Sites Grátis no Comunidades.net
FAROESTE
FAROESTE

Resultado de imagem para o poderoso garanhão filme

O Poderoso Garanhão - 1974

Tudo na vida de Heitor se resume à boemia e à entrega aos prazeres da carne, onde muitas mulheres e um gosto pela bebida são parte crucial de sua rotina. No entanto, quando ele descobre que seu pai foi assassinado, Heitor retorna à fazenda que abandonara dez anos antes com o objetivo de tocar o negócio do pai e descobrir quem o assassinou.

 

 

A Sina do Aventureiro (1958)

Após ser baleado fugindo de um tiroteio, o bandido Jaime se envolve romanticamente com Dorinha, a filha de um fazendeiro e, para provar seu amor, se entrega à policia. Ao sair da cadeia, agora o bom moço Jaime, precisa enfrentar Xavier, um sanguinário bandido que planeja se vingar do pai de Dorinha.

A estréia profissional de José Mojica Marins como diretor é um dramalhão mexicano digno das tramas das novelas da Globo. “A Sina do Aventureiro” é um autêntico feijoada-western que foi produzido por Augusto Pereira de Cervantes com grana de sua namorada quarentona Nilza de Lima que estudava na “escolinha” de interpretação de Mojica e era cheia da grana. A dupla de esfomeados enrolou Nilza e ela entrou com o dinheiro da produção (com duas condições: como inicialmente o projeto se chamava “Passos da Vingança”, pediu um novo título, mais romântico e, segundo, que seu irmão Acácio de Lima ficasse com o papel principal).

“A Sina do Aventureiro” foi o primeiro filme brasileiro rodado em Cinemascope porque o dono da loja onde Mojica alugou o equipamento, Honório Marin (também diretor de fotografia do filme), quis testar uma nova câmera que havia adquirido. Segundo a biografia de Mojica, “Maldito” (escrito por André Barcinski e Ivan Finotti), Mojica além de dirigir o filme e atuar, foi também maquiador, carregador de equipamentos, cenógrafo, figurinista, cabeleireiro e eletricista na produção dado a probreza de tudo.

A censura classificou, na época, “A Sina do Aventureiro” para 18 anos, fato que prejudicou suas chances na bilheteria. A recepção de público foi bem morna, mas mesmo assim o filme se pagou e deu algum lucro à Mojica (que mandava seus alunos para as filas de filmes que eram exibidos em outros cinemas, dizerem coisas como: “Você já viu aquela fita que tá no Coral? Um bangue-bangue de arrebentar!”). Mojiquismo puro!

Imperdível, como quase tudo que Mojica já fez.

Resultado de imagem para Familia Cafundó - Uma comédia caipira filme

FAMÍLIA CAFUNDÓ - COMÉDIA CAIPIRA

 O filme conta a história de dois irmãos que, depois da morte do pai e da mãe, se vêem obrigados a abandonar o sítio onde nasceram e moraram por toda a vida, já que o fazendeiro, dono das terras, resolve despejá-los por medo que eles ganhem direito de posse sobre o sítio.

 

O CANGACEIRO (1953) / Minhateca

Dirigido por Lima Barreto

Elenco:

  • Alberto Ruschel - Teodoro
  • Marisa Prado - Olívia
  • Milton Ribeiro - Galdino
  • Vanja Orico - Maria Clódia
  • Adoniran Barbosa - Mané Mole
  • Lima Barreto
  • Zé do Norte
  • Antonio V. Almeida
  • Hector Bernabó
  • Horácio Camargo
  • Ricardo Campos
  • Antônio Coelho
  • Cid Leite da Silva
  • Jesuíno Alves Moreira - Tiburcio
  • Jesuíno G. dos Santos
  • Galileu Garcia
  • João Batista Giotti
  • José Herculano
  • Nieta Junqueira
  • Homero Marques
  • Victor Merinow
  • Maurício Morey
  • João Pilon
  • Leonel Pinto
  • Maria Luiza Sabino
  • Nicolau Sala
  • Neusa Veras
  • Pedro Visgo

O Cangaceiro é um filme histórico por diversos motivos. O primeiro deles é que, desde a chegada do cinema em terras brasileiras, no exato dia 8 de julho de 1896, quando foi realizada a primeira exibição pública em uma sala no Rio de Janeiro, nenhum filme nacional fez tanto sucesso quanto essa produção de 1953. Curiosamente, a produtora responsável pela realização do filme – a Vera Cruz – já estava à beira da falência quando o lançou no mercado, após uma série de produções deficitárias. Se tivesse encontrado antes a fórmula, certamente teria sobrevivido por mais tempo no difícil e complexo mercado cinematográfico…

O segundo motivo tem a ver com a sua repercussão internacional: em Cannes ganhou o prêmio de melhor filme de aventura, com menção honrosa para a trilha sonora de Gabriel Migliori. Chegou a ser distribuído para cerca de oitenta países e, somente na França, ficou cinco anos em cartaz. Sem dúvidas, O Cangaceiro foi um dos filmes que conseguiram levar a cultura popular brasileira para territórios estrangeiros, ajudando a criar uma certa atmosférica folclórica a respeito do nosso país.

Em terceiro lugar, foi durante as filmagens que Adoniran Barbosa, interpretando (de forma excelente, diga-se) um dos cangaceiros do bando, conheceu o grupo “Demônios da Garoa”, encontro que resultou em uma das grandes parceiras da música brasileira. Além disso, os diálogos do filme foram escritos por Rachel de Queiroz, a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras.

ImagemImagem

O CANGACEIRO (1997) / Minhateca

Dirigido por Aníbal Massaini Neto.

Elenco:

  • Paulo Gorgulho .... Galdino
  • Alexandre Paternost .... Teodoro
  • Luíza Thomé .... Maria Bonita
  • Ingra Liberato .... Olívia
  • Otávio Augusto .... Coronel Aniceto
  • Jece Valadão .... Joca Leitão
  • Joffre Soares .... Tico velho
  • Othon Bastos .... Raimundo
  • Aldo Bueno .... Zé Macaco
  • Roberto Bomtempo
  • Jonas Mello .... diretor do presídio
  • Dominguinhos .... Zé Domingues
  • Cláudio Mamberti .... padre
  • Paulo Borges .... Labareda
  • João Ferreira .... Quirino
  • Nilza Monteiro .... filha de Quirino
  • Tom do Cajueiro .... Tico jovem
  • Agnaldo Lopes
  • Kristhel Byancco
  • Lamartine Ferreira .... Feitiço
  • Moisés Neto .... repórter

Rodado inteiramente no Nordeste do Brasil, uma refilmagem de O Cangaceiro, produção da Companhia Cinematográfica Vera Cruzde 1953.

O filme narra a história dos cangaceiros liderados pelo Capitão Galdino (Paulo Gorgulho) e sua mulher, saqueando cidades e espalhando medo.

O cantor e compositor Dominguinhos participa da produção, cantando os sucessos de Zé do Norte que fizeram parte da primeira versão. Também foram trazidos para o remake o mesmo diretor de arte (Carybé) e de maquiagem (Victor Merinow). 

 

 

Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) / Minhateca

Dirigido por Glauber Rocha

Elenco:

Geraldo Del Rey .... Manoel

Yoná Magalhães .... Rosa

Maurício do Valle .... Antônio das Mortes

Othon Bastos .... Corisco

Lidio Silva .... Sebastião

Sonia dos Humildes .... Dadá

João Gama .... padre

Antonio Pinto .... coronel

Milton Rosa ....Moraes

Roque Santos

Cravando a tese de que o sertão possui traços míticos, entes imaginários, fábulas acima do realismo, “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) solapou um gosto diferente no cinema acostumado a Graciliano Ramos e Euclides da Cunha. A contenção do primeiro – mot juste dos trópicos – e o rigor obsessivo-compulsivo do segundo – complexo de informações para um tratado – são modificadas a favor de uma linha supra-fantástica, que ao mesmo tempo desse conta da onipresente busca pela “brasilidade”.

Afinal, Glauber Rocha não escreveu, dirigiu e reorganizou diversas vezes a obra – desde fins dos anos 50 – impunemente. Queria um atestado em que coubesse toda sua geração, em que se deflagrasse a releitura da produção fílmica brasileira, em que lhe consolidasse posição de liderança e, num estampido, tornasse o movimento suprassumo internacional.

No esquema de grandiosidade, as Bachianas de Villa-Lobos são douradas pela canção de Sérgio Ricardo em acento de cordel, letra de Glauber. O primeiro instantâneo de Manoel (Geraldo Del Rey), com feições da era silenciosa, remete-se à amplidão do John Ford clássico – subvertido pela absoluta ausência de virilidade do caubói. Se tomarmos o western enquanto narrativa espetacular, fundante, a nesga de semelhança retorna. Especialmente no momento da morte da mãe por capangas – o rapaz assassinara o chefe. Enterra-a sem jurar qualquer justiça pragmática – a similitude aqui se afasta –, preferindo, não sem resistência da esposa Rosa (Yoná Magalhães), entregar-se ao protótipo de Antônio Conselheiro, o nordestiníssimo Santo Sebastião (Lídio Silva, carpinteiro que trabalhara em “Barravento”, filme anterior e estréia de Glauber). Após Sebastião, juntam-se ao bando de Corisco/Cristino (Othon Bastos, substituindo Adriano Lisboa, que não comparecera às filmagens).

Finalmente livres, não se dão conta do que fazer, correm a desembestada – à semelhança dos relatos sobre Lampião, que fascinavam Glauber: durante a matança do Corisco verídico, um casal de sobreviventes foragira. Na tela, a corrida e a aparição balsâmica do mar deixam a metáfora de o "povo" tomar a rédea da situação pela unha, desprezando os delírios alheios. Corisco, a violência anárquica; Sebastião, o excesso religioso. O filme conclama à ação prática, à tomada de posição ultra-materialista, contrariando a entourage simbólica que norteia o enredo.

Curioso notar que, por um achado das circunstâncias, Othon Bastos dublou o Beato – a falta de formação profissional de Lídio criou peso inevitável. A situação joga sutileza extra na composição dos personagens, como se a ressaltar que Corisco e Sebastião, mesma voz, fossem espectros da mesma moeda, um imbuído do outro. Guardariam igual semente de irracionalidade, punem o destino flagelado.

A homilia de Sebastião usa cânticos, preleções messiânicas, promessas da ilha “onde tudo é verde”, “tem água e comida”, “fartura do céu”. O extremismo chega à histeria na grande cena em que Manoel oferta o filho ao Beato, este o sangra, junta o líquido na faca, passa-o depois na testa de Rosa, sinal da cruz. A mulher o golpeia em seguida, aproveitando a desilusão de Manoel, mesmo instante em que os fiéis são dizimados por Antônio das Mortes (Maurício do Valle) – capanga eleito pelo Padre e pelo Latifundiário. O som desconcatenado, massa em desordem, a fotografia e a câmera de Waldemar Lima – criando jogos propositais de sombras em todo o filme – são especialmente felizes nesse entrecho.

Iniciada a segunda parte da história, Corisco surge entre citações de Padim Ciço e Lampião. Batiza Manoel de Satanás, nome másculo de cangaceiro. Pilham, saqueiam, atordoam. Entronizado por São Jorge, Corisco impõe a espada em êxtase, contra o "dragão da maldade" – expressão que, noutros termos, significa a própria miséria. O cartaz antológico – ícone pop dos anos 60 –, desenhado pelo tropicalista Rogério Duarte dá a dimensão do ato.

Corisco traz consigo Dadá (Sonia dos Humildes), que forma com Rosa um núcleo feminino. Chegam a se acariciarem, sensibilidade do roteiro ao demonstrar que a euforia de Corisco e Sebastião – para qual Manoel correu, ouvindo o soluçar da sereia – deixara Rosa como resíduo, a ponto de beijar Corisco ou, acima disto, entregar-se à solidez que representa.

Eisenstein tangenciou essa desintegração típica de Novo Mundo – pobreza, religiosidade, folclore – em “Que Viva Mexico!”. Também encontram-se em “Deus e o Diabo” reminiscências do ancestral “Encouraçado Potemkin”, além da dramaticidade que Glauber assumidamente vira em “Rocco e Seus Irmãos”, de Luchino Visconti. Além dos citados, note-se que o Cego Júlio traz uma onisciência bem mais próxima da estrutura nordestina do que de teatro grego.

Certamente o rol de influências pulula, mas temperadas por injeções do jovem GR, que concluiu o filme aos 25 anos. Alçou vôo grande, condoreiro, como a tal reencarnação de Castro Alves, idéia que defendia – faleceu aos 42, idade que previu por ser o reverso dos 24, em que o conterrâneo evanesceu. No caldo “Deus e o Diabo” percebe-se o culto ao sebastianismo, a São Jorge, além da onipresente dobradinha Igreja-Latifúndio – estes um tanto estanques, sem a relativização moral que o filme joga sobre demais personagens. Manoel, por exemplo, mente a Corisco imputando a Antônio das Mortes o extermínio de Sebastião. O bom selvagem é, antes de tudo, fraco.

A propósito da amoralidade, o corpulento Antônio das Mortes encarna uma das maiores personas do cinema nacional. O que deveria ter de monstruoso se refaz – literalmente, pois a participação de Antônio foi reescrita à última hora, construindo-o como ente dúbio. Jagunço de idéias progressistas, aniquila, espingarda em punho, com olhos na recompensa prometida e igualmente por se oprimir perante a miséria. Mexendo nos tabus retrógrados, na visão dicotômica sobre o papel da vanguarda popular – jagunço mau versus jagunço humanizado –, Antônio beijou as telas numa complexidade que escapa aos slogans míopes. Quase revolucionário, não é o vilão destrambelhado – o latifundiário o é –; antes um híbrido, vulto que dada sua magnitude retorna em “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969).

Monte Santo, Cocorobó, Canudos foram locações escolhidas por Glauber. Associou-se ao Banco Nacional de Minas Gerais – de José Magalhães Lins – e às mãos eclesiásticas – agradecimentos, nos créditos, ao Monsenhor Francisco Berenguer. Produção, ainda, de Luiz Augusto Mendes, aliado ao dínamo Jarbas Barbosa. Montagem de Rafael Valverde, presença constante na filmografia cinemanovista – esta, em "Deus e o Diabo" aproveitou a assistência de direção de Paulo Gil Soares e Walter Lima Jr. Equipe mínima, multifuncional, à moda do conveniente cooperativismo.

Competindo em Cannes no ano em que Baleia e "Vidas Secas" flanavam pelo balneário, volta sem o prêmio, sequer o coadjuvante arrebatado pelo "O Cangaceiro" em 1953. Sabe-se que entre o autor e Lima Barreto existem quilômetros de distância – não em termos "evolutivos", por óbvio. Máscara ilusória, o nordestinismo pouco faz para os unirem – o que em Barreto é estruturante, em Glauber provoca bocejos e ira. Barreto deixou irrealizado "O Sertanejo", projeto que poderia avançar na temática e iluminar o ponto de vista com mais calma. Os destinos de ambos se cruzariam, mesmo tênues, depois de mortos: Walter Lima Jr. – colaborador reiterado de Glauber, membro da família – dirigiu o roteiro de "Inocência" (1983), escrito pelo totem da Vera Cruz.

Os rastilhos de pólvora em que Glauber se envolveu – o rechaço a "O Cangaceiro" é apenas fração – confirmam a trajetória colonizadora que tanto o empolgava. Entradas e bandeiras, repovoar uma Panamérica estilística, borrifar especiarias, como o mascate que impõe valores mas sobe à montanha por algum destino inebriado, guardando as tábuas da lei. Caiu no ostracismo, desfrutou de uma segunda volta, redimido pelo além. Apesar dos equívocos posteriores, a serem colocados em perspectiva, neste "Deus e o Diabo na Terra do Sol" construiu a obra fulminante, que os próximos e os afastados da "onda nova" devem conhecer com fôlego. Cogitar do contrário, fechando-se no puro preconceito ou no endeusamento leviano, implica em autofagia, esse crime déspota que o anseio crítico não deixa mais persistir.

 Resultado de imagem para Os Senhores da Terra

Os Senhores Da Terra - 1970

Um jagunço é contratado para matar um coronel. Enquanto trama o crime, apaixona-se pela enteada de sua vítima e fica sem ação. O contratante se une então ao delegado da cidade e a um engenheiro, que representa o poder tecnocrático. O coronel morre, um novo poder se constitui e o jagunço foge com a amada para as serras.

Dirigido por Paulo Thiago

Elenco:

  • Rodolfo Arena...Coronel Floro
  • Milton Moraes...Delegado
  • Paulo Villaça...Engenheiro
  • Roberto Bonfim...Judas
  • Ausonia Bernardes...Rosa Viviana
  • Angelito Mello...Coronel Mendes Medeiros
  • Waldir Onofre
  • Jorge Gomes
  • Noemi de Andrade

Resultado de imagem para o homem do corpo fechado filme

O HOMEM DO CORPO FECHADO

Elenco:

  • Roberto Bonfim como João de Deus
  • Esther Mellinger como Dinorá
  • Milton Ribeiro como Cansanção
  • Angelito Mello como Coronel Trajano
  • Lorival Pariz como Turibio
  • Jorge Karan
  • Ruy Polanah
  • Emanuel Cavalcanti
  • Jota Dângelo
  • Renato Andrade
  • Ivan de Souza
  • Miro Reis
  • Álvaro Cordeiro
  • Ernesto Moura
  • Sérgio Ricci
  • Aloysio Vianna

 

Em 1972, Minas Gerais viu nascer, por entre suas montanhas, o longa-metragem que foi considerado o primeiro faroeste brasileiro autêntico, "um filme com herói e vilão, plantado numa realidade histórica e sem nenhuma afinidade com os filmes de cangaço", como está descrito nos créditos do cartaz de lançamento.

Estréia de Schubert Magalhães em longas-metragens, "O Homem do Corpo Fechado" conta a história do vaqueiro João de Deus, que tem seu corpo "fechado" pelo avô Cansanção.

Depois de empregar-se e fazer um "serviço" para o coronel Trajano, vivido por Angelito Mello, o protagonista apaixona-se por Dinorá, interpretada por Esther Mellinger, que é mantida prisioneira por seu patrão.

Ele a sequestra e os dois passam a ser perseguidos por jagunços designados pelo coronel pelos chapadões do sertão das regiões Central e Norte de Minas.

Claudia Ohana in Luzia Homem Claudia Ohana in Luzia Homem Claudia Ohana in Luzia Homem Claudia Ohana in Luzia Homem

LUZIA HOMEM (1988) / Minhateca

ELENCO:

Cláudia Ohana .... Luzia
José de Abreu .... Raulino
Thales Pan Chacon .... Alexandre
Luiza Falcão .... Tereza
João Leite .... Pai de Luzia
Ivonete .... Mãe de Luzia
Luiz Cruz de Vasconcelos .... Juiz
Ary Sherlock .... Silvestre
Djalma Veríssimo .... Janjão
Antônio Freire .... Delegado
Jefferson de Albuquerque Jr. .... Prefeito
Ruy Polanah
Chico Díaz
Ednardo 

Direção: Fábio Barreto

O filme Luzia homem do produtor Fábio Barreto, se passa no sertão nordestino e mostra a realidade de vários trabalhadores rurais do séc XVIII, que moravam em casas simples, de difícil acesso e com pouca infra-estrutura. Nos dias de hoje, ainda há muitas pessoas que vivem nessa situação de pobreza.
Por outro lado, o filme nos mostra o abuso de poder que o dono da fazenda exercia (um problema também encontrado hoje em dia). Ele subornava a todos, para que estes fizessem suas vontades e fazia justiça com as próprias mãos, sem se importar com o mal que causava as pessoas.
Esse filme é baseado na vingança, uma busca incansável pela justiça, onde ocorre todo um drama baseado na vida real, por isso, é um filme naturalista, ou seja, não exclui os aspectos feios e repugnantes da natureza e da vida. O comportamento do ser humano é comparado ao do animal, que age por instinto.
O romance retratado no filme é um "amor patológico", ou seja, é um amor carnal no qual a ação importa mais do que o interior dos personagens. No caso de capriúna e Luzia homem, o que capriúna sentia era essa atração carnal e uma obsessão doentia, pois ele almejava possuir Luzia de qualquer forma.
Em minha opinião o filme é bem interessante, pois relata um romance que não envolve sentimentos. A maioria dos filmes abrange um romance sentimental que não é visto no filme Luzia homem. Além do romance o filme se trata da realidade, pois vários aspectos dele podem ser vistos no cotidiano dos trabalhadores rurais do séc XXI, e o dono da fazenda pode ser comparado aos burgueses que utilizam o poder para cometer injustiças. A paisagem seca com ossadas de animais, também mostra a ausência de chuva nas pequenas cidades do sertão onde muitos animais morrem de sede.

 

Resultado de imagem para chumbo quente filme leo canhoto e robertinho

Chumbo Quente - Léo Canhoto e Robertinho / MEGA Senha: cinebra

O Coronel Lucas tenta de todas as formas se apossar das terras do Delegado Julião. Rodrigo, seu filho, apaixonado por Marina, em um ato de desespero sequestra a moça no dia do casamento, matando o Delegado no processo. É quando a dupla Berto e Leonardo (a dupla sertaneja Leo Canhoto e Robertinho) sai em busca dos criminosos para resgatar Marina.

 

Meu Nome É Tonho - 1969

Um homem chamado Antônio desconhece sua origem. Na sua memória, apenas as imagens da infância, quase diluídas no tempo, e o rapto de que foi vítima por parte de uma caravana de ciganos. Bom sujeito, cavalheiro e bom atirador. Antonio abandona os ciganos para viver por conta própria. E vive tranqüilo até que uma noite uma bela mulher cruza seu caminho. Os retalhos da história da mulher sussurrada sob cobertas de seda e o calor do desejo, transformam a vida de Antônio. Ela fala do sítio onde passara a infância em companhia de um irmão chamado Tonho. Ele vê se reavivarem as imagens da infância quase diluídas no tempo. Para certificar-se, procura o sítio. E se certifica da realidade trágica, injusta e irônica que o cerca: presencia o massacre dos pais e ama a própria irmã. Tonho se rebatiza e muitos valentes caem, pois ele fez o que mais lhe parece certo: afogar em sangue todos os dramas que o cercaram. 

 Resultado de imagem para paixão de gaúcho filme

Paixão de Gaúcho (1957)

Época da guerra entre Legalistas e Farroupilhas. Chileno, um valente gaúcho, pede
a mão de Catita ao seu pai, que só aceita o pedido após seu futuro genro lhe provar
sua valentia. Ajudado pelo amigo Jan, Chileno recebe a permissão de se casar com
Catita, mas diversos acontecimentos farão com que a moça se apaixone pelo amigo
de seu noivo. Um desfecho trágico sela o amor dos dois.

Direção: Walter George Durst

 ELENCO

Roberto Alrean
Tito Livio Baccarin
Fernando Baleroni
Gilberto Chagas
Ana Cândida
Lima Duarte

Resultado de imagem para a hora e a vez deaugusto matraga

A Hora e Vez de Augusto Matraga (1965)

Partes 01 / 02

Direção: Roberto Santos

Elenco:

  • Leonardo Villar … Augusto Matraga
  • Joffre Soares … Joaozinho Bem Bem
  • Maria Ribeiro … Dionorá
  • Maurício do Valle … Padre
  • Flávio Migliaccio … Quim Recadeiro
  • Solano Trindade
  • Antonio Carnera … Major Consilvo
  • Ivan de Souza … Jurumim
  • Emmanuel Cavalcanti… João Lomba
  • Áurea Campos

Augusto Matraga é um violento fazendeiro. Traído pela esposa, ele é emboscado por seus inimigos e dado como morto. Mas, ele é salvo e volta-se para a religiosidade. Augusto conhece Joãozinho Bem Bem, jagunço que o faz viver um conflito interno, instigando os instintos violentos de sua personalidade. Matraga começa então a oscilar entre seu temperamento agressivo e o misticismo que não consegue mais abandonar.

É baseado em "A hora e vez de Augusto Matraga", última novela de Sagarana, obra de estreia de João Guimarães Rosa.

 

 

Resultado de imagem para Pedro Canhoto, O Vingador Erótico 

Pedro Canhoto, O Vingador Erótico (1973) / Minhateca

Senha: cinebra

Pedro Canhoto salva a cigana Mariana enquanto está cavalgando de volta para casa após vender ovelhas para um outro fazendeiro. Neste meio tempo, o ambicioso fazendeiro Coronel contrata a quadrilha comandada por General para forçar o pai de Pedro a vender suas terras. O homem não aceita a oferta e os pistoleiros massacram a família de Pedro, que sai à cata dos criminosos e é ajudado por um antigo pistoleiro em sua busca por vingança.

Diretor Rafaelle Rossi

ELENCO

Toni Cardi, Adélia Coelho, Heitor “Cara de Gato” Gaiotti
Nivaldo Lima (Toledo)
Cavagnoli Neto (Cel. Martinez)
José Velloni (General)
Kazuachi Emmi (Índio Mexicano)
Cleuza Bagnara (Soledad)
Dirce Semenzato (Sarita)

Resultado de imagem para olho de boi filme 

Olho de Boi - 2007 

Não leia sinopses nem críticas de Olho de Boi antes de assisti-lo. Simplesmente faça o download (quanto mais escura for a sala, melhor), escolha uma poltrona confortável e se deixe levar pelo clima intrigante e envolvente proposto pelo filme.

Os primeiros belíssimos minutos não dizem sobre o que é a história. Nada disso.
Mostra apenas dois homens cavalgando sob uma chuva torrencial numa noite mais escura que os sentimentos que os guiam. Eles buscam guarida numa igreja abandonada, caindo aos pedaços como a própria fé. A fotografia é belíssima e nos remete diretamente à escuridão do nada, com tênues raios de Lua aqui e ali filtrando minimamente o breu da noite.

Aos poucos, no ritmo rural que comanda a ação dos protagonistas, ficamos sabendo que os homens são Modesto (Genézio de Barros) e seu afilhado Cirineu (Gustavo Machado). Há uma forte dose de tensão entre ambos, que começam a disparar entre si diálogos ácidos e simbólicos. "Não há traição entre inimigos", diz Modesto. "Para haver
traição, é preciso que exista amizade; a traição é a morte que humilha", conclui.

E traição será exatamente a base de toda a obra. Melhor não dizer mais nada, mesmo porque o filme é curto em seus 80 enxutos minutos. Há inegavelmente um tempero de teatro e uma pitada de tragédia grega, mas tudo muito bem embalado e entregue pela magnífica direção de Hermano Penna, com o bem-vindo auxílio da trilha sonora das cordas do Duofel.

Os créditos finais informam que tudo foi rodado na região de Itu, interior de São
Paulo. Não importa. Olho de Boi é um filme que acontece no fundo da alma humana. Para o bem e para o mal.

Resultado de imagem para Nordeste Sangrento

Nordeste Sangrento (1963) / Senha: cinebra / Minhateca

Direção: Wilson Silva

ELENCO

Paulo Goulart
Irma Alvarez
Luely Figueiró
Leda Figueiró
Jackson de Souza
Waldir Maia
Roberto Duval
Jacy Campos
Milton Vilar

O vaqueiro Zé Piedade encontra penitentes açoitando a beata Izabel. Todos vão para Juazeiro, ao encontro do Padre Cícero. O cavalo de Zé Piedade foge, e, na busca, ele encontra o bando do cangaceiro Jacaré. Eles se juntam aos crentes na romaria. Uma volante, comandada pelo Tenente Amado, prende Zé Piedade. Ele foge, e se junta aos demais. Amado manda o Sargento Alvorada arrasar Juazeiro. Os soldados são repelidos, mas Jacaré é morto pela volante. O Tenente aguarda um canhão para o ataque final, mas é surpreendido por cangaceiros e civis armados. O Tenente se refugia no cemitério, onde encontra Zé Piedade.

Riacho do Sangue - 1966

Dirigido por Fernando de Barros

Elenco:

  • Alberto Ruschel .... Ponciano
  • Maurício do Valle .... Floro Pereira
  • Gilda Medeiros .... Rita do Brejo
  • Turíbio Ruiz .... Divino
  • Jacqueline Myrna .... Branca
  • Ivan de Souza .... Quirino
  • José Pimentel .... Antonio Menino
  • José Carlos Cavalcanti Borges .... Coronel Pereira
  • Leonildo Martins .... Beato Primo
  • Ariosto Cantador
  • Hermes da Hora
  • Jaime Diniz
  • Paulo Ferreira
  • Plácido Galvão
  • Jackson Gonçalves
  • Herevaldo Holanda
  • Marilena Lima
  • Apolo Monteiro
  • Pedro Motta
  • José Policena
  • Rubens Rubinsky
  • Waineika Walther
  • Sergio Warnovsky
  • Olde Zonari

No vilarejo nordestino de Riacho do Sangue, um beato, com seus milagres, atrai a atenção de camponeses oprimidos pela seca e pela crueldade dos fazendeiros. Um tropeiro vem ajudar os camponeses contra as tropas do governo e de um coronel.

 Resultado de imagem para 4 pistoleiros em fúria

Quatro Pistoleiros em Fúria - 1972

Elenco:

Tony Vieira

Marlene Rodrigues

Edward Freund

Astrogildo Filho

Ana Rosa

Marina Campos

Renato Restier

Iragildo Mariano

José Moreira

Paulo Villa

Maribel Reis

Heitor Gaiotti

Mário Alimari

Teddy Alencar

Coriolano Rodrigo

José Lopes

Batatinha

Francisco Assis Soares

Direção: Edward Freund

Enquanto Caviúna descansa à beira de uma lagoa, sua mulher, Patrícia, banha-se nas águas. O casal porém é surpreendido pelo bando de Sabaúna, que rapta a mulher e atira no marido. Após recuperar-se dos ferimentos, Caviúna sai à procura de Gringo, Duda e Zula - pai e irmãos de Patrícia, foragidos da Justiça - e lhes propõe liquidarem o bando. Num lugarejo chamado São Mateus, os vingadores tomam conhecimento do esconderijo de Sabaúna, e os planos para libertar Patrícia são traçados. Atraído a uma cilada, Sabaúna é liquidado. Inesperadamente Patrícia chega ao local, acompanhada pelo Tenente da volante, que é convencido a fechar os olhos para o caso em que se vêem envolvidos Gringo e seus filhos. Patrícia abraça Caviúna e os dois, felizes, olham para a fronteira por onde Gringo, Duda e Zula seguem viagem.

 Resultado de imagem para a morte comanda o cangaço

A MORTE COMANDA O CANGAÇO (1961)

DEPOSITFILES Partes 01 / 02 / 03

A Morte Comanda o Cangaço é um filme brasileiro que se situa em 1929, época na qual o nordeste de nosso país era dominado pelos típicos cangaceiros. A história de vingança é protagonizada por Alberto Ruschel e Milton Ribeiro – ambos participantes do maior filme do gênero, O Cangaceiro (Lima Barreto, 1953). A película foi indicada pelo Brasil para o Oscar na categoria de “Melhor Filme Estrangeiro”, porém não foi escolhida para a fase final da premiação. 

Raimundo Vieira (Ruschel) é um pequeno fazendeiro que tem sua casa queimada e sua mãe morta por um grupo de cangaceiros, liderados pelo Capitão Silvério (Milton Ribeiro), após o prejudicado ter se negado a pagar por “proteção”. Raimundo, no entanto, consegue sair vivo do ataque e deseja pôr fim à violência que os arruaceiros impõem no nordeste, e então monta o seu próprio bando, só de homens cansados da exploração pelos cangaceiros.

A vingança se inicia com a morte do Coronel Nesinho (Gilberto Marques), protetor e padrinho de Silvério, o qual, imediatamente, cavalga para retribuir a selvageria daquele que já sofrera do mesmo sentimento. Raimundo e Silvério, assim sendo, vão atrás de suas respectivas vendetas, um contra o outro; ao fim, encontram-se para fazer um duelo de facões, onde quem define o perdedor é uma mulher: Florinda (Aurora Duarte).

Só pela sinopse acima, percebe-se a importância das mulheres na película. Florinda, ex-mulher de Silvério, é capturada pelo bando de Raimundo e fica feliz por estar livre dos cangaceiros, acaba se casando com Raimundo e, ao final, escreve um papel influente para a definição do duelo entre os dois “maridos”. Maria dos Anjos (Ruth de Souza) é a atual “namorada” de Silvério, tendo se conhecidos em uma festa dos cangaceiros. Em busca do assassino de seu padrinho, Silvério e seu bando são emboscados por policiais, mas salvos justamente por Maria, que termina por levar um tiro; Silvério, tentando provar ser o cabra-macho que se mostra, nem sequer liga. 

O ambiente seco, característico do nordeste brasileiro, é bem explorado pela fotografia de Tony Rabatoni, que não evita em mostrar os problemas de algumas pessoas com a terra; um dos monólogos finais, narrado em off, demonstra isso por si só: “em uma luta desigual entre o homem e a natureza”. Ao fundo, em imagens, o bando de Raimundo atravessa uma seca caatinga (repleta de ossos de animais) e sofrem com o fim dos alimentos, porém a sorte está ao lado deles, possibilitando-os a presença de uma vaca pelo caminho.

Em uma substituição de cangaceiros pelos (antes) comuns caubóis, a película é uma forte construção de Carlos Coimbra e Walter Guimarães Motta, tanto na direção quanto no guião, que não deixar passar qualquer detalhe que a paisagem nordestina tem para dar. Estamos diante de um verdadeiro western B do cinema nacional – ou deveria dizer nordestern

Resultado de imagem para lua de outubro filme

Lua de Outubro - 1998

Um filme de Henrique de Freitas Lima

Elenco:

  • Pedro Arzábal (Marcos Winter - Brasil): capitão republicano, cansado de guerra. Sonha em criar ovelhas e finalmente criar raízes. Mas seu destino será outro.
  • Niña Leonor (Beatriz Rico - Espanha): linda e enigmática filha de D. Marcial López.
  • Don Marcial López (Alberto de Mendoza - Argentina): caudilho republicano da região. Autoritário e desconfiado, dono de homens e rebanhos. Fortemente afetado pelos problemas da filha.
  • Nicodemo Carrion (Paulo Silva - Brasil): o "Nico", vaqueiro chegado a uma bebida. Alma muito simples, mas também muito leal. Amigo de Pedro.
  • Viviana (Elena Lucena - Argentina): a "bruja", vidente que lê o destino nos olhos das pessoas.
  • João Bispo (Sirmar Antunes - Brasil): tenente dos maragatos (federalistas) derrotados , em retirada para o Uruguai.
  • Juvêncio Pazos (Oscar Simch - Brasil): subdelegado, porém mandado por D. Marcial. Homem truculento e implacável. Para ele, a guerra ainda não acabou.
  • David Greenstreet (Tony Middleton - Argentina): o "inglês", um aristocrata britânico excêntrico. Crítico dos costumes violentos da região.
  • Marcial Chico (Tiago Real - Brasil): Filho de D. Marcial. Torna-se amigo de Pedro.
  • Irmã Remédios (Pilly Calvin - Brasil) • Turco Tufic (José Victor Castiel - Brasil)


• Escrivão Miranda (Antônio Augusto Fagundes - Brasil) • Dona Leonor Lopez (Isabel Ibias - Brasil) • Mestre Sereno (Edison Acri Aguirre - Brasil) • Mercedes (Cristiane Freitas - Brasil) • Olegário (Lóri Nelson - Brasil) • Lourival (Colmar Duarte - Brasil) • Das Graças (Giovana Figueiredo - Brasil) • Gorda Maria (Maria Luiza Benitez - Brasil) • Soldado Serafim (Nestor Monasterio - Brasil) • Horácio (Sérgio R Rojas - Brasil) • Lino (Rodrigo Freire - Brasil) • Doralice (Patsy Cecato - Brasil)

Uma das duas primeiras co-produções do Mercosul (a outra é "O Toque do Oboé"), "Lua de Outubro", de Henrique de Freitas Lima, junta esforços brasileiros e argentinos para contar uma história bem gaúcha, inspirada, aliás, em três contos do escritor uruguaio Mario Arregui.
A ação é transferida para 1924, no pampa gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, quando os "chimangos" (republicanos fiéis ao governo central) tinham acabado de derrotar os "maragatos" (federalistas, que queriam maior autonomia para o Rio Grande).
Três histórias se entrelaçam nesse contexto. A principal é a do capitão republicano Pedro Arzábal (Marcos Winter), que quer esquecer a guerra, estabelecer fazenda, criar família.
Mas os ódios ainda estão à flor da pele na região, e o capitão é chamado a participar da luta mais uma vez, principalmente por amor a uma mulher.
Aí entra a segunda história, do desditado amor entre Arzábal e Leonor (a atriz espanhola Beatriz Rico), filha de um caudilho da região (chimango, por suposto), don Marcial López (o argentino Alberto de Mendoza).
Recém-chegada de um colégio de freiras, a moça logo revela ter um estranho pacto com a Lua, senão com coisa pior.
A terceira linha do enredo, de tonalidade cômica, diz respeito a um camponês bêbado (Paulo Silva) que perde o cavalo e recorre a uma bruxa (Elena Lucena, argentina) para encontrá-lo.
Da junção dessas três tramas vêm a força e a fraqueza de "Lua de Outubro". Por um lado, a alternância entre aventura, drama e comédia torna o filme agradável, impedindo-o de cair na monotonia.
Mas a "emenda" das histórias nem sempre é bem feita, e o espectador tem a impressão de ver vários filmes ao mesmo tempo, o que dificulta seu envolvimento.
Uma curiosidade: o roteiro foi escrito por Alfredo Sirkis, ex-guerrilheiro e hoje líder político dos ecologistas.
No mais, a linguagem narrativa é convencional, mas, quase sempre, competente. Percebe-se ao longo de todo o filme uma preocupação com a clareza, uma legítima aspiração à comunicação imediata com o público.
Resta saber se esse público "popular" ainda existe, ou foi totalmente substituído pela classe média Miami-shopping, que só concebe um entretenimento que tenha perseguições de carros e explosões de prédios.
Há em "Lua de Outubro" uma certa irregularidade de interpretação -talvez em função da heterogeneidade do elenco multinacional-, compensada por um tratamento interessante da cultura local (o trabalho numa fazenda de gado, o lazer nas tabernas, as expressões gauchescas).
Talvez para um gaúcho, ou para um estudioso da cultura regional, essas coisas sejam óbvias, mas para o resto do Brasil é mais uma chance de se aproximar desse outro país, distante e indecifrável, que é o Sul.

Resultado de imagem para corisco e dadá filme

Corisco & Dadá (1996)

Dirigido por Rosemberg

Elenco:

  • Chico Díaz .... Corisco
  • Dira Paes .... Dadá
  • Virginia Cavendish
  • Regina Dourado
  • Denise Milfont
  • Chico Alves
  • Maira Cariry
  • Chico Chaves
  • B. de Paiva
  • Antonio Leite
  • Teta Maia
  • Luiz Carlos Salatiel

O filme conta a história de Corisco, cangaceiro conhecido como "Diabo Loiro", e sua mulher, Dadá, que aos 12 anos é raptada e estuprada por ele. Com o tempo, ela se integra ao bando, que tenta se livrar das emboscadas armadas por Zé Rufino, chefe da polícia volante que pôs a prêmio a cabeça do cangaceiro.  

Resultado de imagem para grande sertão 1965

Grande Sertão: Veredas (1965)

Elenco:

  • Maurício do Valle ... Riobaldo
  • Sônia Clara ... Diadorim
  • Luigi Picchi
  • Jofre Soares ... Zé Bebelo
  • Graça Mello
  • Milton Gonçalves ... Tonico
  • Zózimo Bulbul
  • Gilberto Marques
  • David José

Dirigido por Geraldo Santos Pereira e Renato Santos Pereira

Conta a história do jagunço Riobaldo e de sua amizade com seu companheiro Diadorim. Juntos, eles empreendem vingança contra o assassino do pai de Diadorim.

Ana Terra - 1971 / MINHATECA

Em fins da década de 1770, durante o Império, e com a destruição das missões jesuítas, o fazendeiro paulista Manuel Terra leva sua família - a esposa Henriqueta e os filhos Antonio, Horácio e Ana - para uma área gaucha de fronteira onde organiza uma estância de criação de gado e plantação de milho. Constantemente ameaçados pelos bandoleiros armados e grupos de índios sobreviventes das missões ("bugres"), além do temor de invasão por parte dos países de língua espanhola (os "orientais"), Manuel só pode contar com ele e seus filhos e a proteção esporádica das milícias para se defender, uma delas comandadas pelo Major Bandeira. Certo dia, a família socorre um mestiço índio ferido a bala, Pedro Missioneiro, ex-tenente de Bandeira, tencionando mandá-lo embora logo que consiga andar novamente. Mas quando se recupera, Pedro permanece com a família como um valoroso ajudante nos serviços da estância, além de fascinar Ana Terra com sua religião, artes e alfabetismo que aprendera na missão.

Direção: Durval Garcia

Elenco:

  • Rossana Ghessa.... Ana Terra
  • Geraldo Del Rey.... Pedro Missioneiro
  • Pereira Dias.... Manuel Terra
  • Vânia Elisabeth.... Henriqueta
  • Naide Ribas.... Antônio
  • Antonio Augusto Fernandes.... Horácio
  • Rejane Schumann.... Eulália
  • Carlos Castilhos.... Major Bandeira
  • Pedro Machado.... chefe dos bandoleiros
  • Antônio Augusto Fagundes Filho.... Pedrinho
  • Gilberto Nascimento
  • Alexandre Ostrovski
  • Augusta Jaeger
  • Maximiliano Bogo 

Mágoa de Boiadeiro (1978) / MINHATECA

Diogo (Sérgio Reis), é um peão boiadeiro, revoltado com a chegada do progresso a sua pequena cidade no interior de São Paulo. Com o progresso chegaram os caminhões, que agora transportam os bois, com isso Diogo e seus amigos perdem seus empregos. Para piorar a situação, Mariana, o amor de sua vida, fora violentada por um caminhoneiro e teve um destino trágico.

Elenco:

  • Sergio Reis.... Diogo
  • Liana Duval
  • Mali Rocha
  • Zé Coqueiro
  • Carlos Alberto
  • Maria Viana
  • Eduardo Abbas
  • Marcos Miranda
  • Turíbio Ruiz
  • David Netto

Dirigido por Jeremias Moreira Filho

O Menino da Porteira (1976) / MINHATECA

Dirigido por Jeremias Moreira Filho

O peão boiadeiro Diogo (Sérgio Reis) traz uma grande boiada para vender ao major Batista (Joffre Soares), dono da Fazenda Ouro Fino. Antes de sua chegada, o peão decide descansar no Sítio Remanso, de Octacílio Mendes (Jorge Karam), local onde ele conhece o menino da porteira Rodrigo (Márcio Costa), com quem simpatiza. Diogo acaba descobrindo que o major quer controlar todos os preços da região e ele, irritado, se volta contra o peão. A raiva só aumenta quando ele descobre que sua enteada Juliana (Maria Viana) se apaixona por Diogo e o poderoso declara guerra ao desafeto, que agora conta com a ajuda da população da região, que luta por justiça.

Calibre 12 : Foto

CALIBRE 12 (1987) /  MINHATECA

João Cantador (Tony Vieira), quando pequeno, foi dado de presente a um fazendeiro por seu pai. Já adulto, decide voltar a sua terra natal, da qual foi afastado traumaticamente. Seu desejo é reencontrar sua namorada de infância, filha de outro fazendeiro local. No entanto, descobrirá que a família da moça o odeia e já tem planos de casá-la com um vizinho.

 

Resultado de imagem para o filho adotivo filme

O FILHO ADOTIVO (1984) / MINHATECA

Dirigido por: Deni Cavalcanti

Elenco:

Sérgio Reis

Bruno Giordano

Eduardo Abbas

Felipe Levy

Francisco Di Franco

Jofre Soares

Norma Bengell

Solange Theodoro

Tássia Camargo

Walter Stuart

Zé Coqueiro

Peão volta à cidade natal e é contratado por jovem fazendeiro, que tinha o sonho de conhecer seu pai. A presença do velho peão é fundamental para que o rapaz realize seu desejo. Mas antes eles terão que enfrentar o temido coronel Jatobá. 

 

Noiva da Noite - o Desejo de 7 Homens (1974) / MEGA Senha: cinebra

Dirigido por Lenita Perroy

Elenco:

Rossana Ghessa .... Lúcia

Francisco di Franco .... Danilo

Flávio Portho .... Juca

Toni Cardi .... Galante

Jofre Soares .... coronel

Paulo Alves .... Polo

Atores convidados

Gilberto Sálvio .... Cascavel

Sandro Polônio .... padre

Jurandir Costa .... capanga

Lino Sérgio

Constantino Florus

Gira Rinaldi

Rogério d'Elia

Participação especial

Alberto Ruschel .... diretor do presídio

Anselmo Duarte .... jogador

Fredi Kleeman

Para se vingar de um fazendeiro que matara seu irmão e lhe roubara uma mina de diamantes, um presidiário aproveita-se de um indulto e rapta a filha do coronel, e ambos acabam se envolvendo. 

João de Barro (1978) / MINHATECA

O filme conta a estória de João de Barro, um rapaz ingênuo, cobiçado pelas meninas de uma pequena cidade do interior – Talhado. Para João só existem as canções sertanejas que canta e seu trabalho na olaria. Porém, João é perseguido pelos rapazes, enciumados com o sucesso com a garota mais bonita da cidade. O filme tem como elenco atores como, Renata Gadú, Ivan Carlos, Zé do Paiol e Shirlei Stech.

 Diretor Rafaelle Rossi

Resultado de imagem para lampião o rei do cangaço filme

Lampião, o Rei do Cangaço (1964) / Minhateca

Dirigido por Carlos Coimbra

Elenco:

Leonardo Villar ... Lampião
Vanja Orico
Milton Ribeiro
Dionísio Azevedo ... João de Mariano
Glória Menezes
Geraldo Del Rey
Antonio Pitanga
Sadi Cabral
Marlene França
Roberto Ferreira
José Policena

O filme conta a história de Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião, que liderou um bando de cangaceiros através dos estados do nordeste do Brasil, e que era respeitado e considerado um herói pelos pobres locais. 

Imagem

Cangaceiros de Lampião (1967) / MEGA

Sobreviventes do bando de Lampião estupram e matam Rosinha, no dia de seu
casamento com Pedro Boiadeiro. Pedro sai pelo sertão em busca de vingança.

ELENCO

Milton Rodriguez - Pedro Boiadeiro
Jacqueline Myrna - Rosinha
David Neto - Pai de Rosinha
Vanja Orico - Mariana
Sadi Cabral - Pai de Mariana
Maurício do Valle - Carcará
Milton Ribeiro - Moita Brava
Antonio Pitanga - Cravo Roxo
Walter Seyssel - Jirimum
Fauzi Mansur - Tonho
Tony Rabatoni - Juiz 

Resultado de imagem para a morte não marca tempo filme

A MORTE NÃO MARCA TEMPO (1973) / MEGA

DIREÇÃO: Pereira Dias

O filho de um importante fazendeiro, recém formado e recém chegado da capital, é encontrado morto a tiros, junto a um penhasco. A morte é atribuída a um famigerado bandido que vive foragido na região e a quem a própria polícia teme capturar. A tranqüilidade do lugar é abalada quando corre a notícia de que o bandido se aproxima da vila. Todos tratam de fugir, com exceção do vigário que, após parlamentar com o bandido, deixa-se convencer de que pelos menos com relação àquele crime, ele é inocente. Tendo em mão a prova da inocência do bandido, o padre esclarece tudo e, para evitar um linchamento dá-lhe refúgio na própria igreja. Suspeitando do irmão de criação do morto, também apaixonado pela noiva do rapaz, o padre acaba descobrindo que, além de autor do crime, o irmão de criação é também filho do bandido refugiado na igreja. Enquanto procura meios de resolver o problema à luz da justiça, o bandido, determinado a salvar o filho, resolve enfrentar a polícia e assumir a autoria do crime.  

O Cangaceiro Sanguinário (1969) / Mega

Cangaceiros saqueiam um lugarejo, e o chefe deles, o Capitão Jagunço (Maurício do Valle), sequestra Flô (Isabel Cristina), mulher do prefeito Cisso (John Herbert). Perseguidos pela volante do Tenente Lázaro (Carlos Miranda), os bandidos vão se acoitar na fazenda do Coronel Soares (Sérgio Hingst). Enquanto isso, Cisso, na tentativa de resgatar Flô, é espancado pelos cangaceiros, e, livrado da morte pela volante do Tenente Lázaro, continua sua jornada, até o embate final com Jagunço.

Direção: Osvaldo de Oliveira

ELENCO

Maurício do Valle (Capitão Jagunço)
Isabel Cristina (Flô)
John Herbert (Cisso)
Carlos Miranda (Tenente Lázaro)
Jofre Soares (Coronel Justino)
Ségio Hingst (Coronel Soares)
Roberto Ferreira (Zé Coió) 

 

O TRONCO (1999) / Minhateca

Dirigido por João Batista de Andrade

Elenco:

Ângelo Antônio como Vicente Lemos
Antônio Fagundes como Juiz Carvalho
Chico Diaz como Catulino
Letícia Sabatella como Anastácia
Rolando Boldrin como Pedro Melo

O coletor de impostos Vicente Lemos (Ângelo Antônio) é enviado para um pequeno município da região norte de Goiás - atual estado do Tocantins. Lá, entra em conflito com o coronel Pedro Melo (Rolando Boldrin), seu próprio tio, por discordar dos métodos que este utiliza para manter o domínio absoluto das terras da região. O filho de Pedro, Artur (Henrique Rovira), é ex-deputado e ex-aliado dos coronéis sulistas. A discordância acaba fazendo com que os Melo e seus aliados coloquem fogo na coletoria de Vicente, o que faz com que este denuncie a família para a sede do governo. O governo manda uma tropa do exército para a região. Também envia o juiz Carvalho (Antônio Fagundes), que leva consigo uma ordem de prisão aos membros da família Melo. Os Melo reagem à prisão; Pedro é assassinado e Artur foge. O exército trata os capturados como escravos, prendendo todos os homens da família no antigo tronco da propriedade Melo. Enquanto isso, Artur reúne jagunços para iniciar uma verdadeira guerra contra os militares.

 

Resultado de imagem para a hora e a vez de augusto filme

A Hora e a Vez de Augusto Matraga (2011) / MEGA

Direção: Vinícius Coimbra

Elenco:

Antônio Petrin Tio Ofeliano

Chico Anysio Major Consilva

Gorete Milagres Sariema

Irandhir Santos Quim

Ivan de Almeida Serapião

João Miguel Augusto Matraga

José Dumont Padre Zequiel

José Wilker Joãozinho Bem-Bem

Teca Pereira Quitéria

Vanessa Gerbelli Dionora

Werner Schünemann Ovídio Moura

Augusto Matraga (João Miguel) é um fazendeiro orgulhoso, valente e mulherengo, que está à beira da falência. Sua esposa Dionóra (Vanessa Gerbelli) resolve abandoná-lo com a filha do casal, ao receber uma proposta feita por Ouvídio Moura (Werner Schunemann). A situação faz com que Augusto fique enfurecido e parta para a casa de Ouvídio, em busca de vingança. Lá ele é espancado pelos capangas de Consilva (Chico Anysio), que o marcam com ferro e o atiram em um precipício para morrer. À beira da morte, Augusto é encontrado por um casal, que cuida de sua recuperação. Cinco anos depois ele deixa o local, completamente mudado e agora temente a Deus.

Imagem

Os Deuses e os Mortos (1970)

MEGA   Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04

SENHA PARA DESCOMPACTAR cinecult

Sul da Bahia, década de 30. Um homem sem nome e sem passado, sete vezes baleado, intromete-se na luta entre dois clãs de grandes coronéis pela posse da terra e do cacau. É uma luta de interesses econômicos, de produtores e exportadores. Nesse clima tropical dos cacauais e bananais, cresce uma corrida-do-ouro que atrai aventureiros, jagunços, sertanejos fugitivos do sertão, prostitutas, jogadores, circos e ilusões. Os mortos se mostram e se escondem. É uma cultura sanguinária, cruel, fascinante, de ouro, de homens, de deuses e de mortos.

ELENCO
Dina Sfat
Ítala Nandi
Jorge Chaia
Mara Rúbia
Milton Nascimento
Nelson Xavier
Norma Bengell
Othon Bastos
Ruy Polanah

Direção: Ruy Guerra

 

PANCA DE VALENTE / MINHATECA

Dirigido por Luís Sérgio Person

Elenco:

Chico Martins
Átila Iório
Marlene França
Tony Vieira
Joffre Soares
Roberto Ferreira
Líbero Ripoli Filho
Bibi Vogel
Reginaldo Vieira
Lenoir Bittencourt
Cacilda Lanuza

Um grupo de bandidos mata o delegado da cidade de Espalha Brasa. Apresentam-se ao prefeito da cidade como inocentes e exigem que Jerônimo, um atrapalhado e inofensivo habitante da cidade assuma o posto. Terezinha, a namorada de Jerônimo, queixa-se com seu pai, o coronel Euclides, sobre a nomeação de seu namorado. Jerônimo conta com a ajuda do garoto Pitu e de seu amigo Faz Tudo para aprender a montar a cavalo e atirar, mas enfrenta muita dificuldade para adaptar-se à nova função.

 

 Imagem

Faustão (1971) / MEGA  Senha: cinebra

Filho do Coronel Pereira, Henrique é ferido em uma tocaia, a mando do Coronel Araújo. O cangaceiro Faustão socorre o rapaz, e a ele oferece sua favorita Benvinda, para uma noite de amor. Henrique junta-se ao bando. Após diversos confrontos entre os jagunços dos dois coronéis, Pereira morre nos braços do filho. Henrique deixa o cangaço, casa-se com Vaninha, assume os negócios do pai, e pretende ajudar Faustão a deixar a região, pois, o progresso está chegando ao sertão. Mas o cangaceiro prefere seguir na sua vida. Até o confronto com os homens de Henrique.

Diretor – Eduardo Coutinho

ELENCO

Eliezer Gomes, Jorge Gomes (Henrique), Gracinda Freire (Benvinda) e Anecy Rocha (Vaninha)
José Pimentel (Anjo Lucena)
Samuca (Beatinho)
Paulo Guimarães (Silêncio)
Valter Mendes (Ponto Fino)
Cleytson Feitosa (Ginásio)
Antonio Albuquerque (Cel. Araújo)
Roberto Ney (Cel. Pereira)
Cosme Santos

ImagemImagem

Obrigado a matar (2010) /USERSCLOUD

Diretor: João Amorim

ELENCO
João Amorim,
Simone,
Mortari,
Godói,
Alessandra,
Oliveira,
Bombacha,
Lucimara,
Marília,
Irineu,
Chaves,
Negro da Gaita,
Hulk,
Otávio,
Aldo

João Amorim é um feliz, pacífico e bem nutrido chefe de família do interior de Santa Catarina, até o dia em que alguns bandidos de péssimo caráter invadem sua casa, o ferem gravemente e assassinam a sua amada esposa. A partir daí, a vida de João será uma triste busca de vingança, temperada com muitos tiros e modas de viola. 

 Imagem

Jesuíno Brilhante: O Cangaceiro (1972) / Mega / Minhateca

Direção: William Cobbett

ELENCO

Nery Vitor - Jesuino Brilhante
Rodolfo Arena - Velho Soares
Waldyr Onofre - Escravo Zé
Milton Villar - Francisco Limão
Hilda Mello - Margarida
Maria Lúcia Escócia - Alexandrina
Mário Paris - Cobra Verde
Herley José - Pajeú
Ivaldo Gomes - Preto Limão
Participação especial:
Vanja Orico - Maria de Góes

Final do século XIX. Botelho é assassinado a mando de coronéis que se sentiam incomodados por suas ideias abolicionistas e republicanas. Seu primo, Jesuíno Brilhante, vai em busca de vingança, e sua fama de valente e benfeitor dos desvalidos se espalha pelo sertão. Ele passa a ser alvo dos poderosos, que, para atraí-lo, prendem seu pai, que é libertado por ação de Jesuíno. Cobra Verde, um de seus homens, é capturado e denuncia a localização do bando.

 

Resultado de imagem para não aperta aparicio filme

NÃO APERTA, APARÍCIO (1970 Mega / Minhateca

DIREÇÃO: Pereira Dias

O coronel Amaro Silva, criador de gado, é proprietário de uma vasta fazenda no interior da cidade gaúcha de Dom Pedrito. Seu filho Aparício é o capataz da fazenda, tedo como seu auxiliar o negrinho Tonico, afilhado do coronel. Certo dia, surge ali um novo vizinho: Dr. Azevedo, que acaba de comprar vastas terras. Com ele vem sua filha Aurora. Um dia ela e Aparício encontram-se nas terras deste e iniciam um romance. Canhoto e mais três contrabandistas roubam o gado da fazenda do Dr. Azevedo. Aparício é acusado do roubo em virtude das pistas falsas deixadas pelos ladrões. As relações entra as duas famílias sofrem mudanças, afetando o amor existente entre Aparício e Aurora. Tonico, ao levar uma carta de Aparício para sua amante, descobre, por acaso, o local do gado roubado. É descoberto e preso pelos ladrões. No dia seguinte, Aparício, que estava a sua procura, descobre o esconderijo e o gado. Trava-se então violento tiroteio entre ele e os ladrões. Canhoto foge, mas é perseguido por Aparício, que o prende em terras uruguaias. Com a morte e a prisão dos culpados, a verdade é esclarecida e a paz volta a reinar entre as duas famílias. Aurora volta aos braços do seu amado Aparício.

Resultado de imagem para para pedro filme

PÁRA, PEDRO! (1969) / Mega / Minhateca / 4Shared

Senha: teladecinema&cesarsantanna

DIREÇÃO: Pereira Dias

ELENCO:

José Mendes
Leonora Corte Real
Dimas Costa
Darcy Fagundes
João Boeira
Themis Ferreira
Victor Melo Ferreira
Edison Acri
Adolar Costa
Eunice Conceição

Durante um entrevero, Pedro foge imaginando ter matado o secretário de um influente deputado. Rosinha sua namorada, contrata Alegrete para ir buscá-lo, mas este, julga estar sendo perseguido por sequazes do deputado, para vingar a morte do secretário, reagindo a perseguição. Em meio a tudo isto as complicações se multiplicam.