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DRAMA
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Estranho Encontro - 1958 / Minhateca

Dirigido por Walter Hugo Khouri

Elenco:

  • Mário Sérgio...Marcos
  • Andrea Bayard...Júlia
  • Lola Brah...Wanda
  • Luigi Picchi...Hugo
  • Sérgio Hingst...Rui

Júlia é uma moça atormentada que em pânico escapa de atropelamento à noite, numa via erma. O motorista Marcos a socorre e a abriga numa mansão no campo que pertence a sua amante, Wanda. Júlia conta que fugira do marido Hugo, um neurótico com uma perna amputada e que a aterrorizava com suas manias e distúrbios psicológicos. A amante chega e Marcos tem que esconder Julia dela mas o caseiro a descobre e, ao ver o anúncio que Hugo colocara no jornal, liga para o homem.

Dirigido por Walter Hugo Khouri 

  

"De menor", de Caru Alves de Souza (2013)

Vencedor do prêmio de melhor filme do Festival do Rio 2013, dividido com "O lobo atrás da porta", esse filme de estréia da filha de Tata Amaral traz um drama que tem como tema o sistema reformatório de menores e o desmantelamento da unidade familiar. Helena (Rita Batata) é uma jovem recém formada como advogada. Ela trabalha na defensoria pública de um órgão para menores infratores. Órfã de pai e mãe, ela cuida de seu irmão, Caio (Giovanni Galo). Mas desde a morte dos pais o irmão tem andado com uma quadrilha de jovens infratores e acaba sendo preso. Helena fica em conflito, pois precisa acreditar na inocência de seu irmão e defendê-lo. Bom drama, econômico (77 minutos) e simples na decupagem de planos. Muitas cenas se resolvem em um único plano. Os atores estão ótimos, em especial Rita Batata e Giovanni Galo. Um projeto digno, intimista, sobre almas despedaçadas.

 

A Grande Noitada - 1997 / MINHATECA

Um rico industrial, Tristão Roque Brasil, vivido por Othon Bastos, amarga uma derrota fragorosa nas eleições para prefeito. Quando sua empresa quase lança no mercado um produto estragado, Tristão tem um princípio de enfarte. Em casa, a vida de Tristão é ainda mais decepcionante. A esposa o trata com frieza e seus filhos só querem seu dinheiro. A única alegria está nos momentos que passa assistindo a óperas. Rumando solitário para a récita de 'Elixir do Amor', Tristão encontra Mimi, uma manicure que o leva para o que seria sua primeira relação extraconjugal. E, em meio à noitada, Tristão tem um novo ataque, desta vez fatal. Morto na casa da manicure, torna-se um inconveniente problema: Mimi está em liberdade condicional.

Elenco:

  • Othon Bastos....Tristão Roque Brasil
  • Ítalo Rossi....Butuca
  • Esther Góes....Nedda
  • Sílvia Pompêo....Mimi
  • Renato Borghi....Bêbado
  • Luciano Chirolli....Carlito/Charlotte
  • José Rubens Chachá....Massa
  • Carlos Capeletti....Zunia Scarpia
  • Maria Alice Vergueiro....Brunilde
  • Júlio Calasso....Mango Jacaré
  • Graça Berman....Lourdes Coxão
  • Ruthinéia de Moraes
  • Augusto Pompêo
  • Maracy Mello
  • Vicentini Gomez
  • Flávio Portho
  • Iris Decallafe

Dirigido por Denoy de Oliveira

 

 

Veja Esta Canção (1994) / MINHATECA

"Pisada de Elefante": Um policial rodoviário se apaixona perdidamente por uma mulata, em uma boate no Rio de Janeiro.

"Drão": um publicitário e sua esposa enfrentam uma grave crise no casamento.

"Você é Linda": dois adolescentes sem teto precisam lidar com a miséria em que vivem.

"Samba do Grande Amor": um livreiro fica encantado com uma voz feminina vinda de um prédio do outro lado da esquina.

Dirigido por Carlos Diegues

Elenco:

"Pisada de Elefante"

  • Carla Alexandar
  • Leon Goes
  • Jacqueline Laurence
  • Alexandre Lippiani
  • Floriano Peixoto
  • Mestre Toni
  • Suzana Ribeiro

"Drão"

  • Catarina Abdala
  • Karen Acioly
  • Débora Bloch
  • Pedro Cardoso
  • Maria Lúcia Dahl
  • Cacá Mourthé
  • Hélio Passos
  • Regininha Poltergeist
  • Dudu Sandroni
  • Marcelo Tas
  • Antônio Teixeira
  • Ailton Vasconcelos

"Você É Linda"

  • Cassiano Carneiro
  • Lúcio Barros
  • Bruno Dias
  • Goltschalik Fraga
  • Bianca Guedes
  • Tim Perry
  • Gabriela Lins e Silva
  • André Simpson
  • Chica Simpson
  • Leonardo Teixeira
  • Luciano Vidigal
  • Adriana Zanyelo

"Samba do Grande Amor"

  • Sílvia Buarque
  • Celso André
  • Emílio de Mello
  • Chico Díaz
  • Fernanda Montenegro
  • David Neves
  • Alexandre Zacchia
  • Isa Viana
  • Fernando Torres 


Beira-Mar - 2015 / 1Fichier

Um filme de Filipe Matzembacher, Marcio Reolon com Mateus Almada, Maurício José Barcellos, Elisa Brites, Francisco Gick.

Martin (Mateus Almada) e Tomaz (Maurício José Barcellos) viajam para o litoral gaúcho. Martin precisa encontrar um documento para o pai na casa de parentes, e Tomaz decide acompanhá-lo. Os dois acabam abrigando-se em uma casa de vidro à beira-mar, a fim de fugir da rejeição familiar de Martin e da estranha distância que surgiu entre os dois. 

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O GRÃO (2007)

Um filme de Petrus Cariry com Leuda Bandeira, Verônica Cavalcanti, Nanego Lira

Em "O Grão", a protagonista é Perpétua (a atriz de teatro Leuda Bandeira). Muito ligada ao neto Zeca (Luís Felipe Ferreira), a velha senhora decide prepará-lo para a possibilidade de sua morte, contando-lhe fábulas, como a de um rei e rainha muito ricos, que perderam o filho e fazem de tudo para tentar trazê-lo de volta à vida.

Num ambiente rural e despojado, esse relacionamento entre avó e neto, que se desenvolve através das palavras e da imaginação, encontra um contraponto no esforço de um modesto casal de pais, Damião (Nanego Lira) e Josefa (Verônica Cavalcante) para preparar o casamento da filha, Fátima (Kelvya Maia).

As duas histórias vão se entrelaçando numa narrativa sempre enxuta e econômica, que aposta muito na riqueza visual da fotografia de Ivo Lopes Araujo, bem como no apuro do som (de Danilo Carvalho) e da trilha sonora de Liduíno Pitombeira.

Entre a enxurrada de filmes medíocres que povoam as salas de cinema, o longa de Cariry é uma honra à cinematografia brasileira por suportar uma discussão para além do “gostei ou não gostei” e provocar nossa reação aos muitos Brasis. Pena que o espaço para esse tipo de filme que precisa de tempo para encontrar seu público é minúsculo.

  

Mãe só há uma, de Anna Muylaert (2016)  Senha: soumegafilmes.com

Um filme de uma das cineastas mais premiadas do ano de 2015, que realizou o petardo "Que horas ela volta!", com certeza iria provocar um grande buchicho e curiosidade. As comparações seriam inevitáveis. A grande maioria das pessoas que assistiram dizem que o filme com a Regina Casé é melhor. Pode até ser. Mas "Mãe só há uma" tem muitas qualidades, e a principal dela eé o brilhante trabalho de direção de atores de todo o elenco. Desde talentos incontestáveis como Matheus Nachtergaele, até lançamentos muito bem vindos, principalmente do protagonista Naomi Nero, excepcional. O roteiro abraça muitas histórias e vertentes, mas a principal gira em torno da história de uma família de classe média: mãe viúva e dois filhos. Um adolescente, Pierre, e uma menina. Pierre é bissexual com fetiche em vestir roupas femininas. Um dia, os irmãos descobrem que não são irmãos e pior: que a mãe deles não é a mãe biológica. Eles foram roubados na maternidade. Baseado numa história real, o filme trabalha um olhar documental: planos lentos, ações sem pressa. É um filme que incomoda, que instiga, que questiona. Com isso tudo, a filme ainda brinda o espectador com cenas memoráveis: a do boliche, a do vestiário. 

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Deserto Feliz - 2007

O título do premiado "Deserto Feliz", registra uma dupla ironia. A história do filme não tem nada de feliz e o deserto é mais metafórico do que real - está no interior dos personagens. Dirigido por Paulo Caldas (co-diretor de "Baile Perfumado", de 1997, ao lado de Lírio Ferreira), o longa é uma co-produção entre Brasil e Alemanha e estreou no Festival de Berlim de 2007.

Desde então, acumulou prêmios, entre eles, diretor, direção de arte, fotografia, música e o da crítica no Festival de Gramado do ano passado. Já no Festival de Guadalajara, recebeu o prêmio de direção.

Além da estreante Nash Laila (premiada no Festival de Cinema Brasileiro de Paris e no Festival de Cine Luso-Brasileiro), o elenco inclui João Miguel ("Estômago"), Hermila Guedes ("O céu de Suely") e Zezé Motta ("Xica da Silva").

Os filmes de Caldas - que também assina "O rap do Pequeno Príncipe contra as almas sebosas" (2000), co-dirigido por Marcelo Luna - sempre romperam com uma linha tênue entre a ficção e o documental. "Deserto Feliz" não é diferente. O ponto de partida da história veio de uma notícia de jornal que contava sobre um homem preso depois de caçar um tatu - bicho protegido pela legislação ambiental - para alimentar a família.

Mais tarde, no sertão nordestino, enquanto pesquisava para o roteiro, Caldas percebeu que a questão do turismo sexual era algo ainda mais forte naquela região e essa se tornou a espinha dorsal de "Deserto Feliz".

Jéssica (Nash Laila) tem 14 anos e seu padrasto ganha a vida com o tráfico de animais. Mais tarde, quando ele a violenta, a garota acaba fugindo para Recife, onde se torna prostituta. O que a levará a conhecer o alemão Mark (Peter Ketnath, de "Cinema, Aspirinas e Urubus"), que a leva para a Alemanha.

Na Europa, mesmo longe de seus problemas originais, Jéssica enfrenta um forte choque sociocultural. A garota está sempre melancólica numa Alemanha cinzenta - longe do colorido e do calor do nordeste brasileiro. Ela não consegue encontrar seu lugar neste mundo novo que, de algum modo, também lhe é hostil.

"Deserto Feliz" poderia ser um conto de fadas - menina sofredora conhece príncipe que a leva para a Alemanha. Mas o diretor Paulo Caldas opta pelo realismo, levantando uma série de questões pertinentes ao Brasil contemporâneo. 

 CALIFÓRNIA (2016)  / ULOZTO

Direção: Marina Person

Ser adolescente é viver uma descoberta a cada dia. Descobre-se o amor, a paixão, seus gostos musicais, as amizades, os ídolos, a vida. É sobre descoberta, não somente nessa fase da vida, que se trata Califórnia, estreia de Marina Person no cinema de ficção (ela havia feito o documentário Person, que conta a vida de seu pai em 2007). A ex-VJ da MTV traz um retrato emocionante e delicado dos anos 80, da AIDS e das incertezas da juventude nesse filme que tem como grande trunfo uma trilha sonora eletrizante e nostálgica.

A história gira em torno de Estela (a ótima Clara Gallo) e seu sonho de conhecer a Califórnia, nos Estados Unidos. É que seu tio Carlos (Caio Blat) vive na cidade ensolarada e de lá traz todo o tipo de referências musicais e culturais para a vida da sobrinha que vê nele um ídolo. A vida da adolescente se resume as paqueras com um dos meninos mais populares da escola, a companhia das amigas inseparáveis e a descoberta de sua sexualidade. A menina troca a tradicional festa de 15 anos por uma viagem para conhecer o tio e viver uma grande aventura, que acaba frustrada quando ele retorna dos Estados Unidos de forma repentina, muito magro e debilitado, portador de uma doença que pouco se sabia na época.

Marina imprime em tela um pouca da sua história de vida. O amor pelo rock, e principalmente pelo The Cure (que tem papel importante na trama) fez parte da vida da recente cineasta. Tanto que ela pediu diretamente para o vocalista Robert Smith a liberação para usar a música “Killing na Arab” no longa. O problema é que Smith não autoriza o uso da canção há anos, principalmente depois que grupos usaram a música com propósitos xenofóbicos. A canção foi inspirada no livro O Estrangeiro de Albert Camus, onde um franco-argelino chamado Mersault mata um árabe e não sente nenhum remorso pelo ato.

O livro, que também aparece no filme, é dado para Estela por um colega novo na classe, o gótico JM (Caio Horowicz) que começa como o freak da turma e aos poucos vai ganhando a confiança e a amizade da garota.

A abertura de Califórnia mostra a ousadia dessa novata no cinema nacional com um plano-sequência de deixar muito diretor veterano com inveja. Ela ainda recria muito bem os anos 80 retratados na trama, mesmo com um orçamento muito apertado. Ela disse em entrevistas que a música foi uma das formas encontradas de deixar essa ambientação mais fiel, já que a grana era curta para figurinos mais elaborados e locações da época oitentista.

O que se vê na tela é um filme cheio de sensibilidade, o nascimento de uma promissora cineasta, que assim como a sua protagonista está buscando se encontrar no meio de tantas descobertas de vida. A doença do tio, o primeiro fora, a perda da virgindade, os questionamentos sobre o futuro: tudo isso é tratado de forma adulta por Marina, mesmo que estejamos falando do futuro de uma adolescente de apenas 17 anos. É tudo levado à sério, com a importância que isso tem na nossa vida com essa idade. Afinal, como o personagem de Caio Blat diz em determinado momento do filme: “Nossos problemas parecem maiores pois são nossos.”

A única crítica que tenho não é ao filme, pelo contrário, a ele só faço elogios. Ótima trilha sonora, fotografia competente, direção acertada e uma grata surpresa de ver nascer uma cineasta cheia de talento (de família, diga-se de passagem). Minha crítica é a nós, espectadores. Vi o filme em um sábado à tarde em um grande cinema de Porto Alegre. Além de mim e da minha companhia havia apenas mais quatro pessoas na sala. Sim, QUATRO! É chocante como os brasileiros não prestigiam o nosso cinema. Sei que você pode pensar que o brasileiro não vai ao cinema ver seus filmes, pois o nosso cinema é ruim. MENTIRA! Cada vez mais o Brasil vem trazendo grandes títulos, melhores do que muito filme americano por aí. Pode ser aquele velho complexo de vira-lata que volta e meia toma conta de nós. Mas quem perde é o cinema e você, espectador, que deixa de assistir a esse lindo e tocante retrato da juventude, um filme sensível e honesto, maduro, que merece ser visto e revisto. E viva o cinema nacional. Obrigada Marina!

por GISELE SANTOS - http://www.planocritico.com/ 

 

 

"Amores urbanos", de Vera Egito (2016) /     MEGA

O cineasta canadense Xavier Dolan realizou em 2010 o mega cult "Amores imaginários", onde, através da relação de 3 jovens na faixa dos 20 anos, ele discute amor, sexualidade e amizade. É difícil de imaginar que o paulista "Amores urbanos" não tenha uma certa influência desse filme. A diferença agora é que os personagens cresceram, estão na faixa dos 30 anos e perceberam que o tempo passou, a vida está passando e eles não produziram quase nada de concreto. O amor e o sexo continua para lá de livre, leve e solto. Porém, agora, pensam o trabalho, o futuro e a pressão familiar para que o filho construa algo promissor. Ou seja, os sonhos morreram e nem deram tchau para ninguém. 3 amigos extremamente carentes e que moram na metrópole paulistana: a cidade grande, como todos sabemos, é o cenário ideal para as neuroses e psicoses aflorarem. Diego (Thiago Petit), gay assumido e Dj Julia (Maria Laura Nogueira), que sonha em ser estilista e vive bancada pelos pais; e Mica (Renata Gaspar), lésbica em crise porquê sua namorada não assume a relação abertamente. Morando no mesmo prédio, os 3 sofrem, riem, choram, se desesperam, vão à balada e principalmente, se apoiam quando estão na merda. O filme, de baixo orçamento, tem um olhar extremamente carinhoso sobre os 3 amigos. A cineasta e roteirista Vera Egito provavelmente se inspirou em amigos na faixa etária e fez esse pout pourri de situações e emoções embaladas por uma trilha sonora da melhor qualidade. É um filme com boas dosagens de drama e humor, beirando o melodrama e com um ritmo bem lento. Para quem vive em cidade grande, provavelmente irá se identificar com essa solidão que abate corações e mentes.  

 

A ÚLTIMA BATALHA / MEGA Senha: lendiniz-therebels

A Última Batalha, mostra o planeta em guerra, e o conflito é travado despercebidamente. Lucas (Ivy Goulart) é jovem e, simplesmente, tem vivido a vida. Os dias vêm e vão e ele nem se dá conta de que seu destino eterno está em jogo. Não percebe que todas as coisas desta vida terão fim. Envolvido em sua rotina, Lucas adia a decisão que precisa tomar. Um último chamado é feito, uma última chance é oferecida. Lucas teve que decidir. Você também terá que fazer a sua escolha. Nessa guerra não há território neutro e a última batalha já começou. 

 

Em Três Atos (2015) / MINHATECA

Um filme de Lucia Murat com Nathália Timberg, Andréa Beltrão, Angel Vianna, Maria Alice Poppe

Ficção, documentário e literatura se mesclam neste filme. Andréa Beltrão e Nathália Timberg narram textos de Simone de Beauvoir enquanto Maria Alice Poppe e Angel Vianna dão vida a duas bailarinas, uma no auge da carreira e outra aos 85 anos, que ensaiam passos de dança contemporânea sob uma atmosfera que narra os processos de vida e morte e o encarar da velhice.

O Fim e os Meios (2015) / MINHATECA

Diretor: Murilo Salles

Paulo (Pedro Brício), um publicitário carioca, se muda para Brasília para ser o gestor da imagem pública de um senador que quer a reeleição. Paulo vai acompanhado de sua mulher, Cris (Cintia Rosa), uma jornalista com quem tem uma filha pequena. Mas o relacionamento deles não é movido pelo amor, só estão juntos pela menina, fruto de uma gravidez indesejada. Quando a campanha política está ameaçada por uma jovem rival do partido de esquerda, que, cada vez mais, ganha popularidade, Paulo é pressionado a tomar atitudes indesejadas, que afetam não apenas sua carreira mas também sua vida pessoal.

Exilados do Vulcão - HDRip Nacional

Exilados Do Vulcão (2016) / Minhateca

Uma mulher sofre com a perda do homem amado. Um incêndio em sua casa destrói diversos objetos, mas fotos e um diário escrito por ele são resgatados. Com esses elementos em mão, ela decide percorrer o mesmo caminho feito por ele, conhecendo as mesmas pessoas e vivendo as experiências indicadas nas fotos e nas frases do diário.

As Filhas do Vento (2004) / MINHATECA

Direção: Joel Zito Araújo

Elenco: Beatriz Almeida, Cida Moreno, Danielle Ornellas, Jonas Bloch, Léa Garcia, Maria Ceiça, Milton Gonçalves, Mônica Freitas, Rocco Pitanga, Ruth de Souza, Taís Araújo, Thalma de Freitas, Vitória Viana, Zózimo Bulbul

Cida (Ruth de Souza) e a irmã Ju (Léa Garcia) estão separadas por quase 45 anos. O tempo não conseguiu dissipar o rancor provocado por um incidente amoroso e familiar que marcou a juventude e a vida das duas. Com a morte do pai, Zé das Bicicletas (Milton Gonçalves), que havia expulsado Cida de casa, as duas voltam a se encontrar. Cida tornou-se uma mulher solitária. Fez carreira de atriz, atuando em cinema e telenovela, mas, apesar do talento, não teve o reconhecimento merecido. Maria D'Ajuda nunca saiu do interior, cuidou do pai até a morte. Parece ter nascido para amar e cuidar dos outros, mas nunca conseguiu desenvolver nenhuma identidade profissional - o inverso da irmã atriz. Casou-se uma vez e depois teve vários filhos de companheiros diferentes. Sua família é uma típica família brasileira do interior, cheia de filhos, sobrinhos, netos e agregados. No entanto, uma de suas filhas, Dorinha (Danielle Ornellas), a que mais admira pela persistência profissional e talento artístico, é a única que despreza seu amor de mãe. 

Imagem

Memórias do Medo (1979)

MEGA  Parte01 / Parte02 / Parte03 / SENHA PARA DESCOMPACTAR: cinecult

Tendo Brasília como cenário, o filme tenta recriar o ambiente político do Brasil quando os civis puderam fundar novos partidos políticos, após 10 anos de rígidas regras militares. Em meio a uma crise de âmbito nacional, um grupo de políticos funda um partido de oposição ao regime militar, desencadeando violenta denúncia contra multinacionais que atuam no país. Exploradora da jazida da Gangorra, a United Mining, multinacional americana que está sendo acusada de diversas irregularidades, vê na luta interna que divide o partido de oposição sua única chance de silenciar a campanha nacionalista que a denuncia. Desenvolve-se, assim, um jogo que termina por conduzir os personagens a uma trágica trama de corrupção e medo.

ELENCO
Carlos Eduardo Novaes
Carlos Gregório
Cláudio Marzo
Helber Rangel
Luiz Linhares
Renato Coutinho
Rogério Fróes
Walmor Chagas
Xuxa Lopes

Direção: Alberto Graça 

 

TATUAGEM (2013) / MEGA / 1Fichier

Diretor: Hilton Lacerda

Elenco:

Irandhir Santos como Clécio
Jesuíta Barbosa como Fininha
Rodrigo García como Paulete
Sílvio Restiffe como Professor Joubert
Sylvia Prado como Deusa
Ariclenes Barroso como Soldado Gusmão

No Brasil do ano de 1978 um grupo de artistas provoca a moral e os bons costumes pregado pela ditadura militar, ainda atuante mas demonstrando sinais de esgotamento. Num teatro/cabaré localizado entre duas cidades do Nordeste do Brasil aconteciam os espetáculos da trupe, conhecida como Chão de Estrelas. Dirigida e liderada por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), além de outros artistas e intelectuais e seu diversificado público, a trupe apresenta os seus espetáculos de resistência politica com muito deboche, anarquia e subversão.

É neste cenário que Clécio conhece Fininha, o soldado Arlindo Araújo (Jesuita Barbosa). Um garoto de 18 anos que muda a vida de Clécio. É neste encontro de mundos, o militar com a ditadura, rigidez e atrocidades, e o mundo do cabaré e da arte do Chão de Estrelas, com sua subversão, alegria e homossexualidade, é no choque entre o encontro de Clécio e Fininha que cria uma marca que nos lança no futuro, como uma tatuagem.

 

 Imagem

Alma Corsária (1993) / ULOZTO  Senha: cinebra

A história da amizade entre dois poetas, Torres e Xavier, contada em flashbacks, a partir do final da década de 1950, mostrando o início da amizade dos dois, suas musas inspiradoras, os tempos de engajamento político, culminado com o lançamento em uma pastelaria do livro de poesias Sentimento Ocidental, escrito por eles, contando com a participação do editor e sua acompanhante, de um suicida potencial, salvo da morte por Torres, gigolôs, prostitutas, desocupados e parentes dos autores.

Diretor: Carlos Reichenbach

ELENCO

Bertrand Duarte, Andrea Richa, Mariana de Moraes, Jaqueline Oliveira, Flôr e Carolina Ferraz
Jandir Ferrari
Jorge Fernando
Emílio di Biasi
Roberto Miranda
Abrahão Farc 

 Geová Manoel dos Santos, Ventos de Agosto (Gabriel Mascaro, 2014)Geová Manoel dos Santos, Ventos de Agosto (Gabriel Mascaro, 2014)

VENTOS DE AGOSTO / MEGA

Direção: Gabriel Mascaro

Um pesquisador de som de ventos alísios desembarca em uma pacata vila de pescadores e abala a rotina de Shirley (Dandara de Morais), que trabalha em uma fazenda, e Jeison (Geová Manoel dos Santos), praticante da pesca submarina. A maré está alta, os ventos fortes e a vila nunca mais será a mesma.  

 

Limite (1931) / Minhateca Parte01 / Parte02

Direção: Mário Peixoto

Elenco:

Olga Breno ... Mulher #1

Tatiana Rey ... Mulher #2

Raul Schnoor ... Homem #1

Brutus Pedreira ... Homem #2 (as D.G. Pedrera)

Carmen Santos ... Mulher comendo fruta

Mário Peixoto ... Homem sentado no cemitério

Edgar Brasil ... Homem dormindo

Iolanda Bernardes ... Mulher na máquina de costura

Em um pequeno barco à deriva, duas mulheres e um homem relembram seu passado recente. Uma das mulheres escapou da prisão; a outra estava desesperada; e o homem tinha perdido sua amante. Cansados, eles param de remar e se conformam com a morte, relembrando (através de flashbacks) as situações de seu passado. Eles não têm mais força ou desejo de viver e atingiram o limite de suas existências.

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A hora da estrela (1985) / Minhateca

Dirigido por Suzana Amaral

Elenco:

Marcélia Cartaxo .... Macabéa

José Dumont .... Olímpico de Jesus

Fernanda Montenegro .... madame Carlota, a cartomante

Tamara Taxman .... Glória

Umberto Magnani .... seu Raimundo

Denoy de Oliveira .... Pereira

Macabéa, uma nordestina de dezenove anos, orfã de pai, mãe e da tia que a criou, vai para o São Paulo ser datilógrafa. Ela vai morar numa pensão e tem uma vida sem muitas emoções, pois é indiferente a elas. Conhece Olímpico de Jesus e os dois começam a namorar. Porém a relação não se sustenta e Olímpico acaba trocando Macabéa, a quem chama de “cabelo na sopa”, por Glória, colega de trabalho da ex-namorada, que, por recomendação de sua cartomante, rouba o namorado de Macabéa. Glória, então, recomenda-lhe sua cartomante, para que se sinta melhor, e Macabéa decide ir. A cartomante diz à garota que sua vida irá mudar repentinamente: seu ex-namorado a pedirá de volta, ela ganhará uma grande fortuna e se casará com um gringo lindo que se apaixonará por ela. Macabéa fica entusiasmada, mas quando sai na rua é atropelada por uma Mercedes e morre.

  

 SÃO BERNARDO (1972) / Minhateca

Dirigido por Leon Hirszman

Elenco:

Othon Bastos
Isabel Ribeiro
Rodolfo Arena
Joseph Guerreiro
Labanca
Vanda Lacerda
Mário Lago
Nildo Parente
José Policena
Andrey Salvador
Jofre Soares

Um mascate consegue se transformar em um próspero fazendeiro, só que ele é um homem torturado constantemente por suas obsessões e desconfianças. 

 

AUSÊNCIA (2014) / Uptobox

Direção: Chico Teixeira

Serginho é um adolescente que está na fase “entre ser menino e homem” depois que seu pai abandonou a família. Ele agora é o homem da casa, tomando conta da mãe e do irmão mais novo enquanto trabalha na feira e mantém sua amizade com Mudinho e Silvinha. Ele tem uma relação confusa, entre o sexo e o afeto, com o professor Ney, que tem idade para ser seu pai.