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FILMOGRAFIA BRASILEIRA
FILMOGRAFIA BRASILEIRA

Eduardo Moscovis, nome artístico de Carlos Eduardo de Andrade (Rio de Janeiro, 8 de junho de 1968), é um ator e dublador brasileiro.

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Biografia

Estudou Administração de Empresas na Universidade Santa Úrsula, mas deixou a faculdade antes de concluir. Após assistir a uma aula de teatro na Casa de Ensaio do Humaitá, convidado por uma amiga, encantou-se por aquilo que viu e se matriculou no curso. Depois, inscreveu-se também em aulas de teatro no Tablado e na Casa de Artes de Laranjeiras. A partir de então, passou a integrar o elenco de diversas montagens teatrais e, foi devido ao seu bom desempenho, que acabou entrando para a Rede Globo. O diretor Emílio Di Biasi o viu atuando na peça O Ateneu e o convidou para participar da oficina de atores da emissora. A primeira vez que apareceu na TV foi como figurante na novela Top Model de 1990. Apenas aparecia como vendedor na loja Covery, do personagem Alex Kundera do ator Cecil Thire.

Após um teste com o diretor Luiz Fernando Carvalho, conseguiu o papel do Cigano Tibor na novela Pedra sobre Pedra, de 1992. No ano seguinte, atuou no remake de Mulheres de Areia, como Tito e, em 1994, viveu o seu primeiro protagonista em televisão, o apaixonado Delfino Montiel da minissérie A Madona de Cedro.

Posterior a esse trabalho, transferiu-se para o SBT, para protagonizar a novela As Pupilas do Senhor Reitor, ao lado da atriz Débora Bloch. A trama foi o único trabalho dos atores fora da Globo, tendo sido um grande sucesso de audiência, graças ao capricho e a bela releitura que o SBT deu ao romance de Julio Diniz.

Em 1996, retornou à Rede Globo, para participar da novela Anjo de Mim, como Wagner. Mas foi com a novela Por Amor, que Eduardo conseguiu o seu personagem de maior destaque até então, o piloto Nando. O romance com Milena, de Carolina Ferraz, conquistou o telespectador, que adorava as cenas de amor protagonizadas pelo casal. Além disso, a trama de Nando envolvia o personagem Orestes, de Paulo José, vítima do alcoolismo, seu padrasto na história, responsável por cenas de muito impacto na novela. Pela sua atuação foi muito elogiado, obtendo com esse trabalho mais mídia e reconhecimento. Seus trabalhos a seguir seriam somente de suma importância em produções da emissora.

Em 1998, renovou seu contrato com a Globo, quando protagonizou o remake de Pecado Capital, como o ambicioso Carlão Moreno. Repetindo o que acontecera em Por Amor, mais uma vez fez par romântico com Carolina Ferraz.

Em 2000, o ator viveu mais um bom momento de sua carreira ao encarnar Julião Petruchio, o protagonista da novela O Cravo e a Rosa. Com esse trabalho, Eduardo pôde mostrar sua veia cômica atuando como par da atriz Adriana Esteves.

Dois anos mais tarde, em 2002, veio o jornalista Chico Maia da novela Desejos de Mulher. Na história, Chico era apaixonado por Júlia, Glória Pires, com quem o ator já havia trabalhado no início da carreira, em Mulheres de Areia.

Em 2004, foi presenteado com o seu primeiro vilão, na novela Senhora do Destino, quando deu vida ao político corrupto Reginaldo. O final de sua personagem causou bastante polêmica na mídia, uma vez que Reginaldo morreu apedrejado durante um comício. Em seguida, fez sua última atuação em novelas ao participar do grande sucesso do horário das seis, Alma Gêmea, na pele do romântico Rafael. Diferentemente das outras histórias, nessa o casal protagonista acaba morrendo no último capítulo.

Desde então, esteve bastante afastado da televisão, limitando-se somente a participações especiais em seriados e, dedicando-se ao teatro e cinema. O mesmo chegou a ser convidado para participar de uma série de produções, entre elas O Profeta, Paraíso Tropical, Duas Caras, Negócio da China, Tempos Modernos e Uma Rosa Com Amor, mas recusou todos os convites, alegando a necessidade de dar um novo rumo a carreira.

Em 2012 voltou à televisão na sitcom Louco por Elas, como Léo, um homem que vive cercado de mulheres. Eduardo passa a explorar seu lado humorístico, e desponta no seriado, ao lado de Deborah Secco e Glória Menezes. O seriado teve seu último episódio transmitido em 18 de junho de 2013 após três temporadas de boa audiência.

Em 2014 volta à TV na série do GNT, Questão de Família, no papel de Pedro Fernandes, um juiz da vara de família que tenta lidar com seu passado.

No teatro, além de despontar como ator, também produziu o espetáculos Norma 2002, Tartufo 2003, Por Uma Vida Um Pouco Menos Ordinária 2007 e O Livro 2012.

Após 10 anos, afastado das novelas desde Alma Gêmea (2005), Du Moscovis volta em A Regra do Jogo novela das 21 horas, substituta de Babilônia. Na pele de Orlando, tipo bem duas caras, o  grande vilão da trama de João Emanuel Carneiro e tem direção de núcleo de Amora Mautner.[6][7]

Vida Pessoal

É filho de Sevasti e Wernor de Andrade. Foi casado com Roberta Richard entre 1995 e 2002, com quem tem duas filhas: Gabriela, nascida em 1999, e Sofia, nascida em 2000. Em março de 2007, casou-se com Cynthia Howlett, com quem tem uma filha, Manuela, nascida em abril de 2007 e Rodrigo, nascido em março de 2012.

Filmografia

 

 

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Lúcia McCartney (2016, série)

Lucia é uma jovem de 18 anos que gosta de curtir a vida e também é garota de programa. Entre sua paixão pelos Beatles,o programa de Big Boy e escrever cartas para Paul McCartney, seu diário e a rotina de clientes frios, tudo muda quando se apaixona por José Roberto, misterioso sócio de uma gravadora.

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O Outro Lado do Paraíso (2016) MINHATECA / DVD-r

Há uma sinceridade narrativa no drama “O Outro Lado do Paraíso” que irá comover boa parte do público que for ver o filme baseado em livro homônimo do jornalista e escritor Luiz Fernando Emediato. Isso se o espectador não for tão rabugento quanto a média da critica especializada. Essa sinceridade tem a ver com a sensibilidade de contar uma história cujo eixo se concentra numa palavrinha mágica pertinente nos conturbados dias de hoje: esperança.

Na trama, a intensa relação de um pai e seu filho nos primeiros anos do surgimento de Brasília. Mais, precisamente, na Taguatinga dos anos 1960. Cansado de puxar enxada de sol a sol no interior de Minas Gerais, o sonhador Antônio (Eduardo Moscovis) convence a família a largar suas raízes para trás em busca de uma vida melhor no coração do Planalto Central. Ele acredita que o Brasil pode melhorar e que existe um paraíso na Terra.

“Vocês sabem que estão construindo uma cidade grande naquele rumo, uma nova capital?”, pergunta ele deslumbrado aos três filhos e mulher. “É Brasília, minha gente!”, continua.

Sem vacilar, ele troca a casa por um caminhão e parte com todo mundo rumo a esse Éden brasileiro, seduzido pelas reformas de base do então presidente João Goulart, enfim, a tal questão agrária e justiça social. Mas quando desembarca em Taguatinga, naquele turbulento ano de 1963, o país está polarizado entre ideias capitalistas e comunistas e não irá demorar muito para um golpe de estado minar o sonho de milhares de brasileiros. Ele é um deles.

“Escuta aqui, rapaz! Na minha casa ninguém fala mal do presidente não!”, revolta ele, quando o namorado militar fala mal do governo.

Atuação de elenco mirim segura trama
Rodado em Brasília e Olhos D’Água – histórico povoado goiano localizado próximo ao Distrito Federal –, o filme, o maior orçamento da história do cinema do Distrito Federal, tem a mesma pegada comovente da cinebiografia dos irmãos sertanejos Zezé Di Camargo e Luciano em “2 Filhos de Francisco”. Mas o clima da história é bem diferente.

Muito dessa comoção está ligada com a forte presença do elenco mirim, que segura a trama com olhar ingênuo lançado sobre os problemas de período turbulento, polêmico e confuso da história do Brasil. Enquanto o país pegava fogo numa guerra política – momentos registrados com material de arquivo formidável, entre elas imagens inéditas garimpadas no acervo do fotógrafo francês Jean Manzon –, Nando se deixa encantar pelos livros, os desenlaces do primeiro beijo ou os embaraços de se dançar um twist contagiante da roqueira italiana Rita Pavone.

Longe de tentar revolucionar o cinema nacional, “O Outro Lado do Paraíso”, com sua trama tocante e despretensiosa, sem querer, traz reflexão melancólica e oportuna sobre a atual realidade do país. É quando mostra, mais de 50 anos depois, a repetição da história como grande farsa, mas não com os militares no poder, e si com golpe parlamentar orquestrado por políticos corruptos e sem credibilidade. 

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Amor em Sampa - 2015

O que mais incomoda em Bruna Lombardi é a falta de coerência em seu discurso. Ao mesmo tempo em que a ex-pin up da Playboy critica seu passado como sex symbol, numa busca constante para se firmar como pessoa intelectualizada, ela segue escrevendo bobagens descartáveis como Amor em Sampa, em que não só aproveita para explorar o próprio corpo como sexualiza também o marido e o filho. Ou seja, é uma família que no discurso afirma “ser muito mais cérebro do que corpo”, porém a verdade de suas ações aponta exatamente o contrário. Afinal, esse filme pode apontar para vários lados sem uma direção específica, menos para um discurso inteligente e original.

Além de ser uma das protagonistas, Bruna é a voz determinante do projeto: é dela a autoria do roteiro. Já o marido Carlos Alberto Riccelli mais uma vez ficou atrás das câmeras, porém dessa vez com duas importantes mudanças: dividindo os créditos da realização com o herdeiro Kim Riccelli e, assim como ele, aparecendo também como um dos personagens principais. Essas são as principais diferenças em relação aos dois projetos familiares anteriores, o drama O Signo da Cidade (2007) – ainda o melhor esforço da família – e a comédia romântica Onde Está a Felicidade? (2011) – tão constrangedora quanto essa seguinte. Nos três casos Riccelli pai foi o diretor, Lombardi escreveu e protagonizou, e Riccelli filho atuou, além de servir como assistente de direção. Além destes quesitos técnicos, fica claro no conjunto a percepção do trio em investir em tramas corais, com vários tipos se cruzando em histórias similares, porém com pouco em comum entre eles.

Em Amor em Sampa, tudo se resume ao título genérico: histórias de amor em São Paulo. Cosmo (Riccelli) é um taxista solteirão convicto envolvido com uma garota com idade para ser sua neta (Miá Mello), uma suburbana que o usa para não ter que pagar pelas caronas. Ele é amigo de Mauro (Rodrigo Lombardi), um publicitário em crise de consciência que deseja fazer algo válido para a cidade em que vive, ao mesmo tempo em que conhece e se aproxima da artista plástica Tutti (Mariana Lima). Na agência dele trabalha Ravid (Marcello Airoldi), que planeja se casar com Raduan (Tiago Abravanel). O primeiro acredita que ninguém desconfia de sua condição sexual (apesar de toda a sua afetação), enquanto que o segundo não se importa em dar pinta. Ainda temos Aniz (Bruna), a dona de uma grande empresa internacional que vira alvo das investidas galanteadoras de um dos seus executivos (Edu Moscovis), indecisa em relação às verdadeiras intenções dele. Por fim, Matheus (Kim) é um diretor de teatro envolvido com duas candidatas a atriz (Letícia Colin e Bianca Müller).

Os problemas começam ao mesmo tempo em que as tramas tem início. Além de um rápido encontro entre Cosmo e Mauro e outro seguinte entre o motorista e Aniz, revelando passados em comum, pouco há de ligações entre os supostos romances. O enredo sobre o casal gay é o mais estereotipado possível – eles planejam casamentos de cachorros – e o trio teatral não possui conexão alguma com os demais personagens (é de se perguntar se não estão ali apenas por um deles ser filho do diretor e da roteirista). Pra piorar, o filme demonstra fragilidade também nas motivações internas de cada núcleo narrativo. Em nenhum momento entendemos o porquê da depressão de Mauro, sendo que tudo que ele consegue fazer é um mero audiovisual publicitário sobre a capital paulista. Já a dupla de empresários tenta recriar uma relação no estilo gato e rato, discutindo o tempo inteiro até um ir parar na cama do outro, mas falta química entre eles. Bruna Lombardi parece estar mais preocupada em mostrar suas belas pernas ou feições que indicam uma mulher com a metade da sua idade (essa, sim, encontrou a fonte da juventude!) do que em desenvolver melhor as histórias que cria.

Salva-se um ponto em Amor em Sampa: o filme, surpreendente, é um musical! Quando menos se espera, os apaixonados – ou nem tanto – começam a entoar canções donas de boas melodias e defendidas com humor. As letras fazem sentido no contexto em que são apresentadas, os atores/cantores estão à vontade em suas interpretações vocais e o estranhamento inicial acaba funcionando a favor do projeto, que ousa até onde consegue para proporcionar uma versão nacional de um gênero tipicamente hollywoodiano. Porém Bruna e Riccelli não se contentam com a paródia ou com a inspiração: eles querem a reprodução. E sem oferecer um toque pessoal à iniciativa, tudo que conseguem é uma cópia sem cores próprias e desprovido, vejam só, de coração.

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PEQUENO DICIONÁRIO AMOROSO 2 (2015) / MEGA / DVD-r / MINHATECA

Poeta é pipa em dia de ventania, sugere o apresentador do sarau em que Alice (Fernanda Vasconcellos) avistará João (Renato Góes). De certa forma a cena contempla os traços mais marcantes de Pequeno Dicionário Amoroso 2. A continuação, conduzida por Sandra Werneck 18 anos depois do primeiro filme, agrega à trama de Luiza (Andrea Beltrão) e Gabriel (Daniel Dantas) os relacionamentos da nova geração, representada pelo núcleo de Vasconcellos - filha de Dantas com a personagem de Glória Pires – e o tom óbvio, pouco criativo, por vezes falsamente profundo do enredo.

Anos depois da separação, Luiza e Gabriel reencontram-se no enterro do pai dela. Se a morte é também caminho para uma nova vida, a oportunidade acende no antigo casal a possibilidade de relembrar o passado e desatar os nós desagradáveis pelos quais o presente lhes prende. Luiza, dona de uma galeria de arte, está infeliz no casamento junto ao nada amável engenheiro Alex (Marcello Airoldi). Gabriel, por sua vez, namora a jovem Jacque (Fernanda de Freitas), em uma relação que tem na comodidade o seu trunfo.

Escrito pela diretora em parceria com Paulo Halm (Olhos Azuis, 2009) e Rita Toledo (Noites de Reis, 2012), o roteiro do trio encontra inúmeras limitações. A falta de empatia entre os casais Luiza e Alex e Gabriel e Jacque somente se justifica pelo interesse em contrastar com a futura aproximação entre os protagonistas; bem como a possibilidade de Alice, ainda jovem, de se redescobrir, que mesmo quando interessante desdobra-se de uma forma antiquada, como se a narrativa zombasse ou sugerisse uma lição – e, sabemos, não há professores nos casos do coração.

Sem conseguir tornar-se engraçado, Pequeno Dicionário Amoroso 2 peca principalmente por não criar intimidade entre público e personagens. Otimistas torcerão a favor de Luiza e Gabriel, pois torcem a favor de tudo. No entanto, fica claro que a escolha por pontuar o filme por momentos – intermináveis e desnecessários, diga-se – algo que remete obviamente ao título e à forma de verbetes, acaba não meramente por fracassar, mas por atrapalhar gravemente o andamento do longa e afeta consideravelmente o desenvolvimento dos personagens.

Em 1997, Pequeno Dicionário Amoroso lançou Sandra Werneck como ficcionista. O sucesso de público e crítica encaminhou uma carreira homogênea, preenchida por títulos relevantes como Amores Possíveis (2004), Cazuza: O Tempo Não Para (2006) e Sonhos Roubados (2009). Trajetória interessante que encontra, por ironia, na continuação do seu primeiro longa o mais fraco dos seus trabalhos.

 

Os homens são de Marte... E é para lá que eu vou (2014)

Depositfiles / MEGA

Sim, é provável que sua namorada o escale para acompanhá-la numa sessão desta comédia romântica. Não, você não vai ficar entediado como quando ela o chama para fazer compras. Homens São de Marte e é Pra lá Que Eu Vou! dialoga mais com as meninas, mas não é um clube da Luluzinha cinematográfico.

O filme é a adaptação para cinema da peça homônima escrita e estrelada por Mônica Martelli. Sucesso de público, o monólogo ficou nove anos em cartaz e foi visto por mais de dois milhões de pessoas. Conta a história de Fernanda (Mônica), mulher cosmopolita, independente e bem-sucedida que busca encontrar um grande amor.

Ao longo da trama ela se envolve com diferentes tipos de homens – um senador bonitão (Eduardo Moscovis), um milionário excêntrico (Humberto Martins) e um gringo riponga (Peter Ketnath). Em todas as investidas, acredita piamente ter encontrado o homem de sua vida. Mas, a despeito do otimismo da cativante Fernanda, nem sempre as coisas dão certo.

O texto de Mônica, inspirado em suas próprias vivências, é comédia romântica na essência. Temos uma personagem central que luta pelo amor e tropeça um sem-número de vezes ao longo do caminho até encontrar a felicidade almejada. O gênero também pede elenco de apoio eficiente, que sustente a hilaridade da trama dando espaço às investidas amorosas da protagonista.

Paulo Gustavo (Minha Mãe É Uma Peça) vivendo Aníbal, sócio da protagonista numa agência de casamentos, e Daniele Valente (Odeio o Dia dos Namorados), no papel de Nathalie, amiga de Fernanda, sustentam bem diversas situações cômicas graças ao talento inegável de ambos para o humor. São tão eficientes que, mesmo quando o texto não ajuda muito – e isso ocorre algumas vezes-, se saem bem.

Mônica Martelli, por sua vez, leva às telas uma protagonista divertida e cativante. Fotogênica, com boa presença cênica, a atriz está contida na medida evitando os excessos comuns do teatro. Muito dessa eficiência do conjunto se deve ao trabalho de direção de Marcos Baudini (Bruna Surfistinha), que impõem um impecável acabamento estético e técnico ao filme.

Os Homens São de Marte ... é comédia romântica, brasileira, e de boa qualidade. Pouco mais de hora e meia de humor bem feito, bem produzido e sem subjugar a inteligência do público. Vai fazer sucesso, vai encher salas, vai faturar, mas com méritos. E você, homem, acompanhando a namorada, noiva ou mulher, vai se divertir também. Afinal, somos de Marte e é pra gente que elas vêm, felizmente.

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Louco por Elas (TV 2012)

Seriado mostra a complexa relação entre homens e mulheres através da história de Léo, que vive com a ex-mulher, a avó, a enteada e a filha.

CORAÇÕES SUJOS (2011) / MEGA / DVD-r

O tratado de rendição assinado pelo imperador japonês Hirohito ao general americano Douglas MacArthur marcou o fim da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, no Brasil o anúncio não marcou o fim do período de violência. Os imigrantes japoneses que viviam no interior do estado de São Paulo, formando a maior colônia do país fora do Japão, se dividiram em dois grupos. Os que acreditavam na notícia eram chamados de traidores da pátria, apelidados de "corações sujos", e perseguidos por aqueles que endeusavam o imperador e ainda acreditavam na vitória do Japão. É neste contexto que vive Takahashi (Tsuyoshi Ihara), dono de uma pequena loja de fotografia e casado com Miyuki (Takako Tokiwa), uma professora primária. Incitado pelo coronel Watanabe (Eiji Okuda), ele se torna o vingador daqueles que pregam a supremacia japonesa e passa a atacar todos aqueles que não acreditam que o país foi derrotado na guerra.

Direção: Vicente Amorim

Elenco:

Tsuyoshi Ihara
Takako Tokiwa
Eiji Okuda
Shun Sugata
Kimiko Yo
Eduardo Moscovis
Celine Miyuki

 

AS CARIOCAS (2010) / MEGA

"A Noiva do Catete"

Alinne Moraes, Ângelo Antônio, Nelson Baskerville e Pedro Nercessian 

"A Vingativa do Méier"

Adriana Esteves, Aílton Graça, Agildo Ribeiro e Bárbara Paz

"A Atormentada da Tijuca"

Paola Oliveira e Gabriel Braga Nunes

"A Invejosa de Ipanema"

Fernanda Torres, Guilherme Fontes, Luis Gustavo e Lavínia Vlasak

"A Internauta da Mangueira"

Cintia Rosa e Du Moscovis

"A Adúltera da Urca"

Sônia Braga, Antônio Fagundes e Regina Duarte

"A Desinibida do Grajaú"

Grazi Massafera e Marcelo D2

"A Iludida de Copacabana"

Alessandra Negrini, Eriberto Leão, Thiago Lacerda e Roberta Rodrigues

"A Suicida da Lapa"

Deborah Secco e Cássio Gabus Mendes

"A Traída da Barra"

Angélica e Luciano Huck

  

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SEM CONTROLE (2007)

Na paixão fulminante entre um diretor de teatro e uma jovem misteriosa, o caso que iniciou o processo de extinção da pena de morte no Brasil ameaça se repetir.
Sem Controle reúne Eduardo Moscovis, Milena Toscano e Vanessa Gerbelli numa história repleta de personagens inusitadas e viradas surpreendentes, que apresenta a questão da pena capital sob uma perspectiva absolutamente nova.
Danilo Porto (Eduardo Moscovis) é um diretor de teatro obcecado com a injustiça cometida contra o fazendeiro Manoel da Motta Coqueiro, caso que iniciou o processo de extinção da pena de morte no Brasil. Danilo decide montar uma peça sobre Motta Coqueiro, com ele próprio interpretando o fazendeiro e os demais papéis vividos por pacientes psiquiátricos. Quando os limites entre real e imaginário se confundem, Danilo é forçado a reviver os fatos históricos em primeira pessoa, ciente do destino trágico de seu personagem.
Obsessão e amor, pena de morte e loucura, teatro e metalinguagem estão entre os temas que a diretora carioca Cris D’Amato conjuga em seu primeiro longa-metragem, co-produção Ananã Produções, Globo Filmes e Fox Film. D’Amato estréia na direção com a segurança de quem capitaneou sets de filmagem como assistente de direção e diretora assistente em 29 filmes de longa-metragem ao longo de pouco mais de uma década.

 

 

Pastores da Noite (2002) / Minhateca Episódios 01 / 02 / 03 / 04 / 05

DVD-r 2 Discos

Elenco:

  • Eduardo Moscovis - Cabo Martim
  • Matheus Nachtergaele - Curió
  • Luiz Carlos Vasconcelos - Pé de Vento
  • Lázaro Ramos - Massu
  • Tonico Pereira - Jesuíno
  • Fernanda Montenegro - Tibéria
  • Flávio Migliaccio - Alonso
  • Stênio Garcia - Chalub
  • Dirce Migliaccio - Maria
  • Leandra Leal - Otália
  • Camila Pitanga - Marialva
  • Milton Gonçalves - Cônego
  • Danielle Winits - Madame Beatriz
  • Rodrigo Santoro - Padre Gomes
  • Chico Diaz - Dudu
  • Cyria Coentro - Raimunda
  • João Miguel - Chico Pinóia
  • Dira Paes - Raimunda
  • Emiliano Queiroz - Alencar
  • Zéu Britto - Cravo na Lapela
  • Rita Santana - Cássia
  • Chaiend Santos - Lena
  • Caco Monteiro - Delegado Silva
  • Christovam Neto - Ogum
  • Negrizú - Exú
  • Hilton Cobra - Jaiminho
  • Gideon Rosa - Ogum
  • Fabiano Costa - Servilho
  • Ricardo Luedy (Homem Gordo)
  • Gleyse Meneses
  • Rosiane Pinheiro
  • Rodrigo Fauzi

O universo dos Pastores da Noite é habitado por prostitutas, padres, malandros, pais de santo e camelôs. Por uma gente muito brasileira que luta a cada dia pela sobrevivência e conta apenas com o espírito solidário e a amizade um do outro. O sedutor Cabo Martim (Eduardo Moscovis), o romântico Curió (Matheus Nachtergaele), o nobre Massu (Lázaro Ramos), o ardiloso Pé de Vento (Luiz Carlos Vasconcelos) e o mestre Jesuíno (Tonico Pereira) vivem suas aventuras em quatro episódios independentes, que se completam na sua poesia e na força de cada história. Filmada em película, com locações nas ruas enladeiradas de Salvador, Pastores da Noite conta com um elenco excepcional; Fernanda Montenegro é a cafetina-mãe Tibéria; Camila Pitanga, a sensualíssima Marialva; Leandra Leal é Otália, a prostituta romântica; Danielle Winits, a trambiqueira Beatriz e Rodrigo Santoro é um padre que se torna cúmplice dos cinco malandros.

 

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BELA DONNA (1998)

Na década de 1930, Donna e Frank, um casal de estrangeiros, vem para o Brasil, mais precisamente, para o Ceará. O homem vem para trabalhar num empreendimento petrolífero, e a sua esposa logo se integra aos hábitos da região e acaba conhecendo um atraente pescador, Nô. Os dois acabam apaixonando-se.

Elenco:

  • Eduardo Moscovis .... Nô
  • Natasha Henstridge .... Donna
  • Andrew McCarthy .... Frank
  • Odilon Wagner .... John
  • Florinda Bolkan .... Mãe Ana
  • Sophie Ward .... Lídia
  • Letícia Sabatella .... Benta
  • Guilherme Karan .... Silva
  • Rita Martins .... Rita
  • Ângelo Antônio .... Tonho
  • Domingos Alcântara .... Zé Divina
  • Jurandir de Oliveira .... Juca
  • Jackson Costa .... Afrânio
  • Charles Paraventi .... Dr. Farina
  • Arduíno Colassanti .... comandante

Dirigido por Fábio Barreto