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BASEADOS EM FATOS REAIS
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Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei (2009)

Fica difícil discordar de quem acha Wilson Simonal (1939-2000) um dos grandes intérpretes da música do país, quando em dueto com Sarah Vaughan ele canta "The Shadow of Your Smile" na TV Tupi. O documentário Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei reproduz integralmente os quatro minutos da performance do casal. Para um filme que se propõe ágil e didático, narrativa e esteticamente, esses quatro minutos, ainda que sublimes, passam como uma eternidade.

Mas faz todo o sentido que os diretores Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal optem pela canção completa. Por anos o cantor foi um fantasma, um renegado, escanteado pela sua geração e ignorado pelos mais novos, e ninguém melhor para reapresentá-lo do que o próprio Simonal, no palco, com seu suingue de malandro e sua voz de crooner. A primeira metade de filme é, basicamente, uma demonstração contínua do talento do biografado, um apanhado do seu repertório consagrado - de "Mamãe Passou Açúcar em Mim" e "Meu Limão, Meu Limoeiro" à versão "patropi" de "País Tropical".

Se é preciso reapresentar Simonal, adequadas são também as inserções de aspas de entrevistados. Em um documentário escudado em talking heads, faz toda a diferença ter gente que, além de saber do que está falando, sabe falar conciso. Aqui, por conta de uma lista de entrevistados que lidam com comunicação, de Chico Anysio a Nelson Motta, essas aspas são em sua maioria bastante sintéticas. Não há excessos ou desperdícios, enfim, em Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei.

Há os temas obrigatórios. A segunda metade aborda o imbróglio com a ditadura que levou Simonal ao ostracismo - não havia nada pior nos anos 70 do que um artista ser visto por seus pares como delator - e chega-se a um consenso, disseminado hoje, de que Wilson Simonal era no fundo um ingênuo. Um sujeito que acreditava piamente ser capaz de jogar uma Copa do Mundo só podia mesmo ser um ingênuo. Luís Carlos Miéle tem, no filme, termos talvez mais apropriados:"Simonal era politicamente irresponsável".

O grande trunfo do trio de diretores - num documentário que até então se desenhava entre o chapa-branca e o descontraído, com fotos de arquivo de bordas arredondadas e cenas dosmerchands que Simonal fazia pra Shell - é procurar o contador que Simonal havia acusado lá atrás de ter roubado seu dinheiro, o episódio que desencadeou a celeuma política. Raphael Viviani foi encontrado depois que a produção contratou um detetive particular. Seu depoimento à câmera não encerra a questão, pelo contrário, mas não deixa de ser um documento importante em um filme até então panorâmico.

O caso é que Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei se inclui em um painel mais amplo. Está em curso desde o início da década - na sequência do moderado sucesso dos filhos da black music brasileira na gravadora Trama, com Max de Castro e Simoninha alçando carreira sem a sombra do pai - uma recuperação da memória e da obra do cantor. A EMI produziu um CD de remixes e relançou em 2004, em caixa de luxo, os disco de Simonal na velha Odeon.

Nesse resgate, o filme vale como resumão.

 

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Serra Pelada, A Lenda da Montanha de Ouro - 2013

Recentemente, a história de Serra Pelada foi contada nos cinemas brasileiros em uma grande produção da Globo Filmes, tentando captar a sensação de se estar dentro do garimpo, junto dos homens, em plena busca pelo ouro. Uma semana depois, Serra Pelada, A Lenda da Montanha de Ouro decide efetuar o caminho oposto, abordando esta parte da história com distanciamento, ouvindo diversas partes envolvidas na febre do ouro. A ficção queria recriar a ilusão, já o documentário se encarrega de desconstruí-la.

O diretor Victor Lopes efetua boas escolhas éticas: ao invés de querer mostrar “a verdade” por trás de Serra Pelada, apresentando fatos e contestando versões, ele decide explorar justamente o fato de que esta história é controversa, mal documentada, e pode ser interpretada de diversas maneiras. O documentário escuta com igual atenção os garimpeiros, o Major Curió, prefeito autoritário do garimpo, e o presidente da Vale do Rio Doce, que se sente lesado pela extração frenética. 

Mas talvez os depoimentos mais ricos venham de antigos trabalhadores do local que relatam, com nostalgia ou remorso, seus anos de mineração. O cineasta aparenta ter grande proximidade com seus entrevistados, criando um tom de conversa informal, despretensiosa, que permite justamente as histórias mais inusitadas – e mais valiosas. Enquanto alguns evocam a convivência no garimpo como uma “sociedade perfeita” (com distribuição igualitária das terras, amizade entre os homens e mulheres à vontade), outros descrevem a organização de Serra Pelada como uma “Auschwitz tropical”.

Aí reside o maior mérito deste documentário: superar as questões históricas para chegar às implicações políticas e sociológicas desta nova cidade, criada às pressas, em torno da descoberta do ouro. Lopes usa Serra Pelada como uma metáfora para a utopia política de extrair da natureza uma riqueza que esteja ao alcance de todos, em igual proporção. Mas ao invés de se contaminar pela euforia da época, ele prefere mostrar o fim da festa, a reflexão após o baque. Conexões preciosas são feitas com os governos brasileiros, desde a ditadura militar até a privatização da Vale do Rio Doce por FHC.

Sem adicionar uma narração própria sequer, o documentário consegue contrapor diferentes pontos de vista e suscitar uma reflexão equilibrada a respeito da lenda, construída por histórias populares, fatos pouco comprovados, números aproximados. A incerteza sobre como retratar Serra Pelada é um dos principais temas do filme, que funciona também como reflexão sobre a própria representação da História no cinema.

Tecnicamente, a produção não tenta nenhuma ousadia estética, mas usa com inteligência os recursos da linguagem documental. Ao invés de abusar da trilha sonora, do som sincronizado para os depoimentos e de outras ferramentas típicas das reportagens (e dos documentários mais ingênuos), Serra Pelada, a Lenda da Montanha de Ouro tem uma montagem enxuta, tanto de som quanto de imagem, conseguindo criar novos significados para fotos e materiais de arquivo a partir do momento que são sobrepostos a depoimentos de época, em off. Lopes construiu uma obra de aparência modesta, mas inteligente como reflexão sobre o cinema e sobre a História. 

 

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Amazônia em Chamas (1994)

Baseia-se na história de Chico Mendes, seringueiro e ambientalista que dedicou sua vida a lutar contra a exploração dos trabalhadores e o desmatamento da Floresta Amazônica e foi assassinado por pistoleiros.

Quando os empresários olharam para a Amazônia, eles viram dinheiro, oportunidade e o futuro. Nada poderia impedí-los de realizar seus objetivos. A não ser Chico Mendes. Desde sua infância, Chico Mendes (Raul Julia) foi testemunha das brutalidades cometidas contra os seringueiros, explorados por seus patrões. Ainda jovem, decidiu dedicar-se a uma luta em favor de justiça para o povo de sua região. De pequenas discussões com criadores de gado, passando pela liderança de seu sindicato, a uma campanha internacional contra a devastação da floresta amazônica, Chico Mendes acreditava no diálogo e em soluções sem violência. Acabou transformando-se em uma figura de importância nacional, um herói local, e um peso ainda maior para seus inimigos...até que uma emboscada marcou o fim de sua vida de dedicação e esperança.

Direção: John Frankenheimer

ELENCO
Raul Julia ... Chico Mendes
Carmen Argenziano ... Alfredo Sezero
Sonia Braga ... Regina de Carvalho
Kamala Lopez ... Ilzamar
Luis Guzmán ... Estate Boss
Nigel Havers ... Steven Kaye
Tomas Milian ... Darli Alves
Esai Morales ... Jair
Edward James Olmos ... Wilson Pinheiro

MEGA  Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04

SENHA: cinecult

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Mr. Sganzerla - Os Signos da Luz (2011)

Um filme de Joel Pizzini com Rogério Sganzerla, Helena Ignêz, José Mojica Marins, Júlio Bressane.

Reinvento fantasioso da carreira do cineasta Rogério Sganzerla e a importância de seus ídolos em suas produções. Com depoimentos de parceiros como Helena Ignez e Júlio Bressane e a mostra de arquivos raros, o longa a narra a metodologia, o feitio e a sonoridade desfrutada pelo diretor em seus filmes.

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Encontro com Milton Santos – O mundo global visto do lado de cá (2006)

Documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos (1926–2001), gravada quatro meses antes de sua morte.

Milton Santos não era contra a globalização e sim contra o modelo de globalização vigente no mundo, que ele chamava globalitarismo. Analisando as contradições e os paradoxos deste modelo econômico e cultural, Milton enxergou a possibilidade de construção de uma outra realidade, que ele considerava "mais justa e mais humana"

 

MAIS FORTE QUE O MUNDO (2016) / Senha: downloadlivre.net

Nascido e criado em Manaus, José Aldo (José Loreto) precisa lidar com a truculência do pai, Seu José (Jackson Antunes), que além de se embebedar constantemente ainda por cima bate na esposa, Rocilene (Cláudia Ohana), com frequência. Enfrentando constantemente seus demônios internos, Aldo encontra na luta sua válvula de escape. Acreditando em seu futuro como lutador, ele aceita se mudar para o Rio de Janeiro e morar de favor no pequeno alojamento de uma academia. Lá ele recebe o apoio do amigo Marcos Loro (Rafinha Bastos) e conhece Vivi (Cleo Pires), uma jovem que vai constantemente à academia. Precisando ralar um bocado para se manter, Aldo enfim consegue um voto de confiança do treinador Dedé Pederneiras (Milhem Cortaz), iniciando assim sua carreira no mundo do MMA.

Pelé - O Nascimento de uma Lenda - 2016 / 1FICHIER

Um filme de Michael Zimbalist, Jeff Zimbalist com Leonardo Lima Carvalho, Kevin de Paula, Vincent D'Onofrio, Seu Jorge.

A história de Pelé, o maior jogador de futebol de todos os tempos, de sua infância na cidade mineira de Três Corações até a consagração ao ganhar a Copa do Mundo de 1958 pelo Brasil, com apenas 17 anos. 

MARIMBÁS (1963) / MEGA

Único filme do jornalista Vladimir Herzog, o curta-metragem é resultado do curso de cinema ministrado pelo documentarista sueco Arne Sucksdorf no Brasil, em 1962. Produzido no estilo do Cinema Verdade, mostra a presença dos marimbás, intermediários entre a pesca e as sobras do produto, em oposição aos pescadores e aos banhistas da praia no Posto 6, em Copacabana.    

O COMEÇO DA VIDA (2016) / MEGA

Da mesma diretora de "Muito Além do Peso" e "Criança a Alma do Negócio". Um dos maiores avanços das neurociências foi a comprovação de que os bebês são muito mais do que uma mera carga genética. Hoje, é sabido que o desenvolvimento humano caracteriza-se pelas interações dos aspectos genéticos, relacionais e ambientais. Sendo assim, o Filme nos convida para a seguinte reflexão: Estamos cuidando bem dos primeiros anos de vida, daqueles que definem tanto o presente quanto o futuro da humanidade?
Direção: Estela Renner  

 

 

PIXO / MEGA

Pichação, visto por muitos na sociedade como apenas um ato de "Vandalismo", porem para os próprios pichadores tem outros sentidos, tais como: "Liberdade, manifestação, transgressão, protesto, arte, etc.."
O impacto da pichação como fenômeno cultural na cidade de São Paulo e sua influência internacional como uma das principais correntes da Street Art. 
O documentário participou da exposição Né dans la Rue (Nascido na Rua), da Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, em Paris.
O documentário mostra a realidade dos pichadores, acompanha algumas ações, os conflitos com a polícia e mostra um outro olhar sobre algumas intervenções já muito exploradas pela mídia. 
O filme não traz respostas, mas fornece argumentos para o debate: pichação é arte ou é crime?

"A partir do momento que o filme e a temática são super bem aceitos em Paris, isso começa a abrir um pouco mais a cabeça da galera por aqui também", disse Oliveira.
O documentário tem ainda Jorge du Peixe, Racionais, Tejo Damasceno e Instituto e uma música inédita do rapper Sabotage como trilha.

 

 

JANELA DA ALMA (2001) / MEGA / Minhateca

Dezenove pessoas com diferentes graus de deficiência visual, da miopia discreta à cegueira total, falam como se vêem, como vêem os outros e como percebem o mundo.
O escritor e prêmio Nobel José Saramago, o músico Hermeto Paschoal, o cineasta Wim Wenders, o fotógrafo cego franco-esloveno Evgen Bavcar, o neurologista Oliver Sacks, a atriz Marieta Severo, o vereador cego Arnaldo Godoy, entre outros, fazem revelações pessoais e inesperadas sobre vários aspectos relativos à visão: o funcionamento fisiológico do olho, o uso de óculos e suas implicações sobre a personalidade, o significado de ver ou não ver em um mundo saturado de imagens e também a importância das emoções como elemento transformador da realidade ­ se é que ela é a mesma para todos.

Direção: João Jardim e Walter Carvalho

 

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GONZAGA: DE PAI PRA FILHO (2012)

O fio condutor de Gonzaga são fitas com gravações originais de uma longa discussão entre pai e filho. Tensa conversa que Gonzagão e Gonzaguinha travaram nos anos 80, espécie de acerto de contas entre os dois. Esse drama pessoal se mistura à trajetória musical de Luiz Gonzaga e permite compreender também como aflorou a veia rebelde de Gonzaguinha, expressa em suas músicas.

A trama começa em 1981, mostrando um já famoso Gonzaguinha recebendo a visita da então esposa de Luiz Gonzaga, Helena, nos bastidores de um show. Hesitante, a mulher pede que ele visite o pai, argumentando que Gonzaga precisa de sua ajuda. Há anos os dois não se veem e Gonzaguinha recusa a princípio. Ato-contínuo, vemos a Brasília do cantor chegando à casa do pai em Exu. Ele muda de ideia e vai encontrar Gonzaga para ajudá-lo, mas também confrontá-lo. Do encontro, de onde se originaram as gravações, Gonzaga – de Pai para Filho faz incursões ao passado, revelando a trajetória de Luiz Gonzaga e como, ao longo dos anos dedicados à carreira, ele distanciou-se do filho até que, entre os dois, passasse a existir um abismo.

Apesar de usar os ressentimentos entre a dupla como ponto de partida, o longa não deixa de lado elementos básicos necessário a uma cinebiografia em busca do grande público. Temos a apresentação do personagem, a descoberta do talento, as dificuldade pelo caminho, o sucesso e a redenção final, tudo muito bem encadeado e linearmente desenvolvido para não causar quaisquer tipos de estranheza ao público médio.

Destacam-se no filme o músico Chambinho do Acordeon, que, mesmo sem experiência dramática, dá vida a um Luiz Gonzaga convincente entre os 27 e 50 anos, e Julio Andrade, o interprete de Gonzaguinha dos 35 aos 40 anos. O trabalho de caracterização de ambos é excelente, mas no caso de Andrade vale ressaltar o impressionante desempenho cênico do ator, que de fato incorporou seu personagem nos mínimos detalhes.

Gonzaga - De Pai para Filho peca um pouco por excessos eventuais no uso da música incidental para marcar a emoção em certas cenas. Quando isso acontece há redundância já que o momento, forte o suficiente emocionalmente, dispensava o recurso. Detalhe num filme redondo, que não arrisca, mas que atinge com êxito seu propósito: chegar ao grande público com a tocante história de um dos maiores artistas populares brasileiros.

Dirigido por Breno Silveira

Elenco:

  • Chambinho do Acordeon como Luiz Gonzaga
  • Adelio Lima como Luiz Gonzaga
  • Júlio Andrade como Gonzaguinha
  • Alison Santos como Gonzaguinha (dos 10 aos 14 anos)
  • Nanda Costa como Odaleia
  • Anna Aguiar como Nazinha
  • Sílvia Buarque como Dina
  • Claudio Jaborandy como Januário
  • Cyria Coentro como Santana
  • Domingos Montagner como Coronel Raimundo
  • Armando Bógus como Coronel Silveira
  • Cecília Dassi como Nazinha (jovem)
  • Land Vieira como Luiz Gonzaga (jovem)
  • Ana Roberta Gualda como Helena
  • João Miguel como Miguelzinho
  • Bárbara Gabrielly como figurante 

NOEL, O POETA DA VILA (2006) / MINHATECA

Dirigido por Ricardo van Steen

ELENCO:

Rafael Raposo .... Noel Rosa
Camila Pitanga .... Ceci
Lidiane Borges .... Linda
Mário Broder.... Wilson Batista
Paulo César Pereio .... médico de Noel
Flávio Bauraqui .... Ismael Silva
Guilherme Curty
Jonathan Haagensen .... Cartola
Carol Bezerra .... Araci de Almeida
Antônio Fagundes .... Benito Arqueirantes
Rui Resende .... pai de Noel
Supla .... Mário Lago
Roberta Rodrigues .... Lola
Otto .... Expedito da Cruz
Milton Filho .... Nilton Bastos
Rodrigo Amim
Fabrizio Fasano
Wilson das Neves .... Papagaio
Fábio Barreto
Eduardo Gallotti
Cristiano Gualda
Fábio Lago

O filme conta a historia de Noel Rosa, um homem que mudou a história da música popular brasileira.

Aos 17 anos Noel Rosa é um jovem engraçado, que possui um defeito no queixo, estuda Medicina e toca numa banda regional. Gosta da companhia de operários, negros favelados e prostitutas, com quem rapidamente faz amizade. Até que um dia conhece Ismael Silva, compositor que o desafia a compôr um samba. Noel usa uma paródia ao hino nacional para compôr Com que roupa?, que faz grande sucesso nas rádios de todo Brasil. A partir daí, Noel se dedica de vez ao mundo do samba, tornando-se um dos mais populares compositores brasileiros. 

Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976) / Minhateca

Dirigido por Hector Babenco

ELENCO:

Reginaldo Faria .... Lúcio Flávio
Ana Maria Magalhães .... Janice
Grande Otelo .... Dondinho
Ivan Cândido .... Bechara
Lady Francisco .... Lígia
Milton Gonçalves .... 132
Paulo César Peréio .... dr. Moretti
Stepan Nercessian .... suicida
José Dumont .... prisioneiro

O filme relata a trajetória do criminoso Lúcio Flávio, famoso bandido da década de 70 que tornou-se nacionalmente conhecido pelos roubos a banco e fugas espetaculares, embora algumas cenas do filme sejam diferentes em relação aos acontecimentos reais.

  

 

Lixo Extraordinário (2010) /  MEGA

Direção:

Lucy Walker
João Jardim
Karen Harley

Lixo chato mostra a produção de obras de arte com material coletado no aterro do Jardim Gramacho. Ao longo da produção dessas obras, entre 2007 e 2009, transformações se produzem na vida e nas visões de mundo dos sete catadores participantes do projeto - entre eles, Tião Santos, presidente da Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano do Jardim Gramacho.

A maior parte dos diálogos acontece em inglês, exceto as cenas com os moradores do Jardim Gramacho.

 

TRINTA (2015) MINHATECA

Direção de Paulo Machline

Elenco: 

Léa Garcia
Paola Oliveira
Matheus Nachtergaele
Marco Ricca
Ernani Moraes
Tato Gabus Mendes

Cinebiografia do carnavalesco Joãosinho Trinta (Matheus Nachtergaele), desde sua vinda de São Luís, no Maranhão, até a glória no Carnaval do Rio de Janeiro. O início de carreira como bailarino, a ida para o Salgueiro, a estreia como carnavalesco e o reconhecimento como artista. 

MORRO DOS PRAZERES (2013) / MINHATECA

 O Morro dos Prazeres, localizado no bairro de Santa Teresa, no Rio, foi uma das comunidades selecionadas para receber a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP. A expulsão do tráfico de drogas é um dos processos realizados na nova rotina dos moradores do local, que devem conviver com os policiais. Variados conceitos sociais e políticos recorrentes na sociedade carioca do século XXI são explorados e acompanham a tentativa de diálogo entre Estado e sociedade civil.

Direção: Maria Augusta Ramos

 

Porque Se Livrar do PIG? / MEGA

PIG - Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

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Taras de Uma Mulher Casada (1980/1982) / MEGA Senha: cinebra

Diretor Wilson Rodrigues,

ELENCO

Jean Pablo de Paiva
Carlos Casan
Fátima Mansur
Milene Malaguth
Márcio Rosário

Mulher é apaixonada pelo marido infiel, que nutre profundo ciúme por ela. O filho do casal testemunha as violências que o pai comete contra a mãe, até o trágico desfecho.

Maldito - O Estranho Mundo de José Mojica Marins (2000)

MINHATECA

Diretores: André Barcinski e Ivan Finotti

ELENCO
Conceição Marins
Crounel Marins
Isaac Flor
José Mojica Marins
Mario Lima
Nilcemar Leyart
Rubens Francisco Lucchetti
Satã

Documentário de longa-metragem sobre a vida e obra de Mojica Marins, criador do personagem Zé do Caixão. Mojica é um dos cineastas mais conhecidos e influentes do cinema brasileiro e um dos maiores ícones do cinema de horror no mundo, com filmes cultuados em vários países. O filme traz depoimentos inéditos de Mojica e de vários de seus associados, incluindo atores, cinegrafistas, montadores e produtores. Eles contam histórias bizarras e engraçadas sobre a carreira de Mojica, incluindo seus problemas com censura, a polícia e as aranhas caranguejeiras. As entrevistas são intercaladas com dezenas de clipes de seus filmes, incluindo várias cenas que haviam sido cortadas pela censura nos anos 60 e imagens inéditas de filmes que nunca foram terminados.

 

O ESTOPIM (2015) / MEGA

Direção: Rodrigo Mac Niven

A coragem da família e de amigos de Amarildo, assassinado por policiais militares dentro da sede da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha em julho de 2013, se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado. 

Notícias de uma Guerra Particular (1999) / MEGA

Diretores: João Moreira Salles · Kátia Lund

O documentário retrata o cotidiano dos traficantes e moradores da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro. Resultado de dois anos (1997 - 1998) de entrevistas com pessoas ligadas diretamente ao trafico de entorpecentes, com moradores que vislumbram esta rotina de perto e policiais, o documentário traça um paralelo entre as falas de moradores, dos traficantes e da polícia, colocando todos no mesmo patamar de envolvimento em uma guerra que não é uma "guerra civil", mas uma "guerra particular".

O título do documentário de Salles é encontrado no conteúdo de uma das entrevistas; na fala do ex-capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel. Outras falas importantes presentes nas entrevistas denunciam o apartheid social em que se encontra a população do Rio de Janeiro, como de uma autoridade de segurança pública: "(...)a polícia precisa ser corrupta e violenta, nós fazemos a segurança do Estado, (...) temos que manter os excluídos sob controle. Vivemos numa sociedade injusta e a polícia garante essa sociedade injusta (...)" 

 

Data Limite Segundo Chico Xavier (2014) / Minhateca

O famoso médium Chico Xavier afirmou que quando o homem pisou na Lua, em 20 de julho de 1969, aconteceu uma reunião com as potências celestes do sistema solar para verificar o avanço da sociedade humana no planeta Terra. Nela, a humanidade ganhou um prazo de 50 anos para evoluir moralmente e viver em paz, sem provocar a Terceira Guerra Mundial. Diversos fatos e conexões históricas, agora, apontam que a data limite está próxima, promovendo a reflexão sobre a grandeza do universo e que a possibilidade do surgimento de uma nova era é cada vez maior.

 

 

 

Brasil - França: O Mistério do Voo 447 / Minhateca

O desaparecimento de um Airbus A-330 da Air France durante o voo 447 é ainda um mistério da história da aviação. Uma equipe de especialistas tenta encontrar respostas para importantes questões sobre o acidente. 

Terra Vermelha (2008) / Minhateca

Mato Grosso do Sul, Brasil, 2008. O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowás, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia. Uma disputa metafórica é criada. A compreensão e o diálogo buscam espaço nesse antigo conflito. Enquanto isso, o jovem Osvaldo, que vive um terrível embate contra o desejo de morrer, vai furtivamente buscar água no rio que corta a fazenda e conhece a filha do fazendeiro. Um encontro em que a força do desejo transpassa e ao mesmo tempo acentua o desentendimento entre as civilizações.

Dirigido por Marcos Bechis

Elenco:

Abrísio da Silva Pedro: Osvaldo

Alicélia Batista Cabreira: Lia

Ademilson Concianza Verga: Irineu

Ambrósio Vilhalva: Nadio

Claudio Santamaria: Roberto

Matheus Nachtergaele: Dimas

Fabiane Pereira da Silva: Maria

Chiara Caselli: Beatrice

Leonardo Medeiros: Medeiros

Nelson Concianza: Nhanderu

Poli Fernandez Souza: Tito

Eliane Juca da Silva: Mami 

 

 

 

OS DEZ MANDAMENTOS - O FILME (2016) / MEGA

Senha: www.baixefilmeshd.net

Adaptação cinematográfica da novela homônima, conta a saga de Moisés guiando o povo hebreu para a terra prometida. O enredo conta com a adaptação de quatro livros da Bíblia que contam essa trajetória: Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Acolhido pela filha do faraó ainda bebê, Moisés cresce como príncipe do Egito, mas volta-se contra sua família adotiva em favor do sofrido povo de Israel, que por ele deverá ser conduzido à libertação. Adaptação cinematográfica baseada na Bíblia e na novela homônima da Rede Record, um dos maiores fenômenos de audiência dos últimos tempos da televisão brasileira.

Segundo alguns críticos o filme segue mesmo roteiro do filme Os Dez Mandamentos (1956) de Cecil B. DeMille onde a luta se dá entre o povo Hebreu monoteísta contra a repressão do tirano faraó do Egito politeísta.

 

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Prisioneiro do Rio (1988)

1963. Buckingamshire, um pequeno condado ao sul do Reino Unido. Ronald Biggs participa do mais célebre assalto a um trem pagador. Fugitivo da prisão, Biggs veio refugiar-se no Rio de Janeiro. Vinte e cinco anos depois do assalto, chega ao Rio um detetive da Scotland Yard, para repatriar o assaltante.

Direção: Lech Majewski

ELENCO

José Wilker, Florinda Bolkan, Zezé Motta, Lulu Santos, Elke Maravilha, Wilza Carla

Steven Berkoff - Jack McFarland
Paul Freeman - Ronald Biggs
Peter Firth - Clive Ingram
Breno Mello - Silêncio
Paulo Villaça - Dr. Falcao
Ronald Biggs - Mickey

 

 PIXOTE IN MEMORIAM (2007)

Direção: Felipe Briso, Gilberto Topczewski. Elenco Hector Babenco, Nick Cave, Fernando Ramos da Silva, Jorge Julião.

Depoimentos do elenco, do diretor e envolvidos na produção, de fãs famosos do filme como Spike Lee e Nick Cave e de familiares de Fernando Ramos da Silva (Pixote).

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Velho Amigo: O Universo Musical de Baden Powell (2003)

Baden Powell foi um virtuoso do violão. Na história da música brasileira, ele se destaca como o músico que partiu em busca de suas raízes africanas, abrindo caminhos para as novas gerações de cantores e violonistas. Como resultado do seu trabalho, inúmeros ritmos brasileiros foram catalogados e salvos do esquecimento.

Na história musical ocidental, ele se destaca como um músico ímpar, dominando a literatura do violão clássico, do folclore brasileiro na sua forma mais completa, da música barroca e do jazz. Um violonista excepcional, que nunca caiu na armadilha do virtuosismo meramente técnico, que deu provas de sensibilidade e criatividade exemplares que, lhe permitiram se firmar com um compositor notável. Suas parcerias com Vinícius de Moraes ou Billy Blanco imediatamente vêm à mente como exemplos dessa faceta de seu talento.
 
Este documentário permite compreender a trajetória incomum seguida por Baden Powell e, acima de tudo, conhecer o homem que ele foi.
 
Jean Claude Guiter, o diretor do documentário, era amigo de Baden Powell. Longe de querer traçar um retrato superficial do músico, ele passou três anos seguindo o violonista que, pouco a pouco, relatou toda a história de sua vida. Juntos eles retornaram a lugares importantes para Baden no Brasil e em Paris. Através das visistas a esses lugares, nos é oferecido um excepcional panorama que inclui o seu aprendizado, seu começo como músico profissional no Rio dos anos cinqüenta, sua parceria com Vinícius de Moraes, seu encontro com o poeta francês Pierre Barouch e com Claude Nougaro e o seu amor pela Europa, que o recebeu de braços abertos e o aclamou.

Músicas executadas no documentário:
1. Berimbau (1990)
2. Etude - by Louis Marcel Powell (1999)
3. Revendo O Passado (1990)
4. Lamento (1969)
5. O Samba De Minha Terra (1999)
6. Samba Triste (1999)
7. Canto de Ossanha (1978)
8. Samba Da Bencao (1999)
9. Bresilien Mom Frere D'Armes (1999)
10. Sermao (1999)
11. Que Quere Que Que (1969)
12. Bocoche (1990)
13. Lapinha (1990)
14. Round Midnight (uncomplete, 1970)
15. Tempo De Amor (1969)
16. Velho Amigo (1989, audio)  

 

 

Chico: Artista Brasileiro (2015)

Diretor: Miguel Faria Jr.

 O longa-metragem traz uma apresentação de Chico Buarque, organizada exclusivamente para a produção, mesclada com depoimentos dele e de outros nomes da música brasileira, além de encenações com personagens das canções mais famosas do artista. A direção é de Miguel Faria Jr., que também comandou um filme sobre o compositor Vinícius de Moraes. 

O CONTADOR DE HISTÓRIAS (2009)

Diretor Luiz Villaça

ELENCO:

Maria de Medeiros - Margherit

Daniel Henrique - Roberto Carlos Ramos - 6 anos de idade

Paulinho Mendes - Roberto Carlos Ramos - 13 anos de idade

Cleiton Santos - Roberto Carlos Ramos - adulto

Malu Galli - Pérola

Ju Colombo - Mãe de Roberto Carlos Ramos

Daniel Henrique da Silva - Samuel - 6 anos de idade

Ricardo Perpétuo - Samuel - 13 anos de idade

Matheus de Freitas - Cabelinho de Fogo - 13 anos de idade

Victor Augusto da Silva - Cabelinho de Fogo - 17 anos de idade

Teuda Bara - Judith

Jacqueline Obrigon - psicóloga

Luciana Carnieli - assistente da psicóloga

Chico Díaz - camelô

Paulo Federal - porteiro

Maurício Marques - bedel 1

Laerte Mello - bedel 2

Rhena de Faria - faxineira

Cesar Lopes - jardineiro

Montanha Carvalho - acrobata

Anos 70. Aos 6 anos Roberto Carlos Ramos (Marco Ribeiro) foi escolhido por sua mãe (Jú Colombo) para ser interno em uma instituição oficial que, segundo apregoava a propaganda, visava a formação de crianças em médicos, advogados e engenheiros. Entretanto a realidade era bem diferente, o que fez com que Roberto aprendesse as regras de sobrevivência no local. Pouco depois de completar 7 anos ele é transferido, passando a conviver com crianças até 14 anos. Aos 13 anos, ainda analfabeto, Roberto tem contato com as drogas e já acumula mais de 100 tentativas de fuga. Considerado irrecuperável por muitos, Roberto recebe a visita da psicóloga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros). Tratando-o com respeito, ela inicia o processo de recuperação e aprendizagem de Roberto.