Sites Grátis no Comunidades.net
Pornochanchada 01
Pornochanchada 01

 

 

 

O Gênio do Sexo (1978)

Jorge, marido de Geny, um moderno e importante executivo, vem a sofrer um pequeno colapso nervoso, devido aos seus múltiplos afazeres, vindo a refletir em sua vida sexual, não só com a mulher, mais com as suas aventuras, tornando-o impotente. Geny, preocupada com esse fato, vai a procura do professor Andorinha, que é um inventor sui-generis, um pouco louco e um pouco de gênio, que mediante uma fabulosa quantia, se compromete a resolver o problema do casal, inventando uma sexy cueca. Mas neste meio tempo, surge Rodolfo, que rouba não só o dinheiro dado ao professor Andorinha, como também a sexy cueca: não podendo ir a polícia, Geny e o professor Andorinha, recorrem a uma agência de detetives, chefiada por Columba, para descobrir o paradeiro de Rodolfo e a sua cueca. Neste meio tempo, até achar a cueca, iremos encontrar situações hilariantes de sexo e aventuras, mostrando um final totalmente inesperado com a recuperação da cueca. 

 

Imagem

O Sexomaníaco (1976)  Senha: cinebra

Os maridos dobram a vigilância sobre suas mulheres pois o maníaco sexual Severino Barba de Bode foge do manicômio judiciário onde estava preso por ter atacado Norminha, esposa do doutor Cornélio Valença. Severino volta ao seu método de ataque: prende o marido num armário e ataca a esposa. O casal Ferrão e Sandra coloca em prática um plano amoroso para, caso sejam descobertos, culpar o tarado.

Imagem

Imagem

Sete Mulheres Para Um Homem Só (1976)

O pequeno público que cultua o cinema de Mozael Silveira acostumou-se a vê-lo como protagonista, ao lado da esposa, Lameri Faria, nos filmes que dirigiu e roteirizou em meados dos anos 70.

Estas preciosidades, de maior apelo nas reprises do Canal Brasil, guardam hoje a cara dos primos pobres setentistas: produções cheias de cores, samambaias, penteados exóticos e mulheres de biquíni – ou parte deles –, correndo em torno do malandro pobre que sempre conversava ao lado de uma piscina ou batia um prato de comida, naquele naturalismo exacerbado que fazia do cotidiano a peça central para a aproximação com os espectadores.

Piscinas e as casinhas de classe média baixa ou alta, conseguidas com a lábia de Mozael e com o patrocínio das prefeituras locais – de Araruama, em “Secas e Molhadas” (1977); de Miguel Pereira, neste “Sete Mulheres Para Um Homem Só” (1976) – dão a tônica para se entender melhor a audácia de quem tentou e retentou, desde os tempos da Cinédia, construir o cinema popular no Brasil.

Para os aficcionados, convém lembrar que Mozael era o louco que em 1958 confundia o retirante nordestino (Reginaldo Farias) em “No Mundo da Lua”; o repórter inconveniente de “Assalto ao Trem Pagador” (1962); o co-produtor executivo – o outro era David Cardoso – de “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora” (1971).

Todos estes filmes, dirigidos por Roberto Faria, mostram uma pequena parte da trajetória de Mozael e apontam o envolvimento do cineasta com a R.F.F. Produções Cinematográficas. Em “Sete Mulheres Para Um Homem Só” a R.F.F. serviria de palco para a dublagem dos personagens.

Quem espera ver Mozael atuando em “Sete Mulheres...” terá que pôr a ansiedade de lado e se contentar com a participação por detrás das câmeras – salvo a rápida inserção de sua voz numa chamada de rádio –, tanto como diretor e co-roteirista.

De qualquer forma, o bizarro mundo mozaelense permanece intacto: Lameri, a vamp encorpada e distante está lá mais uma vez; Zezé Macedo, a idosa sem muitos atrativos físicos, idem; e Martim Francisco (Ricardão) interpreta um alter-ego fundamental, o papel que por ordem e direito seria do próprio cineasta.

Ricardo espera a saída dos patrões em férias para tomar conta da mansão – na verdade, as instalações da “Pousada Club de Miguel Pereira” –, auxiliado por José, o mordomo, e Isabel, a cozinheira. Pretendem entupir o local – “Rua dos Prazeres, 69” – de moças desamparadas, cobrando de quebra uma pequena taxa a titulo de manutenção.

A maquiagem, creditada a Helena Rubinstein – dando a entender absurdamente que a própria em pessoa aterrissou no set –, é um dos achados que saltam aos olhos nos cartões iniciais. Via de regra, as aberturas dos filmes de Mozael costumam ter os letreiros em branco sobre fundo negro – em mais uma estratégia óbvia a que os realizadores brasileiros recorreram para baratearem as produções. Esses letreiros, por sua vez, eram acompanhados por uma música que dividiria com outra a tarefa de situar a platéia durante a trama.

É assim que ouvimos “Kung-Fu Fighting”, sucesso nas paradas de sucesso da época, em loop permanente, com arranjos variados para a mesma melodia base: beat acelerado ou marcial ou inferninho-discothéque, à medida em que Ricardo e as meninas ficam ou afoitos ou curiosos ou naquela maciota total, de extrema felicidade. “Mambo Number 5”, presença enlouquecedora nas festinhas de criança há uns anos atrás, aparece na versão original, para logo em seguida dar lugar novamente à canção sino-americana.

Escrito em parceria com os velhos amigos Vitor Lustosa e Geraldo Gonzaga, o roteiro reúne, portanto, a dupla de amigos (Ricardão e José) com a galeria de boas – entre elas, uma hippie e a falsa cantora (Lameri), que dará um golpe dentro do golpe (dado pelas hóspedes, que roubam um posto de gasolina) dentro do primeiro golpe (dado por Ricardão e José, ao tomarem a casa na mão grande).

O lojista afetado, “Marcelo du Bois” – sugestivo nome afrancesado para o vendedor da única rua comercial da cidade – e a feia (Zezé Macedo) também correm atrás de Ricardo, fecham o cerco das intenções de Mozael e companhia, ressaltadas pela montagem do grande Leovegildo Cordeiro, o Radar.

Muito se fala sobre a maravilha da cultura popular no país, mas pouco se dá atenção a obras cinematográficas como esta, que vão se perdendo no espaço. Se até hoje é necessária a ocupação de pelo menos um minuto e meio anterior ao início do filme para apresentação dos parceiros corporativos, Mozael, como bom sobrevivente fazia o mesmo: agradecia por exemplo ao DD. Sr. Prefeito, à Pousada Miguel Pereira, ao Ferro-Velho e ao Supermercado Salgadão.

A vida no Beco da Fome, famoso ponto de encontro destes atores e cineastas, podia ser apertada, cheia de problemas e baixa pirotecnia. Mas como mostra "Sete Mulheres Para um Homem Só", os impedimentos não serviam para acabar com o fôlego da trupe. Pelo contrário, davam um gás tremendo para os folgazões que se divertiam em moto perpétuo brincando de fazer cinema -- e ainda ganhavam dinheiro com isso.

 Imagem

Gugu O Bom de Cama (1980)

MEGA Senha: cinebra 

 Gugu é um costureiro gay, que, após insistência de sua mãe Antonieta, casa-se com a bela Sônia, com quem tem um filho. Um dia, ele deixa sua casa e muda-se para o Rio de Janeiro, onde monta um ateliê de costura. Após a morte da esposa, Gugu reencontra seu filho Regis, também um costureiro gay, e os dois passam a morar juntos, escondendo, um do outro, a própria homossexualidade. Constantemente os dois são assediados por mulheres, até que em um baile de carnaval... 

 Imagem

O Sexualista (1975) Senha: cinebra

Fábio é despejado da pensão onde mora. Escritor medíocre, ele redige o "Dicionário do Sexo", e vai morar no bordel da Zizica, que acaba fechado pela polícia, e o nosso herói passa a escrever na cadeia. A vida dele parece tomar outro rumo, quando, à beira da morte, seu tio Casemiro o nomeia como único herdeiro de sua fortuna. Mas nem tudo são flores...

 

 

A Viúva Virgem - 1972

Direção: Pedro Carlos Rovai

ELENCO:
Adriana Prieto
Jardel Filho
Carlos Imperial
Marcelo Marcello
Darlene Glória
Sônia Clara
Henriqueta Brieba
Álvaro Aguiar
Ibanez Filho
Meiry Vieira
Carlos Prieto
Neneu
Otávio Augusto
Flávio Chaves
José Milfont
Samuel Gassman
Janete Blati
Mário Telles
Jota Gomes
Júlia Lima
José Lewgoy
André José Adler
José Augusto Branco
Wilson Grey

Carlos Imperial é o nome do homem. Carioca do Espírito Santo, criado em Copacabana, de Imperial há muita coisa boa a se falar e apenas um ou outro deslize em sua rocambolesca “carreira”. Produtor e diretor musical e cinematográfico, compositor, jornalista, escritor, apresentador de programas de auditório, e, em certa época da vida, ator bufo dos melhores, Carlos Imperial foi um destes loucos que não existem mais, por quem o Brasil deveria babar de orgulho.

Mas pelo contrário, antes das trevas do esquecimento onde mergulharam sua memória hoje em dia, imprimiu-se a versão de um Imperial aproveitador, canalha, sem cultura e salafrário. Nada mais injusto para alguém que dedicou sua vida a criar. Com um décimo da versatilidade e da grandeza cultural de um Carlos Imperial, a maioria dos intelectuais brasileiros teria conduzido uma revolução positiva no país da segunda metade do século XX, ao invés de se enclausurarem nas cátedras medíocres de nossas universidades públicas deficitárias.

Existe, portanto, um ramo da cultura brasileira onde o malandro, o gordo cafajeste, o terror da Rua Miguel Lemos, Carlos Imperial, é sinônimo de história e selo de qualidade. Junto com Adriana Prieto, Jardel Filho e Darlene Glória, é ele quem dá a tônica em “A Viúva Virgem” (1972), intrincada comédia de situação, campeã de bilheteria naquele ano, contando a história de Cristina (Prieto), moça do interior de Minas, recém-casada com o ogro barbudo, Coronel Alexandrão (Imperial).

Desleixado e oleoso, o Coronel ganha na música do próprio Imperial – embebida dos hits rurais de Tim Maia, na fase “Coroné Antônio Bento” – sua melhor definição: “Uai, uai, coroné, coroné Alexandrão, deitou forte, bicho macho, povoou a região”. Pai de mais de setenta filhos, Alexandrão vai ao altar novamente, interrompe o padre (José Lewgoy) ao pedir para que se apresse, mas logo após os comes e bebes da recepção, enfarta sobre Cristina sem consumar o casamento.

A “viúva virgem” Prieto, que repetidas vezes ora diverte-se em cena – um vago sorriso no canto da boca, principalmente nas cenas com o endemoniado Imperial – ora parece perguntar-se aonde foi parar o estilo seríssimo de “Memória de Helena” (1969), estrelado por ela três anos antes – o momento em que hesita ao aceitar o Coronel na cama transparece um requinte interpretativo que não combina lá muito bem com os gracejos do filme.

A partir do enterro do morto, tem-se início a guinada em direção à cidade grande, quando acompanhada pela tia (Henriquieta Brieba), Cristina cumpre orientações médicas e pretende relaxar. Encontra, porém, Constantino Gonçalves (Jardel Filho), falsário que apresenta-se como industrial, dono da revendedora de sucos “Meu Limão, Meu Limoeiro” – na realidade, uma oficina mecânica caindo aos pedaços, especializada em lanternagem. A intenção, como não poderia deixar de ser, é a de aplicar-lhe um sonoro golpe do baú.

Constantino tem a idéia de criar o “Empreendimento Matrimonial Constantino Gonçalves”, vendendo pequenas cotas resgatáveis financeiramente após o enlace matrimonial com a pobre viúva. Quem o auxilia é a trupe formada por sua irmã Tamara (Darlene Glória), que namora o raquítico bicho-grilo Paulinho (Marcelo, astro de “Minha Namorada”, já resenhado neste blog) e é amiga de Janete (Sônia Clara) – garota no estilo certinha do Lalau, mas ensandecida, que vive dando pulos e cometendo gestos esdrúxulos, no contraponto à autoridade risonha de Tamara.

O imbróglio central, porém, está na hilária volta do Coronel, que vaga em espírito atormentando ex-mulher, Constatino e tia – que acaba servindo de “cavalo” ocasional para a incorporação do rotundo fazendeiro. Flutuando sobre os cômodos, indo à praia, aparecendo atrás de árvores ou de quatro, andando em gatinhas, Imperial é um show deslumbrante à parte, comanda o enredo e conspira de modo sobrenatural contra o estelionato do sr. Gonçalves.

Aumentando a população nas telas, muitos personagens seguem no encalço da virgem em ritmo de screwball comedy. Carlos Prieto, falecido irmão de Adriana, faz o amigo de trejeitos duvidosos. Otávio Augusto, de bigodinho, dirige um comercial. Wilson Grey, é bom que se diga, marca presença quando menos se espera, feliz que só, trocando olhares com Henriquieta Brieba.

Frustrado o golpe do baú, Cristina encontra o amor nos braços de Paulinho e é vista pela última vez ao seu lado, no carro cujo capô é tomado pelo vulto de Alexandrão. Sem mortos e sem feridos – apenas presos, por uma série de confusões num motel –, um comboio policial leva todos os atores, à exceção daquele trio, em clima de encontro de final de ano, sorridentes para um último passeio pela câmera do diretor Pedro Carlos Rovai. A cena final, como em filme brasileiro dos anos 70 que se preza, congela na imagem de Imperial mandando o espectador para aquele lugar.

Ninguém se importa, porque somos todos – espectadores, atores e diretor – convidados para a festa que, afinal, são os filmes e a vida deste monstro sagrado brasileiro. Treze anos depois do Coronel Alexandrão, Imperial seria candidato a prefeito do Rio pedindo voto para as crianças (“Eu sou a zebra, peça ao seu papai para votar na zebrinha!”), assumiu a função de apresentador fixo da apuração das notas do Carnaval carioca (“Beija-Flor de Nilópolis, dez, nota dez!”), até falecer e ir diretamente para o céu, sem escalas, em Novembro de 1992. Um tributo ao gênio.  

 

Resultado de imagem para deixa amorzinho deixa

Deixa, amorzinho... Deixa - 1975

Dirigido por: Saul Lachtermacher

Elenco:

  • Antonio Patiño
  • Bibi Vogel Vera
  • Emiliano Queiroz
  • Grande Otelo
  • Jaime Barcellos
  • Jorge Cherques
  • Maria Lúcia Dahl Maria
  • Moacyr Deriquém
  • Ney Latorraca Dino / Dalma
  • Otávio Augusto
  • Rubens de Falco
  • Sandra Barsotti Elza
  • Thelma Reston
  • Valter Santos

Dino e Dalmo são irmãos gêmeos. Dino é muito tímido, e do outro, o contrário: um verdadeiro Don Juan. Quando Dalmo morre após ser baleado por um marido furioso, ele é recebido no céu por um clube.

 

Resultado de imagem para a filha de madame betina

A Filha de Madame Betina - 1973

Dirigido por Jece Valadão

Elenco

  • Jece Valadão...Otávio
  • Geórgia Quental...Margot Lovestein
  • Paulo Fortes...Gianini
  • Vera Gimenez...Selma
  • Otávio Augusto...Bruno
  • Arthur Costa Filho
  • Martim Francisco...Rolando (substituindo o ator Fernando José)
  • Elza Gomes...Madame Betina (em flashbacks)
  • Henriqueta Brieba...Irmã Caridade, Madre superiora (apareceu no primeiro filme em papel diferente)
  • Abel Pêra (apareceu no primeiro filme em papel diferente)
  • Carlos Alberto de Souza Barros
  • Jotta Barroso
  • Antonio Vitor...Ricardo, pai de Margot
  • Jorge Cherques...Jorge, o vizinho (apareceu no primeiro filme em papel diferente)
  • Rita de Cássia
  • Miguel Ângelo
  • Victor Zambito

Terminada a cerimônia do funeral de Madame Betina, Otávio volta para casa onde é procurado por um tabelião que lhe diz que a falecida lhe deixara como herança a grande quantia de 2 bilhões de cruzeiros. Mas Otávio só receberá o dinheiro após se casar com a filha de Madame Betina, Margot Lovestein. Ninguém conhece a moça e nem seu paradeiro então Otávio pede ajuda aos amigos para tentar localizá-la. Depois de algumas procuras, Otávio resolver colocar um anúncio no jornal que é visto por Margot. Ela manda a amiga Selma se passar por ela para investigar Otávio mas ao saber da cláusula do casamento não demonstra interesse pois espera por uma prometida herança de seu pai idoso milionário.

 

As Desquitadas em Lua-de-Mel (1976)

Reunião de três episódios de comédia erótica, extraídos de filmes
da década de 1970, produzidos pela Di Mello Produtora.

Consuelo (de As Desquitadas em Lua-de-Mel) - 54'
Direção: Victor di Mello - Com: Neila Tavares & Otávio Augusto
Casal desquitado tenta reatar o casamento. Mas o pai da moça não aceita a ideia.

O Especialista em Línguas (de Um Varão Entre as Mulheres) - 11´
Direção: Victor di Mello - Com: Sandra Barsotti & Jorge Dória
Aluna tenta seduzir professor para obter gabarito da prova.

O Flagrante de Adultério (de As Mulheres Que Fazem Diferente) - 32'
Direção: Cláudio MacDowell - Com: Íris Bruzzi & Paulo César Pereio
Socialite arma flagra de adultério contra o marido. Mas nem tudo sai como o esperado. 

Resultado de imagem para A Difícil Vida Fácil

A Difícil Vida Fácil (1972)

4Shared
Senha: cinebra

Em busca da fama, jovens são levadas à prostituição, quando se candidatam a fazer carreira de modelo na revista Unissex, fachada para uma rede de exploração do lenocínio. Uma das moças resolve denunciar o esquema para um repórter, apaixonado por uma de suas colegas. Ele resolve se envolver pessoalmente na investigação, e uma das moças é assassinada.

Direção: Alberto Pieralisi 

ELENCO:

Jece Valadão

Sandra Barsotti

Emiliano Queiroz

Paulo Fortes

Marly de Fátima
Vera Gimenez
Fernando José
Jotta Barroso
Rubens de Falco
Neuza Amaral

 Imagem

Empregada Para Todo o Serviço (1978)

4SHARED partes 01 / 02 / 03  Senha: cinebra

Chegando do interior, Rosa se emprega como doméstica no Rio de Janeiro. No entanto, muito ingenuamente, acaba cúmplice das tramoias armadas por outros, sendo dispensada em consequência das confusões geradas. Um dia, ela promove um grande encontro entre todos os seus antigos patrões numa festa de nudismo.

Direção: Geraldo Gonzaga

ELENCO

Leila Cravo

Martim Francisco
Wilson Grey
Dalma Ribas
Fátima Porto

 

 

Efigênia Dá Tudo Que Tem - 1975

Direção: Olivier Perroy

Elenco
Cynira Arruda
Xandó Batista
Lídia Costa
Carlos Alberto de Nóbrega
Felisberto Duarte
Etty Fraser
Felipe Levy
Nádia Lippi
Marilu Martinelli
Jack Militello
Arthur Miranda
Laerte Morrone
Carmem Ortega
Ricardo Petraglia
Lino Sérgio

Efigênia, milionária excêntrica, deixa toda sua fortuna, ao morrer, para o jovem cantor Divonzir, com a condição de que ele se case e dentro de um ano tenha uma filha, dando-lhe o nome de Efigênia. O cantor propõe casamento a Laurinha, enfermeira de Efigênia, mas como tem de viajar profissionalmente, encarrega seu amigo Zé Pileque de realizar a cerimônia por procuração e embarcar a noiva para a cidadezinha onde se apresenta. Na viagem, entretanto, Divonzir encontra Dulce, uma ex-namorada, e resolve casar com ela. Manda desfazer o contrato com Laurinha, mas o bilhete é extraviado, e Divonzir se vê bígamo, em plena lua-de-mel, hospedado com ambas no mesmo hotel. Tempos depois, as duas esposas têm filhos e ele troca por uma menina, com um casal que queria um filho. Satisfeita a condição do testamento, recebe a herança.

Resultado de imagem para toda donzela tem um pai que é uma fera filme

Toda Donzela Tem um Pai que É uma Fera (1966)

Depois do baile de carnaval, a solteira Dayse volta para o apartamento do namorado Joãozinho, onde mora. O pai da moça, um severo general, descobre o endereço e vai até lá armado, disposto a forçar o casamento da filha com o rapaz. Joãozinho vai até o apartamento do vizinho e amigo Porfírio e lhe pede que esconda Dayse ali, até que o general vá embora. Porfírio não quer se envolver mas quando o amigo lhe conta que o general o obrigará a casar, ele acha que é muita crueldade e resolve esconder a moça. Mas o plano não dá certo e o general acaba achando que Dayse mora com Porfírio, que tem fama de libertino, e o obriga a assinar os papeis de casamento. Desesperado, Porfírio pede ajuda a Loló, uma vizinha atrapalhada, para que passe por sua esposa e convença o general de que ele já é casado.

um filme de Roberto Farias 

Elenco:

  • John Herbert...Porfírio
  • Reginaldo Faria...Joãozinho
  • Walter Forster...General
  • Vera Vianna...Dayse
  • Milton Gonçalves...Porteiro
  • Rosana Tapajós...Loló
  • Adalgiza Nogueira

 Resultado de imagem para As Moças Daquela Hora

As Moças Daquela Hora (1973)

 Partes 01 / 02

Mariana é uma colegial típica: cabelos “maria-chiquinha”, saia, meia-soquete, sapatinho-de-boneca e blusa branca. Namora Luizinho, mas o trai com o trapezista Gusmão. A sitiante Isaura é seduzida por Paulino, um comerciante, vendedor de sucos, antes de ser violentada por um latifundiário. Léa é acusada de ter perdido a virgindade antes do casamento. As três moças são acolhidas por Fininho e Pilar, agenciadores de moças para a profissão mais antiga do mundo.

Diretor Paulo Porto

 ELENCO

Nídia de Paula (Mariana)
Tina Luíza (Isaura)
Monique Lafond (Léa)
Roberto Roney (Fininho)
Gracindo Jr. (Gusmão)
Marco Nanini (Luizinho)
Carlos Eduardo Dolabella (Paulino)
Ênio Santos (Pai)
Lícia Magna (Donga)
Milton Carneiro (Promotor)
Amândio (Gregório)
Roberto Roney (Fininho)
Kátia Grunberg (Pilar)
Moacir Deriquém

Imagem relacionada

O Sexo das Bonecas - Ele, Ela e o Etc. (1974)

 Partes 01 / 02 / Senha: cinebra

Renato muda-se para o Rio de Janeiro, para estudar medicina. Chegando à cidade, ele vai a uma boate, e conhece Pedro, um homossexual de meia-idade, com quem passa a morar. Passeando pela praia, Renato se encanta com Gracinha, uma garota de programa, moradora na casa de uma veterana cafetina juntamente com outras colegas de ofício. Gracinha quer conhecer a família de Renato. Pedro acaba aceitando se passar por tio dele. No dia seguinte, Gracinha vai jantar na casa de Renato. Os três tentam dissimular o que de fato são: um gigolô, um homossexual afetado e uma prostituta. Até que o jantar é servido...

Direção de Carlos Imperial

ELENCO

Mário Gomes (Ele - Renato)
Arlete Salles (Ela - Gracinha)
Nestor de Montemar (O Etc. - Pedro)
Henriqueta Brieba (Cafetina)
e suas garotas:
Norma Suely
Marluce Martins
Marza Oliveira
Marlene Rodrigues
Baby Conceição

 Resultado de imagem para elas são do baralho filme

Elas São do Baralho (1977) / MEGA

Eugênio Miranda (Cláudio Corrêa e Castro) é um alto executivo de uma corretora de valores em Belo Horizonte
que é transferido com sua esposa para São Paulo, para melhorar o desempenho da filial paulista. A chegada a
São Paulo é bastante atribulada, pois logo ao chegar é assaltado e ainda acaba sendo preso. Eugênio decide
mostrar toda a sua fibra à cidade, que o recebera de forma tão não-amistosa. No escritório da empresa
alguns funcionários preparam uma armadilha para o novo chefe, o que inclui uma festinha pouco ortodoxa para
o patrão.

Direção: Silvio de Abreu

ELENCO

Cláudio Corrêa e Castro
Sonia Mamede
Antônio Fagundes
Nuno Leal Maia
Esmeralda Barros
Adoniran Barbosa
Carlos Koppa

 

 Imagem

A Arte de Amar... Bem (1970)

Direção: Fernando de Barros

1.º Episódio

"A Inconveniência de Ser Esposa" - 36'
Inês e Ronaldo são abandonados pelos cônjuges e preparam uma vingança simulando uma ardente paixão.
Eva Wilma (Inês)
Raul Cortez (Ronaldo)
Newton Prado (Roberto)
Luíza Di Franco (Paula)

2.º Episódio

"A Honestidade de Mentir" - 11'
Oscar toda noite chega tarde alegando "serão". Em aniversário de casamento, Cremilda, a esposa, descobre a verdade.
Otelo Zeloni (Oscar)
Consuelo Leandro (Cremilda)
Plínio Marcos (Taxista)
Sérgio Hingst
Luely Figueiró

3.º Episódio

"A Garçonniére de Meu Marido" - 38'
Iseu mantém garçonniére dividida com amigos. Sua mulher Gardênia descobre, e prepara uma surpresa.
John Herbert (Iseu)
Íris Bruzzi (Gardênia)
Karin Rodrigues (Vivinha)
Walter Forster. 

 Resultado de imagem para adultério a brasileira filme

Adultério à Brasileira - 1969

Longa-metragem reunindo três episódios – em A assinatura, um marido picareta tenta arrancar a assinatura da esposa para fechar um negócio. O telhado mostra as agruras de um operário que suspeita que sua mulher esteja saindo com um caminhoneiro. Em A receita, um funcionário público conta vantagens para os amigos enquanto a mulher sai com um estudante.

Com fotografia do mestre Hélio Silva, montagem de Glauco Mirko Laurelli e letreiros do animador Roberto Miller, Adultério à brasileira é um dos precursores da pornochanchada. Percorrendo ambientes sociais diferentes, Rovai investiga com sátira e graça uma das principais instituições burguesas – o adultério.

 Resultado de imagem para amante muito louca

Amante "Muito Louca"! - 1973

Dirigido por Denoy de Oliveira.

Elenco:

  • Tereza Raquel.... Brigite
  • Cláudio Corrêa e Castro.... Amâncio
  • Stepan Nercessian.... Júnior
  • Beatriz Veiga
  • Jô Soares
  • Marisa Sommer
  • Carvalhinho
  • Alcione Mazzeo

Conta a história de um gerente bancário, com uma esposa submissa e dois filhos adolescentes vagabundos. Ele possui um "fusca" e uma casa na praia, e também uma amante completamente maluca. O gerente entra em desespero quando, durante as férias na praia, a amante resolve ir atrás dele e acaba se envolvendo com seu filho.

 

 

ImagemEu Transo… Ela Transa (1972) / Minhateca

Roberto, de 45 anos e que mora na Zona Sul, é um chefe de família sempre bem disposto e com a simpatia peculiar a certos homens de negócio que costumam resolver facilmente todos os problemas. Vivem ao seu lado Dedé, sua mulher, Maria Inês, a cunhada solteirona e antiquada, Afonso, o sogro aposentado, que perambula pela casa numa cadeira de rodas, criticando tudo e todos, Carlinhos, o filho mais velho, garotão de Ipanema, que jamais enfrentou qualquer problema na vida, Vanda, a filha de dezessete anos, que começa a sentir o problema da afirmação pessoal, e Kiko, de quatorze anos, ainda completamente inconsequente.

Direção: Pedro Camargo

ELENCO
Daisy Lúcidi
Darlene Glória
Fernando Torres
Jorge Dória
Luiz Tadeu
Marcelo Marcello
Marcos Paulo
Mary Daniel
Milton Viana
Moacyr Deriquém
Orlandivo
Rodolfo Arena
Rose di Primo
Sadi Cabral
Sandra Barsotti
Shulamith Yaari
Suzy Arruda

 

ImagemResultado de imagem para márcia dornelles nuaResultado de imagem para márcia dornelles nuaResultado de imagem para márcia dornelles nua

Márcia Dornelles

O Diabo na Cama - 1988  / Minhateca

Dirigido por: Michele Massimo Tarantini

Elenco:

  • Ankito garçom
  • Bemvindo Sequeira
  • Claudio D'Oliani
  • Felipe Carone recepcionista
  • Fernando Reski
  • Germano Vezzani
  • Jonas Bloch Suicida
  • Lando Buzzanca Pepino
  • Márcia Dornelles Joana Coxalonga
  • Monique Lafond
  • Paulo Figueiredo
  • Thelma Reston
  • Zezé Macedo

Para ajudar o primo a fechar contrato com um rico negociante alemão que é mulherengo, o protagonista contrata uma prostituta que se faz passar por mulher do industrial brasileiro. comentários: Divertida comédia com mulheres bonitas e pitadas de erotismo, tem encadeamentos chaplinianos repetindo as mesmas situações absurdas e cômicas. Atente para o veterano Ankito, como o garçom que leva o café e Buzzanca dublado em português. 

Imagem 

Será Que... Ela Aguenta? (1977)

Na noite de núpcias, uma jovem e inibida esposa foge apavorada com a ideia da consumação do casamento, fazendo com que o marido passe a se consolar com outras mulheres. O acontecimento ganha as manchetes dos jornais, e o prefeito da cidadezinha de Não me Toques, preocupado com a desmoralização do lugar, contrata um doutor em Psicologia do comportamento humano para comandar uma campanha para mudança dos costumes.

Direção de Roberto Mauro

ELENCO

Ubiratan Gonçalves (Prof.º Herman)
Sonia Vieira (Teca)
Oasis Minitti (Delegado)
José Júlio Spiewak (Psiquiatra)
Jandira Martins (Diretora)
Deni Cavalcanti (João Luiz) 

 Resultado de imagem para as três mulheres de casanova jardel filho

As Três Mulheres de Casanova (1968)

Dirigido por Victor Lima

Elenco:

  • Jardel Filho...Henrique Casanova
  • Luís Delfino...Smith, o mordomo
  • Amândio...Eusébio
  • Sônia Clara...Anete
  • Álvaro Aguiar...Eduardo
  • Naura Hayden...Regina
  • Joel Vaz...Ronaldo, amigo de Regina
  • Celi Ribeiro...Marília
  • Larry Carr...Binho
  • Sérgio Hage...Mauro
  • Márcia Tânia...Aline
  • Costinha...mensageiro (participação)
  • Vera Lúcia
  • Greg Ravitch
  • Pepita Rodrigues
  • Raul Longras

Henrique Casanova é um compenetrado e distraído professor que trabalha no Museu Histórico Nacional e mora numa bela casa de sua esposa rica, com dois filhos adolescentes. Ele viaja com frequência, alegando uma pesquisa da 19ª Dinastia do Egito mas na verdade vai se encontrar com duas noivas: Anete, de São Paulo, a quem se apresenta como empresário; e Marília, de Belo Horizonte, que o toma por um advogado. Desconfiadas de suas constantes ausências, as duas noivas acabam descobrindo o endereço de Henrique no Rio de Janeiro e viajam até lá para investigarem. Henrique fica sabendo da chegada das noivas e para evitar que a esposa as encontre, pede ajuda ao seu auxiliar no museu, o humilde Eusébio, e ao astuto mordomo "inglês", que aproveita para chantageá-lo.

Resultado de imagem para a virgem 1973

A Virgem (1973)

 Direção: Dionísio Azevedo

Lenita e Vado são um casal de namorados que combinam viajar até um sítio com os amigos. Lenita é virgem e não sabe que Vado combina com os amigos Mário e Durva disputar num jogo de palitinho quem será o primeiro a ter relações sexuais com ela. No local, Mário assedia também a caseira Inês, o que provocará a ira de Otávio, o marido dela.

Elenco

  • Nádia Lippi .... Lenita
  • Kadu Moliterno .... Vado
  • Nuno Leal Maia .... Mario
  • Nadir Fernandes .... Tina
  • Mirian Mayo .... Licinha
  • Tony Tornado .... Durva
  • Célia Olga .... Dora
  • Alexandre Radovan .... Zé Luiz
  • Clery Cunha .... Chiquinho
  • Lygia Maria Alves .... Zabela
  • Roberto Homsi .... Otávio
  • Dilton Castro .... Caboclo
  • Elizabeth Castro .... Cabocla
  • Maria Luiza Imperial .... Izabel
  • Célia Helena .... Inês (atriz convidada)  

Quando as Mulheres Querem Provas (1975) / MINHATECA

Bira, paquerador jovem de boa-pinta, vai passar as férias em Vitória, onde se apaixona por Verônica, psicanalista casada e fiel. Perseguindo-a em seu carro, Bira pensa ter visto Verônica dar um beijo no motorista e, ao tentar demonstrar o fato a um amigo, é surpreendido por uma arrumadeira do hotel em que mora. Esta espalha o boato de que ele estava beijando um homem. A fama de duvidosa masculinidade atrai a atenção da até então distante psicanalista e das jovens da cidade, que exigem provas às quais Bira se submete com prazer. Mas a verdade é descoberta, provocando a ira dos rapazes da cidade despeitados com prestígio do paquerador entre as mulheres. Bira foge para o Rio e tenta repetir a experiência. Mas se dá mal porque quem exige provas, dessa vez, é um grupo de homossexuais.

Direção: Cláudio MacDowell

Elenco:

  • Carlo Mossy... Bira
  • Rossana Ghessa... Marta
  • Henriqueta Brieba... Violeta
  • Rodolfo Arena... Arquimedes
  • Iara Stein... Verônica
  • Shulamith Yaari... Terry
  • Tutu Guimarães... Brigite
  • Hugo Bidet... Dr.Sampaio
  • Fernando José... Antônio
  • Black John... Jorge
  • Dita Côrte-Real... Penha  

A Santa Donzela (1978) / MINHATECA

Dirigido por: Flávio Porto

Elenco:

Plínio Marcos, John Herbert, Wanda Stefânia, Joffre Soares.

Jordão Magalhães, jovem artista plástico de uma pequena cidade do interior, é contratado para esculpir a estátua da virgem padroeira local. A modelo que lhe serve de inspiração é Verinha, com quem mantém um relacionamento amoroso. No entanto, a tia da moça faz pressão para ela se casar com outro. 

   

Imagem

Assim Era a Pornochanchada (1978) / Mega Senha: cinebra

Reunião de três episódios de comédia erótica, extraídos de filmes
da década de 1970, produzidos pela Di Mello Produtora.

Consuelo (de As Desquitadas em Lua-de-Mel) - 54'
Direção: Victor di Mello - Com: Neila Tavares & Otávio Augusto
Casal desquitado tenta reatar o casamento. Mas o pai da moça não aceita a ideia.

O Especialista em Línguas (de Um Varão Entre as Mulheres) - 11´
Direção: Victor di Mello - Com: Sandra Barsotti & Jorge Dória
Aluna tenta seduzir professor para obter gabarito da prova.

O Flagrante de Adultério (de As Mulheres Que Fazem Diferente) - 32'
Direção: Cláudio MacDowell - Com: Íris Bruzzi & Paulo César Pereio
Socialite arma flagra de adultério contra o marido. Mas nem tudo sai como o esperado.