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ERÓTICO
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Amor Maldito - 1984

 "Amor Maldito" (1984), que outro dia o Canal Brasil nos fez o favor de exibir, se define pelo título: é uma investigação sobre o amor homossexual, quando o assunto no país ou constava das sonolentas enciclopédias em fascículos, ou era restrito ao gueto -- posto ao sabor da histeria e do recalque coletivo toda vez que debatido longe da esfera privada. Assim o filme deve ter sofrido tantas pressões que seu aspecto de anotação de costumes perde-se em oceano de considerações moralistas, tendenciosas, até irônicas; mas reveladoras de punitiva vigilância social.

Graças ao roteiro do escritor José Louzeiro, a diretora Adélia Sampaio emprestou à história um tom de crônica policial, narrando o caso entre a jovem executiva Fernanda Maia (Monique Lafond) e a ex-miss Suely Oliveira (Wilma Dias). Caso este que -- bem ao gosto da paranóia fatalista -- será coberto de traição e redundará, sem meio-termos, em rocambolesca tragédia.

Antes do fim, percebemos que as duas mulheres se conhecem naquele momento crucial da vida, aos vinte e poucos anos, na encruzilhada entre vencer ou sucumbir à rotina. Cortejada pela postura independente de Fernanda, Suely se entrega, e passa a viver com a namorada. Depois, o que teremos é um filme de tribunal: em cena absolutamente ridícula, Suely (quase gritando "Aiô, Silver!") pula pela janela e se suicida. Por conta da intempérie, Fernanda estará no banco dos réus, acusada de homicídio.

Acusada, porém, é um termo leve. Muito bem exposto pelo olhar teatral da diretora, a jovem mulher empreendedora é massacrada por um rococó moralista, com quase todo o elenco de apoio do cinema brasileiro dando um pulinho no tribunal e espezinhando a pobre moça. Para piorar, os dois advogados -- defesa e acusação -- também cumprem sua missão de paternalismo inquisidor, solapando a dignidade das partes em um julgamento que deve ter entrado na história da comarca.

No desfile daquelas sinistras "testemunhas" compartilhamos em flashback a vida do casal, que permeia sua relação de pequenas traições, sendo a mais notória com um jornalista (Mário Petraglia), pivô da tragédia. O que dá ao filme certo tom ainda mais absurdo é a diferença de caráter entre o imbecil personagem de Petraglia e a altivez da apaixonada Fernanda: difícil supôr que Suely -- por mais auto-destrutiva que fosse -- trocasse uma pelo outro. E, novamente, o que o ex-presidente Jânio Quadros chamaria de "forças ocultas" vêm à tona na peleja, para tentar comprovar a tese sensacionalista de que "mulher com mulher dá jacaré".

Dando ou não jacaré, o júri será conduzido em tom insano, com ares de Ratinho, até que Fernanda acabe absolvida. No subtexto a mensagem derradeira é o resultado do julgamento, com Fernanda escrevendo a lápis no túmulo de Suely um "só eu te amei" e os créditos encerrando.

Posta a idéia de o filme ser ruim, simplista, a favor de "Amor Maldito" muitas coisas merecem releitura, além da evidência de ter sido precariamente realizado em um Brasil ainda mais paroquial do que hoje, naquele início dos anos 1980. Salva-se, por exemplo, que a história foi baseada em fatos reais, acontecidos no bairro de Jacarépagua, no Rio; e que a película ganhou o título de pioneira por cercar o tema.

Curiosamente a atriz que faz a protagonista suicida, Wilma Dias, teria de fato morte trágica, sofrendo enfarte aos 37 anos. Mais conhecida pela participação na abertura do humorístico "Planeta dos Homens", destacam-se sua coragem e a de Monique Lafond, na pele de personagens tão frontalmente polêmicas e tão facilmente atacáveis pelos trouxas oportunistas.

Outro aspecto notável é que, nessas duas décadas, mudou a inserção de mulheres lésbicas e bissexuais na vida cotidiana, mas o cinema brasileiro não acompanha a evolução sobre o assunto. Por mais "modernos" que somos, a questão gay na nossa cinematografia é sempre vista de forma incidental ou transversa: uma personagem lésbica aqui, um beijo de meninos acolá. "Amor Maldito", ao seu modo, supera tudo isso.

Só não supera "Giselle", da Vidya Produções, ou o cinema da Boca -- que, anos antes, já abordava melhor a homossexualidade feminina em filmes como "Karina, Objeto do Prazer", "Ariella" e "Mulher Objeto". Nestes o moralismo que sufoca "Amor Maldito" é transviado por uma série de subversões divertidas, e o resultado permanece atual e inteligente.

Percebam que atingir uma universalidade ao falar daquilo que não é natural para alguns e soa tão natural para outros, implicará sempre em grande dose de visão progressista e libertária. Se queremos ser e não permitem que sejamos, precisamos vencer, a troco de desgaste. Mais angustiante que a experiência da angústia é nunca sentir angústia, colocou Heidegger. Enquanto a sociedade vigia, o indivíduo cria.

 

 


 

Viviane Castro - Sexy Clube

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BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (2013) 

Filme de Moacyr Góes mostra história de rapaz que recebe proposta para se casar com uma mulher rica que fora estuprada

Na terceira adaptação para o cinema de "Bonitinha, Mas Ordinária", o texto e as situações chegam à tela praticamente intactos, bastante fiéis aos originais, embora a trama se situe no tempo presente.

Ainda assim, o filme não parece com nada daquilo que chamaríamos de uma obra rodrigueana. Isso tem muito a ver com uma espécie de higienização pela qual optou o diretor Moacyr Góes ("O Homem que Desafiou o Diabo"), tornando tudo tão asséptico e arrumadinho que nem as luzes do cabelo de Maria Cecília (Letícia Colin) saem do lugar enquanto é abusada por diversos homens. Nem uma gota de suor escorrendo, apesar de um visível rigor técnico na produção.

Não se procura um registro rodrigueano, visceral, como se vê nas duas versões cinematográficas anteriores, de 1963 e 1981, com Lia Rossi e Lucélia Santos, respectivamente, no papel-título. A personagem aqui cabe à estreante Letícia Colin, que, em alguns momentos, parece saída direto de um capítulo de "Malhação".

Por outro lado, os dois protagonistas masculinos, vividos por João Miguel e Leon Góes, entram exatamente naquele desespero à flor da pele típico dos personagens de Nelson Rodrigues.

João é Edgar, ex-office boy que subiu de cargo numa construtora, mas ainda "não é ninguém", e recebe uma proposta de Peixoto (Leon): casar-se com uma moça rica que "sofreu um acidente, como um acidente de carro", nas palavras do pai dela, dr. Wernek (Gracindo Júnior), o dono da empresa. A verdade é que Maria Cecília foi estuprada quando participava de um baile funk numa favela carioca.

A peça - cujo nome completo é "Otto Lara Resende ou Bonitinha, Mas Ordinária" - foi originalmente montada em 1952. No contexto da época, fazia mais sentido um pai desesperado por casar a filha que não é mais virgem.

Na atualização contemporânea da história, esse detalhe soa um tanto forçado. Mas o que realmente faz falta quando se passa a trama para os dias atuais é o momento político. No começo dos anos de 1960, o mundo vivia o auge da Guerra Fria, a Crise dos Mísseis de Cuba. Por isso, durante uma festa regada a bebida e sexo, o dr. Werneck diz: "Eu posso tudo, o mundo vai acabar mesmo". Mas a frase não tem, hoje, o mesmo sentido.

É essa atitude de descaso e egoísmo da burguesia que Nelson escancara em sua obra, mostrando a podridão - o termo não é exagero - da classe dominante. É interessante ver como um país materializa em sua produção artística a tensão geopolítica de um tempo. E agora, qual a tensão? Não se encontra um equivalente, ao menos, no filme.

Moacyr Góes é diretor de teatro que migrou para o cinema, transitando entre os mais diversos gêneros, desde o infantil, "Xuxinha e Guto contra os Monstros do Espaço", passando por filmes religiosos do padre Marcelo, até dramas, como "Dom", uma equivocada atualização de "Dom Casmurro", de Machado de Assis.

A verdade é que, finalmente, em "Bonitinha, Mas Ordinária", ele pareceria pisar num terreno mais seguro, do qual em tese tem mais domínio do que no cinema. Mesmo longe de ser um grande filme, nas circunstâncias, é o mais bem resolvido da obra cinematográfica de Góes.

João Miguel foi premiado no Cine-PE, no começo de maio, como melhor ator, mas o prêmio merecia ser dividido por Leon Góes, que faz de Peixoto um sujeito insuportável, sem escrúpulos, consumido pela podridão que começa a emergir na família de Maria Cecília, de quem é cunhado.

Já Leandra Leal é Ritinha, vizinha de Edgar, professora que se prostitui para pagar as contas de casa, onde moram três irmãs adolescentes e sua mãe (Ângela Leal), que perdeu a razão depois de ser acusada de roubo.

É quase irresistível não comparar essa adaptação com a versão de 1980, dirigida por Braz Chediak, que trazia, além de Lucélia, José Wilker e Vera Fischer, nos papéis centrais. Aquela era uma leitura num tom bem mais próximo do universo do dramaturgo, que classifica essa peça como "uma tragédia carioca".

Aqui, esse tom de tragédia carioca se faz presente em poucos momentos - na cena inicial no bar ou numa outra num cemitério. Quando isso acontece é que vemos a força de Nelson Rodrigues.

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Orquídea Selvagem - 1989

Para comprar um resort Claudia Dennis (Jacqueline Bisset) viaja para o Rio de Janeiro com Emily Reed (Carré Otis), uma jovem advogada recém-contratada que é vulnerável e inocente. Ao chegar Emily se envolve com um milionário, James Wheeler (Mickey Rourke), que tem um estilo de vida incomum.

 

 

O GOSTO DO PECADO (1980) / Minhateca

Achando que seu casamento caiu na rotina e querendo retomar sua liberdade, Júlio Garcia separa-se de Regina. Ele entrega-se aos bacanais promovidos por seu amigo, o advogado Enéas, e à sedução de jovens bonitas e ingênuas, como sua secretária Vânia que, fascinada pelo patrão, trai o noivo Celso.

Direção: Claudio Cunha

ELENCO
Fábio Vilalonga, Jardel Mello, John Herbert, Maria Lúcia Dahl, Simone Carvalho, Alba Valeria, Maiara de Castro, Ana Maria Kreisler, Marthus Mathias, Lia Farrel

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Rossana Ghessa in O Palácio dos Anjos Rossana Ghessa in O Palácio dos Anjos Rossana Ghessa in O Palácio dos Anjos Rossana Ghessa in O Palácio dos Anjos Rossana Ghessa in O Palácio dos Anjos

O PALÁCIO DOS ANJOS (1970) / UPTOBOX

Direção: Walter Hugo Khouri

ELENCO
Geneviève Grad
Norma Bengell
Rossana Ghessa
Adriana Prieto
Joana Fomm .
John Herbert
Sérgio Hingst
Zózimo Bulbul
Alberto Ruschel
Pedro Paulo Hatheyer
Luc Merenda
Elza de Castro
Elza Besti

Três companheiras de trabalho, Bárbara, Ana Lúcia e Mariazinha, se associam para explorar a “mais antiga profissão do mundo”. Bárbara, a mais decidida e ambiciosa, sugere às amigas que copiem o fichário sigiloso para atrair clientes ricos e esbanjadores. O plano é posto em prática quando Ricardo, o chefe da firma, não conseguindo fazer de Bárbara sua amante, a despede. As três moças pensam, então, enriquecer tão rapidamente, que, um ano depois possam trocar a prostituição em seu “palácio dos anjos” por uma vida segura e tranquila, em algum lugar onde ninguém as conheça. A “armadilha” preparada para enredar os impetuosos milionários acaba por envolvê-los emocionalmente. Mariazinha sofre uma depressão psíquica e abandona a vida que leva, voltando para a companhia (e a pobreza) de sua mãe. Bárbara e Ana Lúcia não conseguem fugir à sedução de seu “palácio” (o requintado apartamento em que exercem sua “profissão”). Ana Lúcia só o abandona para instalar outro, de sua exclusiva propriedade. E Bárbara se refugia, sozinha, num mundo de sonhos e frustrações.

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OUSADIA (1981) / DEPOSITFILES / MEGA  Parte01 / Parte02 / Parte03

Dois episódios:

A PEÇA

Direção: Luiz Castellini 

Verônica, esposa de um psiquiatra, Décio, não se satisfaz sexualmente com o marido. Ao assistir a uma peça de teatro, se interessa por um dos atores, Jacques, que teve uma ereção no palco. Tenta manter um encontro amoroso com o ator, não conseguindo pois, ora os hotéis e motéis estão cheios, ora são surpreendidos pelo vigia do teatro que resolve fazer chantagem. Cansada das desventuras, volta para casa onde encontra o marido.

O MÉTODO

Direção: Mário Vaz Filho

Domênica ama seu marido e não admite traí-lo. Entretanto, quando bebe, ela procura relações sexuais com quem estiver mais perto, já que o marido nunca a procura. Wilson, novo mordomo da casa, que tem como mestre personificado o autor do Guia Prático do Mordomo Moderno, percebe o deslize de Domênica e passa a ser o par mais constante da patroa que, quando readquire a lucidez, nunca se lembra do que aconteceu, tratando Wilson apenas como empregado. Retornando de uma de suas viagens, Leopoldo vê a mulher dormindo nua e lamenta não conseguir amá-la.

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A Virgem Camuflada (1979)

MEGA Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04 / Parte05

Senha para Descompactar: CINECULT

Rio de Janeiro. Verão de 1978. Fernando é um jovem milionário que frequenta os lugares mais badalados do Rio, a caminho da faculdade, onde estuda, avista uma garota que o deixa alucinado, mas não demora a descobrir que Lúcia é muito conhecida por ser bela e cobiçada por todos. Raul e Pedro, amigos mais próximos da jovem, facilitam a aproximação de Fernando mediante uma troca que lhe é proposta: um Alfa Romeo importado. Ele aceita dar seu carro e fica sabendo como conquistar Lúcia. No entanto, os amigos o alertam de que a moça é virgem. Fernando, que não gosta do gênero, quer desistir, mas Lúcia deixa no rapaz, uma impressão muito forte: uma fixação que passa a perseguí-lo por toda a parte. Lúcia parece estar em todos os lugares, todas as mulheres se transformam em Lúcia. Fernando inicia um processo para se livrar da fixação. Tenta Namorilda, a empregada bela e de corpo escultural. Procura antigas namoradas, novas mulheres, festinhas extravagantes, bacanais. Nada, ainda. Não tendo outro remédio entrega o carro em troca do segredo de possuir Lúcia. Raul e Pedro que não passam de dois vigaristas que exploram o 'conto da virgindade' submetendo Lúcia a sucessivas intervenções do Dr. Kustura, percebem o estado do jovem e armam outro plano para lhe tirar muito dinheiro. E Lúcia se submete a um 'transplante', o primeiro do mundo. O transplante é bem sucedido e Lúcia, a eterna virgem, é novamente usada num plano da dupla de vigaristas.

ELENCO
Zélia Diniz
José Carlos Sanches
Toni Vasconcelos
Ivan de Almeida
Wilson Grey
Carvalhinho
Kátia Spencer
Zezé Macedo
Neusa Chantal
Fátima Celebrini
Michel Espírito Santo
Sofia Rossi
Kátia Regina
J. Diniz
Andrea Camargo
Rofran Fernandes
Coralina

Direção: Célio Gonçalves 

 Imagem

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Castelar e Nelson Dantas no País dos Generais (2007) / Minhateca

Em Minas, nos anos da Ditadura militar, cineastas atormentados pelas personagens de seus filmes lançam a pergunta fulminante: por que as mulheres são tão belas? Nenhum cometeu o erro de imaginar que a razão fosse o vestido. Mesmo quando as mulheres se encontram bem cobertas, a nudez sob as vestes pode ser possuída pelos olhos do bicho homem. Basta que ele saiba olhar com concentrada gana.

Diretor: Carlos Alberto Prates Correia

ELENCO
Tavinho Moura (Schubert)
Priscila Assum (Noeme)
Rafaela Amado (Lollô)
Andrea Dantas (1ª narradora)
Lina de Carlo (Prisioneira)
Regina Coelho (Cantora lírica)
Leilany Fernandes (Torturadora)
Joaquim Pedro de Andrade - Ele mesmo (imagem de arquivo)
Alberto Graça - Ele mesmo (imagem de arquivo)
Schubert Magalhães - Ele mesmo (imagem de arquivo)
Humberto Mauro - Ele mesmo (imagem de arquivo)
Carlos Alberto Prates Correia - Ele mesmo (imagem de arquivo)   

As Amantes de um Homem Proibido (1978)

MEGA    Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04 / Parte05 / Parte06 / Parte07

Após um assalto em que foram mortos a sua companheira Ana (Dirvana Brandão) e o comparsa Ymai (John Doo), Leandro (Nuno Leal Maia) foge com o dinheiro para uma pequena cidade do interior, onde se envolve com três mulheres: a prostituta Zuleika (Regina Tonini), uma camponesa Marina (Liza Vieira), abusada pelo pai alcoólatra, e Flávia (Márcia Maria) esposa do dono da fazenda em que foi trabalhar. Os companheiros de bando, o fornecedor de armas Akira (Kaneko Kenichi) e o cafetão (José Miziara) vão ao encalço de Leandro, em busca do dinheiro do assalto.

Dirigido por José Miziara

ELENCO
Nuno Leal Maia
Márcia Maria
Liza Vieira
Regina Tonini
Dirvana Brandão
Kenichi Kaneko
José Miziara
Satã
John Doo
Walter Stuart
Walter Foster  

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FRUTO DO AMOR (1981) / MEGA

Experiências científicas e antropológicas são conduzidas numa ilha deserta pelos doutores Blum e Elza, que usam como cobaias um velho pescador, o empregado incumbido das tarefas domésticas e uma prostituta do interior. Mas o crescimento do afeto entre os três é capaz de comprometer toda a pesquisa.

Diretor: Milton Alencar Jr

Elenco: Margot Morel, Newton Couto, Tania Kukel, Otávio Augusto, Maria Lúcia Dahl, Ruth de Souza, Altair Lima, Paulo César Peréio, Marilisse Navarro 

 

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A Praia do Pecado (1978)

MEGA Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04 / Parte05

O advogado Gabriel (Oásis Minitti) aceita defender seu amigo Manoel (Sérgio Hingst), injustamente acusado de assassinar a prostituta Rosely (Andrea Camargo). Para provar a inocência do amigo, Gabriel acaba se envolvendo com o submundo do crime, representado por Jairo Korf (David Húngaro), milionário traficante de drogas e explorador do lenocínio, e seu braço direito Netinho (Toni Tornado), amante de Lídia (Sônia Vieira), filha do patrão, e cafetina em um dos bordéis do pai. Sentindo-se ameaçado, Korf envia Wilma (Zélia Martins) e Lúcia (Sônia Garcia) para convencer Gabriel a deixar as investigações. E o embate entre Gabriel e Korf caminha para o final.

 Direção: Roberto Mauro

ELENCO

Zélia Martins (Wilma)
Oasis Minniti (Gabriel)
Sônia Garcia (Lúcia)
Toni Tornado (Netinho)
Andréa Camargo (Rosely)
Sônia Vieira (Lídia Korfi)
Marta Maciel (Odete)
Waldir Siebert (Sérgio)
David Húngaro (Jairo Korfi)
Ator(es) Convidado(s):
Cláudio Cunha (Pé de Anjo)
Sérgio Hingst (Manoel) 

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O Último Êxtase (1973) / MINHATECA

Jovem vai acampar com alguns amigos, procurando um pouco de paz, mas acontecimentos estranhos e perturbadores acontecem.

Dirigido por Walter Hugo Khouri

Elenco:

  • Dorothée Marie Bouvyer
  • Ewerton de Castro ... Jorge
  • Wilfred Khouri ... Marcelo
  • Lilian Lemmertz
  • Luigi Picchi
  • Ângela Valério

Contos Eroticos

Contos Eróticos - 1977 / DEPOSITFILES / Minhateca

 Composto por quatro estórias originalmente publicadas na revista Status.

Arroz e Feijão

Baseado em conto de Sérgio Toni, foi dirigido por Roberto Santos. Narra a história de um rapaz do interior que vai para São Paulo e acaba tendo envolvimento com a mulher de um caminhoneiro que lhe fornece comida.

As Três Virgens

Direção de Roberto Palmari, sobre conto de Yara Ramos Ribeiro. Retrata a decadência da aristocracia paulistana, ambientando uma jovem moça que mora num casarão com três velhas tias.

O Arremate

Dirigido por Eduardo Escorel, com base na história de Aécio Flávio Consolin, retrata a sociedade patriarcal rural, onde o proprietário da terra age também como dono de sua filha.

Vereda Tropical

Conto de Pedro Maia Soares, é dirigido por Joaquim Pedro de Andrade. Narra a preferência sexual do protagonista por melancias.

Este episódio foi objeto de pedido de censura, em julho de 1977, sendo considerada uma "aberração". O pedido é acolhido, e o órgão federal encarregado do veto libera somente a cena final do episódio, em que aparece o cantor Carlos Galhardo, sem qualquer associação com o restante do filme.

Após várias instâncias e recursos, finalmente o Departamento de Censura libera o filme sem os cortes desse episódio, em outubro de 1979, para um público maior que dezesseis anos, sob argumento de que “Absurdo se nos afigura o corte do episódio Vereda tropical, uma comédia quase escrachada, não tendo, em nenhum momento, preocupação de induzir o espectador a ter relações amorosas com uma melancia”.

Elenco:

  • Cristina Aché - (segmento "Vereda tropical")
  • Xandó Batista
  • Cláudio Cavalcanti - (segmento "Vereda tropical")
  • Paulo A. Costa
  • Lima Duarte - (segmento "O Arremate")
  • Beatriz O. Fanza
  • Joana Fomm - Joana (segmento "Arroz com feijão")
  • Carlos Galhardo - ele mesmo - (segmento "Vereda Tropical")
  • Garradinha
  • Castro Gonzaga - (segmento "O arremate")
  • David José - (segmento "Arroz com Feijão")
  • Lourdes Leal
  • Cássio R. Martins - (segmento "Arroz com Feijão")
  • Mirtes Mesquita
  • Dirce Militello
  • Paula Ribeiro - (segmento "As Três Virgens")
  • Eva Rodrigues - (segmento "As Três Virgens")
  • Maria Anita Shut
  • Carmem Silva - Tia Cotinha - (segmento "As Três Virgens")
  • Liza Vieira

TARZAN, O FILHO DAS SELVAS (DUAL ÁUDIO / 720P) – 1981

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 Senha: NildoAlves

Oeste da África, 1910. Linda, Jane Parker, viaja com objetivo de encontrar seu pai, o grande aventureiro James Parker. Ela se perde e Tarzan a salva. James Parker estava sendo escravizado e Tarzan o procura. A paixão e o encantamento da jovem inglesa Jane por Tarzan, durante uma fracassada expedição na África à procura de seu pai. Tarzan a salva de perigosos nativos selvagens, cobras e de um leão.

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Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios - 2011

O novo trabalho dos diretores Beto Brant e Renato Ciasca transporta o espectador para uma cidade fictícia às margens dos rios Tapajós e Arapiuns, no Pará. A beleza da região, evidenciada no bom trabalho de fotografia do filme, é apenas o pano de fundo de uma história de amor. Nada açucarado ou com sabor de “felizes para sempre”. Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios é um filme de personagens densos, bem construídos e imersos numa trama conflituosa que transita pelos limites da paixão, traição, sexo e loucura, as palavras malditas que gravitam o amor.

Inspirado na obra do escritor Marçal Aquino e roteirizado pelo próprio, em parceria com Brant e Ciasca, o filme ainda aborda assuntos que estão presentes no cotidiano daquela terra, como a luta dos índios pelos direitos humanos, pela conquista da demarcação das terras, preservação dos rios e da extração de madeira. Era desnecessário, mas os diretores ao menos não deixaram a questão social ultrapassar os limites do discurso panfletário e, com isso, eclipsar a verdadeira trama do filme: o triângulo amoroso entre Lavínia, Cauby e Ernani.

Camila Pitanga, no melhor trabalho de sua carreira, é Lavínia, uma mulher que esconde um passado misterioso que o expectador conhece ao longo do filme. Ela é casada com o pastor Ernani (Zé Carlos Machado), que evangeliza uma comunidade na região e tem uma tórrida relação paralela com Cauby (Gustavo Machado), fotógrafo paulista de passagem pela região. Apresentados os personagens, o roteiro segue sem linearidade, pautado pelas inquietações estéticas e temáticas recorrentes na obra de Brant. No decorrer da trama, peças vão se encaixando aos olhos da audiência e conduzem a história para um final inesperado.

O trabalho dos atores em Eu Receberia... está impecável. Num filme sustentado por seus personagens, a opção dos diretores de rodá-lo todo com steadicam foi mais que acertada. Isto acaba criando para o filme não apenas uma linguagem, mas também galvaniza as interpretações, pois oferece a oportunidade ao ator de se entregar de uma maneira completa. Camila Pitanga e Gustavo Machado foram os maiores beneficiados por isso, transpondo para a tela a intensidade de seus personagens.

Interessante também na trama é Vicktor, interpretado pelo ator Gero Camilo. Amigo de Cauby, o personagem é imerso na sua paixão melancólica pela poesia e consumo de drogas e bebidas alcoólicas. Tem uma vida libertária para compensar as limitações de trabalhar como jornalista num local onde a imprensa está condicionada aos interesses dos poderosos da região. Sua trajetória, como a dos outros personagens, segue para uma situação limítrofe, que desenvolve no público uma expectativa pelo que estar por vir. E o que se descortina no horizonte, por vezes, contrasta com a beleza do local.

Ao longo do filme o espectador vai notar o uso constante do fade in / fade out para começar e terminar uma cena. Um artifício de edição meio em desuso no cinema atual, mas que em Eu receberia... é pertinente e ajuda compor a narrativa fragmentada, feita de flashs aleatórios da vida de seus personagens. É como se o filme se assumisse como tal, incapaz de abarcar a vida de alguém em sua totalidade. E assim temos uma sucessão de momentos a formar um quadro parcial destes personagens complexos e interessantes.

Eu Receberia as Piores Noticias dos seus Lindos Lábios tem suas falhas, como certa perda de ritmo no seu quarto final ou cenas que parecem sem razão de ser no contexto da trama. Ainda assim, trata-se de uma obra que cativa pela poesia de suas imagens e intensidade de seus personagens. Um bom drama centrado nas relações interpessoais que ganharia ainda mais se os diretores tivessem deixado de lado essa mania do cinema nacional de sempre querer levantar alguma bandeira.

  

Atração Selvagem : Poster 

ATRAÇÃO SELVAGEM (1990) / MINHATECA

Cansada de ser traída pelo marido, Ana (Gisele Fraga) volta para o Rio de Janeiro e deixa Miles (Raul Gazolla) em Nova York. Ao chegar na cidade carioca, ela encontra com sua irmã Judita (Andréa Fetter), uma mulher muito bem resolvida sexualmente. Disposto a reconquistar sua esposa, Miles também volta para o Rio de Janeiro e uma possibilidade de triângulo amoroso entre eles parece surgir, uma vez que Judita já teria tido um histórico com Miles.

Dirigido por Michele Massimo Tarantini

Elenco:

Andreia Fetter

Giselle Fraga

Keith Souz

Luciana Fontenella

Raul Gazolla

Rocco Siffredi

Ao Sul do Meu Corpo (1982) / MINHATECA / MEGA SENHA: cinebra

Dirigido por Paulo Cesar Saraceni

Um jovem se envolve com a mulher de seu professor e orientador, ao visitá-los em Campos do Jordão.

Elenco:

  • Nuno Leal Maia.... Policarpo
  • Paulo César Peréio.... Alberto
  • Ana Maria Nascimento e Silva.... Helena
  • Othon Bastos.... Padre Paulo
  • Cissa Guimarães
  • Jalusa Barcelos
  • Maria Pompeu

 

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Doce delirio (1982) / Minhateca

Drama erótico tratando da crise existencial de duas mulheres – mãe e filha – com casamentos terminados e na busca da própria sexualidade. Após um aborto Eva, (Cláudia Alencar, em cenas de exuberante nudez), abandona seu marido e aprende que a sua liberdade depende exclusivamente dela mesma. Enquanto isso sua mãe, Júlia (Bárbara Fázio), abandonada pelo marido, descobre sua sensualidade e passa a viver um doce delírio.

Direção: Manoel Paiva

ELENCO
Claudia Alencar
Barbara Fazzio
Mauro Mendonca
Eduardo Tornaghi
Jonas Bloch, Paulo
Cesar Grande
Imara Rei
Enio Goncalves 

  

as amiguinhas

AS AMIGUINHAS (1979) / DEPOSITFILES

Aos 25 anos, Júlia é uma mulher só. Após a morte dos pais, foi criada pela empregada, com quem ainda vive. Marcada pela opressão e austeridade do pai, Júlia odeia os homens. Uma tarde, fazendo compras, conhece Cláudia, por quem se sente atraída. Com mais duas amigas, Júlia e Cláudia decidem passar um fim de semana na Ilha Grande. Reunidas, cada uma resolve contar suas experiências sexuais, menos Júlia, constrangida por ser virgem. À noite ouvem no rádio a notícia da fuga de um presidiário do cárcere da ilha. No dia seguinte, na ausência de Júlia, as amigas encontram o fugitivo. Cláudia, que está armada, domina-o, enquanto as outras o amarram. Iniciam então, uma alucinada disputa pelo homem até se matarem. Júlia encontra as amigas mortas e o fugitivo já desvencilhado das amarras. Foge, mas é alcançada e violentada, para logo depois matá-lo com dois tiros. De volta à sua casa, Júlia despede a empregada. Só, diante do espelho da penteadeira, procura o revólver. Ao sair, a empregada ouve um tiro.

 

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As Feras (1995) / MEGA

Desde criança Paulo Cintra tem uma paixão obsessiva por sua prima Sônia, quatro anos mais velha do que ele. Essa paixão, transformada através dos anos num frustrante sentimento de atração e rejeição, o acompanha sempre. Sônia, além de manter-se fora de seu alcance, tem uma atitude e uma conduta amorosa que parece excluir totalmente a presença masculina. Isso, porém, não impede que ela se aproxime da vida de Paulo e que acabe sendo a responsável pelos momentos mais dolorosos e terrivelmente humilhantes sofridos por ele em todas as ocasiões em que se defrontam. Nessas ocasiões sempre há a presença de outra mulher envolvida com Sônia, razão de conflito e sofrimento para Paulo e, da parte dela uma agressão involuntária.

Direção: Walter Hugo Khouri

ELENCO
Nuno Leal Maia
Cláudia Liz
Lúcia Veríssimo
Áurea Campos
Betty Prado 

 

  Tânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorTânia Alves in O Olho Mágico do AmorCarla Camurati in O Olho Mágico do AmorCarla Camurati in O Olho Mágico do AmorCarla Camurati in O Olho Mágico do AmorCarla Camurati in O Olho Mágico do Amor

O olho mágico do amor (1981) / Fileboom Parte01 / Parte02

Direção: José Antonio Garcia/Icaro Martins

ELENCO
• Tânia Alves
• Tito Alencastro
• Arrigo Barnabé
• Carla Camurati
• Ênio Gonçalves
• Maria Helena
• Nelson Jacobina
• Leonor Lambertini
• Sérgio Mamberti

Carla Camurati é uma jovem em São Paulo em busca de emprego. Após várias tentativas, acaba conseguindo uma vaga como secretária em um escritório, no centro antigo da cidade. Seu patrão, Sérgio Mamberti lhe confia as chaves do recinto e todas as tarefas do dia. O serviçparece enfadonho, até ela descobrir que sua sala fica ao lado de um prostíbulo, onde trabalha a prostituta vivida por Tânia Alves. Através de um olho mágico improvisado, que dá título ao filme, ela observa os encontros amorosos e sexuais na casa vizinha o que lhe atiça as mais profundas fantasias.

Danielle Ferrite in O Vale dos Amantes Danielle Ferrite in O Vale dos Amantes Danielle Ferrite in O Vale dos Amantes Danielle Ferrite in O Vale dos Amantes

O Vale dos Amantes (1982) / Minhateca

O engenheiro agrônomo Carlos Alberto chega de São Paulo à fazenda do Coronel Gomes, que o contratou para fazer o levantamento topográfico da propriedade, onde deverá ser construído um açude. Sexualmente insatisfeita, a mulher de Gomes, Cristina, se envolve com o engenheiro. Berenice, filha do casamento anterior do coronel, trama com Romeu o assassinato de Joana, outra fazendeira, que quer impedir o relacionamento lésbico de sua própria filha, Estela, com Berenice. Joana sofre um acidente e Carlos Alberto, percebendo que Romeu sabe algo a respeito, acaba descobrindo o crime e denunciando os criminosos ao coronel. Este decide calar-se para proteger a filha, e Carlos Alberto, abandonando Cristina, retorna a São Paulo, certo de que o dinheiro comprará a liberdade dos assassinos. Mas estes terminam presos.

Direção: Tony Rabatoni

ELENCO
Acácia Andréa
Deni Cavalcanti
Liana Duval
Marthus Mathias
Rita Cadillac
Sérgio Hingst
Wilson Sampson
  

 


NOME PRÓPRIO (2007) / Minhateca

Diretor: Murilo Salles

Camila (Leandra Leal) tem a escrita como sua grande paixão. Intensa e corajosa, ela busca criar para si uma existência complexa o suficiente para que possa escrever sobre ela. Ela escreve compulsivamente em um blog, só que isto faz com que também fique isolada e que só consiga ver duas opções na vida: se matar ou encontrar o grande amor - o que vier primeiro. 

 

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Longa Noite do Prazer (1983) / USERSCLOUD

Dois amigos, um branco, o outro negro, vivem de pequenos furtos, receptações, etc. E acabam encontrando duas mulheres, uma mulata e a outra branca, com as quais se envolvem num misto de sexo e ódio, exacerbação da sexualidade e reconhecimento mútuo, que irão modificar suas vidas.

Direção: Afrânio Vital

ELENCO

Jussara Calmon (Jussara)
Haroldo de Oliveira(Ivan)
Silvia Vartan (Marize)
Fernando Palitot (Ricardo)
Penedo, Claudioney (Policial)
Tião Macalé (Fritz)
Atriz Convidada:
Rosa Maria Murtinho (Célia)
Participação especial:
Procópio Mariano (Valter)
Dary Reis (Fernando) 

 

 

 AS BORBOLETAS TAMBEM AMAM

AS BORBOLETAS TAMBÉM AMAM (1979) / Depositfiles / Minhateca

Direção de J. B. Tanko

Elenco:

Angelina Muniz.... Mônica

Rossana Ghessa.... Virgínia

Paulo Porto.... Professor Raimundo

Neila Tavares.... Matilde (Esposa de Raimundo)

Arlindo Barreto.... Flávio

Nestor de Montemar.... Carlito (Empregado do bordel)

Nélia Paula.... Madame Lou

Francisco Di Franco.... Amante de Matilde

Wilson Grey.... Tarado

Abel Prazer.... Carlos

Carlos Kurt.... Tarado

Catalina Bonaky.... Senhora no ônibus

Lia Farrel.... Mãe de Mônica

José Carlos Sanches.... Amigo de Mônica

Mônica, uma garota de programas, vem sendo seguida por um senhor. Eles vão até um bar. Ele diz que não quer sexo com ela, quer apenas protegê-la. Ela narra sua história. Filha de uma família simples, de rígidos princípios morais, Mônica é compelida por sua amiga Virgínia a se prostituir. Ela é levada até um bordel de luxo para satisfazer um senhor que se diz industrial. Mônica namora Flávio, que a respeita muito. Para camuflar suas atividades, a moça começa a vender cosméticos a domicílio. Quando muda de escola, Mônica se depara com Raimundo, o falso industrial, que vem a ser o seu novo professor. Flávio começa a ficar intranqüilo com as atividades de sua noiva em Copacabana. Ele vai ter com Virgínia, que lhe dá o endereço do bordel. Ele vai até o estabelecimento e encontra Mônica à espera do professor. Por conta de um relógio que lhe foi presenteado, Flávio descobre que a noiva está transando com seu pai, o professor. Ele leva o relógio até sua casa e dá de presente a mãe. Pai e filho discutem. Flávio lhe chama de hipócrita e o professor Raimundo diz que ele não é seu filho. Surge a mãe e esclarece que ele é fruto de uma relação extraconjugal. Como Raimundo era estéril, ela engravidou de outro homem para dar-lhe um filho. Quando o marido descobriu, sua relação conjugal ficou péssima e ele passou a odiar Flávio. Depois do relato, a mãe se mata. Flávio culpa o pai. O rapaz obriga Raimundo a se casar com Mônica. Este, muito moralista, reluta. Ele é coagido pelo filho e aceita a empreitada. Na noite de núpcias o filho impede o pai de dormir com a noiva. Ele invade o quarto e quer possuí-la a força. Muito infeliz seu pai se suicida com um tiro. Nervosa Mônica abandona a casa e está prestes a ser estuprada por um bando de motoqueiros. Flávio pega o revólver e dá alguns tiros. Eles são perseguidos pela polícia. O casal vai até a casa de Virgínia. Quando a polícia chega, Flávio foge. No bar, ao final de sua narrativa, Mônica diz para o senhor nunca mais ter visto Flávio. Eis que ele irrompe no ambiente. O senhor nota e se afasta. Sorrisos de amores contidos se esboçam nos rostos do casal.  

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Duas Estranhas Mulheres (1981) / MINHATECA / Depositfiles

Composto por dois episódios levemente intercalados (por uma breve cena que faz com que um dado personagem transite entre ambos os contextos), este filme tem como personagens principais as duas mulheres estranhas do título, ambas inspiradas em figuras mitológicas: a primeira delas, Diana (Patrícia Scalvi), é atormentada pela frieza do marido Raul (Hélio Porto), que a oprime com seu ciúme e desdém persecutórios. Um dia, passando por acaso num bar, ela o encontra bebendo, mas, quando vai conversar com ele, percebe que se trata de outra pessoa, um tal de Otávio, na verdade, outra personalidade do mesmo homem. Ela se apaixona e se entrega sexualmente a ele, mas Raul começa a surgir em momentos cada vez mais inconvenientes, tendo ciúme de si mesmo, a ponto de envenenar o uísque que seu próprio alter-ego tomará. Diana é acusada de assassinato e, durante o interrogatório que entremeia a sua narração, descobrimos os detalhes do assassinato de Raul/Otávio. O detalhe: a nudez de Hélio Porto é farta e ereta, inusitada para a época.

A segunda das mulheres, Eva (Fátima Celebrini) recebe a notícia de que seu marido morrera carbonizado num acidente de automóvel. Afastada dele há algum tempo, ela parte para o Rio Grande do Sul, a fim de identificá-lo e, no caminho, por causa de um defeito mecânico em seu carro, pede carona a um vendedor apelidado de China (John Doo, ótimo como diretor, mas difícil de ser levado a sério como ator erótico), que, na verdade, é a instância narrativa do episódio, visto que nos deixamos confundir por suas alucinações, em que ele se confunde com o recém-falecido esposo de Eva, a ponto de acreditar em vidas passadas. O episódio começa mal, mas termina genial em sua emulação de seriados antigos de apelo fantástico.

Diretor: Jair Correia

ELENCO
Joel Angrisani
Fátima Celebrini
Zélia Diniz
John Doo
Odilon Escobar
Paulo Minervino
Sérgio Paula
Hélio Porto
Mii Saki
Patrícia Scalvi
Vandi Zachias

 

Espelho de carne (1984) /  MINHATECA

Casal arremata num leilão um antigo espelho que decorava o quarto principal do último bordel de luxo da antiga República, no Rio de Janeiro.

A esposa, Helena, decide colocar o espelho em seu próprio quarto. O que ela não esperava é que o objeto iria provocar diferentes sensações e desejos em todos que chegassem perto dele. Helena transa loucamente não só com o marido, mas com amigos e vizinhos que querem conhecer o famoso espelho.

Dirigido por Antonio Carlos da Fontoura

ELENCO
Daniel Filho
Denis Carvalho
Hileana Menezes
Joana Fomm
Luca De Castro
Maria Zilda Bethlem
Moacyr Deriquém
Odenir Fraga
Roberto Bataglin 

 

 

Imagem

Sábado Alucinante (1979) / Minhateca / Mega

Direção: Cláudio Cunha

ELENCO

Sandra Bréa - Laura
Djenane Machado - Baby
Sílvia Salgado - Diana
Rogério Fróes - Wernek
Marcelo Picchi - Bebeto
Fernando Reski - Cafifo
Simone Carvalho - Gina
Heloísa Raso - Joana
Canarinho - Porteiro
Convidados
Rodolfo Arena - Lesma
Maurício do Valle - Ivan
Lia Farrel - Lenita
Moacy Deriquém - Sílvio


Participações Especiais
Sonia de Paula
Neuza Borges

Da noite de sexta-feira até a madrugada de domingo, as portas de um novo mundo se abrem no interior de uma discoteca na Zona Sul do Rio de Janeiro. São emoções e conflitos vividos por uma série de personagens, que encontram na pista de dança o palco ideal para representarem a tragédia de suas vidas.  

Liliam, a Suja (1981) / 4SHARED / MINHATECA

Para manter o emprego, uma secretária submete-se às humilhações de seu chefe.
Os maus tratos culminam em abusos sexuais. Revoltada devido a um trauma, ela
se transforma em uma mulher fatal e, a cada noite de amor, mata violentamente
o homem que a levou para a cama.

Direção: Antonio Meliande

ELENCO

Luiz Carlos Braga
José Amaral
Lia Furlin
Jonia Freund
Leonor Lambertini
Felipe Levy

KarinaAngelina Muniz in  Karina  Objeto do Prazer Angelina Muniz in  Karina  Objeto do Prazer  Angelina Muniz in  Karina  Objeto do Prazer

Karina, Objeto de Prazer (1982) / Minhateca / Depositfiles

Karina faz strip-tease numa boate, a mando do marido, que a explora. Ela é casada com Rufino, contrabandista e dono de um cassino clandestino. Lucas, fazendeiro, amigo do esposo, é apaixonado pela moça e a quer para si. Karina o rejeita. Os negócios de Rufino vão muito mal. Lucas o convida para um jogo de pôquer. Com o desenrolar da jogatina, o contrabandista já não dispõe de dinheiro para continuar. Ele tem um "full" nas mãos. Decide apostar a esposa. Para alegria de Lucas, Rufino perde. Karina fica profundamente enojada com a atitude do marido, mas também não quer se entregar ao ganhador. Dívida de jogo é sagrada. Lucas a persegue. Karina se refugia em um banheiro. Rufino intervém, e esbofeteia a mulher. Esta consegue escapulir. O marido a persegue ferozmente. Ela saca um revólver e o mata. Na cadeia ela recebe a visita de Sheila, a defensora pública que cuidará de seu caso. Ela narra trechos de sua vida conjugal. Filha de pescadores pobres, com muitos filhos, foi vendida pelo pai a Rufino. Este lhe fez estudar, deu-lhe roupas finas e casaram. Karina sempre foi explorada e obrigada a fazer as vontades do marido. Precisou, até mesmo, ir para cama com uma ricaça lésbica, para que ele conseguisse um empréstimo. Certa vez um homem convenceu Karina a fugir. Rufino descobriu e a ameaçou de morte, caso voltasse a tentar de novo. Lucas sempre a desejou. Chegou a ir algumas vezes a prisão para tentar prestar seus favores interesseiros, sempre recusados. A advogada consegue um alvará de soltura. Karina não tem para onde ir. Terá sempre dificuldades para arrumar trabalho, pois sempre viveu do corpo. A advogada, que vive solitária, a convida para ir morar com ela. Nasce uma profunda amizade entre as duas. Florescem sentimentos profundos. Desejos da carne. Uma noite Lucas invade a casa e tenta raptar Karina, arrastando-a pelo gramado, em direção a seu carro. Sheila pega uma arma e o mata. No alto de um morro, as duas homicidas permanecem de mão dadas, enamoradas.

Elenco: Angelina Muniz, Luigi Picchi, Cláudio Cunha, Kaká de Souza Jr

Direção: Jean Garret 

 

  

 

A Dama Do Lotação (1978) / Mega  / Minhateca

Senha:
www.pornochanchadabrasileira.com.br

Solange e Carlos se conhecem desde a infância e se casam. Na noite de núpcias, Solange resiste ao seu marido, que, impaciente, acaba estuprando-a. Solange fica traumatizada e, apesar de desejar Carlos, não quer mais nada com ele. Para se satisfazer, ela começa a fazer sexo com homens que não conhece, que encontra andando de lotação (espécie de micro-ônibus que faz transporte público).

Elenco:

Sônia Braga .... Solange

Nuno Leal Maia .... Carlos

Jorge Dória .... Pai de Carlos

Paulo César Pereio .... Assunção

Cláudio Marzo .... psicanalista

Márcia Rodrigues ....

Paulo Villaça .... vadio

Roberto Bonfim .... Bacalhau

Rodolfo Arena ....

Ney Santanna ....

Ivan Setta .... Mosquito

Washington Fernandes ....

Yara Amaral .... amiga da mãe de Carlos

Dirigido por Neville de Almeida 


UM COPO DE CÓLERA (1999) / Minhateca 

LIVRO

Em "Um Copo de Cólera", filme de Aluizio Abranches, Julia Lemmertz e Alexandre Borges protagonizam a mais quente sequência de sexo do cinema brasileiro recente.
Diante dos rumores de que os dois atores, que eram casados na vida real, teriam "vivido de fato" o ato sexual diante das câmeras, eles esclarecem: é tudo mentira.
Antes da filmagem, houve um intenso trabalho de preparação corporal, conduzido pela coreógrafa Angel Vianna, e as cenas foram ensaiadas exaustivamente.
"Havia uma equação a ser cumprida. Não se tratava de Julia e Alexandre, mas dos personagens do filme", disse Julia Lemmertz, afastando qualquer semelhança entre seu trabalho e as cenas de "sexo real" de um filme como "O Império dos Sentidos".
"Um Copo de Cólera", estréia de Abranches no longa-metragem, é uma adaptação da novela homônima de Raduan Nassar, de 1978, que narra 24 horas de amor e ódio na vida de um casal de amantes.
Julia e Alexandre entregaram-se de tal maneira ao filme que se tornaram seus produtores associados, chegando a colocar algum dinheiro na sua realização.
"O produto final do filme somos nós dois", disse Julia. "Foi o Aluizio Abranches que dirigiu, o Flávio Tambelini que produziu, mas somos nós que estamos ali para sempre, impressos na película. O fato de sermos produtores associados é mais uma assinatura."
Para Alexandre Borges, o maior desafio da transposição do romance de Raduan Nassar para o cinema foi traduzir de modo físico "a emoção desenfreada que está no texto". "É difícil adequar um estado físico de ebulição à riqueza e à precisão das palavras do livro."
Os dois atores também procuram diminuir a importância, para seu trabalho, do fato de terem sido casados. "Nossa cumplicidade maior é como atores que se respeitam e se estimulam, o que independe do fato de sermos casados", define Borges.
O curioso é que, apesar do tom moralmente ousado de "Um Copo de Cólera", as relações familiares predominaram no set.
Além do casal protagonista, atuaram em papéis menores o pai de Julia Lemmertz, Linneu Dias (como o caseiro Antonio), e a filha da atriz, Luiza (uma das crianças que aparecem no flashback evocado pelo protagonista).
O pai de Alexandre Borges, o diretor teatral Tanah Correa, além de aparecer numa ponta (também no flashback), fez a preparação de voz dos atores. E um sobrinho de Borges, Lucas Piacentini, encarna seu personagem quando menino.

Sobre o fato de sua personagem apresentar, em "Um Copo de Cólera", uma dicção mais naturalista do que a de seu parceiro, Julia Lemmertz explica: "Ao contrário dele, ela não se isolou. Ela está na roda, dialogando com o mundo. No próprio livro ela tem uma forma mais sarcástica e corriqueira de falar. Do lado dele tem uma coisa mais épica, em bloco".

Dirigido por Aluizio Abranches

ELENCO:

Júlia Lemmertz

Alexandre Borges

Ruth de Souza

Linneu Dias

Marieta Severo