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CINEMA MARGINAL
CINEMA MARGINAL

 

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O Signo do Caos (2003)

 O cineasta catarinense Rogério Sganzerla dedicou um curta (Linguagem de Orson Welles) e dois longa-metragens (Nem Tudo é Verdade e Tudo é Brasil) à figura do diretor americano Orson Welles. Valorizou a passagem do autor de Cidadão Kane pelo Brasil, em 1942, quando ele filmou o documentário Its all True.
O Signo do Caos, derradeiro trabalho de Sganzerla, é o epílogo dessa obsessão. No entanto, Sganzerla trata de Welles, indiretamente, para falar de si mesmo, diretamente, e também da indigência cultural brasileira, direta e indiretamente. Ao mostrar a perseguição de burocratas do pensamento à genialidade artística do diretor americano, situação-base do filme, Sganzerla está emitindo seu debochado berro em reação à uma cultura que, riqueza à parte de seus criadores, promove repressões oficiais a gênios incapazes de se adaptar ao figurino conservador. Caso de Sganzerla, que, entre 1997 e 2003, não fez filme algum. Ele morreu em janeiro de 2004, meses após a finalização de sua despedida cinematográfica.
Pode-se ver essa saideira artística, portanto, como um desabafo em terceira pessoa. E esse contra-ataque à censura político-econômica à criatividade não tem tom de choradeira. Sganzerla só sabe denunciar com potência e energia.
Em vez de lamentar, ele achincalha tudo. Seu desprezo pelas mentalidades medíocres é embalado com uma inventividade de estilo só comparável a de Glauber Rocha - com quem divide o posto de mais transgressor artista do audiovisual brasileiro desde as primeiras incursões na tela com O Bandido da Luz Vermelha e A Mulher de Todos.
Rodado em Super 16mm, com orçamento modesto e criatividade gigantesca, O Signo do Caos é, em linhas gerais, um acúmulo de fragmentos que, autônomos e desconectados em algumas passagens, seguem a lógica da desordem. O som vai para um lado, a imagem para outro, vozes se sobrepõe, os diálogos parodiam clichês sem deixar de aproveitá-los, uma primeira parte em preto e branco granulada dá lugar à uma segunda colorida, tudo entra em choque. Sganzerla é cineasta do acúmulo e da repetição, um liqüidificador de sensações, sempre em busca dos feitos gerados pelo contraste entre elementos narrativos. Raros filmes recentes são tão livres como a de O Signo do Caos.

Crônica de um industrial 

Crônica de um Industrial (1978)

Direção: Luiz Rosemberg Filho

ELENCO

Renato Coutinho - Gimenez
Ana Maria Miranda - Amante
Wilson Grey - Político
Kátia Grumberg - Mulher
Trabalhadores do Metrô

Um empresário bem sucedido, marxista quando jovem, continua um nacionalista convicto. Entra em crise, quando pressionado pelos interesses do capital estrangeiro e pelos operários, e procura compensar com sexo o seu vazio existencial. E as tragédias acontecem.

 

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Mamilos em Chamas (2008)

Senha para Descompactação: shakall

Entre de cabeça na rotina flamejante de Mamilos em Chamas: Uma vida de luxúria em conflito com a descoberta do amor eterno.
Erótico! Dramático! Místico! Assustador! Relaxante! Romântico! Frenético! Belo! Sodomia! Pés excitantes! Estupro! Sadomasoquismo!
Closes de genitália! Orgias! Rodinhas de punheta! Gozo facial! Drogas! Violência! Perseguições de carro! Coelhos voadores! Gafanhotos gigantes!
E tudo mais que é necessário em um filme que fará seu corpo e toda sua família explodir em prazer com as mais excitantes cenas de sexo e ação já gravadas no cinema brasileiro. Um turbilhão de emoções e erotismo selvagem nunca antes filmado.

Direção: Gurcius Gewdner

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Barão Olavo, o Horrível (1970)

Neste trabalho experimental, não há uma história, apenas um artifício calcado nos clássicos filmes de
terror com diversos personagens.Um velho barão maníaco por cadáveres,assassinatos e violações sexuais,
duas garotas em relação lesbiânica, uma cigana esganada, um místico auxiliar do barão. Do campesino
ambiente local a movimentadas ruas de uma cidade.

Direção: Júlio Bressane


ELENCO

Rodolfo Arena
Helena Ignez
Lilian Lemmertz
Isabella
Otoniel Serra

 

FILME DE AMOR (2003)

Direção: Júlio Bressane

Elenco:

Bel García ... Hilda
Josi Antello ... Matilda
Fernando Eiras ... Gaspar

Em seu filme 25° de uma vida dedicada ao cinema, Júlio Bressane afia a faca e dilacera meticulosamente sua própria cabeça. O cineasta, um dos poucos nomes que assina um cinema experimental no país, faz seu trabalho com a urgência da improvisação. Apesar do planejamento prévio, Bressane gosta de falar que seus filmes nascem e se transformam no vivo momento de sua produção. É ali, no calor do set, que os fantasmas dos filmes - conseqüentemente os fantasmas que habitam a cabeça de seu criador - aparecem e tomam conta do lugar.

Sem maiores introduções, e como numa encruzilhada, Filme de amor pode ser encarado de duas formas iniciais, mas não únicas: uma parábola sobre o sentimento explícito no título e (ou) uma autópsia de toda a obra pregressa de seu dono.

Assim como em todo o cinema de Bressane, e mais escancaradamente neste Filme de amor, a experiência com a película não acaba ali, no momento em que as imagens terminam e os créditos dão um respiro ao espectador. Nada de papinha batida: uma longuíssima e pesada digestão se segue, começando ironicamente no fim de tudo.

Seguindo sua tradição de inspirações literário-filosóficas, desta vez, Bressane se apossa declaradamente do mito grego das Três Graças: três mulheres que representam o amor, a beleza e o prazer - uma delas aqui substituída por um homem. E é aqui que ele fundamenta, em parte, esta produção.

Como num breve prólogo, o primeiro plano retrata com afinco o movimento do mar nas pedras. O enquadramento fechado já é suficiente para causar náuseas: a certo momento, não se sabe mais precisar o tamanho do que se vê - se são ondas batendo em rochedos ou a marola preguiçosa lambendo um pequeno pedaço de chão em pedra. E é ali, no ambiente alienígena da orla, que os personagens se apresentam.

O filme gira em torno de três amigos, moradores banais do subúrbio carioca, que levam uma vida medíocre e desinteressante. Encontramo-nos com eles quando, num fim de semana, um quase irritante movimento de câmera mostra que os três vão se encontrar no quarto-e-sala alugado pelo rapaz.

O encontro começa com sussurros quase inaudíveis entre eles, dando uma falsa idéia da vulgaridade cotidiana que poderia se seguir daí. A impressão é quebrada quando os três começam sua jornada em busca de um intervalo prazeroso dentro de suas vidas estúpidas.

Acompanhando a peregrinação dos personagens, o diretor inicia sua análise das facetas do amor, transformando tudo num espetáculo para os sentidos. O filme enjoa, excita, abusa, assusta, entedia, segue por aí - e é de se imaginar que essa sinestesia seja totalmente proposital.

Filme de amor é também um exagero de simbologias. Da lâmpada cambaleante no canto da cena ao vôo dos personagens, passando por uma tigela de leite e um inusitado ferro de passar roupas transformado numa frigideira, tudo ali tem seu significado particular.

A pornografia, tão cara a Bressane, é ponto presente em todo o filme, provando que nada é mais belo do que o sexo, em todos os sentidos além do banal presente na cabeça de qualquer adolescente. Bressane despedaça o amor no sexo literato, nas celebrações da palavra falada. Há sim também o sexo puro e carnal, a felação nas sombras e a ejaculação explícita na tela. Mas mesmo nessas, a frieza e a ironia com que os personagens tratam torna tudo de um simbolismo ímpar. Nada ali é puro sexo. Nem mesmo a vulva depilada, longamente mostrada em close, é simplesmente uma vulva.

A fragmentação dos papéis ajuda a confundir, para o bem, a cabeça de quem está assistindo. Em teoria, cada personagem representaria um aspecto da mitologia ali aplicada. Mas não demora para que os três aspectos se confundam em cada um - como acontece em qualquer estereótipo da vida real. Em alguns momentos, os personagens mantêm uma distância tão grande entre si, que é difícil absorver o que eles realmente são. Como semideuses neuróticos, cada um tem uma personalidade única a cada cena, que vai e volta e se mistura com outra. A teatralidade aplicada às interpretações dos três atores também poderia atrapalhar a identificação dos personagens. Algumas declamações soam tão literais que destroem a verossimilhança suburbana que num certo momento se esboçou em construir. Mas então já se está tão absorvido na coisa toda que nem é preciso ligar mais pra isso.

Ao final, sem concluir se tudo já foi experimentado ou estudado, é hora de voltar à tona. O império dos prazeres vai para dentro do baú e os três voltam à rotina do começo do filme, encarando a segunda-feira como os três colegas anônimos que trabalham num decadente prédio comercial do Rio de Janeiro. E é assustador pensar como na última cena, que deveria ser a mais banal de todas, Bressane consegue construir o ponto alto.

Ao longo do filme é que se pode perceber a fina reflexão de Bressane sobre sua própria obra. Personagens declamam falas de outros filmes, diálogos estranhos à cena aparecem aqui e ali, vindos também de outros trabalhos. No seu filme mais cru e mais produzido (segundo ele mesmo) Bressane olha para dentro de si mesmo e mostra o que enxerga.

Filme de amor é uma obra multifacetada, como é toda a filmografia do diretor. Quando apresentou seu filme no Festival de Brasília, no ano passado, Bressane pediu: "tenham tolerância". Parte do público vaiou, mas o filme saiu consagrado do festival.

Tolerância é, sim, necessária para enfrentar Filme de amor. Mas a viagem compensa.

 

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Tabu (1982)

Um encontro poético e imaginário entre o escritor modernista Oswald de Andrade e o compositor Lamartine Babo, entre suas poesias, músicas, carnaval e passeios pelo Rio, intercalados pelas cenas do filme "Tabu" (1930) e de antigos filmes pornográficos. Uma junção de três elementos: imagem, fala e música, que compõe a fictícia conversa entre os dois icônicos artistas.

 

América do Sexo - 1969

''Colagem'', ''Balanço'', ''Bandeira Zero'' e ''Sexta-Feira da Paixão, Sábado de Aleluia'' são os quatro segmentos que compõem este drama alegórico e de protesto. A encenação improvisada se propõe a ilustrar o processo de comunicação entre as pessoas. Alude à época em que foi realizado o momento mais negro da ditadura militar, logo após o AI-5, em que vigorava feroz censura no país.

1º episódio: “Colagem”
Direção e montagem: Luiz Rosemberg Filho
Elenco: Ítala Nandi, Echio Reis, José Celso Martinez Corrêa, Samuca, Rubens Maia

2º episódio: “Balanço”
Direção: Flávio Moreira da Costa. Elenco: Ítala Nandi, André Faria, Maria Pompeu, Renato Borghi

3º episódio: “Bandeira zero”
Direção: Rubens Maia
Elenco: Ítala Nandi, Nildo Parente

4º episódio: “Sexta-Feira da Paixão, Sábado de Aleluia”
Direção: Leon Hirzsman
Elenco: Ítala Nandi, Luiz Carlos Saldanha

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O Abismo (1977)

Do alto da Pedra Bonita, Rio de Janeiro, um jovem se atira numa asa delta em direção ao abismo. No mesmo momento um homem monta um fuzil telescópico e o atinge mortalmente. Um arqueologo de posse de uma maquina fotografica registra o incidente e tenta perseguir ocriminoso, mas é impedido de pela súbita aparição de Madame Zero.

Diretor: Rogério Sganzerla

ELENCO

Norma Bengell,
José Mojica Marins,
Wilson Grey,
Jorge Loredo,
Edson Machado,
Mário Thomas,
Mariozinho de Oliveira,
Satã,
Rogério Sganzerla.

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Poeta e cantor, Baal optou por uma vida de outsider, gozador da vida. Baal preenche seus dias com casos amorosos. Nessa fábula musical antropofágica ouve-se a voz do próprio Bertolt Brecht e a entrevista de Einstein no Brasil, onde teria sido comprovada a Teoria da Relatividade.

Primeiro longa dirigido por Helena Ignez, ícone do cinema marginal, o filme “Canção de Baal” conta no elenco com Simone SpoladoreCarlos Careqa

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O Jardim das Espumas - 1970

Em um mundo distópico onde os planetas são separados em pobres e ricos, um corpo celeste extremamente pobre recebe a visita de um emissário dos planetas ricos dispoto a negociar. Antes de encontrar o governante do local, esse emissário é sequestrado por uma facção contra o sistema e o que é dito oficialmente. Ao descobrir a realidade do local, o emissário entende que não poderia fomentar ali o mito que ia desenvolver.

 Um filme de Luiz Rosemberg Filho com Ecchio Reis, Labanca, Grecia Vanicori, Nildo Parente

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Lilian M: Confissões Amorosas (Relatório Confidencial) / 1975

Maria abandona o marido lavrador e os dois filhos pequenos, seduzida por um mascate falador. Após um trágico acidente de carro, segue sozinha para tentar a vida na cidade de São Paulo. Perdida na metrópole, é presa sem documentos e uma assistente social arruma-lhe emprego na casa do industrial Braga. Os dois tornam-se amantes e, ao conhecer a estabilidade econômica, Maria é rebatizada de Lilian, nome da mãe de Braga. Lilian vai se envolvendo com excêntricos tipos humanos: o auto-destrutivo filho de Braga, um industrial alemão que financia a repressão política, um grileiro de terras falastrão, um detetive boçal, uma rumbeira e cafetina, um bandido tuberculoso com cara de santo e, finalmente, um submisso funcionário público e sua mórbida irmã. Do campo à cidade, do concubinato à prostituição, da opulência à marginalidade, Maria/Lilian retorna às origens para reaver a sua família.

Elenco:

  • Célia Olga Benvenutti
  • Benjamin Cattan
  • Sérgio Hingst
  • Maracy Mello
  • Walter Marins
  • Edward Freund
  • Caçador Guerreiro
  • José Julio Spiewak
  • Thereza Bianchi
  • Lee Bujyja
  • Genésio Carvalho
  • Paolo Picchi
  • Ruben Val
  • Bernardo Vorobow
  • Oamir Carvalho
  • Jairo Ferreira
  • Olga Maria Andrade
  • Luiz Nadas
  • Lygia Marques Leite
  • Silvana Maria
  • David Eustaquio
  • Sonia Maria Cabral
  • João Armando Spiller
  • Wilson Ribeiro
  • Washington Lasmar

Dirigido por Carlos Reichenbach

 

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Strovengah - Amor Torto (2011) / Depositfiles

Pedro e Marcela vivem voluntariamente isolados em decadente casa no alto de uma serra de exuberante e selvagem beleza natural. Ele, um ex-publicitário, dedica-se a escrever um romance. Ela, eterna aspirante a cantora, deixa-se levar pelas obsessões do amante. Uma insólita comitiv

ELENCO
• Otoniel Serra
• Rose Abdallah
• Nello Marresi
• José Marinho
• Nelito Reis

Direção, Roteiro e Produção Executiva: André Sampaio

 

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Romance (1988) / MEGA

A morte inesperada de António César, um intelectual de esquerda, que escrevia um livro onde denunciava um escândalo internacional em que estavam metidas autoridades políticas, repercute sobre três pessoas diferentes. A história multiplica-se seguindo os passos interligados dos três personagens: Regina, jornalista, parte à procura de informações que desvendem o escândalo; Fernanda, companheira e vítima do discurso de António César sobre a liberdade do comportamento, tenta viver o seu discurso, mas perde-se e vê-se mergulhada na angústia; André, homossexual e amigo do morto, paga, também ele, o seu tributo à ideologia da libertação sexual.

Elenco:

  • Rodrigo Santiago .... Antônio César
  • Imara Reis .... Regina
  • Hugo Della Santa .... André
  • Isa Kopelman .... Fernanda
  • Cristina Mutarelli .... Márcia
  • Sérgio Mamberti
  • Beatriz Segall .... Cecília
  • Maria Alice Vergueiro
  • Elke Maravilha
  • Ruth Escobar

Dirigido por Sérgio Bianchi

  

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Viagem ao Fim do Mundo (1968) / MINHATECA

Dirigido por: Fernando Campos

Elenco:

  • Annik Malvil
  • Esmeralda Barros
  • Fernando Campos
  • Joel Barcellos
  • Jofre Soares
  • José Marinho
  • Karin Rodrigues
  • Talula Campos
  • Vera Vianna
  • Walter Forster

Enquanto aguarda a chamada para o embarque em seu avião, um rapaz procura na banca de jornais uma leitura para a viagem. Descobre uma edição de bolso das "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis. Embarca e junta-se a um time de futebol, duas freiras, um modelo de publicidade que se senta a seu lado, e um homem de meia-idade visivelmente nervoso. O rapaz lê até o capítulo "O Delírio", onde visualiza Pandora desnuda como a verdade, a mostrar-lhe como tem sido e será a vida na terra. O modelo visualiza, também, seu cotidiano, a freira tem dúvidas sobre a existência de Deus. O homem de meia-idade, o jogador de futebol, todos temem a vida, e os episódios cômicos e dramáticos se fundem num grande painel até o fim da viagem. 

 

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O PORNÓGRAFO (1970) / MINHATECA

Numa editora de revistas pornográficas, Miguel Metralha tenta imitar os gangsteres de Chicago. Com a morte do dono ele assume a chefia e tem que enfrentar a cafetina que dava cobertura à publicação, quando ele procura mudar o estilo das revistas.

Direção: João Callegaro

 ELENCO

Stênio Garcia (Miguel Metralha)
Ednardo Pinheiro (Funcionário da revista)
Betinho (Fiscal)
Francisco di Franco (Fábio)
Júlia Miranda (Amante)
Clarice Piovesan (Amante)
Edgar Gurgel Aranha (Peter Aster)
Carlos Reichenbach (Mordomo)
Sérgio Hingst (Chefe)
Liana Duval (Madame Rosália)
Américo Taricano
Rosângela Maldonado

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A Concepção (2005) / Minhateca

Alex (Juliano Cazarré), Lino (Milhem Cortaz) e Liz (Rosanne Holland) são filhos de diplomatas que vivem juntos em Brasília num apartamento vazio, sem os pais, e cheio de quinquilharias. Trocam afetos variados alheios ao mundo. Entediados, tentam viver cada dia como se fosse único. O processo radicaliza quando X (Matheus Nachtergaele), uma pessoa sem nome e sem passado, entra na casa e propõe ir sem freios na idéia de viver apenas um dia.

Direção: José Eduardo Belmonte

ELENCO
Gabrielle Lopes,
Juliano Cazarré,
Matheus Nachtergaele,
Milhem Cortaz,
Murilo Grossi,
Rosanne Holland  

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O GIGANTE DA AMÉRICA (1978) / MEGA

Senha para extração: dude2

Diretor: Júlio Bressane

 ELENCO
Jece Valadão, 
José Lewgoy, 
Marta Anderson, 
Paulo Villaça, 
Wilson Grey, 
Rogéria
Colé Santana, 
Fabíola Fracarolli, 
Suzana de Morais, 
Tânia Bôscoli, 

O Gigante da América conta ironicamente a trajetória da alma de um caboclo pelo inferno, purgatório e paraíso. Nesse périplo ancestral pela América cuja rota supõe ter sido indicada pelo poeta Dante, a alma encontra alguns fantasmas de figuras notáveis do Novo Continente, fazendo e ouvindo discursos memoráveis, entretanto, reflexivos, sobre colonização e existência.  

A MULHER DE TODOS (1969) / Mega

Ângela Carne e Osso é uma mulher insubmissa e irascível, que faz dos homens gato e sapato.

Direção: Rogério Sganzerla

ELENCO

Helena Ignez .... Ângela Carne e Osso
Jô Soares .... Doktor Plirtz
Stênio Garcia .... Flávio Azteca
Paulo Villaça .... Ramon
Antônio Pitanga .... Vampiro
Renato Corrêa de Castro .... Pelenguinho
Telma Reston .... turista
Abrahão Farc .... turista
Sílvio de Campos Filho .... Rei dos Ratos
J.C. Cardoso .... Armando
Antônio Moreira .... carona
José Agripino .... náufrago

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A Família do Barulho (1970) / MEGA  Senha: cinebra

Uma família disfuncional, composta por uma prostituta e dois gays, um forte e outro frágil e estúpido, vive uma vida rotineira no Rio de Janeiro. Quando a prostituta ameaça os outros dois de parar de sustentá-los, eles decidem encontrar uma odalisca como uma alternativa para manter a sua vida fácil. Mas nem tudo sai como os dois imaginaram.

Direção: Júlio Bressane

ELENCO

Grande Otelo, Helena Ignez (a prostituta) e Maria Gladys (a odalisca)
Guará Rodrigues
Kleber Santos
Poty
Wilson Grey 

 

 

 





FEBRE DO RATO (2011) / Depositfiles

Febre do Rato é uma expressão popular típica da cidade do Recife que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo, um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tablóide que ele publica as próprias custas. Vivendo em um mundo particular, Zizo se depara com Eneida, uma jovem de aproximadamente 18 anos, que instiga e promove a transformação do poeta.

Dirigido por: Cláudio Assis

Elenco:

Ângela Leal Dona Marieta

Conceição Camarotti Anja

Hugo Gila Bira

Irandhir Santos Zizo

Johnny Hooker

Juliano Cazarré Boca Mole

Maria Gladys Stellamaris

Mariana Nunes Rosângela

Matheus Nachtergaele Pazinho

Nanda Costa Eneida

Tânia Granussi Vanessa

Vitor Araújo Oncinha