostando em filmes de fundo existencialista e por vezes incendiários, como A Concepção. Entretanto, já há alguns anos Belmonte tem buscado um cinema mais acessível ao público médio, apesar de não se render (ainda) às fórmulas prontas que pipocam aqui e ali na produção nacional. Assim foram Billi Pig e Alemão, seu maior sucesso de público, beirando o milhão de espectadores. Com Entre Idas e Vindas, título pra lá de genérico, ele volta a dialogar com o grande público em um misto de road movie com comédia romântica. É, também, seu filme mais ordinário, no sentido de se render escancaradamente a um cinema mais palatável.

O problema, é bom ressaltar, não é propriamente fazer um cinema mais acessível, mas ter o que dizer dentro desta proposta. A bem da verdade, Entre Idas e Vindas é uma história replicada inúmeras vezes por Hollywood, nas mais variadas gerações de comediantes. Trata-se da clássica comédia romântica em que dois desconhecidos, ambos com questões amorosas mal resolvidas, se encontram aleatoriamente e, aos poucos, se apaixonam. Tudo em um cenário fora do usual na vida de ambos - daí entra o road movie - e com um punhado de personagens coadjuvantes que, no fim das contas, pouco acrescentam à história de fato.

Talvez o que mais incomode seja que, ao assistir Entre Idas e Vindas, percebe-se claramente que Belmonte tem capacidade para entregar algo melhor, ou ao menos com mais conteúdo. O filme até oferece esta oportunidade ao revelar as dores de cada um dos adultos, abrindo a possibilidade de dar à comédia romântica um fundo mais psicológico, mas isto logo é descartado. O mesmo vale em relação às dificuldades de se trabalhar com telemarketing, apenas mencionadas sem que haja qualquer desenvolvimento neste sentido. É como se tais características, formadoras de cada um daqueles personagens, pouco importassem de fato. Há no filme uma busca pelo estereótipo que o torna raso, impulsionado por um roteiro que convenientemente desaparece com personagens quando estes não são mais úteis para, repentinamente, resgatá-los mais à frente. É o caso de Benedito (João Assunção), que some durante boa parte da festa sem qualquer explicação prévia.

Diante de material tão genérico, o que consegue segurar Entre Idas e Vindas é o elenco. Se o pequeno João rouba a cena de início, com algumas tiradas espirituosas envolvendo respostas sabichonas, cabe às mulheres a dinâmica necessária para mover o longa-metragem. Por mais que Caroline Abras seja mal aproveitada, já que sua personagem não tem qualquer função na trama, ela demonstra estar bem à vontade ao lado de Ingrid Guimarães, Alice Braga e Rosanne Mulholland, todas bastante desenvoltas e carismáticas. Os momentos em que estão reunidas, seja em quarteto ou em duplas, são de longe o que há de melhor no filme. Inclusive, se este fosse um road movie feminino, sem a presença do par romântico em potencial interpretado por um burocrático Fábio Assunção, possivelmente seria um filme melhor. Não apenas pela quebra do clichê envolvendo o interesse amoroso, mas também por investigar mais a fundo questões femininas, que são também tratadas sob uma certa superficialidade.

Por mais que Entre Idas e Vindas possua um verniz estético mais apurado que a média das comédias brasileiras, especialmente em relação aos enquadramentos e ao uso de outro tipo de câmera nas muitas cenas de praia, trata-se de um filme cujo roteiro, escrito em parceria por Cláudia Jouvin com o próprio Belmonte, está bem aquém da qualidade do elenco. Variando entre os gatilhos básicos da comédia romântica e também do road movie, no sentido de explorar o visual de locais pitorescos, trata-se de um filme com poucos bons momentos. Um deles, sem dúvida, é a breve participação de Milhem Cortaz, ao mesmo tempo divertida e verossímil.

 

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Capitu (1968)

Rio de Janeiro. Segunda metade do século XIX. A amizade entre Capitu e Escobar desperta em Bento a dúvida sobre a fidelidade de ambos. O ciúme corrói dia-a-dia o temperamento de Bento, transformando sua personalidade e o mundo a sua volta.

Direção: Paulo César Saraceni

ELENCO

Isabella (Capitu)
Othon Bastos (Bento)
Raul Cortez (Escobar)
Marilia Carneiro (Sancha)
Rodolfo Arena (José Dias)
Nelson Dantas (Pádua)
Maria Morais (Glória)
Anecy Rocha

 

A Bela Palomera - 1989

Orestes é o rico dono de uma fábrica de cachaça em Paraty, a sua autoridade não se discute. Tem amores ocasionais, encontros furtivos que não deixam rastros nele, pois só busca a satisfação dos seus impulsos carnais, mas um dia conhece Fúlvia, a bela palomera, e sua vida muda radicalmente. Baseado na obra de Gabriel García Márquez.

EU SEI QUE VOU TE AMAR (1986)

Direção: Arnaldo Jabor

Elenco: Fernanda Torres e Thales Pan Chacon

Um casal jovem resolve viver em duas horas um jogo da verdade sobre tudo o que já lhes aconteceu, numa psicanálise filmada com risos e lágrimas. Uma filmagem sobre o que seria um filme de amor.

 

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De Onde Eu Te Vejo (2016)

Direção: Luiz Villaça

ELENCO:

Denise Fraga (Ana Lúcia)
Domingos Montagner (Fábio)
Manoela Aliperti (Manoela)
Marisa Orth (Olga)
Juca de Oliveira (Afonso)
Fúlvio Stefanini (Hélio)
Laura Cardoso (Yolanda)
Laila Zaid (Fernanda)
Théo Werneck (Kleber)
Marcello Airoldi (Marcelo)

Você conseguiria imaginar Meia Noite Em Paris,Manhattan, Medianeras - Buenos Aires Na Era Do Amor Virtual, entre outros filmes, sem a magnitude de suas locações? Provavelmente não seria a mesma coisa, já que nessas tramas a cidade é como uma protagonista à parte. Assim como em O Ano Em Que Meus Pais Saíram De Férias e o recente Amor Em Sampa, De Onde Eu Te Vejo constrói sua narrativa em torno da cidade de São Paulo, mais precisamente no centro.

A trama acompanha o casal Ana Lúcia (Denise Fraga) e Fábio (Domingos Montagner), que vieram ainda jovens para a cidade. Ela queria ser uma arquiteta de sucesso para construir coisas bonitas, já que considerava a capital paulista feia, já ele tinha o sonho de trabalhar em um grande jornal. Os objetivos foram alcançados parcialmente. Ela trabalha negociando terrenos e ele escreve para um jornal tradicional.

Entretanto, a relação se desgasta ao longo dos vinte anos e os dois decidem se separar, mas passam a viver em um apartamento de frente para o outro. Assim como a cidade de São Paulo e suas constantes transformações, eles precisam enfrentar os desafios da separação, a crise no trabalho e a mudança da filha para outra cidade.

O diretor Luiz Villaça soube explorar bem o lado belo e melancólico da Selva de Pedra. Indo na contramão das produções brasileiras atuais, o filme se aproxima mais do modelo de comédia romântica norte-americano. O diálogo ágil, e com humor leve, faz com que a trama flua de forma natural e a simplicidade e a imperfeição de seus personagens tornam a identificação com a história muito fácil.

O filme também traz personagens coadjuvantes muito interessantes, como a criadora de passarinhos interpretada por Laura Cardoso, que simboliza o tradicionalismo e a genuinidade que ainda há na cidade, mesmo diante da atmosfera pesada do nosso cotidiano, até a personagem Olga, vivida por Marisa Orth, mulher de meia idade que sofre com a pressão de não ter um relacionamento sólido e ter ficado desempregada.

De Onde Eu Te Vejo não tem planos de trazer uma grande lição de vida e nem de ser um filme referência, mas consegue relacionar as paisagens de São Paulo com a história de maneira envolvente. Encontrar beleza na rotina é uma de suas maiores lições. Ao final da sessão, não será difícil sair da sala de cinema com um sorriso de canto de boca.

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Cabocla Tereza - 1978 / Minhateca

Um filme de Sebastião Pereira com Zélia Martins, Jofre Soares, Marthus Mathias, Sebastião Pereira.

Cabocla Tereza (Zélia Martins) é uma moça muito bonita e cobiçada por todos os homens da região do sertão em que vive. Ela acaba se casando com Chico Mulato, um boiadeiro solitário que ficou órfão aos 10 anos. Mas Pedro, o eterno apaixonado por Tereza, resolve agir em seu favor. Enquanto Chico passa tempos longe de casa, para poder acompanhar a boiada, Pedro aproveita para visitar a moça em suas noites solitárias para tentar se aproveitar de sua carência. 

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Adágio ao Sol - 1996

Pouco antes da Revolução Constitucionalista de 1932, que gerou grande turbulência nos âmbitos social e político no Brasil. Neste contexto vivem Júlio (Cláudio Marzo) e Angélica (Rossana Ghessa), casados, na Fazenda Riachão, de propriedade deles.

Direção de Xavier de Oliveira

Elenco:

  • Cláudio Marzo… Júlio
  • Rossana Ghessa… Angélica
  • Marcelo Moraes… Alvaro
  • Edwin Luisi
  • Mina Olivera… Odília (como Milena Nercessian)
  • Carlos Bertholucci
  • Marília de Moraes
  • Luiz Serra
  • Josué Torres

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Apenas o Fim - 2008

Em plena faculdade Antônio (Gregório Duvivier) é procurado por sua namorada (Erika Mader), que lhe avisa que pretende fugir de casa e recomeçar a vida em outro local. Ele tenta convencê-la do contrário, sem sucesso. Os dois concordam em passar a próxima hora juntos, relembrando momentos do passado e imaginando o futuro.

Elenco:

  • Gregório Duvivier - Antônio/Tom
  • Erika Mader - 'Ela'
  • Nathalia Dill - Taiara
  • Álamo Facó
  • Marcelo Adnet
  • Anna Sophia Folch
  • Julia Gorman

Dirigida por Matheus Souza

 

 

1972 - Filme 2006  / Senha: lendiniz-therebels

Dirigido por José Emílio Rondeau

Elenco:

  • Dandara Guerra
  • Rafael Rocha
  • Lúcio Mauro Filho
  • Tony Tornado
  • Dudu Azevedo
  • Louise Cardoso
  • Hylka Maria

 

Era uma Vez... (2008) / Minhateca / MEGA

Dé (Thiago Martins) é um menino nascido e criado na favela do Cantagalo, no Rio de Janeiro. Ainda criança, vê seu irmão ser assassinado por um traficante por conta de uma briga num jogo de futebol. Seu outro irmão, Carlão (Rocco Pitanga), é expulso da favela e acaba preso por sua culpa. Disposto a levar uma vida honesta, Dé trabalha num quiosque na praia de Ipanema e lá se encanta por Nina (Vitória Frate), uma menina rica que mora num prédio em frente ao quiosque. Os dois se apaixonam profundamente e iniciam um relacionamento.

Carlão acaba saindo da cadeia graças a um negócio feito com os policiais e pretende dominar a favela e matar o assassino de seu irmão, se tornando o chefe do morro. A briga de poderes no subúrbio se torna violenta, e o pai de Nina (Evandro) decide proibi-la de subir o morro para ver o namorado, e diz que irá comprar passagens para embarcar para a Europa. Nina finge aceitar viajar com o pai, mas, na verdade, os namorados planejam fugir para o Nordeste para terem uma vida a dois. Carlão promove uma festa de despedida para os dois na favela, porém, na mesma noite, policiais e bandidos cobram o dinheiro que Carlão devia a eles. Sem saída, Carlão aproveita quando Nina está indo embora para sequestrá-la e pedir um alto regaste a seu pai, a fim de pagar sua dívida. Assim que Evandro (Paulo César Grande) fica sabendo do sequestro, manda anunciar a foto do namorado da filha nos jornais, acreditando que Dé está envolvido no crime.

Dé, sem saber de nada, vai pedir ajuda a seu irmão para encontrar Nina, mas logo descobre que foi ele quem fez sua namorada de refém. Os dois brigam e Dé acaba dando um tiro no peito de Carlão. O chefe do morro se arrepende e diz ao casal para fugir dali. Com medo de a polícia não acreditar na inocência de Dé, os dois correm ao quiosque para pegar o dinheiro e fugir juntos para o Nordeste, porém acabam dando de cara com os policiais e com a imprensa. Dentro do quiosque, os namorados decidem fingir que Dé está libertando Nina, para poderem sair de lá sem ser atingidos pela polícia. Apesar de o rapaz se entregar pacificamente, os policiais atiram nele. Fora de si, Nina pega a arma que Dé usou para atirar em Carlão e dispara vários tiros a sua volta, e também acaba sendo morta pelos policiais.

Dirigido por Breno Silveira

Elenco:

  • Thiago Martins como Dé
  • Vitória Frate como Nina
  • Rocco Pitanga como Carlão
  • Cyria Coentro como Bernadete
  • Paulo César Grande como Evandro
  • Luana Schneider como Cacau
  • Felipe Adler como Ike
  • Kikito como Café Frio
  • Fernando Brito como Beto
  • Rodrigo Costa como Dé (criança)

 

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TODAS AS MULHERES DO MUNDO (1966) / Minhateca

Direção: Domingos de Oliveira

Elenco:

Leila Diniz .... Maria Alice
Paulo José .... Paulo
Flávio Migliaccio .... Edu
Joana Fomm ..... Barbara
Ivan de Albuquerque .... Leopoldo
Irma Álvarez .... Rita, garota argentina
Fauzi Arap .... Homem de São Paulo
Isabel Ribeiro .... Dunia
Luiz Carlos Braga
Marieta Severo
Maria Gladys
Norma Marinho
Vera Vianna
Nazareth Ohana
Anna Christina .... Ana Cristina
Ana Maria Magalhães .... Ana Maria
Ana Rudge
Diana
Dorinha
Frances Khan .... Frances
Hildegard Angel

No Rio de Janeiro, o jornalista Paulo encontra o amigo Edu e lhe conta sobre uma "falseta" acontecida com ele e com uma moça chamada Maria Alice. A história começa com uma festa de Natal no apartamento de Paulo, na qual ele conheceu Maria Alice e o noivo dela, Leopoldo. Paulo se apaixonou por Maria Alice e passou a fazer de tudo para conquistá-la. A moça acabou cedendo e deixou Leopoldo, que continuou amigo dela, enquanto Paulo terminou casos com inúmeras mulheres. Os dois passaram a viver juntos mas Paulo sentia saudades da antiga turma enquanto Maria Alice ainda tinha imenso carinho por Leopoldo. 

Como Fazer um Filme de Amor (2004) / MINHATECA

Alan (Cássio Gabus Mendes) e Laura (Denise Fraga) se apaixonam perdidamente, mas precisam lidar com a sombra da estranha morte da esposa de Alan. Lilith (Marisa Orth), assistente de Alan, é também apaixonada por ele. Durante o desenrolar da história do trio um narrador vai revelando, aos poucos, a fórmula usada nestes tipos de filme, desvendando o esqueleto das histórias românticas contadas no cinema.

Direção de José Roberto Torero

Elenco:

  • Denise Fraga ... Laura
  • Cássio Gabus Mendes ... Alan
  • Marisa Orth ... Lilith
  • André Abujamra ... Adolf
  • Paulo José ... narrador
  • Ana Lúcia Torre ... mãe de Laura
  • Abrahão Farc ... William
  • José Rubens Chachá
  • Ilana Kaplan
  • Carlos Mariano
  • Maria Manuella 

 

BODAS DE PAPEL (2008) MINHATECA DVD-RIP / AVI

Dirigido por: André Sturm

ELENCO:

Ângela Dip

Antônio Petrin

Cleyde Yáconis

Darío Grandinetti

Helena Ranaldi

Imara Reis

Natália Lorda

Sérgio Mamberti

Walmor Chagas

Candeias é uma pequena cidade do interior de São Paulo, esvaziada para a construção de uma usina hidrelétrica. Ali vive Nina, que passou boa parte de sua infância na companhia do avô, dono do único hotel da cidade, e que não resiste à mudança para a capital e acaba morrendo. Anos depois, Nina lê no jornal que o governo desistiu do projeto da hidrelétrica. Candeias, então, ainda com ares de cidade fantasma, vai aos poucos readquirindo vida, com o retorno de alguns moradores, entre eles Nina, que decide reformar e administrar o hotel do avô.

 

Apaixonados – O Filme (2016) / MEGA

Três casais se encontram e se unem em pleno Carnaval, tentando ficar juntos em meio a diversos conflitos que surgem tendo a maior festa do Brasil como cenário – e muitas vezes como causa. Cássia (Nanda Costa) é a porta-bandeira de uma escola de samba e além de se dividir entre as responsabilidades carnavalescas e a preocupação com o pai (Roberto Bonfim), que está internado, ela se envolve com o médico Léo (Raphael Viana). Outro casal improvável se forma com Soraia (Roberta Rodrigues), uma cabeleireira da comunidade, e Hugo (João Baldesserini), jovem abastado que é controlado pelo pai. O terceiro casal é formado pelo americano Scott (Danilo de Moura), que odeia samba e não consegue deixar o Rio de Janeiro, com a vendedora Uitinei (Evelyn Castro), que faz de tudo para conquistá-lo. 

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A Cartomante (1974) / MEGA  Senha: cinebra

O amor e a infidelidade conjugal em dois tempos: 1871 e cem anos depois. Os costumes se modificam, mas os conflitos amorosos continuam os mesmos. Nas duas épocas, Rita é casada com Vilela, mas mantém romance com Camilo, amigo de seu marido. Uma cartomante alerta os amantes sobre o destino que os aguarda.

DIREÇÃO: Marcos Farias

ELENCO

Ítala Nandi – Rita
Maurício do Valle – Vilela
Ivan Candido – Camilo
Célia Maracajá – Cartomante
Lúcia Lage - Filha
Paulo César Peréio 

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O Forte (1974) / PCLOUD Senha: cinebra

O engenheiro Jairo retorna a Salvador para comandar a demolição do Forte de São Marcelo, monumento histórico de mais de 400 anos, e reencontra Tibiti, sua paixão adolescente, agora casada e com quatro filhos. A paixão antiga é mais forte do que seu casamento de conveniência e a modesta e tranquila vida familiar da moça. A derrubada do Forte, monumento símbolo do amor de ambos, parece não abalar a chama renascida entre eles.

Filme de Olney São Paulo

ELENCO

Adriano Lisboa
Suzana Vieira
Sandra Mara
Andréa Bulhões
Monsueto
Léa Garcia
Paulo Vilaça

 

Mulher de Verdade (1955) / MEGA  Senha: cinebra

Quando conhece a enfermeira Amélia, o malandro Bamba regenera-se, casa com ela, e vai trabalhar no Corpo de Bombeiros. Mas Amélia, por causa do trabalho, esconde o casamento e acaba se casando com Lauro, um rapagão da alta sociedade. Ela, então, tem que se virar para conseguir levar a vida dupla, até que Bamba a resgata de um incêndio. Daí...

Dirigida por Alberto Cavalcanti

ELENCO

Inezita Barroso, Colé
Raquel Martins
Carlos Araújo
Carla Nell
Valdo Wanderley
Gessy Fonseca
Fábio Cardoso 

 

Não é tarde para Recomeçar (2010)

Direção: Fábio Faria

 Para muitos, esquecer o passado é a forma mais simples de se recomeçar. Para quem ama, voltar ao passado é buscar algo que se perdeu! O tempo pode destruir um grande amor? Destruir uma história que foi construída com sentimentos que ficam apenas na lembrança? Essa linda história retrata a realidade de um relacionamento desgastado pelo tempo. Jenni está desesperada por ver seu casamento com Gabriel desmoronar. Uma viagem ao passado será suficiente para reconstruir esse amor? Nessa trama recheada de emoções e reviravoltas, voltar ao marco zero pode ser a solução pra recomeçar!

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Dá Um Tempo! (2008) / MINHATECA

Jorge tem um emprego simples: ele é office-boy. As suas jornadas só são mais emocionantes porque ele é empregado de uma agência funerária. Certo dia, no entanto, sua rotina é modificada quando o nome de uma mulher o faz se apaixonar perdidamente - apenas pelo nome. Ele, então, percorre a cidade de Alvorada em busca do "nome", auxiliado por seu amigo Nando.

Dirigido por Evandro Berlesi e Rodrigo Castelhano

Elenco:

Diego Cesar - Jorge

Jessica Ribeiro Maciel - Laissa Golf

Jairo Mattos - Diretor da Escola

Evandro Berlesi - Patrão de Jorge

Raphael Marczal - Nando

Henrique Gonçalves - Pablo

Alan Campos - Gerson

Everton Carvalho - Beto

Bruna Cardoso - Cintia 

 

  

Um Lugar Para Ser Feliz / Mega

O filme conta a história de Artur (Victor Pecoraro), um homem que se acostumou a viver na pequena e aconchegante cidade de Campo Alegre, e que deixou seus sonhos de lado para cuidar de sua mãe alcoólatra Alzira (Ilze Körting) e de seu pequeno irmão Rodrigo (Gustavo Bezerra). Artur vê sua vida mudando quando seu amor de infância Marcela (Franciely Comunello) volta a Campo Alegre para vender a casa de seus pais e trabalhar como dentista no lugar de sua amiga. Eles se reencontram e juntos irão viver mais do que um amor, irão ajudar a reconstruir um antigo sonho do Tio Peter (Carlinhos Félix), um grande homem que criou Artur praticamente como um filho. Este filme irá mostrar que por trás de cada sorriso existe a dor de uma vida que pode ser reconstruída.

 

OS MAIAS - CENAS DA VIDA ROMÂNTICA (2014) / Mega

Um filme de João Botelho com Graciano Dias, Maria Flor

Carlos da Maia é o último herdeiro da tradicional família portuguesa. Ele é formado em medicina pela antiga Universidade de Coimbra, mas prefere gastar seu tempo na companhia de amigos e amantes, junto a seu grande colega João da Ega. Mas isso muda quando ele finalmente se apaixona. A história pessoal de Carlos se mistura à de Portugal, ambas banhadas de doses generosas de tragédia e comédia.

 

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Pobre Príncipe Encantado (1969)

Senha: forumcinecult

Joca (Rodolfo Arena) é empregado do pai de Deborah (Maria Lúcia Dahl), por quem seu filho Wanderley (Wanderley Cardoso) se apaixona. Auxiliado por Totonho (Flávio Migliaccio), um amigo de infância, Wanderley a namora, sem que ela saiba quem ele realmente é. Bidú (Hugo Sandes), um dos pretendentes de Débora, enciumado com a situação, tenta de toda maneira atrapalhar o rival na conquista pelo amor da moça.

Direção: Daniel Filho

ELENCO

Rosita Tomas Lopes - Tilde
Maurício Barroso - Viera
Fernando Resky
Dorinha Duval

 

ALÉM DA PAIXÃO (1985)

O filme trata do sentimento humano em relação ao amor. A história é baseada no romance entre a personagem central, uma mulher casada e um garoto de programa que é vítima de um atropelamento causado por ela.

Os dois acabam tendo um romance proibido, pois ela era casada e tinha dois filhos. Em uma viagem do marido os dois viajam para Santos com a desculpa de levar uma amiga dele até o porto. Esta iria morar em Paris e pegaria um navio. A viagem se estende até Salvador onde ambos passam o final do ano. Ela descobre que ele está envolvido com drogas (cocaína) e decide largar dele e voltar para sua família. O filme termina quando ela chega em casa e abraça os filhos.

Dirigido por Bruno Barreto

Elenco:

Regina Duarte.... Fernanda
Paulo Castelli.... Miguel
Patricio Bisso.... Bom-Bom
Flávio Galvão.... Roberto
Felipe Martins.... Ratinho
Walter Forster
Maria Helena Dias
Flávio São Thiago
Ivan Setta
Emile Edde
Kiki Cunha Bueno
Renato Coutinho
Rubem De Bem
Jayme del Cueto 

 

QUALQUER GATO VIRA-LATA 2 (2015)

Tati (Cléo Pires) e Conrado (Malvino Salvador), que terminam juntos o primeiro filme, viajam a Cancún, onde ele participa de uma conferência para o lançamento de seu livro. Lá, ela aproveita a ocasião para pedi-lo em casamento, com transmissão via internet para todos os amigos no Brasil. Mas, ao responder, Conrado solta apenas um “Posso pensar?”. A moça, então, se decepciona e Marcelo (Dudu Azevedo), ex de Tati, volta a ter esperanças. Para complicar, Ângela (Rita Guedes), a ex de Conrado, também é convidada para o mesmo evento no México, onde também está lançando um livro, cuja tese bate de frente com a dele.

Direção: Roberto Santucci, Marcelo Antunez 

DIVÃ A 2 (2015)

Eduarda (Vanessa Giácomo) é uma ortopedista bem-sucedida, casada com o produtor de eventos Marcos (Rafael Infante) há 10 anos. Devido ao desgaste do relacionamento, eles resolvem fazer uma terapia de casal. Só que, durante as sessões, eles decidem se separar. É quando Eduarda conhece Leo (Marcelo Serrado), por quem fica interessada.

Direção: Paulo Fontenelle

 

Depois de Tudo (2015)

Ney (Romulo Estrela) e Marcos (César Cardadeiro) são melhores amigos que compartilham trabalho, sonhos e desejos, inclusive uma paixão pela linda Bebel (Maria Casadevall). Após um acidente, os dois se separam e tomam rumos diferentes na vida. Porém, com a notícia da internação de Bebel, Ney (Marcelo Serrado) e Marcos (Otávio Müller), agora mais velhos, se reencontram e os laços entre eles podem ser resgatados após anos de separação.

 

HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES (2002)

Chico, adolescente em férias na "maior e pior praia do mundo", encontra Roza num fliperama e se apaixona. Transam na primeira noite, mas ela some. Ao lado de seu amigo Juca, Chico procura Roza pela praia, em vão. Só mais tarde, já de volta a Porto Alegre e às aulas de química orgânica, é que ele vai reencontrá-la. Chico quer conversar sobre "aquela noite", mas Roza conta que está grávida. Até o próximo verão, ela ainda vai entrar e sair muitas vezes da vida dele.

Elenco:

André Arteche.... Chico
Ana Maria Mainieri.... Roza
Pedro Furtado.... Juca
Júlia Barth.... Carmem
Victória Mazzini.... Violeta
Marcelo Aquino.... Inácio
Janaína Kremer Motta.... mulher de Inácio
Yuri Ferreira.... irmão de Roza
Álvaro Rosa Costa.... taxista

Direção: Jorge Furtado 

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ANUSKA, MANEQUIM E MULHER (1968)

A aspirante a modelo, Anuska, encontra no empresário Sábato uma forma de concretizar suas ambições. Mas, em pouco tempo, um jornalista entra em cena e conquista o coração da jovem. Na tentativa de subir na carreira, ela compromete seu romance com o homem que a apóia, além de levá-lo ao fracasso.

Dirigido por Francisco Ramalho Jr

ELENCO:

Francisco Cuoco.... Bernardo

Marília Branco... Anuska

Ivan Mesquita.... Sabato

Luís Sérgio Person.... Calfatti

Ruthinéa de Moraes.... prostituta

Jairo Arco e Flexa.... Eduardo

Bibi Vogel.... modelo

Ana Maria Nabuco.... atriz

Jean-Claude Bernardet.... jornalista

Armando Bógus.... amigo de Sabato

Antônio Carlos

José de Abreu.... homem no bote

Leilah Assumpção.... modelo 

 

Amores Possíveis (2001)

Dirigido por Sandra Werneck

ELENCO:

Murilo Benício .... Carlos

Carolina Ferraz .... Júlia

Beth Goulart .... Maria

Emílio de Mello .... Pedro

Irene Ravache .... Mãe de Carlos

Drica Moraes .... Carol

Alberto Szafran .... Lucas

Luíza Mariani .... Dandara

Benvindo Siqueira .... Bilheteiro

Sílvio Posato .... Garçom

Luciana Valério

Sílvia Helena .... Nua

Marcela Moura .... Secretária

Christine Fernandes .... Secretária

O ponto de partida é um desencontro. Carlos e Júlia marcam de ir ao cinema, mas ela não aparece. Desse desencontro são criadas três histórias diferentes sobre os possíveis acontecimentos posteriores.

 

HOTEL ATLÂNTICO (2009)

Alberto (Júlio Andrade) é um ator desempregado, que vive no Hotel Atlântico. Um dia, após ver o IML retirar um cadáver do hotel em que vive, ele decide iniciar uma jornada. No caminho, conhece diversas pessoas que mudam sua vida. Durante a viagem de ônibus ele conhece uma polonesa (Lorena Lobato). Ao chegar, recebe abrigo de um sacristão (Gero Camilo), que lhe dá a batina de um padre morto. Alberto passa a agir como se realmente fosse um padre. Após sofrer um acidente e ser levado a um hospital, ele conhece o enfermeiro Sebastião (João Miguel) e Diana (Mariana Ximenes), a filha do médico que o atende. Os dois provocam grandes mudanças em sua vida.

Direção: Suzana Amaral

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Caiçara (1950) / Senha: cinebra

Zé Amaro, viúvo da filha de Sinhá Felicidade, casa-se com Mariana e vão morar em Ilhabela. Os únicos bons momentos da moça são em companhia do menino Chico, neto de Sinhá Felicidade. Isto porque o marido vive bêbado, e Manoel, sócio de Zé Amaro na construção de barcos, vive a importuná-la. Tudo parece se modificar com a morte de Zé Amaro e a chegada à ilha do jovem Alberto, que se interessa por Mariana. Enciumado, Manoel ameaça Mariana de revelar o segredo que ela guarda: a doença que vitimou os pais da moça. Uma tragédia, porém, coloca a população do lugar no encalço de Manoel.

ELENCO

Eliane Lage, Sérgio (Alberto), Carlos Vergueiro (pai do cantor e compositor, no papel de Manoel) e Abílio Pereira de Almeida (Zé Amaro).


Oswaldi Eugênio - Chico
Zilda Barbosa – Diretora
Maria Joaquina da Rocha – D. Felicidade
Maísa Pereira de Almeida – Amiga
Célia Biar – Amiga
Adolfo Celi – Genovês
Venário Fornazari – Médico

Zé Amaro, viúvo da filha de Sinhá Felicidade, casa-se com Mariana e vão morar em Ilhabela. Os únicos bons momentos da moça são em companhia do menino Chico, neto de Sinhá Felicidade. Isto porque o marido vive bêbado, e Manoel, sócio de Zé Amaro na construção de barcos, vive a importuná-la. Tudo parece se modificar com a morte de Zé Amaro e a chegada à ilha do jovem Alberto, que se interessa por Mariana. Enciumado, Manoel ameaça Mariana de revelar o segredo que ela guarda: a doença que vitimou os pais da moça. Uma tragédia, porém, coloca a população do lugar no encalço de Manoel. 

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Orfeu Negro (1959)

No Carnaval Orfeu (Breno Mello), condutor de bonde e sambista que morra no morro, se apaixona por Eurídice
(Marpessa Dawn), uma jovem do interior que vem para o Rio de Janeiro fugindo de um estranho fantasiado de
Morte (Ademar da Silva). Mas o amor de Orfeu por Eurídice irá despertar o ciúme de sua ex-noiva, Mira
(Lourdes de Oliveira).

Direção: Marcel Camus

ELENCO
Breno Mello
Marpessa Dawn
Marcel Camus
Lourdes de Oliveira
Léa Garcia
Ademar Ferreira da Silva

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O Jovem Tataravô (1936)

Homem que morreu em 1832, aos 35 anos de idade, ressurge em 1936 como se estivesse
dormindo todo este século. Ainda que pequeno, ele é elegante e de olhar misterioso.
Mas o principal: tem um talento incrível para conquistar as mulheres.

ELENCO

Albertina
Emílio Amoroso
Manuel F. Araujo
Gina Bianchi
Darcy Cazarré
J. Cantuária

Direção: Luiz de Barros

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Braza Dormida (1928)

Direção: Humberto Mauro

ELENCO

Nita Ney
Luís Soroa
Máximo Serrano
Pedro Fantol
Rosendo Franco
Cortes Real
Pascoal Ciodaro

O pai de Luís Soares decide enviar o filho ao Rio de Janeiro, para fazer seus estudos.
Quando chega lá, no entanto, o jovem não estuda, e gasta todo o dinheiro. Procurando
emprego, ele encontra vaga em uma usina, onde logo se apaixona pela filha do chefe. O
pai da garota é contrário à relação, e ameaça contar tudo ao pai de Luís se ele não
terminar o namoro.