Sites Grátis no Comunidades.net
MUSICAIS
MUSICAIS

 

 

Resultado de imagem para A ODISSEIA MUSICAL DE GILBERTO MENDES

A ODISSEIA MUSICAL DE GILBERTO MENDES (2005)

“Música nova: procura de uma linguagem direta, utilizando os vários aspectos da realidade (física, fisiológica, psicológica, social, política, cultural) em que a máquina está incluída. Extensão ao mundo objetivo do processo criativo (indeterminação, inclusão de elementos ‘alea’, acaso controlado)”.

Esse é um pequeno trecho do Manifesto Música Nova, publicado em 1963 e assinado por um grupo de maestros e compositores essenciais à cultura nacional moderna, como Rogério Duprat,Júlio Medaglia e Willy Correia de Oliveira. Neste grupo estava também o criador santistaGilberto Mendes, tema central do filme que carrega seu nome.

Mendes, hoje com mais de 50 anos de carreira, é uma encarnação da vanguarda brasileira. Aluno de Stockhausen, começou suas composições de destaque ao lado dos poetas concretos (Haroldo eAugusto de Campos, Décio Pignatari), partindo do movimento serialista para construir uma identidade própria, pervertendo a música clássica com elementos estranhos a ela (como a própria eletrônica, a performance teatral ou as construções aleatórias) e ganhando gigantesco respeito por quem acompanha o mundo da música de alto repertório.

Além de ser uma homenagem ao compositor, A odisséia musical de Gilberto Mendes tem a missão complicada de explicar esse universo a toda uma geração que não convive com agitações vanguardistas, tendo contato apenas com uma produção que sempre remói algum elemento do passado, e relega toda essa mitologia a um público ínfimo.

Baseado no excelente livro de mesmo nome, fruto da tese de Mendes sobre sua própria carreira e há muito tempo fora das prateleiras, o filme adota uma linguagem didática. A personagem principal é a neta do compositor, que costura a busca do documentário pela compreensão da figura do avô. Daí seguem vídeos de arquivo com apresentações, mesclados a depoimentos de amigos e entusiastas da obra e as deliciosas memórias do músico – que, de sisudo não tem nada.

Coisas como “vanguarda” e “alto repertório” realmente assustam a platéia leiga. Mas A odisséia serve para desvendar uma personalidade que deveria ser mais digerida pela cultura nacional. Para além de mero compositor, Gilberto Mendes é potencialmente pop, assim como sua obra. Suas composições fogem do mero instrumentalismo enfadonho. Vide “O último tango em Vila Parisi”, por exemplo, onde ele choca por colocar o maestro dançando um tango minimalista com uma das violinistas. Ou “Santos footbal music”, que depende da interação da platéia para transformar a câmara em um estádio de futebol. Ou ainda “Beba Coca-Cola”, construído sobre poema de Décio Pignatari, uma de suas peças mais famosas.

São apenas rápidos exemplos de uma grande carreira, empoeirada pelo preconceito e pela falta de atenção maciça. Uma carreira que faria muito bem à produção musical do país. Afinal, olhar para o próprio umbigo, às vezes, faz bem.

 Resultado de imagem para fabricando tom zé

FABRICANDO TOM ZÉ (2006)

Na onda de cinebiografias que varre o doc brasileiro atual, Fabricando Tom Zé é uma das mais bem-sucedidas. Os júris populares do Festival do Rio e da Mostra de SP o premiaram no ano passado. Não sem razão. Décio Matos Jr. encontrou um ponto de fusão certeiro entre a irreverência performática de Tom Zé e a disciplina necessária para repassá-la ao espectador.

No mais das vezes, o tom é dado pelo próprio Tom, com sua maneira toda particular de contar histórias e falar de sua família. De certa forma, Tom Zé é co-roteirista do doc. Ninguém perde muito tempo com procedimentos biográficos de praxe. O perfil se faz em movimento, durante a turnê européia de 2005. As lacunas são cobertas com depoimentos curtos de críticos e artistas como David Byrne, que a certa altura o redescobriu para o mundo. As famosas diferenças com Caetano e Gil são um capítulo bem resolvido na síntese de três depoimentos sinceros.

Pode-se sentir falta de um pouco mais de música, mas tampouco estamos de um registro da turnê. Nos moldes do que fez Barbara Kopple em Woody Allen in Concert, o filme pega uma carona na viagem para capturar a inquietação do compositor em momentos privilegiados - como a petulância de agredir os técnicos de som do Festival de Montreux.

No fundo, o filme é um estudo de personagem. Tom Zé aparece como um artista em permanente fricção com sua estatura. No palco, o carinha miúdo vira um gigante. Na relação com a comportada esposa de muitos anos, o gigante vira um tampinha inseguro. No discurso, tudo o que tem de pequeno, feio e de origem pobre vira vaidade enviesada, quando não berros contra o império dos altos e bonitos. A transformação do complexo de inferioridade em falsa modéstia e, às vezes, em hostilidade chega a beirar o constrangedor.

Nisso Fabricando Tom Zé dá provas de honestidade. E também quando exibe o fracasso de uma improvisação num show em Vienne, França, que levou a banda a sair do palco sob vaias. Em lugar da pura exaltação, tão comum em docs biográficos, temos aqui algo mais próximo da medida exata de Tom Zé. A genialidade e seus limites.

 Resultado de imagem para brasilintime filme

Brasilintime: Batucada com Discos - 2006

Partes 01 / 02

"Batucada com Discos" é o registro de um momento histórico da música. O projeto proporcionou em São Paulo, no ano de 2002, um encontro inédito entre os bateristas brasileiros Ivan Mamão Conti, João Parahyba, Wilson das Neves e as lendas americanas Derf Reklaw, Paul Humphrey e James Gadson; enriquecido ainda pela participação dos DJs de hip hop Nuts (Brasil), Babu (EUA), Jrocc (EUA), Cut Chemist (EUA) e Madlib (EUA). A única performance ao vivo resultante desse encontro deu início ao documentário.

Resultado de imagem para brasileirinho - grandes encontros do choro (2005) 

Brasileirinho - Grandes Encontros do Choro - 2005

Mika Kaurismäki já tem uma longa história brasileira: dois filmes na Amazônia (The Amazon e Tigrero), dois documentários sobre música e até a criação de um bar-clube em Ipanema, o Mika’s, de vida curta. Quando mostrava seu longa Moro no Brasil (2002) em Lausanne, ele encontrou outro apreciador de música brasileira, o produtor suíço Marco Forster, que o estimulou a fazer um filme sobre o chorinho. Assim nasceu Brasileirinho – Grandes Encontros do Choro, dirigido por um finlandês e co-produzido por um suíço e um italiano (Bruno Stroppiana, há muitos anos radicado por aqui).

Surpreendentemente, não é um filme de gringo, embora tenha lá seus momentos de fascinação pelo bondinho de Santa Teresa. Brasileirinho está a meio caminho entre o doc musical e o registro de performances. No fundo, é o making of algo encenado de um show do dream team do chorinho contemporâneo no belo Teatro Municipal de Niterói. Começamos com a idéia nascendo entre os integrantes do Trio Madeira Brasil. Daí em diante, o mote vai se desfolhando em pequenos depoimentos, entrevistas, trechos de ensaios e, sobretudo, encontros.

Essa estrutura, leve e solta, acaba por realçar o chorinho como uma arte do encontro. Um chorão solitário é como um bebê abandonado. O chorão cresce no diálogo, na harmonia. Mika organiza encontros em almoço, pelada, aulas, ensaios, palcos, barca e até num curral, onde vacas e galos conversam com um trombone. Não há ênfase na informação didática – daí as poucas intervenções da narração soarem como nota fora do tom. Basta uma conversa como a de Marcos Suzano com os veteranos pandeiristas Jorginho e Celsinho Silva para se ter uma visão de como o gênero evoluiu da época de ouro ao chorinho moderno.

Não precisava mesmo de nenhuma preleção. A história do choro se desdobra com clareza, por exemplo, no intervalo entre o depoimento emocionado de Joel Nascimento (o maior chorão vivo, segundo Henrique Cazes) e a voracidade de Yamandu Costa ao violão de sete cordas. Ou na relação entre o paternal Zé da Velha e os meninos de Cordeiro (RJ). A diversidade do choro fica patente quando se contrapõe a preocupação harmônica de Zezé Gonzaga e a busca de Paulo Moura pelo “som rachadinho” no seu clarinete de acrílico.

Alguns dirão que esse é um doc para sair direto em DVD, tal a predominância das performances. Mas não é nada desprezível a oportunidade de ver na tela grande um elenco tão fabuloso, que ainda inclui Elza Soares, Guinga, Ademilde Fonseca e outros. A fotografia de Jacques Cheuiche faz jus ao cinema, onde é incomparável o impacto de duas cenas em especial: uma tomada estilo Soy Cuba que deixa a Lapa noturna, entra pela janela da Estudantina e circula entre os pares dançantes; e a “parceria” entre Yamandu Costa e a platéia no “hino” Carinhoso, outro encontro memorável presente em Brasileirinho.

Resultado de imagem para sou feia mas tô na moda

SOU FEIA MAS TÔ NA MODA (2005)

Desde Cidade de Deus, as favelas cariocas nunca estiveram tão na moda, tanto no mundo cinematográfico brasileiro quanto internacional. Se os "gringos" achavam que o samba é o som oficial desses locais, o documentário Sou Feia Mas Tô Na Moda chega para mostrar um ritmo musical que teve sua erupção nas favelas, como a que dá nome ao longa de Fernando Meirelles.

Dirigido por Denise Garcia, Sou Feia Mas Tô Na Moda traça, em pouco mais de uma hora, um rápido panorama do cenário do funk carioca que têm invadido os noticiários e programas de auditório. O nome é título de uma música de Tati Quebra-Barraco - atualmente, a representante mais notória nacionalmente desse cenário -, pelo qual já percebemos que se trata de uma visão feminina do funk. Além de dar voz às mulheres que cantam e dançam em grupos funk - como Deise da Injeção, Vanessinha Picachú e a própria Tati -, Sou Feia Mas Tô Na Moda mostra um pouco da importância das músicas no dia-a-dia das comunidades. Falando basicamente de sexo, as compositoras dizem defender a liberdade sexual entre as mulheres, o que elas vêm perseguindo desde os anos 60.

O documentário aborda, principalmente, a exclusão, seja ela social ou sexual. Ao mesmo tempo em que as mulheres passam a cantar sobre levar "seu homem" ao motel, elas mostram essa realidade para fora da favela, mas nunca deixando de ser "somente uma favelada" para os burgueses que pagam dezenas de reais para vê-las no palco. Existe muita ironia em Sou Feia Mas Tô Na Moda. Afinal, na exclusão social já está implícita uma certa ironia. Mas o documentário somente pincela esses temas, que poderiam ter sido melhor desenvolvidos. Totalmente dispensável - mas bastante divertido -, Sou Feia Mas Tô Na Moda é um rápido e superficial documento sobre um dos muitos movimentos culturais que acontecem nas favelas cariocas.

 Resultado de imagem para COISA MAIS LINDA - HISTÓRIAS E CASOS DA BOSSA NOVA

COISA MAIS LINDA - HISTÓRIAS E CASOS DA BOSSA NOVA (2005) 

O documentário Coisa Mais Linda - Histórias e Casos da Bossa Nova mostra o nascimento da bossa nova no Brasil nos anos 50, mas não fica apenas no aspecto musical.

O diretor Paulo Thyago procura também mostrar o contexto histórico do País na época.

O ápice do movimento em 1962, com a internacionalização do estilo por meio de um concerto no Carnegie Hall também é destacada.

O filme tem apresentações e entrevistas exclusivas com Roberto Menescal, Carlos Lyra, João Donato, Alaíde Costa, Johnny Alf, Kay Lira, Leny Andrade, Chris Delano, Joyce, Sergio Ricardo e Billy Blanco.

 

MINHA SECRETÁRIA BRASILEIRA (DUBLADO) – 1942

Estrela de teatro, Vicky Lane (Betty Grable), acreditando ser traída, rompe relacionamento com o seu parceiro e namorado Dan Christy ( John Payne) e segue para um resort nas Montanhas Rochosas canadenses. Querendo reconquistá-la, Christy terá a ajuda de Rosita Murphy (Carmen Miranda), sua recém-contratada secretária brasileira.

VOANDO PARA O RIO (LEGENDADO) – 1933

BR2SHARE
Parte 01: VOANDO PARA O RIO
Parte 02: VOANDO PARA O RIO
Parte 03: VOANDO PARA O RIO
 Parte 04: VOANDO PARA O RIO
 

Roger Bond é aviador e líder da banda Yankee Clippers, em Miami. Quando ele se apaixona pela brasileira Belinha de Resende e sua banda é contratada para a inauguração do Hotel Atlântico no Rio de Janeiro, ele convida Belinha para um passeio à sua terra natal e uma série de aventuras terá início.

UMA NOITE NO RIO (1941)

No Rio de Janeiro, o barão Manuel Duarte, um mulherengo, se encontra em sérias dificuldades financeiras. Ele precisa viajar até Buenos Aires para tentar conseguir um empréstimo. Para não haver nenhuma suspeita do que o barão está fazendo, seus sócios contratam como sósia Larry Martin, um ator que é muito parecido com o barão. A baronesa Cecilia Duarte fica sabendo da história e acaba pedindo para que Martin continue se apresentando como seu marido. É então que começam as complicações.

 

 Resultado de imagem para a noite do espantalho

A Noite do Espantalho (1974)

Considerado um dos filmes mais ousados do cineasta Sérgio Ricardo, a trama gira em torno da expulsão de camponeses nordestinos de uma terra vendida por um poderoso latifundiário. O vaqueiro Zé Tulão, líder da resistência, precisa enfrentar um jagunço conhecido como Zé do Cão, que violenta o amor do protagonista, Maria, ao mesmo tempo em que tenta expulsar o povo das terras.

O Espantalho, um dos personagens centrais do filme e narrador dos acontecimentos, é interpretado por Alceu Valença, que, além de atuar, compôs junto com Sérgio toda a trilha sonora da produção. A NOITE DO ESPANTALHO consegue mesclar os cenários de música e poesia, criando um realismo fantástico que tem como palco a cidade de Nova Jerusalém, interior do Pernambuco. Maior teatro a céu aberto do Brasil, o local é cenário das encenações da Paixão de Cristo.

Em uma realidade sertaneja em que o latifúndio é a lei, Sérgio Ricardo, apesar dos elementos fantasiosos da trama, consegue apresentar a dura vida no campo e, ao mesmo tempo, fazer uma crítica para uma distribuição de terras mais justa.  Gravada no auge da Ditadura Militar brasileira, a obra é uma denúncia da maquiagem social realizada pelo governo da época; e como abordava a Reforma Agrária, acabou sendo proibida pela censura. O filme só foi liberado porque a Quinzena do Realizador, em Cannes, convidou o diretor para participar do festival. A NOITE DO ESPANTALHO ganhou os prêmios de filme, música, fotografia e ator coadjuvante no Primeiro Festival do Cinema Brasileiro de Belém.

 

Breaking Through (2015) / MINHATECA

Um filme de John Swetnam com Anitta, Bruna Marquezine, Jordan Rodrigues, Carlito Olivero

Breaking Through conta a história de Kacy (Sophia Aguiar). Ela é uma dançarina amadora que alcança o sucesso através de vídeos publicados YouTube. Com o reconhecimento, ela deixa o trabalho como vendedora de loja. Bruna Marquezine interpreta Roseli, colega de trabalho de Kacy, que acaba tendo inveja da amiga. 

 

Imagem relacionada 

"Elis", de Hugo Prata (2016)

O Cineasta Hugo Prata estréia no longa de ficção com o emocionante "Elis", cinebiografia de Elis Regina, uma das cantoras mais populares do Brasil, que morreu de overdose aos 36 anos de idade, em 1982. Hugo Prata tem uma extensa carreira como Diretor de videoclips, mas a partir de "Elis", sua carreira com certeza sofrerá uma grande mudança. Com belíssima direção de atores, formado por um elenco tarimbadíssimo, capitaneado por uma Andrea Horta assombrosa (vencedora de melhor atriz em Gramado 2016), Zé Carlos Machado (pai de Elis), Gustavo Machado (Ronaldo Bôscoli), Lucio Mauro Filho (Miele), Rodrigo Pandolfo (Nelson Motta), Caco Ciocler (Cesar Camargo Mariano) e muitos outros prestigiados atores. A fotografia de Adrian Teijido é excelente, levando em consideração a linguagem do filme, que mescla musical, drama e linguagem jornalística. Todo mundo já conhece a história de Elis. O filme, assim como foi "Tim Maia", vai no caminho mais fácil para entendimento do público: cenas que ilustram a trajetória de Elis, desde sua chegada no Rio de Janeiro nos anos 60, seu sucesso em São Paulo, casamento fracassado com Boscoli e Cesar Camargo Mariano. Mostra também as várias amizades, o uso de drogas e bebidas e a relação com os filhos. É impossível não se emocionar com o filme, e mais difícil ainda, não enxergar Elis na figura de Andrea Horta. Palmas pela qualidade dramatúrgica e técnica, amparada por uma trilha sonora exemplar, ao som de jazz.

 

Resultado de imagem para amante latino filme

Amante Latino (1979) Senha: cinebra

A área verde onde está a escola onde estudou Sidney Magal está hipotecada a um industrial que pretende montar uma indústria de plásticos. A professora se une aos ciganos que moram por lá para organizar um show, arrecadar fundos e pagar a hipoteca. O empresário, porém, faz de tudo pra atrapalhar, inclusive colocando sua filha Bárbara para seduzir Magal. Mas, Sandra Rosa, a namorada cigana do cantor, e seu amigo Maquininha tudo farão para combater a vilania. E, no final, pra quem Magal entregará seu coração?

Direção: Pedro Carlos Rovai

ELENCO

Angelina Muniz, Monique Lafond, Anselmo Vasconcelos e Fregolente

Augusto Olímpio (Maquininha)
Ida Gomes (Professora)
Felipe Wagner (Papa)
Catalina de Petrusco (Nona)
Banzo (Capanga)
Regina Dourado (Cigana)
Elke Maravilha (Elke)
Teobaldo (Presidente do Club)

 

Garotas e Samba (1957)

Minhateca Parte01 / Parte02

Uma das mais divertidas comédias musicais da Atlântida, nos conta às aventuras e desventuras de duas moças do interior em busca de uma oportunidade no rádio e nas badaladas boites do Rio. Adelaide Chiozzo e Sônia Mamede fazem as interioranas que se hospedam na tradicional pensão para moças, contrlada a mão de ferro por uma solteirona, puritana e complexada - Zezé Macedo.

Direção: Carlos Manga

ELENCO
Renata Fronzi
Adelaide Chiozzo
Sonia Mamede
Francisco Carlos
Zé Trindade
Jece Valadão
Zezé Macedo
Pituca
César Ladeira
Terezinha Morango
Ivon Cury
Emilinha Borba
César de Alencar
Cyl Farney
Isaurinha Garcia
Jorge Goulart
Berta Loran 

 

 Resultado de imagem para os incríveis neste mundo louco filme

Resultado de imagem para os incríveis neste mundo louco filme

Os Incríveis Neste Mundo Louco (1967)

Quatro jovens músicos viajam clandestinamente em um navio. Eles perturbam os passageiros e azucrinam o comandante e a tripulação, e, enquanto conhecem diversas cidades e pontos turísticos da Europa, apresentam suas músicas.

 

Resultado de imagem para lambada o filme

Lambada - O Filme - 1990

Michael está no Rio de Janeiro para algumas filmagens quando ele se apaixona por Regina, mas ela é mulher do perigoso Temistocles.

Assim, começa uma espécie de batalha entre Michael e Temístocles, sempre apoiado por sua gangue que lida com o jogo ilegal.

Acima de tudo, paira o ritmo da lambada, que Regina recusa-se a dançar, depois da morte de um homem que amou no passado.

Lambada - O Filme é uma produção italiana, mas inteiramente filmada no Rio de Janeiro com a participação de atores e atrizes nacionais, além de artistas como Carlinhos de Jesus e Elba Ramalho.

 Resultado de imagem para samba em brasilia filme

Samba em Brasília (1960)

Um filme de Watson Macedo com Eliana, Heloísa Helena, Sérgio de Oliveira, Herval Rossano

Porta-bandeira de uma escola de samba, cujo sonho é melhorar de vida, começa a trabalhar como cozinheira para uma família de grã-finos e acredita na possibilidade de se infiltrar na alta sociedade.

Resultado de imagem para quem roubou meu samba

Quem Roubou Meu Samba - 1958

Direção: Hélio Barroso

Elenco: Ankito, Maria Vidal, Humberto Catalano

O sambista do Morro da Navalhada, Atanásio, vende o seu samba para várias pessoas, entre as quais o detetive particular Leovigildo, dono da empresa A Eterna Vigilância. Outros compradores são Tancredo, da gravadora Gravapan, e D. Aurora, que está interessada na cantora Gilda para a gravação. Tancredo pede que o capanga Secundino traga Atanásio até a gravadora para o acerto definitivo do contrato, mas a agressão é tão violenta que o sambista perde a memória. Leovigildo, que tinha levado um gravador para o registro do samba, tem a fita destruída por Secundino. O detetive passa por diversas situações cômicas na tentativa de rememorizar a música e proceder a gravação. Secundino rapta Atanásio no Hospital dos Prontos, no qual a namorada de Leovigildo, Yolanda, era enfermeira. O detetive segue os meliantes até o esconderijo. Convoca os amigos de Atanásio, liderados por Blequinho, para salvá-lo. Após a luta, Atanásio é libertado, recobrando a memória ao ouvir um taxista assobiar o samba. De volta ao hospital, ele canta a composição para D. Aurora, com doentes e médicos caindo no samba "Não tem castigo". 

Resultado de imagem para morte e vida severina 1977

Morte e Vida Severina - 1977 / Minhateca

Retirante nordestino atravessa o agreste e a zona da mata fugindo da seca e esperando encontrar em Recife uma vida melhor. Adaptação do poema de João Cabral de Melo Neto, musicado por Chico Buarque de Holanda.

Dirigido por Zelito Viana

Elenco

  • Tânia Alves
  • José Dumont
  • Stênio Garcia
  • Luiz Mendonça
  • Elba Ramalho
  • Jofre Soares 

 

OLHO NU (2012) / Minhateca

Direção: Joel Pizzini

A partir de um vasto material de arquivo, que inclui shows, videoclipes, entrevistas, aparições em programas de televisão e ainda gravações caseiras, é apresentada a vida de Ney Matogrosso, de sua infância até despontar no meio artístico graças à sua voz de timbre raro, passando pela fase em que integrou o grupo Secos & Molhados até alcançar o sucesso em carreira solo.  

L.A.P.A. /  MEGA

Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro, tradicional reduto de sambistas. Hoje é também, ponto de encontro de MCs e do Rap.
Neste documentário, artistas como Marcelo D2, BNegão, Black Alien, Chapadão e outros mostram as raízes do bairro tradicional carioca com sensibilidade e bom humor, além de insistir na arte musical ultrapassando as restrições tribais de seu assunto.
L.A.P.A – Um filme sobre o bairro da Lapa. Um filme sobre o Rap no Rio de Janeiro.

Palavra (En)cantada / MEGA

Palavra (En)Cantada é um documentário de longa-metragem (86min), dirigido por Helena Solberg, que percorre uma viagem na história do cancioneiro brasileiro com um olhar especial para a relação entre poesia e música. Dos poetas provençais ao rap, do carnaval de rua aos poetas do morro, da bossa nova ao tropicalismo, Palavra (En)cantada passeia pela música brasileira até os dias de hoje, costurando depoimentos de grandes nomes da nossa cultura, performances musicais e surpreendente pesquisa de imagens.
O documentário conta com a participação de Adriana Calcanhotto, Antônio Cícero, Arnaldo Antunes, BNegão, Chico Buarque, Ferréz, Jorge Mautner, José Celso Martinez Correa, José Miguel Wisnik, Lirinha (Cordel do Fogo Encantado), Lenine, Luiz Tatit, Maria Bethânia, Martinho da Vila, Paulo César Pinheiro, Tom Zé e Zélia Duncan. Imagens de arquivo resgatam momentos sublimes de Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Tom Jobim.

TROPCLIP (1985) / MEGA Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04 / Parte05

DIREÇÃO: Luiz Fernando Goulart

Elenco:

Marcos Frota - Emiliano

Tânia Nardini - Krishna

Ticiana Studart - Luciana

Carlos Alberto Loffler - Chico

Henri Pagnocelli - Flávio

Yara Amaral - Mãe de Krishna

Jonas Bloch - Mr. Thompson

No Rio de Janeiro quatro jovens descobrem que juntando seus talentos poderão realizar melhor os seus sonhos. Os protagonistas: Krishna, de 17 anos, dançarina que trabalha numa boutique enquanto aguarda sua grande chance; Luciana, 20 anos, de família bem de vida, dedica-se à produção executiva de uma peça de teatro alternativo; Emiliano, 19 anos, conhecedor de música jovem, que deixou uma rádio do interior e não encontrou trabalho similar no mercado carioca; e Chico, 17 anos, “gênio” do microcomputador, que sonha criar um jogo de fliperama conjugado com imagens de dança. Decidem montar uma produtora de vídeoclipes, a “Tropclip” e participar de um concurso nacional de clips. Entre confusões, situações divertidas e desanimadoras, só uma coisa interessa, a vitória da produtora. Filme musical com trilha sonora composta de músicas do Kid Abelha, Barão Vermelho, Guilherme Arantes, entre outros. Marcou o lançamento de Marisa Monte no mercado artístico nacional.

  


Cabaret Mineiro (1982) / Minhateca

Direção Carlos Alberto Prates Correia

Elenco - Nelson Dantas (Paixão), Tamara Taxman (Salinas), Tânia Alves (Avana), Helber Rangel (Thomas Caps), Louise Cardoso (Loura da piscina), Dora Pellegrino (Evangelina), Luiza Clotilde (Morena da zona), Eliene Narducci (Maruja), Carlos Wilson-Maria Silvia-Zaira Zambelli (Família Sorôco), Thelma Reston-Nildo Parente-Paschoal Villaboim (Jogadores de pôquer), Sonia Santos-Nena Ainhoren-Célia Maracajá (Dançarinas do táxi-aéreo), Tavinho Moura (Cantor da zona e da piscina), Sílvia Beraldo (Cantora da zona). Participação especial de Antônio Rodrigues (Cantor sertanejo), Grupo Corpo de Belo Horizonte, Marujada de Montes Claros e Enroladores de Porteirinha.

Cabaret Mineiro tem uma história que desafia a lógica. Paixão (Nelson Dantas) é um aventureiro que se apaixona por uma mulher em uma viagem de trem e não consegue mais esquecê-la. Se interessa de modo fugaz por uma bailarina espanhola e por sua criada, mas nunca consegue concretizar seus amores. Enfrenta, ainda, uma cilada armada por um norte-americano e se põe no caminho da loucura. 

 Victor e Léo – A História / Minhateca Parte01 / Parte02 / Parte03

Este documentário visa mostrar o que é a música de Victor e Léo, desde as suas influências, passando pela história de vida da dupla, sua experiência de 15 anos tocando em bares e sua descoberta pelo grande público de Uberlândia que os levou ao sucesso avassalador de hoje em dia.

 

Cinderela Baiana (1998) / MINHATECA

Uma família pobre, mora em uma cidade perto de Salvador. O pai é faxineiro e, a mãe e a filha ajudam fazendo pequenos serviços. Até que decidem tentar a sorte na cidade grande e o pai, Raimundo, arruma um emprego perto do Pelourinho, ao lado de uma academia de dança. A filha, Carla, ao ficar em contato com a música, descobre sua verdadeira vocação e se torna uma dançarina de muito sucesso. Mas ela não deixa se levar pela fama e volta para suas origens, reúne-se com crianças pobres e as ensina a dançar.

Direção: Conrado Sanchez

Elenco:

Carla Perez - Carlinha

Armindo Bião

Juliana Calil

Antonio Cozido

Paulo David

Noélia de Jesus

Carla Fabianny

Lucci Ferreira

Cátia Guimma

Jheremmias - Ele Mesmo

Cláudia Moura

Netinho

Josevaldo Oliveira

Alexandre Pires

Lázaro Ramos - Chico

Perry Salles

Alba Soares

Samantha Urban

Fábio Vidal 

 

Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa (1968) / Minhateca

Rodado em Israel, Japão, Portugal e Brasil, o filme mostra os três maiores ídolos da Jovem Guarda (Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia) vivendo uma série de aventuras por causa de um valioso diamante cor-de-rosa. A confusão começa quando a "Ternurinha" compra uma estatueta antiga que desperta a cobiça de uma gangue. Ela some inexplicavelmente e a dupla Roberto e Erasmo resolve investigar a origem da escultura. Eles descobrem que o objeto guarda o mapa do esconderijo de um diamante levado para o Brasil em 2.800 A.C. por navegantes fenícios.

Direção: Roberto Farías

Elenco: Erasmo Carlos, José Lewgoy, Marly de Fátima, Paulo Porto, Roberto Carlos, Wanderléia

 

Antônia: O Filme (2006) /   Minhateca

Narra a história de quatro amigas que enfrentam um cotidiano de violência, pobreza e machismo para realizar o sonho de viver do rap.

Dirigido por Tata Amaral

Integrantes do grupo Antônia:

Negra Li .... Preta

Leilah Moreno .... Bárbarah

Quelynah .... Mayah

Cindy Mendes .... Lena (Maria Madalena)

Demais Integrantes do elenco, em ordem alfabética:

Barão .... Barão

Chico Andrade .... Duda (Irmão de Bárbarah)

Cláudio Galperin .... médico

Ezequiel da Silva .... Robinho

Fernando Macário .... Ermano

Giulio Lopes .... Antenor

Hadji .... DJ Cocão

Júlio Machado .... noivo

Kamau .... Dante

Leona Cavalli

Maionezi .... JP

Martha Meola .... passageira no ônibus

Marcílio Duarte .... Delegado

Marquinho .... Policial

Nathalye Cris .... Emília

Negro Rico .... DJ Anjo

Odara Carvalho .... Roberta

Paula Pretta .... passageira no ônibus

Sandra de Sá .... Maria (Mãe de Preta)

Silvana Matteusi .... passageira no ônibus

Silveira .... músico

Thobias da Vai-Vai .... João (pai de Preta)

Thaíde .... Marcelo Diamante

Valney Damasceno .... Zé (Namorado de Duda)

 

 

Lua de Cristal (1990) / Minhateca

Maria da Graça é uma jovem bonita e sonhadora que se muda para a cidade grande com a intenção de fazer aulas de canto. Lá, ela se hospeda na casa de sua tia Zuleika e seus primos Lidinha e Mauricinho, que vivem atormentando sua vida, fazendo-a trabalhar como uma escrava. Por ser um tanto ingênua e tímida, Maria vive caindo nas armações de Lidinha; enquanto é alvo das constantes cantadas de Mauricinho, ao que ela rejeita; tendo de suportar também os detestáveis amigos deste, enquanto não consegue se adaptar á cidade. Porém, em meio a tantos problemas, Maria conhece a pequena Duda, sua vizinha; e o desajeitado Bob, que se tornam seus amigos. Bob é a materialização do príncipe de Maria em seus sonhos, e este a ajudará a conseguir emprego em sua lanchonete e a transformará na estrela de um show.

 

Dirigido por Tizuka Yamasaki

ELENCO:

Xuxa Meneghel como Maria da Graça

Sérgio Mallandro como Bob

Duda Little como Maria Eduarda (Duda)

Avelar Love como Junior (Mauricinho)

Júlia Lemmertz como Maria Lídia (Lidinha)

Marilu Bueno como Zuleika

Cláudio Mamberti como seu Bartô

Rubens Correia como Prof. Uirapuru

Letícia Spiller

Priscilla Couto

Tatiana Maranhão

Cátia Paganote

Roberta Cipriani

Ana Paula Almeida

Juliana Baroni

Bianca Rinaldi

Robson Barros

Cláudio Heinrich

Alexandre Canhoni

Marcelo Faustini

Egon Junior

Leina Krespi

Thelma Reston

Paulão

Alcione Araújo

Bob Galo

Selvagem Big Abreu

Michael Sullivan como Super Saliva

Adressa Koetz como Maria da Graça menina