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HISTÓRIA DO BRASIL
HISTÓRIA DO BRASIL

 

A MISSÃO (1986) Dublado Minhateca

DIREÇÃO: Roland Joffé

Elenco:

Aidan Quinn Felipe Mendoza

Alberto Borja Padre

Alejandrino Moya Chief's Lieutenant

Álvaro Guerrero Jesuit

Antonio Segovia Nobleman

Asuncion Ontiveros Indian Chief

Bercelio Moya Indian Boy

Carlos Duplat Portuguese Commander

Cherie Lunghi Carlotta

Chuck Low Cabeza

Daniel Berrigan Sebastian

Enrique Lamas Nobleman

Harlan Venner Secretary

Jacques Des Grottes Padre

Jeremy Irons Father Gabriel

Joe Daly Nobleman

Liam Neeson Fielding

Luis Carlos Gonzalez Boy Singer

Maria Teresa Ripoll Carlotta's Maid

Monirak Sisowath Ibaye

Rafael Camerano Spanish Commander

Ray McAnally Altamirano

Robert De Niro Rodrigo Mendoza

Rolf Gray Young Jesuit

Ronald Pickup Hontar

Sigifredo Ismare Witch Doctor

Silvestre Chiripua Indian

Tony Lawn Father Provincial

A missão é dirigido pelo cineasta franco-britânico Roland Joffé, que teve bastante notoriedade nos anos 80 e 90. Seus trabalhos de maior sucesso são esta produção de 1986 e o filme Os gritos do silêncio de 1984, ambos indicados ao Oscar. A missão ainda conseguiu a proeza de levar a Palma de Ouro em Cannes. Com um elenco de grandes atores, entre eles, Robert de Niro, Jeremy Irons e Liam Neeson, a produção britânica é lembrada sobretudo pela fantástica trilha sonora do mestre Ennio Morricone.
O filme conta a história da construção de uma missão jesuítica na fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina, território disputado por portugueses e espanhóis no século XVIII. No início da trama, acompanhamos o assassinato de um padre pelos índios guaranis. Padre Gabriel (Jeremy Irons) é enviado para substituir seu predecessor e consegue estabelecer uma relação mais próxima com os índios através da música. Um antigo capturador de índios espanhol, Rodrigo Mendoza (Robert de Niro), passa a fazer parte da missão após uma tragédia familiar. Por fim, a missão deve lutar para continuar existindo, uma vez que os colonizadores portugueses tem intenção de dizimar a população local.
A missão proporciona ao espectador momentos belíssimos. O filme poderia existir sem as falas dos personagens, uma vez que os elementos mais importantes da narrativa são a imagem e a música. A primazia desses dois elementos pode ser observada na belíssima cena em que o padre Gabriel faz o primeiro contato com os índios. Perdido em meio a floresta, ele começa a tocar seu oboé atraindo a comunidade indígena que estava preparada para atacá-lo. Através da música, como se ela tivesse um poder encantatório, ele é acolhido pela maioria dos índios. 
Mas, A missão nos brinda com outras cenas antológicas, como aquela em que Rodrigo, em uma penitência auto-imposta (e explicitamente inspirada no mito de Sísifo) deve carregar um rede contendo metais pesados pelos barrancos e cachoeiras da floresta. A cena do perdão, que se segue e que corresponde ao fim da penitência, é particularmente emocionante. Outro momento belíssimo é a cena de abertura que mostra a morte do primeiro padre. Pregado em uma cruz de madeira, ele desce rio abaixo, passando pelas corredeiras, até chegar a uma grande cachoeira. Esta cena simboliza a recusa dos índios pela catequização. No entanto, o momento mais forte do filme, é sem dúvida, a parte final, grandiosamente bela e trágica. 
A missão é um filme cuja história vai se construindo aos poucos. O ritmo por vezes arrastado evoca a vida na floresta e a contemplação da natureza. Ao final, percebemos que os dois terços iniciais do filme, que mostra a estruturação da missão jesuítica e o fortalecimento dos laços entre padres e índios, são absolutamente necessários para a criação do impacto que o último ato terá sobre o espectador. 
O filme não se exime de mostrar a responsabilidade de espanhóis e portugueses na escravização e massacre indígena. A crueldade e covardia tanto dos representantes da coroa portuguesa e espanhola, quanto da própria Igreja é mostrada de uma maneira contundente pelo filme. No entanto, ele não tem o mesmo olhar crítico com os jesuítas, que são mostrados sobretudo como salvadores dos índios. O filme se abstém de se aprofundar na questão da aculturação e da imposição do cristianismo aos índios. 
Apesar de não ser um filme de grandes performances individuais, o elenco de A missão tem um desempenho notável, com destaque para a sensibilidade das composições de Robert de Niro e Jeremy Irons. O trabalho de preparação dos índios também é fantástico, ainda mais se levarmos em conta o grande número de figurantes usados nas cenas do filme. 
A fotografia do filme ganhadora do Oscar, de Chris Menges, é deslumbrante. Optando sempre por opor o espaço fagocitante da floresta e a pequenez dos homens perto da grandiosidade da natureza, Joffé e Menges criam planos extraordinários. O filme, no entanto, não teria o mesmo impacto sem a linda e melancólica trilha sonora de Ennio Morricone. 
A missão é um espetáculo triste e deslumbrante. Vale a pena conferir!

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Junho - O Mês que Abalou o Brasil / Minhateca

Direção: João Wainer

O documentário mostra as manifestações que tomaram diversas cidades do Brasil em junho de 2013. A revolta de proporção nacional ganhou expressão em São Paulo, quando uma passeata contra o aumento das tarifas do transporte público foi duramente reprimida pelas forças policiais. As reivindicações aumentaram, havendo protestos contra a corrupção, falta de serviços públicos e gastos excessivos com a Copa do Mundo. O movimento evoluiu, ganhou o país e mais de um milhão de pessoas foram às ruas.

 

OLGA (2004) / Minhateca / MEGA

Decididamente o cinema brasileiro não é mais o mesmo. Apesar dos pesares, as produções recentes revelam uma nova perspectiva para os amantes da sétima arte. Mas engana-se aquele que pensa que Olga é uma obra-prima do cinema nacional. Mais para telinha do que para telona, essa produção milionária (fala-se em R$ 12 milhões) tem um ranço de televisão que incomoda os mais sensíveis. Closes em excesso, exploração demasiada dos olhos azuis da protagonista (mais um pouco era a novela "Terra Nostra") e diálogos muito pobres marcarão a produção para sempre.

É fato que a contribuição para o grande público pode até ser interessante, mas o aspecto histórico - de verdade - passa ao largo dos longos minutos de exibição e o que se vê é uma sofrida história de amor. Ok! O objetivo alarmado pela produção era esse mesmo. Que pena. Poderia ter sido muito mais do que isso. A contribuição para o brasileiro seria maior se os fatos fossem revelados com mais clareza e sem tantos floreios. Aí sim teríamos um "serviço" de verdade: cultura para o povo.

O longa é até coerente com alguns dos personagens, mas do jeito que ficou, assistimos um filme de bandido e mocinho nos moldes de tantos outros já exibidos nas sessões da tarde da vida. A sensação que se tem é que, agora, todas as produções nacionais irão bem de público porque basta estar com a chancela da Globo e com seus atores. Mas a verdade é que a campanha maciça na TV e também em outros meios são ações poucas vezes vistas em nossa história cinematográfica. Basta um longa estar entrando em cartaz e até diálogo em novela é inserido disfarcaçado de merchandising social. Qual nada! É propaganda da braba.

O único problema com este formato de fazer filmes é o risco do famigerado "padrão" tomar conta também da tela grande, o que será uma grande perda para o cinema nacional, que ficará sem identidade própria. Basta ver as produções de Renato Aragão, Xuxa e companhia. Sucesso absoluto sem ter um mínimo de mensagem relevante. Mas Olga não está totalmente inserido neste contexto. A produção tem conteúdo e alguns pontos positivos. A fotografia é bacana, os efeitos caíram bem (salvo os fogos no navio, que ficaram falsos demais) e o som estava bom. O troca-troca de idiomas nos diálogos acabaram confundindo mais do que qualquer outra coisa. Seria melhor ter optado por apenas um.

Outro ponto que chama a atenção são os créditos / legendas para situar o espectador. As letras são tão pequenas que quando estiver sendo exibido numa televisão pequena (14 polegadas) vai ficar difícil de ler. Por que essa timidez toda na hora de inserir informações escritas na tela? É a televisão fazendo escola no cinema, e de maneira errada, porque a emissora do Jardim Botânico continua achando que ninguém sabe ler. Felizmente, esse cenário já mudou. E para melhor.

Que venham mais Cidade de Deus e a tal exploração da miséria. Aquilo sim foi cinema de verdade, e do Brasil.

Diretor Jayme Monjardim

Elenco:

Camila Morgado .... Olga Benário Prestes
Renata Jesion .... Elise Ewert Sabo
Caco Ciocler .... Luís Carlos Prestes
Osmar Prado .... Getúlio Vargas
Floriano Peixoto ... Filinto Muller
Fernanda Montenegro .... Dona Leocádia Prestes
Luís Melo .... Léo Benário
Anderson Müller .... Paul Gruber
Murilo Rosa .... Estevan
Werner Schünemann .... Arthur Ewert
Guilherme Weber .... Otto Braun
Mariana Lima .... Lígia Prestes
Eliane Giardini .... Eugénie Benário
Jandira Martini .... Sarah
Milena Toscano .... Hannah
Klaus Couto .... Adolf Hitler
Odilon Wagner .... Capitão do navio
Eliana Guttman .... Enfermeira-Chefe
Ranieri Gonzalez .... Miranda
Raul Sr .... Rodolfo Ghioldi
Bruno Dayrrel .... Victor Barron
Gilles Gwizdek .... Leon Julles Valee
Hélio Ribeiro .... Padre Leopoldo
Edgard Amorim .... Agildo Barata
Zé Carlos Machado .... Ministro da Guerra
José Dumont .... Manuel
Pascoal da Conceição .... Dimitri Manuilski
Sabrina Greve .... Elvira Colônio
Maria Clara Fernandes .... Carmem
Leona Cavalli .... Maria
Eduardo Semerjian .... Galvão
Thelmo Fernandes .... Bangu
Tadeu di Pietro .... Juiz
Ricardo Rathsam .... Jovem Alemão
Isabela Coimbra .... Olga Benário Criança

 

JANGO (1984) / Minhateca

Dirigido por Sílvio Tendler

O filme refaz a trajetória política de João Goulart, o 24° presidente brasileiro, que foi deposto por um golpe militar nas primeiras horas de 1º de abril de 1964. Goulart era popularmente chamado de "Jango", daí o título do filme, lançado exatos vinte anos após o golpe. A reconstituição da trajetória de Goulart é feita através da utilização de imagens de arquivo e de entrevistas com importantes personalidades políticas como Afonso Arinos, Leonel Brizola, Celso Furtado, Frei Betto e Magalhães Pinto, entre outros. O sugestivo slogan do filme foi "Como, quando e por que se derruba um presidente".

O documentário captura a efervescência da política brasileira durante a década de 1960 sob o contexto histórico da Guerra Fria.Jango narra exaustivamente os detalhes do golpe e se estende até os movimentos de resistências à ditadura, terminando com a morte do presidente no exílio e imagens de seu funeral, cuja divulgação foi censurada pelo regime militar.

Imagem

A Opinião Pública (1967) Senha: cinebra

Direção: Arnaldo Jabor

Por meio de depoimentos, a classe média carioca - poderia ser a brasileira - é retratada de maneira a salientar seus gestos, seus gostos, sua religiosidade, o seu alheamento frente à realidade e o seu engajamento e apoio (in)voluntário à revolução de 1964. 

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O Preço da Paz (2003)

Um golpe do presidente Floriano Peixoto fecha e logo em seguida reabre o Congresso Nacional, para colocar "a mesa" de decisões um grupo de correligionários que rezavam pela sua cartilha. No sul do país, inconformados, os idealistas revolucionários Maragatos se insurgem e avançam para o Rio de Janeiro. O intuito: se juntar às tropas do Almirante Saldanha e assim deporem o presidente. É em Curitiba que o filme se desenvolve, quando da chegada das tropas revoltosas comandado por Gumercindo Saraiva na capital paranaense e das negociações do Barão do Serro Azul com os gaúchos para evitar os saques à cidade. O filme traz a angústia do então representante da Junta Governativa de Curitiba, o Barão, e seus últimos dia de vida.

Elenco:

  • Lima Duarte .... Gumercindo Saraiva
  • Herson Capri .... Barão do Serro Azul
  • Giulia Gam .... Baronesa do Serro Azul
  • José de Abreu .... Cezário
  • Camila Pitanga .... Anésia
  • Danton Mello .... Daniel
  • Alexandre Nero .... Alferes Pimentel

Dirigido por Paulo Morelli

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A Paixão de Jacobina (2002)

Foi grande fracasso de bilheteria, em parte por causa do êxito de "Cidade de Deus" (seu contemporâneo e que era muito mais moderno como narrativa e trama). Mas como sempre a tendência é não achar tão desastroso assim. Já pelo trailer dava para se perceber que parecia uma fita de vinte anos atrás, como se o Cinema Brasileiro não tivesse evoluído (por sinal o trailer é pior que o filme).

Depois que Dona Letícia Spiller deve ser a pior atriz do Brasil. Certamente pode haver outras tão ruins quanto ela, piores duvido. Este era um personagem que teria que ficar inteiramente sob o controle da atriz, errou nela, acabou a fita. Ela está até de certa maneira controlada, mas não adianta. O tempo todo fiquei me esforçando para lembrar melhor de Os Muckers, de Jorge Bodanzki, que contava a mesma história e as imagens que me vieram eram sempre de dignidade, crueza, anti-dramatização. Tudo o oposto desta versão.

Thiago Lacerda faz um personagem completamente absurdo que aparece de vez em quando e conclui como "Duelo ao Sol em chamas". E ainda tem problemas com a fala. Tem pinta de Clark Gable, porte de galã mas muito o que aprender. Mas no filme está todo mundo perdido, até o Caco Ciocler, que de vez em quando destrambelha (o Cinema nacional tem mania com certos atores de tempos em tempos, o Caco é um deles, está em tudo que é filme. Resultado: acaba cansando a imagem até porque quem assiste filme nacional são sempre as mesmas pessoas).

Tem outras coisas que certamente provocaram riso (a pavorosa peruca de Letícia, o fato dela usar camisola e ter que se expor nua) e incredulidade (as cenas de ação e guerra são extremamente mal encenadas, outra coisa do velho Cinema nacional). Não entendi também a postura do filme, se é a favor ou contra, ou simplesmente conta a história. Parece uma mistura de tudo (outra coisa que me pareceu muito errada foi a trilha musical). Enfim, a expectativa criada pelo filme saiu pela culatra.

 

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Araguaya - Conspiração do Silêncio - 2004

Filme sobre um episódio importante da história brasileira: a guerrilha Araguaia. Na década de 1970, quando o Brasil era governado por uma ditadura militar, alguns militantes de esquerda e os camponeses pegaram em armas contra o Exército, na Amazônia. Bem no meio do conflito, ali estava um padre francês que tinha vindo para a região na década de 1960, e se envolveu nos acontecimentos que levaram à rebelião.

Elenco:

  • Ernesto geisel (o libertador)
  • Northon Nascimento (Osvaldão)
  • Françoise Forton (Dora)
  • Danton Mello (Carlos)
  • Narciza Leão (Lúcia)
  • Stephane Brodt (Pe. Chico)
  • Fernanda Maiorano (Tininha)
  • Rosanne Mulholland (Alice)
  • Rômulo Augusto (Flávio)
  • William Ferreira (Juca)
  • Cacá Amaral (Mário)
  • Claudio Jaborandi (Cabo Abdon)
  • Humberto Pedrancini (General Mamede)
  • Fernando Alves Pinto (Tenente Álvaro)
  • Pablo Peixoto (Geraldo)
  • Adriano Barroso (Anselmo)
  • José Marcos de Lima Araujo Filho (papel secundário)
  • Felipe da Conceição Fonseca (papel secundário)
  • Diogo Alves (papel secundário)
  • Henry Harada (papel secundário)

Dirigido por Ronaldo Duque 

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Anita & Garibaldi - 2013

Um filme de Alberto Rondalli com Gabriel Braga Nunes, Ana Paula Arósio, Alexandre Rodrigues, Paulo Cesar Pereio.

Giuseppe Garibaldi (Gabriel Braga Nunes), 32 anos, comandante dos rebeldes republicanos que invadem Laguna, Santa Catarina, durante a Guerra dos Farrapos (1835 - 1845), encontra sua alma gêmea em Anita (Ana Paula Arósio), 18 anos, esposa do sapateiro local. Entre a paixão e as batalhas, eles definirão o rumo de suas vidas e influenciarão o curso da revolução.

Xica da Silva - 1976 / MINHATECA

Segunda metade do século XVIII. Xica da Silva (Zezé Motta) era uma escrava que, após seduzir o milionário João Fernandes (Walmor Chagas), se tornou uma dama na sociedade de Diamantina. Ela passou a promover luxuosas festas e banquetes, algumas contando com a exibição de grupos de teatro europeus. Sua ostentação fez com que sua fama chegasse até a corte portuguesa.

Um filme de Carlos Diegues com Zezé Motta, Walmor Chagas, Altair Lima, Elke Maravilha.

 

Tiradentes (1998) / MINHATECA

O filme mostra uma visão bem diferente da convencional, acerca dos fatos políticos que envolveram a Inconfidência Mineira e a condenação dos conjurados. Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, teria sido condenado à morte por ser o único dos revoltosos que não tinha grandes posses. Por outro lado, grande parte da elite de Ouro Preto estava envolvida no levante, inclusive o próprio visconde de Barbacena, mas a maioria não foi processada e nem sequer presa. Uma visão intrigante, porém com respaldo em muitas pesquisas recentes.

Elenco:

  • Humberto Martins .... Tiradentes
  • Rodolfo Bottino .... Joaquim Silvério dos Reis
  • Paulo Autran .... Padre Penaforte
  • Cláudio Corrêa e Castro .... Frei Veloso
  • Adriana Esteves .... Bárbara Heliodora
  • Giulia Gam .... Marília de Dirceu
  • Julia Lemmertz .... Antônia, mulher de Tiradentes
  • Marco Ricca .... Alvarenga Peixoto
  • Cláudio Cavalcanti .... Macedo
  • Eduardo Galvão .... Tomás Antônio Gonzaga
  • Ruy Rezende .... Coronel Malheiro
  • Emiliano Queiroz .... Cláudio Manuel da Costa
  • Cláudio Mamberti .... Freire de Andrade
  • Heitor Martinez .... Álvares Maciel
  • Nelson Dantas .... Vice-rei
  • Henri Pagnoncelli .... Visconde de Barbacena
  • Ivan Setta .... Padre Rolim
  • Roberto Bomtempo .... português do piquenique
  • Ernani Moraes .... português do piquenique
  • Eduardo Tornaghi
  • Luiz Maçãs
  • Fernando Almeida
  • André Mattos
  • Antônio Gonzalez
  • André Ricardo
  • Janaína Diniz
  • Geraldo Carratto

Dirigido por Oswaldo Caldeira 

 

1930 - Tempo de Revolução (1990) / Depositfiles

O filme faz parte de uma série, idealizada pelo produtor Cláudio Kahns e pelo cientista político André Singer, que pretende documentar as principais sublevações políticas vividas no país. Neste primeiro filme, o diretor Eduardo Escorel remete também a outros movimentos ocorridos antes da Revolução de 1930. Reunindo imagens de arquivo (algumas inéditas, encontradas em arquivos no exterior) e depoimentos de historiadores, o vídeo procura esclarecer esse momento crucial e ainda mal compreendido da história brasileira. 

 

BRAVA GENTE BRASILEIRA (2000) / DEPOSITFILES

Elenco:

Diogo Infante ... Diogo de Castro e Albuquerque
Floriano Peixoto ... Capitão Pedro
Luciana Rigueira ... Ánote
Leonardo Villar ... Comandante
Buza Ferraz ... Antônio
Murilo Grossi ... Alfonso
Sérgio Mamberti ... padre
Adeílson Silva ... Januya
Hilário Silva ... Chefe Kadiwéu
Vanessa Marcelino ... Anoã
Sandra Silva ... mãe de Anoã
William Soares ... pai de Anoã
Silvana da Silva ... Mulher chorando

Dirigido por Lúcia Murat

O filme retrata a relação conflituosa entre portugueses e índios no século XVIII. 

REPÚBLICA GUARANI (1981) / MEGA

Dirigido por Silvio Back

Entre 1610 e 1767, ano da expulsão de jesuítas das Américas, desenvolveu-se - em uma vasta área dominada por índios guaranis e banhada pelos rios Paraná, Uruguai e Paraguai - um discutido projeto sócio-político, religioso e também arquitetônico, único na história de relacionamento conquistador-índio: uma sociedade criada por jesuítas com sucessivas gerações de guaranis que chegou a abranger 500 mil pessoas. 

 

Batalha dos Guararapes (1978) / MINHATECA

O filme retrata episódio da conquista holandesa do Nordeste brasileiro.

Dirigido por Paulo Thiago

Elenco:

José Wilker .... João Fernandes
José Pimentel... André Vidal de Negreiros
Cristina Aché
Roberto Bonfim
Joel Barcelos
Renée de Vielmond
Jardel Filho
Jacqueline Laurence
Fausto Rocha
Tamara Taxman
Jofre Soares
Luiz Gomes

 

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 LAMARCA (1994) / Minhateca

A história começa em dezembro de 1970, quando o ex-capitão do exército brasileiro e grande atirador Carlos Lamarca e seu grupo político rebelde negociam com a Ditadura Militar a soltura de presos políticos em troca da vida do sequestrado embaixador da Suíça, mantido por eles em cativeiro. Trinta presos são soltos e a repressão aumenta a perseguição aos guerrilheiros, comandada por um general do Exército e o delegado civil Flores (referência ao delegado da vida real Fleury), que se apresenta como o matador de Marighella e outros "subversivos" e não hesita em torturar seus prisioneiros para obter informações.

Os dirigentes do grupo de Lamarca querem que ele saia do Brasil, mas ele não aceita. Lamarca vai então para a Bahia, acompanhado da amante e também militante Clara, para se encontrar com os aliados da guerrilha Zequinha e seus irmãos. Eles o escondem em um sítio no interior do estado. Enquanto espera para se encontrar com os demais guerrilheiros para organizarem um levante rural, Lamarca lembra de momentos do seu passado, da experiência marcante de quando serviu como soldado da ONU no Canal de Suez que o fez se revoltar contra os capitalistas, da sua mulher e filhos que enviara para Cuba e do campo de treinamento de guerrilheiros que criara no Vale do Ribeira em São Paulo.

Dirigido por Sérgio Rezende

ELENCO:

Paulo Betti .... Carlos Lamarca
Carla Camurati .... Clara
Deborah Evelyn .... Marina
Roberto Bomtempo .... Fio
José de Abreu .... major
Nelson Dantas .... pai de Lamarca
Eliezer De Almeida .... Zequinha
Rogério Matos
Jurandir de Oliveira .... professor Santa Cruz
Ernani Moraes .... delegado Flores
Carlos Zara .... militar
Alvarito Mendes Filho
Camilo Beviláqua
Anna Cotrim .... guerrilheira
Enrique Díaz
Marcelo Escorel
Luiz Maçãs
Selton Mello .... Ivan
Patrícia Perrone
Orlando Vieira
Nelson Xavier

Muito Além do Cidadão Kane / MEGA

O documentário mostra como Roberto Marinho construiu o império das organizações globo, como pode corromper e manipular. 
Mostra também entrevistas de várias personalidades além de esclarecer vários fatos como ´Nec do Brasil´ ´ Grupo Time Life´. 
Após assistir esse filme você terá outra visão sobre a Rede Globo de Televisão.
E não se esqueça: Você está sendo manipulado.

Vlado, 30 Anos Depois / MEGA

O cineasta João Batista de Andrade afirma que o filme é uma dívida, "um filme que deveria ter sido feito há muito tempo".
Longe de ser panfletário, o cineasta faz um registro emocionado de um homem que representou muito não só para a imprensa brasileira - foi diretor de jornalismo de TV Cultura, editor de cultura da revista Visão, entre outros trabalhos -, como também para o fim da ditadura militar no Brasil.
 

Documentário que resgata a trajetória de Vladimir Herzog.

Cidadão Boilesen /  MEGA

Um capítulo sempre subterrâneo dos anos de chumbo no Brasil, o financiamento da repressão violenta à luta armada por grandes empresários, ganha contornos mais precisos neste perfil daquele que foi considerado o mais notório deles.
As ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do grupo Ultra, com a ditadura militar, sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirantes – e acusações de que assistiria voluntariamente a sessões de tortura emergem de diversos depoimentos de personagens daquela época.

Brasil: Uma História Inconveniente [Brazil: An Inconvenient History] / MEGA

Portugal foi responsável pela maior emigração forçada da história da humanidade.
De Angola chegou ao Brasil um número 10 vezes superior de escravos comparado à America do Norte.

Este documentário, sobre o passado colonial do Brasil, foi realizado em 2000 por Phil Grabsky, para a BBC/History Channel. Ganhou um Gold Remi Award no Houston International Film Festival em 2001.
Uma verdade inconveniente da história de Portugal. 

 

Vermelho Brasil (2014) / MEGA

Um filme de Sylvain Archambault com Stellan Skarsgård, Juliette Lamboley, Sagamore Stévenin, Didier Flamand.

A história relata a passagem da expedição francesa de Nicolas Durand de Villegagnon na baía e nas terras em que hoje é a atual Baía de Guanabara e a cidade do Rio de Janeiro, por volta da década de 1550.

Com o patrocínio da Coroa Francesa, Villegagnon tenta criar uma colônia, a chamada França Antártica, mas este projeto é fracassado, pois a resistência portuguesa, com a ajuda dos índios, expulsam os invasores da região.

GETÚLIO (2014) / MINHATECA / MEGA

Dirigido por João Jardim

Elenco:

Tony Ramos - Getúlio Vargas
Drica Moraes - Alzira Vargas
Alexandre Borges - Carlos Lacerda
Adriano Garib - Gel. Zenóbio da Costa
Marcelo Médici - Lutero Vargas
Thiago Justino - Gregório Fortunato
Alexandre Nero - Cel. Scaffa
Jackson Antunes - Café Filho
Clarice Abujamra - Darcy Vargas
Michel Bercovitch - Tancredo Neves
Leonardo Medeiros - General Caiado
Fernando Eiras - José Soares Maciel Filho
Daniel Dantas - Deputado Afonso Arinos
Murilo Elbas - Mordomo João Zaratimi
Gillray Coutinho - Almirante Roberto Guilhobel
Cláudio Tovar - Manoel Vargas
Murilo Grossi - Major Fitipaldi
Paula Braun - Viúva
Caco Baresi - Investigador

A intimidade de Getúlio Vargas (Tony Ramos), então presidente do Brasil, em seus 19 últimos dias de vida. Pressionado por uma crise política sem precedentes, em decorrência das acusações de que teria ordenado o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda (Alexandre Borges), ele avalia os riscos existentes até tomar a decisão de se suicidar. 

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Cristo de Lama (1966) / Minhateca

No século XVIII, em Vila Rica, vive o pintor e escultor Antônio Francisco Lisboa, que tem na madrinha Helena a sua protetora e inspiradora. Por Helena sente os primeiros ímpetos amorosos e, após uma aventura noturna, a madrinha, muito religiosa, comete suicídio. Isso marca profundamente a obra do artista. Seu único e leal amigo é Mesquita, mais tarde envolvido na conjuração política da Colônia, e preso na jornada libertadora de Tiradentes. Acometido pela doença incurável que lhe traz a alcunha de Aleijadinho, Lisboa se casa com Narcisa, e termina seus dias feliz por ter vencido a incompreensão da comunidade religiosa e ter deixado, nas igrejas de Vila Rica e Congonhas, obras de alto valor artístico.

Direção: Wilson Silva

ELENCO

Geraldo Del Rey - Antonio Francisco Lisboa
Maria Della Costa - Helena
Renato Consorte - Mesquita
Aizita Nascimento - Narcisa
Angelito Mello - Manoel Lisboa
Fábio Sabag - Padre Camelo
Esmeralda Barros - Madalena
Rodolfo Arena - João Gomes
Waldir Maia - Tiradentes
Raul Cortez

Que bom te ver viva (1989) / MEGA

O filme aborda a tortura durante o período de ditadura no Brasil, mostrando como suas vítimas sobreviveram e como encaram aqueles anos de violência duas décadas depois. "Que Bom Te Ver Viva" mistura os delírios e fantasias de uma personagem anônima, interpretada pela atriz Irene Ravache, alinhavado os depoimentos de oito ex-presas políticas brasileiras que viveram situações de tortura. Mais do que descrever e enumerar sevícias, o filme mostra o preço que essas mulheres pagaram, e ainda pagam, por terem sobrevivido lúcidas à experiência de tortura. Para diferenciar a ficção do documentário, Lúcia Murat optou por gravar os depoimentos das ex-presas políticas em vídeo, como o enquadramento semelhante ao de retrato 3x4; filmar seu cotidiano à luz natural, representando assim a vida aparente; e usar a luz teatral, para enfocar o que está atrás da fotografia - o discurso inconsciente do monólogo da personagem de Irene Ravache. 

Você Também Pode Dar Um Presunto Legal (1971) / MEGA

Reflexão sobre a atuação do Esquadrão da Morte e do famigerado Delegado Fleury, chefe do DOPS em São Paulo. Filmado clandestinamente, o documentário nunca foi exibido por representar risco de vida para seu elenco e equipe. Na época, seus negativos foram transferidos para Cuba. Desde de 2006, seu realizador exibe sem muito alarde esta versão em universidades e mostras sobre direitos humanos. Com uma narrativa ainda atual, o documentário utiliza-se de diversos materiais em sua construção – recortes de jornais e revistas, imagens captadas diretamente da televisão, transcrição de depoimentos de pessoas torturadas e fragmentos das obras de teatro “A Resistível Ascensão de Arturo Ui” (Bertold Brecht/Teatro de Arena) e “O Interrogatório” (Peter Weiss/Teatro São Pedro).