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Filmes brasileiros da década de 60
Filmes brasileiros da década de 60

 

 

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ESTA NOITE ENCARNAREI NO TEU CADÁVER (1967)

MINHATECA

Direção: José Mojica Marins / Elenco: José Mojica Marins, Tina Wholers, Nadia Freitas, Antonio Fracari, José Lobo

Depois de se recuperar dos acontecimentos do filme anterior e ser inocentado pela Justiça, Josefel Zanatas ou "Zé do Caixão" tenta encontrar, num povoado onde é agente funerário, a donzela que lhe dará o filho perfeito, convencido de que a única forma de imortalidade é a do sangue e não a do espírito. Com a ajuda do fiel criado Bruno, rapta seis moças do lugarejo, e, enquanto a políciaas procura e o clero tenta apaziguar o povo enfurecido, ele faz o teste do medo: só uma donzela. Márcia, não se aterroriza ante o ataque de tarântulas no meio da noite. Será esta a escolhida? As outras serão entregues à volúpia do criado hediondo de Zé, ou colocadas num poço cheio de cascavéis. Uma das vítimas, Jandira, jura antes de morrer que reencarnará no cadáver do sádico. Este põe sua favorita em liberdade e sai em busca de outra donzela. Atrai a seu antro de horrores Laura, filha do Coronel, recém-chegada, e a mantém sob domínio místico. Com ela terá o seu filho. Durante a noite, Zé tem um pesadelo (cenas coloridas): a Morte leva-o a um cemitério, onde cadáveres saem das tumbas e o puxam para o Inferno. Corredores de gelo, onde homens e mulheres ensanguentados são permanentemente torturados por carrascos do rei das trevas, de quem Zé do Caixão identifica sua própria fisionomia. As suas vítimas aparecem, ameaçadoramente, e Zé acorda. Sua mulher não suportará o parto e sucumbe. Sua esperança de perpetuar seu ser se desvanece, e Zé do Caixão profere blasfêmias contra os homens e suas divindades, no momento em que o povo, revoltado, sai em seu encalço. Depois de escapar de um atentado, Zé penetra num pântano e morre diante dos perseguidores e das autoridades, quando os esqueletos de suas vítimas boiam à superfície. Estava cumprido o juramento da donzela que ele sacrificara. 

 

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RIO, VERÃO & AMOR (1966) / MINHATECA

No verão carioca, os irmãos Paulo e Pedro vivem diversas aventuras envolvendo garotas e canções. Paulo é motorista do milionário empresário Guimarães e gosta de ir à praia com o conversível do patrão, se passando ele próprio por milionário. Ele é autor de sambas e disputa a bonita Gabriela com o músico Maurício, o "Rei Mau-Mau" do Iê-Iê-Iê. Maurício e Gabriela são filhos dos ricos Josué e Peixoto, que disputam a presidência da empresa, cargo que Guimarães quer deixar, abatido por uma viuvez. Enquanto isso Pedro, que é salva-vidas, quer ficar noivo de Magarida, uma moça que mora na pensão da Dona Augusta. Mas é atrapalhado por Monique, uma francesa suicida.

Direção: Watson Macedo  

ELENCO
Milton Rodríguez...Paulo
Elizabeth Gasper...Monique
Augusto Cesar Vanucci...Maurício
Anabela...Margarida
Walter Forster...Guimarães
Humberto Catalano...Josué
Kleber Drable...Peixoto
Suzy Arruda...Augusta
Celi Ribeiro...L0lita
Babete Castilho...Gabriela
Tony de Padua...Pedro
Pituca...Juca, o farmacêutico
Lilian Knapp
Uracy D'Oliveira
Maninha Castro

A Madona de Cedro (1968) / Minhateca

Instigado por seu amigo Adriano, e pela necessitando de dinheiro para se casar com Marta, Delfino Montiel, um pacato e religioso morador de Congonhas do Campo, rouba uma imagem barroca da igreja local, para o colecionador Dr. Vilanova. Este descobre que a imagem é falsa, e vai ao encalço de Delfino, que, atormentado pela crise de consciência, aconselha-se com Marta e com o Padre Estevão.

Direção: Carlos Coimbra

ELENCO

Entre parênteses, estão citadas as atrizes
e os atores que viveram os personagens
na minissérie produzida pela Rede Globo:

Leila Diniz (Andréa Beltrão) - Marta 
Leonardo Vilar (Eduardo Moscovis) - Delfino
Anselmo Duarte (Humberto Martins) - Adriano Mourão
Ziembinski (Carlos Vereza) - Dr. Vilanova
Jofre Soares (Stênio Garcia) - Padre Estevão
Cleyde Yáconis (Andréa Richa) - Lola Boba
Sérgio Cardoso (Paulo José) - Sacristão Pedro
Leonor Navarro (Yara Cortes) - Dona Emerenciana
Américo Taricano (Roberto Bomtempo) - Alfredo

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A Navalha na Carne (1969) / Minhateca

O cafetão Vado entra de madrugada no quarto da prostituta Neusa Suely em busca de dinheiro. Para livrar-se das acusações e dos maus tratos de Vado, ela alega que um viciado em drogas, o homossexual Veludo, seu vizinho, a furtara. Os três passam a viver uma pequena tragédia ambientada no submundo.

Direção: Braz Chediak

ELENCO

Glauce Rocha
Jece Valadão
Emiliano Queiroz
Carlos Kroeber 

 

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ANUSKA, MANEQUIM E MULHER (1968)

A aspirante a modelo, Anuska, encontra no empresário Sábato uma forma de concretizar suas ambições. Mas, em pouco tempo, um jornalista entra em cena e conquista o coração da jovem. Na tentativa de subir na carreira, ela compromete seu romance com o homem que a apóia, além de levá-lo ao fracasso.

Dirigido por Francisco Ramalho Jr

ELENCO:

Francisco Cuoco.... Bernardo

Marília Branco... Anuska

Ivan Mesquita.... Sabato

Luís Sérgio Person.... Calfatti

Ruthinéa de Moraes.... prostituta

Jairo Arco e Flexa.... Eduardo

Bibi Vogel.... modelo

Ana Maria Nabuco.... atriz

Jean-Claude Bernardet.... jornalista

Armando Bógus.... amigo de Sabato

Antônio Carlos

José de Abreu.... homem no bote

Leilah Assumpção.... modelo

 

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O Quarto (1968)

Dirigido por: Rubem Biáfora

Elenco:

  • Amíris Veronese Laura
  • Gláucia Rothier Alice
  • Lélia Abramo
  • Pedro Paulo Hatheyer Bertoldo
  • Sérgio Hingst Martinho

Um homem comum, ex-funcionário público, solitário e solteirão, vive sem o controle das circunstâncias e sem consciência das pressões que o empurram para o desconhecido. Só sai do seu quarto de celibatário para encontros furtivos com prostitutas, frequência a cabarés íntimos ou uma eventual visita a sua irmã casada, que mora no subúrbio, e cuja vida burguesa o incomoda. Casualmente tem uma aventura com uma bela mulher do "café society" - aventura que toma equivocadamente como amor. Seu comportamento primário diante dela e de seus amigos apressam o final da aventura. E, deixando o emprego - atitude voluntária e impensada que tomou, ao se julgar seguro na vida - retorna o anti-herói erótico para a solidão terrível do seu quarto desconfortável.

 

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Juventude e Ternura (1968)

Diversão leve, uma saborosa viagem aos tempos quase ingênuos da Jovem Guarda. Veículo para Wanderléa interpretar grandes sucessos como Finalmente Encontrei Você, Foi Assim, Ternura, Te Amo e Prova de Fogo. Participação de Bobby de Carlo, outro astro jovem da época. Anselmo Duarte tem uma atuação beirando a canastrice, no melhor estilo “vilão-padrão”. Ênio Gonçalves vai bem como o par romântico da musa. Em rápida aparição, Amilton Fernandes, o Dr. Albertinho Limonta, da novela O Direito de Nascer, estrondoso sucesso da TV Tupi, de São Paulo. Em participação especial, Murilo Néri e Lilian Fernandes, como apresentadores do programa Rio Hit Parade, sucesso da TV Rio, do Rio de Janeiro. Com muita minissaia, dos bons tempos em que as pernas eram torneadas ao natural; cabelos alisados sem chapinhas e progressivas, e muito laquê!!! Vale à pena relembrar!

Direção: Aurélio Teixeira

ELENCO

Os acima citados e 
Jorge Dória (Jaime)
Carlos Koppa (Contrabandista)
Roberto Maia (Sandoval)
Paulo Padilha (Delegado)
Luiz Carlos Braga
Os Wandecos
Cyll Farney 

 o-despertar-da-besta

Ritual de Sádicos / O Despertar da Besta (1969)

Minhateca

Direção – José Mojica Marins

Elenco:

Os voluntários:

Mário Lima

Ozualdo Candeias

Andréa Bryan

Lurdes Vanucchi Ribas

Programa de televisão

Sérgio Hingst - Dr. Sérgio

José Mojica Marins (como a si mesmo)

Carlos Reichenbach

Jairo Ferreira

João Callegaro

Maurice Capovilla

Walter C. Portella

Programa "A Hora da Verdade" (trechos de video-tape)

Consuelo Leandro...ela mesma (dublada, não creditada)

Adoniram Barbosa...ele mesmo (não creditado)

Outros

Annik Malvil

Graveto - (adúltero)

Ítala Nandi

José Mojica Marins (como Zé do Caixão)

Roney Wanderney

Um psicanalista (o cineasta Maurice Capovila) discute com um grupo de intelectuais (vividos por outros cineastas como Ozualdo Candeias e Carlos Reichenbach)  a influência das drogas nas atitudes das pessoas, o que incitaria a perversão, ao sadismo, a violência e outras falhas de caráter no usuário. 

Para esta análise, o psicanalista injetou LSD em seis voluntários e usou a imagem de Zé do Caixão como estimulante para descobrir a influência da sugestão no comportamento dos voluntários. 

Boa parte do filme mostra cenas aleatórias de comportamento fora do normal, apresentando diversos tipos de perversão, porém o melhor do filme é a discussão entre os intelectuais e a parte final quando as cobaias humanas interagem com o personagem Zé do Caixão.

 

São Paulo, Sociedade Anônima (1965) / Minhateca

A história acontece no momento da euforia desenvolvimentista provocada pela instalação de indústrias automobilísticas estrangeiras no Brasil, no final dos anos 50. Conta a história de Carlos, um jovem da classe média paulistana, que ingressa numa grande empresa. Logo depois, ele aceita um cargo numa fábrica de auto-peças, da qual torna-se gerente, e cujo patrão é sonegador de impostos e tem várias amantes. A certa altura, ele é um chefe de família que trabalha muito, ganha bem, mas vive insatisfeito. Sem um projeto de vida ou perspectivas para mudar a condição que rejeita, só lhe resta fugir.

Dirigido por Luís Sérgio Person

Elenco principal:

Walmor Chagas .... Carlos

Eva Wilma .... Luciana

Darlene Glória .... Ana

Ana Esmeralda .... Hilda

Otello Zeloni .... Arturo

Etty Fraser .... vizinha de Hilda

Sérgio Hingst 

 

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O Bandido da Luz Vermelha (1968) / Minhateca / 1fichier

Dirigido por Rogério Sganzerla

Elenco:

Paulo Villaça.... Jorge, o bandido da luz vermelha

Helena Ignez.... Janete Jane

Sérgio Hingst.... milionário

Luiz Linhares.... delegado Cabeção

Sônia Braga.... vítima

Ítala Nandi

Hélio Aguiar.... narrador

Mara Duval.... narradora

Pagano Sobrinho.... J.B. da Silva

Roberto Luna.... Lucho Gatica

Sérgio Mamberti.... passageiro do táxi

Carlos Reichenbach.... homem que sai do cinema com a camera fotografica na mão

Renato Consorte.... apresentador de televisão

Maurice Capovilla.... gângster

Neville de Almeida

Miriam Mehler.... vítima

Lola Brah

Jorge, um assaltante de residências de São Paulo, apelidado pela imprensa de "Bandido da Luz Vermelha", desconcerta a polícia ao utilizar técnicas peculiares de ação. Sempre auxiliado por uma lanterna vermelha, ele possui as vítimas, tem longos diálogos com elas e protagoniza fugas ousadas para depois gastar o fruto do roubo de maneira extravagante.

Se relaciona com Janete Jane, conhece outros assaltantes, um político corrupto e acaba sendo traído. Perseguido e encurralado, encontra somente uma saída para sua carreira de crimes: o suicídio.

 

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MATOU A FAMÍLIA E FOI AO CINEMA (1969) / MINHATECA / 1Fichier

O filme tem vários episódios correlatos em que os personagens procuram a morte como o ápice para as suas paixões.

Dirigido por Júlio Bressane

ELENCO:

Márcia Rodrigues .... Regina

Renata Sorrah .... Márcia

Antero de Oliveira .... o assassino

Vanda Lacerda .... mãe de Regina

Paulo Padilha .... chefe de polícia

Rodolfo Arena .... pai

Carlos Eduardo Dolabella .... ele mesmo

Guará Rodrigues .... ele mesmo

 

Brasil Ano 2000 -1968

Direção: Walter Lima Júnior

Elenco:

  • Afonso Stuart Prefeito
  • Aizita Nascimento Mulher
  • Alberto Prado Juíz
  • Anecy Rocha Filha
  • Arduíno Colassanti Motorista
  • Ênio Gonçalves Jornalista
  • Hélio Fernando Filho
  • Iracema de Alencar Mãe
  • Jackson De Souza Político
  • Manfredo Colassanti Indigenista
  • Raul Cortez Homem que protesta
  • Rodolfo Arena Padre
  • Zbigniew Ziembinski General

No ano 2000, com o país parcialmente devastado pela Terceira Guerra Mundial, uma família de imigrantes chega a uma pequena cidade a que dão o nome de “Me Esqueci”. O trio é recrutado por um indigenista para fingir-se de índios durante a visita de um general. No dilema entre integrar-se ao sistema ou preservar a liberdade individual, colaborar com a farsa ou denunciá-la, a família caminha para a desagregação enquanto a cidade se prepara para o lançamento de um foguete espacial. 

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Cristo de Lama - 1968

O filme retrata a vida do escultor mineiro Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa 1738-1814).

Dirigido por Wilson Silva

Elenco:

Geraldo Del Rey, Maria Della Costa, Renato Consorte, Aizita Nascimento, Angelito Mello, Milton Vilar, Fábio Sabag, Esmeralda Barros, Waldir Maia, Rodolfo Arena, Ibanez Filho, Raul Cortez, Flávio Neves, João de Ângelo

 

Deu a Louca no Cangaço - 1969

Dirigido por: Fauzi Mansur

Elenco:

  • Ankito
  • Castrinho
  • Dedé Santana
  • Dino Santana
  • Ronnie Von
Após serem expulsos de uma cidadezinha por venderem gato por lebre, a dupla Maloca (Dedé Santana) e Bonitão (Dino Santana) rouba roupas de alguns cangaceiros, e ao chegarem em outra cidadezinha, acabam confundidos com os temidos fora-da-lei nordestinos, principalmente, porque Maloca, é a cara cagada e cuspida do cangaceiro fodão Zé Maria (Dedé Santana) líder de um dos bandos. E o momento que os caras inventaram de aparecer por lá não é dos melhores, já que, além do bando está em conflito com um bando rival, a volante planeja acaba com a festa dos dois grupos desordeiros. 

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A Espiã que Entrou em Fria (1967)

Dirigido por: Sanin Cherques

Elenco:

  • Afonso Stuart Professor Placido
  • Agildo Ribeiro Armando
  • Carmem Verônica Jane Bond
  • Dedé Santana Ecumenico
  • Esmeralda Barros
  • Jorge Loredo Yuri

O professor Plácido, inventor da fórmula Sigma-Alfa, cobiçada por agentes de todo o mundo, é raptado por cinco espiãs, auxiliares do ambicioso Schultz, e em seguida torturado. Outros agentes ambicionam a fórmula, como Divino e Ecumênico, Yuri e Jane Bond. Esta última derrota Schultz e furta a fórmula, sendo perseguida pelo industrial e "playboy" Armando. Jane descobre que a fórmula roubada é apenas a de algumas pílulas inúteis, enquanto Yuri rapta o professor. A secretária deste, Léa, vai em seu socorro, juntamente com Armando. Desbaratam a quadrilha e salvam o Sigma-Alfa.

 

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O Rei da Pilantragem (1968)

Dirigido por: Jacy Campos

Elenco:

  • Carlos Imperial
  • Cyll Farney
  • Edson Silva
  • Lúcio Mauro
  • Maria Pompeu
  • Paulo Silvino Bebeto
  • Wilza Carla
  • Yara Cortes

Bebeto, pilantra e paquerador, sempre leva a pior em suas investidas galantes. Tendo em vista uma mulher que se diz casada, ele se utiliza de vários expedientes para conquistá-la.

 

NA ONDA DO IÊ IÊ IÊ (1966) / Minhateca

 

DIREÇÃO: Aurélio Teixeira

Elenco:
Renato Aragão … Didi
Dedé Santana … Maloca
Silvio César … César Silva
José Augusto Branco … Milton Carlos
Mário Lago
Ângelo Antônio
Márcio Antonucci
Ronald Antonucci
Fred Bueno
Wanderley Cardoso
Afonso Carlos
Chacrinha
Nestor de Montemar
Catulo De Paula
Wilton Franco
Valentina Godoy
Ed Lincoln
Leila Lopes
Ricardo Luna
Lígia Mara
Carla Miranda
Antônio Motta
Clara Nunes
Mário Petráglia
Lourdes Ribeiro
Rosemary
Frederico Schlee
Paulo Sérgio
Mozael Silveira
Wilson Simonal

Os amigos Didi (Renato Aragão) e Maloca (Dedé Santana) ajudam o cantor César Silva (Silvio César) a vencer no mundo artístico. Ele se apresenta no programa de calouros do Chacrinha, concorre no Festival da Canção Popular Brasileira e se apaixona pela filha do dono de uma gravadora. Mas precisa enfrentar as armadilhas de um outro cantor, interessado em casar com a moça pelo dinheiro.
Nos números musicais, além de várias canções compostas e interpretadas por Silvio César, há ainda a apresentação de diversos artistas de sucesso da época: Paulo Sérgio (interpretando como calouro a canção Sentimental demais, de Altemar Dutra), Wilson Simonal (com seu grande sucesso Mamãe passou açúcar em mim, de Carlos Imperial), Wanderley Cardoso, Rosemary, Clara Nunes, The Fevers, Os Vips e do baterista Miltinho, hoje membro do sexteto do programa de Jô Soares, em uma cena curta do filme. Muitos desses artistas brasileiros tiveram a chance de iniciar as suas carreiras identificando-se com o estilo musical dos anos 60 chamado de “Iê-iê-iê” que na verdade era o Rock ‘n’ Roll, mas no Brasil ganhou esse apelido, mas eram músicas agitadas e pesadas, com acompanhamento de guitarras elétricas, bateria, baixo, saxofone todos tocados bem alto.

 

 

Pedro Diabo Ama Rosa Meia Noite - 1969

Dirigido por Miguel Faria Jr.

Elenco:

  • Paulo César Peréio...Pedro Diabo
  • Suzana de Moraes...Rosa Meia-Noite
  • Hugo Carvana...detetive Athiê
  • Mário Lago...Gonçalo, pai de Pedro
  • Ana Ariel
  • Armando Costa
  • Isabella (participação especial)
  • Gracinda Freire
  • Joseph Guerreiro
  • Érico Vidal
  • Kleber Santos
  • Roberto Bataglin
  • José Freitas
  • Milton Gonçalves...presidiário
  • Roberto Bonfim
  • Waldir Onofre
  • Wilson Grey...vítima da loja de roupas
  • Klauss Vianna
  • Manula

Pedro Diabo é um inconformado. Quer sempre mais. Descobre que o almejado só será obtido pela violência. Em pouco tempo transforma-se em bandido temido, caçado pela polícia e presença constante em manchetes de jornais. Tem uma amante, Rosa, prostituta e corista que tem o capricho de desfilar nos bailes do Municipal. Uma noite, de volta do trabalho, Rosa é violentada e morta por um doente mental. Pedro se desespera, mas perdoa o criminoso. Quando o pai morre, Pedro mata o delegado que procurava compreendê-lo. É caçado pela polícia e morto à saída de um esgoto, pedindo clemência.

 

GOLIAS CONTRA O HOMEM DAS BOLINHAS (1969) / MINHATECA

Pacífico é um esperto garoto de rua, amigo da prostituta Arlete, a quem ele considera uma moça "distinta". Arlete seduz Augusto, um pobre escriturário que vive infeliz numa casa com a mulher megera Laura, o cunhado vagabundo Nico e o casal de sogros. Quando Augusto vai ao encontro de Arlete no apartamento dela, ele descobre que a moça foi assassinada. Augusto fica nervoso e foge do local mas várias pessoas que o viram, inclusíve Pacífico, pensam que ele é o assassino e se lembram da feia gravata azul de bolinhas brancas que usava. Augusto é chamado pela imprensa de "Assassino das Bolinhas" e passa a ser perseguido por Pacífico, que quer se "vingar" do criminoso.

Dirigido por Victor Lima

Elenco:

Ronald Golias... Pacífico
Íris Bruzzi... Arlete
Otelo Zeloni... Augusto
Zilda Cardoso... Laura
Darlene Glória... Irene
Benjamin Cattan
Alan Castro
Germano Filho... Comissário
Antonio Pitanga... porteiro
Geny Prado
Fernando Torres
Veronicka Kriman
Carlos Koppa
Roberto Dias
Victoria Salas
Costinha... dentista (participação especial)
Carlos Alberto de Nóbrega... Geraldo (participação especial)
Caetano Gherardi
Gibé
Wanderley Grilo

 

Coração de Luto (1967) / MINHATECA

Dirigido por Eduardo Llorente

Teixeirinha, Mary Terezinha, Miro Soares, Claudio Lazzarotto

Um velho fazendeiro rico decide casar-se novamente, tendo um filho. Mas os três filhos mais velhos de seu primeiro casamento são ambiciosos e cruéis, e quando o pai morre, expulsam o caçula e sua mãe. Quando mais uma tragédia recai sobre a família, o pequeno Vitor se vê sozinho no mundo. Inspirado no clássico musical de Teixeirinha.

 

Agnaldo, Perigo à Vista - 1969 / MINHATECA

Elenco:

  • Agnaldo Rayol… Agnaldo Reis / Paulo Sales
  • David Cardoso… "Baby Face" Braga
  • Milton Ribeiro… Chico Jovino
  • Antônio Borba
  • Marcos Lázaro
  • Ronald Golias… motorista de táxi (participação)
  • Wanderléia… Wanda (participação)

Dirigido por Reynaldo Paes de Barros

Durante uma apresentação no teatro da TV Record em São Paulo, o cantor Agnaldo Reis é abordado por um bando de guerrilheiros anticapitalistas liderados pelo sinistro Baby Face (um vilão com uma cicatriz no rosto) que tenta extorqui-lo. Quando os homens saem, Agnaldo novamente é pressionado, dessa vez por uma família nordestina, cujo pai acusa o cantor de ter "feito mal" a sua filha Madalena durante uma excursão ao Nordeste do Brasil e agora quer realizar o casamento dos dois. Agnaldo foge dos nordestinos e os guerrilheiros, que o vigiavam, se unem aos perseguidores e todos vão atrás do cantor. A perseguição sai de São Paulo e transfere-se para várias cidades (Santos, Joinville,Gramado), indo até o desfecho que se passará na Argentina. Durante uma corrida de Fórmula Super Vê em Joinville, Agnaldo consegue escapar momentaneamente de seus perseguidores ao ser confundido com um sósia, o piloto gaúcho Paulo Sales.

 

O Puritano da Rua Augusta (1965) / Minhateca

Direção: Amácio Mazzaropi

Elenco:

  • Amácio Mazzaropi ... Punduroso
  • Marly Marley ... Carmem
  • Marina Freire ... Raimunda
  • Elizabeth Hartmann ... Filomena
  • Edgard Franco ... filho de Punduroso
  • Augusto César Ribeiro ... membro dos ciprianitas
  • Zéluiz Pinho ... marido de Filomena
  • Henricão ... chofer de Punduroso
  • Gladys ... empregada de Punduroso
  • Júlia Kovach ... filha de Punduroso
  • Darla ... enfermeira de Punduroso
  • Marlene Rocha ... membro dos ciprianitas (mulher do soluço)
  • Carlos Garcia ... filho de Punduroso
  • Cláudio Maria ... membro dos ciprianitas
  • Aristides Marques Ferreira . membro dos ciprianitas
  • João Batista de Souza ... filho pequeno de Punduroso
  • Adalberto Penna ... padre
  • Elza Soares ... cantora da boate

O filme O Puritano da Rua Augusta pode facilmente figurar a lista dos clássicos feitos por Amácio Mazzaropi. A história de um industrial conservador e careta em plena época da explosão do rock'n roll é o mote para essa verdadeira crônica de costumes da década de 1960. A trama é costurada, o enredo tem fôlego até o final, tendo seus picos de humor e drama, fazendo de O Puritano da Rua Augusta um todo orgânico coeso.

O filme traz a atmosfera do seu tempo. Na década de 1960, a música de The Beatles era febre em todo o mundo. No Brasil, oiê-iê-iê da Jovem Guarda traduzia para o português a rebelião romântica do rockproduzido pelo quarteto de Liverpool, para assombro de artistas nacionalistas e críticos de esquerda.

Na Rede Record de Televisão, em 1965, Roberto Carlos - o então Rei da Juventude - tinha seu programa todos os domingos, com um público impressionante. É nesse ano que RC lança o álbum Jovem Guarda, que se torna um de seus maiores sucessos e consolida o movimento no país. E considerado um dos mais influentes discos nacionais de rock de todos os tempos.

A década de 1960 também foi a época da explosão do pentecostalismo que, na sua vertente mais clássica, adotava um estilo de vida totalmente avesso à sociedade e à cultura de consumo, pautando no puritanismo e no ascetismo contracultural. Os pentecostais, por várias décadas, permaneceram presos a uma espécie de rígido estereótipo de pureza e santidade. Estereótipo esse que Mazzaropi utiliza em seu personagem Pundoroso e aos membros da "Liga dos Ciprianitas", suposta seita que Pundoroso lidera.

Mesmo que em escalas reduzidas, os choques culturais e morais entre Pundoroso e a família são em sua essência os mesmos que a sociedade brasileira atravessava, uma época de grandes transformações culturais, religiosas, estéticas, políticas, comportamentais e musicais. Transformações que se acentuariam dentro do "reinado de terror e virtude" instituída pela Ditadura Militar.

A Rua Augusta, célebre por sua intensa vida noturna, ganha uma espécie de moralista ambulante, ganhando, já no título, uma curiosa e irônica antítese.

O Puritano da Rua Augusta ganha valor como reflexão e retrato de uma época, principalmente com as tomadas feitas pelas principais ruas de São Paulo, nos anos 1960. O ritmo da história, o fluxo de acontecimentos engraçados, tudo isso ajuda para que o filme apresente um formato atraente para as exibições na TV.

Ao abordar o fanatismo religioso, Amacio Mazzaropi nos traz uma comédia ousada, mesmo que a razão apresentada por Pundoroso no final para justificar sua conduta no filme pareça obtusa e sem sal.

O Corintiano (1966) 4Shared / Depositfiles

Dirigido por Milton Amaral

Elenco:

  • Amácio Mazzaropi...Manoel "Seu Mané"
  • Elizabeth Marinho...Marisa
  • Lúcia Lambertini...Dona Eulália
  • Carlos Garcia...Gino/Pepino, filho de Leontino
  • Roberto Pirillo...Jair, filho de seu Manoel
  • Leonor Lambertini (nos letreiros, Leonor Pacheco)...Dona Mirabela
  • Nicolau "Totó" Guzzardi...Leontino, o vizinho palmeirense
  • Roberto Orozco...Ricardo
  • Augusto Machado de Campos
  • Xandó Batista...maestro
  • Francisco Gomes
  • Olten Ayres de Abreu (participação como árbitro que sofre tentativa de suborno de Mané)
  • Gláucia Maria
  • Herta Hille
  • Ziara Freire
  • João Batista de Souza
  • Humberto Militello
  • Rogério Câmara
  • Augusto César Ribeiro
  • Kapé
  • Cláudio Maria
  • Elisa Alves do Nascimento ...a própria
  • Pedro Luiz...comentários no rádio
  • Geraldo Bretas...comentários no rádio
  • Marcello Marcos... estória escrito

Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela já ouviu, pelo menos, falar de Amácio Mazzaropi, a resposta “sim” virá quase sempre acompanhada pela lembrança do filme O Corintiano.

Um dos maiores clássicos de Mazzaropi é, também, a sua mais famosa realização.

O que não é por pouco, visto que ele leva para a tela grande uma das maiores e mais apaixonadas torcidas do Brasil. O clube Corinthians, fundado em 1910, marcou, juntamente com outros clubes de futebol antigos, a vida de várias gerações de brasileiros.

Mazzaropi era corintiano. O seu filme não só traduz sua paixão pelo “esporte bretão”, como diria Jorge Ben, mas seria a mais célebre “cartada de mestre” do comediante paulista, em apostar em uma trama que é tão próxima e palpável da realidade do povo brasileiro. Povo esse que pagava os ingressos para assistir as suas películas.

Talvez seja difícil entender o que seria da carreira de Mazzaropi sem O Corintiano.É incrível notar a convicção do velho Mazza, na década de 1960, em se consagrar no gosto popular e a sua percepção em colocar na tela grande anseios, paixões e expectativas do grande público.

Mazzaropi é Mané, um barbeiro fanático pelo Coringão, a ponto de não cobrar os fregueses que apresentam carteirinha de sócio. Mané tem um vizinho, o italiano Leontino (Nicolau Guzzardi), que é palmeirense roxo, e todas as vezes que os dois se cruzam, trocam farpas e gozações. Mas a paixão de Mané causa uma desestruturação familiar e econômica na sua casa. O filho mais velho quer ser médico, a filha quer ser bailarina, e os sonhos dos dois são constantemente ridicularizados e postos à prova pela rabugice do pai.

O roteiro e a direção são de Milton Amaral, um dos mais constantes parceiros de Mazzaropi na fase preto e branca (na colorida, seria a vez de Pio Zamuner). O Corintiano é uma de suas comédias mais engraçadas onde, o espetáculo do povão (o futebol) também dá espaço ao espetáculo da elite (o teatro), como se Mazzaropi pretendesse dar ao longa um tom educativo.

Geraldo Bretas (1911-1981), considerado um dos mais polêmicos comentaristas de futebol do rádio, faz sua contribuição no filme, ao lado de Pedro Luiz (1919-1998), um dos maiores e mais precisos narradores da crônica esportiva de todos os tempos.

Talvez uma das maiores comédias brasileiras de todos os tempos, O Corintiano talvez seja o filme que eternizou a figura de Amácio Mazzaropi na história cinematográfica do país.

No paraíso das solteironas (1968) / MINHATECA

Dirigido por Amácio Mazzaropi

Elenco:

  • Amácio Mazzaropi...Joaquim Kabrito / J.K.
  • Geny Prado...Manuela
  • Átila Iório...Delegado
  • Iracema Beloube...Teresa
  • Carlos Garcia...Douglas, o cigano
  • Wanda Marchetti...Dona Nenê / Espinafra
  • Renato Master...padre
  • Elizabeth Hartmann...Irmã de Douglas
  • Claudio Roberto Mechi...prefeito
  • Adélia Iório
  • Domingos Terras

Quando Mazzaropi procura, em seus filmes, ser um formador de opinião, esboçar críticas sociais, podemos discutir suas películas, dialogar com seu trabalho.

No Paraíso das Solteironas é desses filmes de Mazzaropi que soa "a comédia pela comédia". Partindo da ideia de um caboclo que, ao tentar a sorte na cidade, se deparasse com uma turma de solteironas loucas por um "tipão" assim como ele, No Paraíso das Solteironas é uma progressão de voltas, reviravoltas, confusões e complicações.

Os ciganos conferem uma importância meramente plástica, visual, com alguns bailados e coreografias.

A grande atuação é feita, ironicamente, pela vaquinha. Ao morrer a vaquinha, o caipira entoa um lamento de grande efeito dramático, ainda que cômico, que é um dos momentos mais interessantes do longa. 

 

 

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PÁRA, PEDRO! (1969) / Minhateca

DIREÇÃO: Pereira Dias

ELENCO:

José Mendes
Leonora Corte Real
Dimas Costa
Darcy Fagundes
João Boeira
Themis Ferreira
Victor Melo Ferreira
Edison Acri
Adolar Costa
Eunice Conceição

Durante um entrevero, Pedro foge imaginando ter matado o secretário de um influente deputado. Rosinha sua namorada, contrata Alegrete para ir buscá-lo, mas este, julga estar sendo perseguido por sequazes do deputado, para vingar a morte do secretário, reagindo a perseguição. Em meio a tudo isto as complicações se multiplicam.