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Canta Maria - 2006

 Num momento em que se torna cada vez mais tênue a linha que divide (ou que deveria dividir) legalidade e criminalidade, um tema dos mais interessantes de nossa história está de volta à pauta cinematográfica: o cangaço. O movimento que sacudiu o Nordeste nas primeiras décadas do século 20, uma das grandes vertentes do nosso cinema no passado, ganha releitura no filme Canta Maria, que Francisco Ramalho Jr. produziu, dirigiu e roteirizou a partir do livro Os Desvalidos, de seu xará sergipano Francisco J.C. Dantas.

Não que Canta Maria seja exatamente um filme sobre o cangaço, mas, usando este tema como pano de fundo, o roteiro esmiúça uma personagem que, assim como o próprio País, vê seu coração e mente balançarem entre a tal legalidade instituída e a suposta criminalidade de Lampião e seu bando. Numa terra sem lei, quem pode determinar precisamente a fronteira entre o certo e o errado? Quem pode afirmar que as balas dos cangaceiros são mais ou menos mortais que as injustiças dos coronéis?

É neste cenário que a bela Maria (Vanessa Giácomo, da novela Cabocla, estreando no cinema) se apaixona pelo rústico domador de cavalos Felipe (Marco Ricca, ótimo como sempre). Quando a violência do cangaço explode na região, Felipe decide se tornar caixeiro viajante, profissão que ele julga mais segura, deixando a jovem esposa aos cuidados de Coriolano (Edward Boggiss), um sobrinho também vitimado pela violência, mas de um outro tipo: a familiar. Nasce entre ambos um perigoso clima de estranhamento e sedução. Tudo é circular e indefinido neste Nordeste dos anos 30. Maria, cujos pais acobertavam o próprio bando de Lampião, acaba se transformando numa dolorosa vítima do cangaço, demonstrando que a violência é uma cobra que vive comendo seu próprio rabo.

Canta Maria foi rodado primordialmente em Cabaceiras, interior da Paraíba, onde a equipe de produção teve de cobrir com terra todo o asfalto da cidadezinha, além de retirar postes de iluminação, fios e antenas de TV, e de pintar todas as casas de acordo com a criação artística exigida pelo filme. As cenas finais tiveram lugar em dois parques de reservas naturais de Pernambuco: Pedra Furada e Catimbaú.

O filme recebeu o nome provisório de Os Desvalidos, mas, durante a fase de finalização, o título foi mudado para Canta Maria, a partir da música de Daniela Mercury e Gabriel Povoas, que escreveram as canções originais especialmente para o filme. O papel de Lampião é uma participação especial de José Wilker, que já viveu nas telas outra emblemática personagem nordestina: Antonio Conselheiro, em Guerra de Canudos

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O Poderoso Garanhão - 1974

Tudo na vida de Heitor se resume à boemia e à entrega aos prazeres da carne, onde muitas mulheres e um gosto pela bebida são parte crucial de sua rotina. No entanto, quando ele descobre que seu pai foi assassinado, Heitor retorna à fazenda que abandonara dez anos antes com o objetivo de tocar o negócio do pai e descobrir quem o assassinou.

 

 

A Sina do Aventureiro (1958)

Após ser baleado fugindo de um tiroteio, o bandido Jaime se envolve romanticamente com Dorinha, a filha de um fazendeiro e, para provar seu amor, se entrega à policia. Ao sair da cadeia, agora o bom moço Jaime, precisa enfrentar Xavier, um sanguinário bandido que planeja se vingar do pai de Dorinha.

A estréia profissional de José Mojica Marins como diretor é um dramalhão mexicano digno das tramas das novelas da Globo. “A Sina do Aventureiro” é um autêntico feijoada-western que foi produzido por Augusto Pereira de Cervantes com grana de sua namorada quarentona Nilza de Lima que estudava na “escolinha” de interpretação de Mojica e era cheia da grana. A dupla de esfomeados enrolou Nilza e ela entrou com o dinheiro da produção (com duas condições: como inicialmente o projeto se chamava “Passos da Vingança”, pediu um novo título, mais romântico e, segundo, que seu irmão Acácio de Lima ficasse com o papel principal).

“A Sina do Aventureiro” foi o primeiro filme brasileiro rodado em Cinemascope porque o dono da loja onde Mojica alugou o equipamento, Honório Marin (também diretor de fotografia do filme), quis testar uma nova câmera que havia adquirido. Segundo a biografia de Mojica, “Maldito” (escrito por André Barcinski e Ivan Finotti), Mojica além de dirigir o filme e atuar, foi também maquiador, carregador de equipamentos, cenógrafo, figurinista, cabeleireiro e eletricista na produção dado a probreza de tudo.

A censura classificou, na época, “A Sina do Aventureiro” para 18 anos, fato que prejudicou suas chances na bilheteria. A recepção de público foi bem morna, mas mesmo assim o filme se pagou e deu algum lucro à Mojica (que mandava seus alunos para as filas de filmes que eram exibidos em outros cinemas, dizerem coisas como: “Você já viu aquela fita que tá no Coral? Um bangue-bangue de arrebentar!”). Mojiquismo puro!

Imperdível, como quase tudo que Mojica já fez.

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FAMÍLIA CAFUNDÓ - COMÉDIA CAIPIRA

 O filme conta a história de dois irmãos que, depois da morte do pai e da mãe, se vêem obrigados a abandonar o sítio onde nasceram e moraram por toda a vida, já que o fazendeiro, dono das terras, resolve despejá-los por medo que eles ganhem direito de posse sobre o sítio.

 

 

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Os Senhores Da Terra - 1970

Um jagunço é contratado para matar um coronel. Enquanto trama o crime, apaixona-se pela enteada de sua vítima e fica sem ação. O contratante se une então ao delegado da cidade e a um engenheiro, que representa o poder tecnocrático. O coronel morre, um novo poder se constitui e o jagunço foge com a amada para as serras.

Dirigido por Paulo Thiago

Elenco:

  • Rodolfo Arena...Coronel Floro
  • Milton Moraes...Delegado
  • Paulo Villaça...Engenheiro
  • Roberto Bonfim...Judas
  • Ausonia Bernardes...Rosa Viviana
  • Angelito Mello...Coronel Mendes Medeiros
  • Waldir Onofre
  • Jorge Gomes
  • Noemi de Andrade

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O HOMEM DO CORPO FECHADO

Elenco:

  • Roberto Bonfim como João de Deus
  • Esther Mellinger como Dinorá
  • Milton Ribeiro como Cansanção
  • Angelito Mello como Coronel Trajano
  • Lorival Pariz como Turibio
  • Jorge Karan
  • Ruy Polanah
  • Emanuel Cavalcanti
  • Jota Dângelo
  • Renato Andrade
  • Ivan de Souza
  • Miro Reis
  • Álvaro Cordeiro
  • Ernesto Moura
  • Sérgio Ricci
  • Aloysio Vianna

 

Em 1972, Minas Gerais viu nascer, por entre suas montanhas, o longa-metragem que foi considerado o primeiro faroeste brasileiro autêntico, "um filme com herói e vilão, plantado numa realidade histórica e sem nenhuma afinidade com os filmes de cangaço", como está descrito nos créditos do cartaz de lançamento.

Estréia de Schubert Magalhães em longas-metragens, "O Homem do Corpo Fechado" conta a história do vaqueiro João de Deus, que tem seu corpo "fechado" pelo avô Cansanção.

Depois de empregar-se e fazer um "serviço" para o coronel Trajano, vivido por Angelito Mello, o protagonista apaixona-se por Dinorá, interpretada por Esther Mellinger, que é mantida prisioneira por seu patrão.

Ele a sequestra e os dois passam a ser perseguidos por jagunços designados pelo coronel pelos chapadões do sertão das regiões Central e Norte de Minas.

Claudia Ohana in Luzia Homem Claudia Ohana in Luzia Homem Claudia Ohana in Luzia Homem Claudia Ohana in Luzia Homem

LUZIA HOMEM (1988) / Minhateca

ELENCO:

Cláudia Ohana .... Luzia
José de Abreu .... Raulino
Thales Pan Chacon .... Alexandre
Luiza Falcão .... Tereza
João Leite .... Pai de Luzia
Ivonete .... Mãe de Luzia
Luiz Cruz de Vasconcelos .... Juiz
Ary Sherlock .... Silvestre
Djalma Veríssimo .... Janjão
Antônio Freire .... Delegado
Jefferson de Albuquerque Jr. .... Prefeito
Ruy Polanah
Chico Díaz
Ednardo 

Direção: Fábio Barreto

O filme Luzia homem do produtor Fábio Barreto, se passa no sertão nordestino e mostra a realidade de vários trabalhadores rurais do séc XVIII, que moravam em casas simples, de difícil acesso e com pouca infra-estrutura. Nos dias de hoje, ainda há muitas pessoas que vivem nessa situação de pobreza.
Por outro lado, o filme nos mostra o abuso de poder que o dono da fazenda exercia (um problema também encontrado hoje em dia). Ele subornava a todos, para que estes fizessem suas vontades e fazia justiça com as próprias mãos, sem se importar com o mal que causava as pessoas.
Esse filme é baseado na vingança, uma busca incansável pela justiça, onde ocorre todo um drama baseado na vida real, por isso, é um filme naturalista, ou seja, não exclui os aspectos feios e repugnantes da natureza e da vida. O comportamento do ser humano é comparado ao do animal, que age por instinto.
O romance retratado no filme é um "amor patológico", ou seja, é um amor carnal no qual a ação importa mais do que o interior dos personagens. No caso de capriúna e Luzia homem, o que capriúna sentia era essa atração carnal e uma obsessão doentia, pois ele almejava possuir Luzia de qualquer forma.
Em minha opinião o filme é bem interessante, pois relata um romance que não envolve sentimentos. A maioria dos filmes abrange um romance sentimental que não é visto no filme Luzia homem. Além do romance o filme se trata da realidade, pois vários aspectos dele podem ser vistos no cotidiano dos trabalhadores rurais do séc XXI, e o dono da fazenda pode ser comparado aos burgueses que utilizam o poder para cometer injustiças. A paisagem seca com ossadas de animais, também mostra a ausência de chuva nas pequenas cidades do sertão onde muitos animais morrem de sede.

 

 

 

Meu Nome É Tonho - 1969

Um homem chamado Antônio desconhece sua origem. Na sua memória, apenas as imagens da infância, quase diluídas no tempo, e o rapto de que foi vítima por parte de uma caravana de ciganos. Bom sujeito, cavalheiro e bom atirador. Antonio abandona os ciganos para viver por conta própria. E vive tranqüilo até que uma noite uma bela mulher cruza seu caminho. Os retalhos da história da mulher sussurrada sob cobertas de seda e o calor do desejo, transformam a vida de Antônio. Ela fala do sítio onde passara a infância em companhia de um irmão chamado Tonho. Ele vê se reavivarem as imagens da infância quase diluídas no tempo. Para certificar-se, procura o sítio. E se certifica da realidade trágica, injusta e irônica que o cerca: presencia o massacre dos pais e ama a própria irmã. Tonho se rebatiza e muitos valentes caem, pois ele fez o que mais lhe parece certo: afogar em sangue todos os dramas que o cercaram. 

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Paixão de Gaúcho (1957)

Época da guerra entre Legalistas e Farroupilhas. Chileno, um valente gaúcho, pede
a mão de Catita ao seu pai, que só aceita o pedido após seu futuro genro lhe provar
sua valentia. Ajudado pelo amigo Jan, Chileno recebe a permissão de se casar com
Catita, mas diversos acontecimentos farão com que a moça se apaixone pelo amigo
de seu noivo. Um desfecho trágico sela o amor dos dois.

Direção: Walter George Durst

 ELENCO

Roberto Alrean
Tito Livio Baccarin
Fernando Baleroni
Gilberto Chagas
Ana Cândida
Lima Duarte

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A Hora e Vez de Augusto Matraga (1965)

Partes 01 / 02

Direção: Roberto Santos

Elenco:

  • Leonardo Villar … Augusto Matraga
  • Joffre Soares … Joaozinho Bem Bem
  • Maria Ribeiro … Dionorá
  • Maurício do Valle … Padre
  • Flávio Migliaccio … Quim Recadeiro
  • Solano Trindade
  • Antonio Carnera … Major Consilvo
  • Ivan de Souza … Jurumim
  • Emmanuel Cavalcanti… João Lomba
  • Áurea Campos

Augusto Matraga é um violento fazendeiro. Traído pela esposa, ele é emboscado por seus inimigos e dado como morto. Mas, ele é salvo e volta-se para a religiosidade. Augusto conhece Joãozinho Bem Bem, jagunço que o faz viver um conflito interno, instigando os instintos violentos de sua personalidade. Matraga começa então a oscilar entre seu temperamento agressivo e o misticismo que não consegue mais abandonar.

É baseado em "A hora e vez de Augusto Matraga", última novela de Sagarana, obra de estreia de João Guimarães Rosa.

 

 

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Pedro Canhoto, O Vingador Erótico (1973) / Minhateca

Senha: cinebra

Pedro Canhoto salva a cigana Mariana enquanto está cavalgando de volta para casa após vender ovelhas para um outro fazendeiro. Neste meio tempo, o ambicioso fazendeiro Coronel contrata a quadrilha comandada por General para forçar o pai de Pedro a vender suas terras. O homem não aceita a oferta e os pistoleiros massacram a família de Pedro, que sai à cata dos criminosos e é ajudado por um antigo pistoleiro em sua busca por vingança.

Diretor Rafaelle Rossi

ELENCO

Toni Cardi, Adélia Coelho, Heitor “Cara de Gato” Gaiotti
Nivaldo Lima (Toledo)
Cavagnoli Neto (Cel. Martinez)
José Velloni (General)
Kazuachi Emmi (Índio Mexicano)
Cleuza Bagnara (Soledad)
Dirce Semenzato (Sarita)

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Olho de Boi - 2007 

Não leia sinopses nem críticas de Olho de Boi antes de assisti-lo. Simplesmente faça o download (quanto mais escura for a sala, melhor), escolha uma poltrona confortável e se deixe levar pelo clima intrigante e envolvente proposto pelo filme.

Os primeiros belíssimos minutos não dizem sobre o que é a história. Nada disso.
Mostra apenas dois homens cavalgando sob uma chuva torrencial numa noite mais escura que os sentimentos que os guiam. Eles buscam guarida numa igreja abandonada, caindo aos pedaços como a própria fé. A fotografia é belíssima e nos remete diretamente à escuridão do nada, com tênues raios de Lua aqui e ali filtrando minimamente o breu da noite.

Aos poucos, no ritmo rural que comanda a ação dos protagonistas, ficamos sabendo que os homens são Modesto (Genézio de Barros) e seu afilhado Cirineu (Gustavo Machado). Há uma forte dose de tensão entre ambos, que começam a disparar entre si diálogos ácidos e simbólicos. "Não há traição entre inimigos", diz Modesto. "Para haver
traição, é preciso que exista amizade; a traição é a morte que humilha", conclui.

E traição será exatamente a base de toda a obra. Melhor não dizer mais nada, mesmo porque o filme é curto em seus 80 enxutos minutos. Há inegavelmente um tempero de teatro e uma pitada de tragédia grega, mas tudo muito bem embalado e entregue pela magnífica direção de Hermano Penna, com o bem-vindo auxílio da trilha sonora das cordas do Duofel.

Os créditos finais informam que tudo foi rodado na região de Itu, interior de São
Paulo. Não importa. Olho de Boi é um filme que acontece no fundo da alma humana. Para o bem e para o mal.

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Nordeste Sangrento (1963) / Senha: cinebra / Minhateca

Direção: Wilson Silva

ELENCO

Paulo Goulart
Irma Alvarez
Luely Figueiró
Leda Figueiró
Jackson de Souza
Waldir Maia
Roberto Duval
Jacy Campos
Milton Vilar

O vaqueiro Zé Piedade encontra penitentes açoitando a beata Izabel. Todos vão para Juazeiro, ao encontro do Padre Cícero. O cavalo de Zé Piedade foge, e, na busca, ele encontra o bando do cangaceiro Jacaré. Eles se juntam aos crentes na romaria. Uma volante, comandada pelo Tenente Amado, prende Zé Piedade. Ele foge, e se junta aos demais. Amado manda o Sargento Alvorada arrasar Juazeiro. Os soldados são repelidos, mas Jacaré é morto pela volante. O Tenente aguarda um canhão para o ataque final, mas é surpreendido por cangaceiros e civis armados. O Tenente se refugia no cemitério, onde encontra Zé Piedade.

Riacho do Sangue - 1966

Dirigido por Fernando de Barros

Elenco:

  • Alberto Ruschel .... Ponciano
  • Maurício do Valle .... Floro Pereira
  • Gilda Medeiros .... Rita do Brejo
  • Turíbio Ruiz .... Divino
  • Jacqueline Myrna .... Branca
  • Ivan de Souza .... Quirino
  • José Pimentel .... Antonio Menino
  • José Carlos Cavalcanti Borges .... Coronel Pereira
  • Leonildo Martins .... Beato Primo
  • Ariosto Cantador
  • Hermes da Hora
  • Jaime Diniz
  • Paulo Ferreira
  • Plácido Galvão
  • Jackson Gonçalves
  • Herevaldo Holanda
  • Marilena Lima
  • Apolo Monteiro
  • Pedro Motta
  • José Policena
  • Rubens Rubinsky
  • Waineika Walther
  • Sergio Warnovsky
  • Olde Zonari

No vilarejo nordestino de Riacho do Sangue, um beato, com seus milagres, atrai a atenção de camponeses oprimidos pela seca e pela crueldade dos fazendeiros. Um tropeiro vem ajudar os camponeses contra as tropas do governo e de um coronel.

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Quatro Pistoleiros em Fúria - 1972

Elenco:

Tony Vieira

Marlene Rodrigues

Edward Freund

Astrogildo Filho

Ana Rosa

Marina Campos

Renato Restier

Iragildo Mariano

José Moreira

Paulo Villa

Maribel Reis

Heitor Gaiotti

Mário Alimari

Teddy Alencar

Coriolano Rodrigo

José Lopes

Batatinha

Francisco Assis Soares

Direção: Edward Freund

Enquanto Caviúna descansa à beira de uma lagoa, sua mulher, Patrícia, banha-se nas águas. O casal porém é surpreendido pelo bando de Sabaúna, que rapta a mulher e atira no marido. Após recuperar-se dos ferimentos, Caviúna sai à procura de Gringo, Duda e Zula - pai e irmãos de Patrícia, foragidos da Justiça - e lhes propõe liquidarem o bando. Num lugarejo chamado São Mateus, os vingadores tomam conhecimento do esconderijo de Sabaúna, e os planos para libertar Patrícia são traçados. Atraído a uma cilada, Sabaúna é liquidado. Inesperadamente Patrícia chega ao local, acompanhada pelo Tenente da volante, que é convencido a fechar os olhos para o caso em que se vêem envolvidos Gringo e seus filhos. Patrícia abraça Caviúna e os dois, felizes, olham para a fronteira por onde Gringo, Duda e Zula seguem viagem.

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A MORTE COMANDA O CANGAÇO (1961)

DEPOSITFILES Partes 01 / 02 / 03

A Morte Comanda o Cangaço é um filme brasileiro que se situa em 1929, época na qual o nordeste de nosso país era dominado pelos típicos cangaceiros. A história de vingança é protagonizada por Alberto Ruschel e Milton Ribeiro – ambos participantes do maior filme do gênero, O Cangaceiro (Lima Barreto, 1953). A película foi indicada pelo Brasil para o Oscar na categoria de “Melhor Filme Estrangeiro”, porém não foi escolhida para a fase final da premiação. 

Raimundo Vieira (Ruschel) é um pequeno fazendeiro que tem sua casa queimada e sua mãe morta por um grupo de cangaceiros, liderados pelo Capitão Silvério (Milton Ribeiro), após o prejudicado ter se negado a pagar por “proteção”. Raimundo, no entanto, consegue sair vivo do ataque e deseja pôr fim à violência que os arruaceiros impõem no nordeste, e então monta o seu próprio bando, só de homens cansados da exploração pelos cangaceiros.

A vingança se inicia com a morte do Coronel Nesinho (Gilberto Marques), protetor e padrinho de Silvério, o qual, imediatamente, cavalga para retribuir a selvageria daquele que já sofrera do mesmo sentimento. Raimundo e Silvério, assim sendo, vão atrás de suas respectivas vendetas, um contra o outro; ao fim, encontram-se para fazer um duelo de facões, onde quem define o perdedor é uma mulher: Florinda (Aurora Duarte).

Só pela sinopse acima, percebe-se a importância das mulheres na película. Florinda, ex-mulher de Silvério, é capturada pelo bando de Raimundo e fica feliz por estar livre dos cangaceiros, acaba se casando com Raimundo e, ao final, escreve um papel influente para a definição do duelo entre os dois “maridos”. Maria dos Anjos (Ruth de Souza) é a atual “namorada” de Silvério, tendo se conhecidos em uma festa dos cangaceiros. Em busca do assassino de seu padrinho, Silvério e seu bando são emboscados por policiais, mas salvos justamente por Maria, que termina por levar um tiro; Silvério, tentando provar ser o cabra-macho que se mostra, nem sequer liga. 

O ambiente seco, característico do nordeste brasileiro, é bem explorado pela fotografia de Tony Rabatoni, que não evita em mostrar os problemas de algumas pessoas com a terra; um dos monólogos finais, narrado em off, demonstra isso por si só: “em uma luta desigual entre o homem e a natureza”. Ao fundo, em imagens, o bando de Raimundo atravessa uma seca caatinga (repleta de ossos de animais) e sofrem com o fim dos alimentos, porém a sorte está ao lado deles, possibilitando-os a presença de uma vaca pelo caminho.

Em uma substituição de cangaceiros pelos (antes) comuns caubóis, a película é uma forte construção de Carlos Coimbra e Walter Guimarães Motta, tanto na direção quanto no guião, que não deixar passar qualquer detalhe que a paisagem nordestina tem para dar. Estamos diante de um verdadeiro western B do cinema nacional – ou deveria dizer nordestern

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Lua de Outubro - 1998

Um filme de Henrique de Freitas Lima

Elenco:

  • Pedro Arzábal (Marcos Winter - Brasil): capitão republicano, cansado de guerra. Sonha em criar ovelhas e finalmente criar raízes. Mas seu destino será outro.
  • Niña Leonor (Beatriz Rico - Espanha): linda e enigmática filha de D. Marcial López.
  • Don Marcial López (Alberto de Mendoza - Argentina): caudilho republicano da região. Autoritário e desconfiado, dono de homens e rebanhos. Fortemente afetado pelos problemas da filha.
  • Nicodemo Carrion (Paulo Silva - Brasil): o "Nico", vaqueiro chegado a uma bebida. Alma muito simples, mas também muito leal. Amigo de Pedro.
  • Viviana (Elena Lucena - Argentina): a "bruja", vidente que lê o destino nos olhos das pessoas.
  • João Bispo (Sirmar Antunes - Brasil): tenente dos maragatos (federalistas) derrotados , em retirada para o Uruguai.
  • Juvêncio Pazos (Oscar Simch - Brasil): subdelegado, porém mandado por D. Marcial. Homem truculento e implacável. Para ele, a guerra ainda não acabou.
  • David Greenstreet (Tony Middleton - Argentina): o "inglês", um aristocrata britânico excêntrico. Crítico dos costumes violentos da região.
  • Marcial Chico (Tiago Real - Brasil): Filho de D. Marcial. Torna-se amigo de Pedro.
  • Irmã Remédios (Pilly Calvin - Brasil) • Turco Tufic (José Victor Castiel - Brasil)


• Escrivão Miranda (Antônio Augusto Fagundes - Brasil) • Dona Leonor Lopez (Isabel Ibias - Brasil) • Mestre Sereno (Edison Acri Aguirre - Brasil) • Mercedes (Cristiane Freitas - Brasil) • Olegário (Lóri Nelson - Brasil) • Lourival (Colmar Duarte - Brasil) • Das Graças (Giovana Figueiredo - Brasil) • Gorda Maria (Maria Luiza Benitez - Brasil) • Soldado Serafim (Nestor Monasterio - Brasil) • Horácio (Sérgio R Rojas - Brasil) • Lino (Rodrigo Freire - Brasil) • Doralice (Patsy Cecato - Brasil)

Uma das duas primeiras co-produções do Mercosul (a outra é "O Toque do Oboé"), "Lua de Outubro", de Henrique de Freitas Lima, junta esforços brasileiros e argentinos para contar uma história bem gaúcha, inspirada, aliás, em três contos do escritor uruguaio Mario Arregui.
A ação é transferida para 1924, no pampa gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, quando os "chimangos" (republicanos fiéis ao governo central) tinham acabado de derrotar os "maragatos" (federalistas, que queriam maior autonomia para o Rio Grande).
Três histórias se entrelaçam nesse contexto. A principal é a do capitão republicano Pedro Arzábal (Marcos Winter), que quer esquecer a guerra, estabelecer fazenda, criar família.
Mas os ódios ainda estão à flor da pele na região, e o capitão é chamado a participar da luta mais uma vez, principalmente por amor a uma mulher.
Aí entra a segunda história, do desditado amor entre Arzábal e Leonor (a atriz espanhola Beatriz Rico), filha de um caudilho da região (chimango, por suposto), don Marcial López (o argentino Alberto de Mendoza).
Recém-chegada de um colégio de freiras, a moça logo revela ter um estranho pacto com a Lua, senão com coisa pior.
A terceira linha do enredo, de tonalidade cômica, diz respeito a um camponês bêbado (Paulo Silva) que perde o cavalo e recorre a uma bruxa (Elena Lucena, argentina) para encontrá-lo.
Da junção dessas três tramas vêm a força e a fraqueza de "Lua de Outubro". Por um lado, a alternância entre aventura, drama e comédia torna o filme agradável, impedindo-o de cair na monotonia.
Mas a "emenda" das histórias nem sempre é bem feita, e o espectador tem a impressão de ver vários filmes ao mesmo tempo, o que dificulta seu envolvimento.
Uma curiosidade: o roteiro foi escrito por Alfredo Sirkis, ex-guerrilheiro e hoje líder político dos ecologistas.
No mais, a linguagem narrativa é convencional, mas, quase sempre, competente. Percebe-se ao longo de todo o filme uma preocupação com a clareza, uma legítima aspiração à comunicação imediata com o público.
Resta saber se esse público "popular" ainda existe, ou foi totalmente substituído pela classe média Miami-shopping, que só concebe um entretenimento que tenha perseguições de carros e explosões de prédios.
Há em "Lua de Outubro" uma certa irregularidade de interpretação -talvez em função da heterogeneidade do elenco multinacional-, compensada por um tratamento interessante da cultura local (o trabalho numa fazenda de gado, o lazer nas tabernas, as expressões gauchescas).
Talvez para um gaúcho, ou para um estudioso da cultura regional, essas coisas sejam óbvias, mas para o resto do Brasil é mais uma chance de se aproximar desse outro país, distante e indecifrável, que é o Sul.

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Corisco & Dadá (1996)

Dirigido por Rosemberg

Elenco:

  • Chico Díaz .... Corisco
  • Dira Paes .... Dadá
  • Virginia Cavendish
  • Regina Dourado
  • Denise Milfont
  • Chico Alves
  • Maira Cariry
  • Chico Chaves
  • B. de Paiva
  • Antonio Leite
  • Teta Maia
  • Luiz Carlos Salatiel

O filme conta a história de Corisco, cangaceiro conhecido como "Diabo Loiro", e sua mulher, Dadá, que aos 12 anos é raptada e estuprada por ele. Com o tempo, ela se integra ao bando, que tenta se livrar das emboscadas armadas por Zé Rufino, chefe da polícia volante que pôs a prêmio a cabeça do cangaceiro.  

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Grande Sertão: Veredas (1965)

Elenco:

  • Maurício do Valle ... Riobaldo
  • Sônia Clara ... Diadorim
  • Luigi Picchi
  • Jofre Soares ... Zé Bebelo
  • Graça Mello
  • Milton Gonçalves ... Tonico
  • Zózimo Bulbul
  • Gilberto Marques
  • David José

Dirigido por Geraldo Santos Pereira e Renato Santos Pereira

Conta a história do jagunço Riobaldo e de sua amizade com seu companheiro Diadorim. Juntos, eles empreendem vingança contra o assassino do pai de Diadorim.

 

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O FILHO ADOTIVO (1984) / MINHATECA

Dirigido por: Deni Cavalcanti

Elenco:

Sérgio Reis

Bruno Giordano

Eduardo Abbas

Felipe Levy

Francisco Di Franco

Jofre Soares

Norma Bengell

Solange Theodoro

Tássia Camargo

Walter Stuart

Zé Coqueiro

Peão volta à cidade natal e é contratado por jovem fazendeiro, que tinha o sonho de conhecer seu pai. A presença do velho peão é fundamental para que o rapaz realize seu desejo. Mas antes eles terão que enfrentar o temido coronel Jatobá. 

 

Noiva da Noite - o Desejo de 7 Homens (1974) / MEGA Senha: cinebra

Dirigido por Lenita Perroy

Elenco:

Rossana Ghessa .... Lúcia

Francisco di Franco .... Danilo

Flávio Portho .... Juca

Toni Cardi .... Galante

Jofre Soares .... coronel

Paulo Alves .... Polo

Atores convidados

Gilberto Sálvio .... Cascavel

Sandro Polônio .... padre

Jurandir Costa .... capanga

Lino Sérgio

Constantino Florus

Gira Rinaldi

Rogério d'Elia

Participação especial

Alberto Ruschel .... diretor do presídio

Anselmo Duarte .... jogador

Fredi Kleeman

Para se vingar de um fazendeiro que matara seu irmão e lhe roubara uma mina de diamantes, um presidiário aproveita-se de um indulto e rapta a filha do coronel, e ambos acabam se envolvendo. 

João de Barro (1978) / MINHATECA

O filme conta a estória de João de Barro, um rapaz ingênuo, cobiçado pelas meninas de uma pequena cidade do interior – Talhado. Para João só existem as canções sertanejas que canta e seu trabalho na olaria. Porém, João é perseguido pelos rapazes, enciumados com o sucesso com a garota mais bonita da cidade. O filme tem como elenco atores como, Renata Gadú, Ivan Carlos, Zé do Paiol e Shirlei Stech.

 Diretor Rafaelle Rossi

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Lampião, o Rei do Cangaço (1964) / Minhateca

Dirigido por Carlos Coimbra

Elenco:

Leonardo Villar ... Lampião
Vanja Orico
Milton Ribeiro
Dionísio Azevedo ... João de Mariano
Glória Menezes
Geraldo Del Rey
Antonio Pitanga
Sadi Cabral
Marlene França
Roberto Ferreira
José Policena

O filme conta a história de Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião, que liderou um bando de cangaceiros através dos estados do nordeste do Brasil, e que era respeitado e considerado um herói pelos pobres locais. 

Imagem

Cangaceiros de Lampião (1967) / MEGA

Sobreviventes do bando de Lampião estupram e matam Rosinha, no dia de seu
casamento com Pedro Boiadeiro. Pedro sai pelo sertão em busca de vingança.

ELENCO

Milton Rodriguez - Pedro Boiadeiro
Jacqueline Myrna - Rosinha
David Neto - Pai de Rosinha
Vanja Orico - Mariana
Sadi Cabral - Pai de Mariana
Maurício do Valle - Carcará
Milton Ribeiro - Moita Brava
Antonio Pitanga - Cravo Roxo
Walter Seyssel - Jirimum
Fauzi Mansur - Tonho
Tony Rabatoni - Juiz   

O Cangaceiro Sanguinário (1969) / Mega

Cangaceiros saqueiam um lugarejo, e o chefe deles, o Capitão Jagunço (Maurício do Valle), sequestra Flô (Isabel Cristina), mulher do prefeito Cisso (John Herbert). Perseguidos pela volante do Tenente Lázaro (Carlos Miranda), os bandidos vão se acoitar na fazenda do Coronel Soares (Sérgio Hingst). Enquanto isso, Cisso, na tentativa de resgatar Flô, é espancado pelos cangaceiros, e, livrado da morte pela volante do Tenente Lázaro, continua sua jornada, até o embate final com Jagunço.

Direção: Osvaldo de Oliveira

ELENCO

Maurício do Valle (Capitão Jagunço)
Isabel Cristina (Flô)
John Herbert (Cisso)
Carlos Miranda (Tenente Lázaro)
Jofre Soares (Coronel Justino)
Ségio Hingst (Coronel Soares)
Roberto Ferreira (Zé Coió)  

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A Hora e a Vez de Augusto Matraga (2011) / MEGA

Direção: Vinícius Coimbra

Elenco:

Antônio Petrin Tio Ofeliano

Chico Anysio Major Consilva

Gorete Milagres Sariema

Irandhir Santos Quim

Ivan de Almeida Serapião

João Miguel Augusto Matraga

José Dumont Padre Zequiel

José Wilker Joãozinho Bem-Bem

Teca Pereira Quitéria

Vanessa Gerbelli Dionora

Werner Schünemann Ovídio Moura

Augusto Matraga (João Miguel) é um fazendeiro orgulhoso, valente e mulherengo, que está à beira da falência. Sua esposa Dionóra (Vanessa Gerbelli) resolve abandoná-lo com a filha do casal, ao receber uma proposta feita por Ouvídio Moura (Werner Schunemann). A situação faz com que Augusto fique enfurecido e parta para a casa de Ouvídio, em busca de vingança. Lá ele é espancado pelos capangas de Consilva (Chico Anysio), que o marcam com ferro e o atiram em um precipício para morrer. À beira da morte, Augusto é encontrado por um casal, que cuida de sua recuperação. Cinco anos depois ele deixa o local, completamente mudado e agora temente a Deus.

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Os Deuses e os Mortos (1970)

MEGA   Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04

SENHA PARA DESCOMPACTAR cinecult

Sul da Bahia, década de 30. Um homem sem nome e sem passado, sete vezes baleado, intromete-se na luta entre dois clãs de grandes coronéis pela posse da terra e do cacau. É uma luta de interesses econômicos, de produtores e exportadores. Nesse clima tropical dos cacauais e bananais, cresce uma corrida-do-ouro que atrai aventureiros, jagunços, sertanejos fugitivos do sertão, prostitutas, jogadores, circos e ilusões. Os mortos se mostram e se escondem. É uma cultura sanguinária, cruel, fascinante, de ouro, de homens, de deuses e de mortos.

ELENCO
Dina Sfat
Ítala Nandi
Jorge Chaia
Mara Rúbia
Milton Nascimento
Nelson Xavier
Norma Bengell
Othon Bastos
Ruy Polanah

Direção: Ruy Guerra 

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Faustão (1971) / MEGA  Senha: cinebra

Filho do Coronel Pereira, Henrique é ferido em uma tocaia, a mando do Coronel Araújo. O cangaceiro Faustão socorre o rapaz, e a ele oferece sua favorita Benvinda, para uma noite de amor. Henrique junta-se ao bando. Após diversos confrontos entre os jagunços dos dois coronéis, Pereira morre nos braços do filho. Henrique deixa o cangaço, casa-se com Vaninha, assume os negócios do pai, e pretende ajudar Faustão a deixar a região, pois, o progresso está chegando ao sertão. Mas o cangaceiro prefere seguir na sua vida. Até o confronto com os homens de Henrique.

Diretor – Eduardo Coutinho

ELENCO

Eliezer Gomes, Jorge Gomes (Henrique), Gracinda Freire (Benvinda) e Anecy Rocha (Vaninha)
José Pimentel (Anjo Lucena)
Samuca (Beatinho)
Paulo Guimarães (Silêncio)
Valter Mendes (Ponto Fino)
Cleytson Feitosa (Ginásio)
Antonio Albuquerque (Cel. Araújo)
Roberto Ney (Cel. Pereira)
Cosme Santos

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Obrigado a matar (2010) /USERSCLOUD

Diretor: João Amorim

ELENCO
João Amorim,
Simone,
Mortari,
Godói,
Alessandra,
Oliveira,
Bombacha,
Lucimara,
Marília,
Irineu,
Chaves,
Negro da Gaita,
Hulk,
Otávio,
Aldo

João Amorim é um feliz, pacífico e bem nutrido chefe de família do interior de Santa Catarina, até o dia em que alguns bandidos de péssimo caráter invadem sua casa, o ferem gravemente e assassinam a sua amada esposa. A partir daí, a vida de João será uma triste busca de vingança, temperada com muitos tiros e modas de viola. 

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Jesuíno Brilhante: O Cangaceiro (1972) / Mega / Minhateca

Direção: William Cobbett

ELENCO

Nery Vitor - Jesuino Brilhante
Rodolfo Arena - Velho Soares
Waldyr Onofre - Escravo Zé
Milton Villar - Francisco Limão
Hilda Mello - Margarida
Maria Lúcia Escócia - Alexandrina
Mário Paris - Cobra Verde
Herley José - Pajeú
Ivaldo Gomes - Preto Limão
Participação especial:
Vanja Orico - Maria de Góes

Final do século XIX. Botelho é assassinado a mando de coronéis que se sentiam incomodados por suas ideias abolicionistas e republicanas. Seu primo, Jesuíno Brilhante, vai em busca de vingança, e sua fama de valente e benfeitor dos desvalidos se espalha pelo sertão. Ele passa a ser alvo dos poderosos, que, para atraí-lo, prendem seu pai, que é libertado por ação de Jesuíno. Cobra Verde, um de seus homens, é capturado e denuncia a localização do bando.