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BASEADOS EM FATOS REAIS
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Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei (2009)

Fica difícil discordar de quem acha Wilson Simonal (1939-2000) um dos grandes intérpretes da música do país, quando em dueto com Sarah Vaughan ele canta "The Shadow of Your Smile" na TV Tupi. O documentário Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei reproduz integralmente os quatro minutos da performance do casal. Para um filme que se propõe ágil e didático, narrativa e esteticamente, esses quatro minutos, ainda que sublimes, passam como uma eternidade.

Mas faz todo o sentido que os diretores Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal optem pela canção completa. Por anos o cantor foi um fantasma, um renegado, escanteado pela sua geração e ignorado pelos mais novos, e ninguém melhor para reapresentá-lo do que o próprio Simonal, no palco, com seu suingue de malandro e sua voz de crooner. A primeira metade de filme é, basicamente, uma demonstração contínua do talento do biografado, um apanhado do seu repertório consagrado - de "Mamãe Passou Açúcar em Mim" e "Meu Limão, Meu Limoeiro" à versão "patropi" de "País Tropical".

Se é preciso reapresentar Simonal, adequadas são também as inserções de aspas de entrevistados. Em um documentário escudado em talking heads, faz toda a diferença ter gente que, além de saber do que está falando, sabe falar conciso. Aqui, por conta de uma lista de entrevistados que lidam com comunicação, de Chico Anysio a Nelson Motta, essas aspas são em sua maioria bastante sintéticas. Não há excessos ou desperdícios, enfim, em Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei.

Há os temas obrigatórios. A segunda metade aborda o imbróglio com a ditadura que levou Simonal ao ostracismo - não havia nada pior nos anos 70 do que um artista ser visto por seus pares como delator - e chega-se a um consenso, disseminado hoje, de que Wilson Simonal era no fundo um ingênuo. Um sujeito que acreditava piamente ser capaz de jogar uma Copa do Mundo só podia mesmo ser um ingênuo. Luís Carlos Miéle tem, no filme, termos talvez mais apropriados:"Simonal era politicamente irresponsável".

O grande trunfo do trio de diretores - num documentário que até então se desenhava entre o chapa-branca e o descontraído, com fotos de arquivo de bordas arredondadas e cenas dosmerchands que Simonal fazia pra Shell - é procurar o contador que Simonal havia acusado lá atrás de ter roubado seu dinheiro, o episódio que desencadeou a celeuma política. Raphael Viviani foi encontrado depois que a produção contratou um detetive particular. Seu depoimento à câmera não encerra a questão, pelo contrário, mas não deixa de ser um documento importante em um filme até então panorâmico.

O caso é que Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei se inclui em um painel mais amplo. Está em curso desde o início da década - na sequência do moderado sucesso dos filhos da black music brasileira na gravadora Trama, com Max de Castro e Simoninha alçando carreira sem a sombra do pai - uma recuperação da memória e da obra do cantor. A EMI produziu um CD de remixes e relançou em 2004, em caixa de luxo, os disco de Simonal na velha Odeon.

Nesse resgate, o filme vale como resumão.

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Herbert de Perto - 2008

Eu adoro cinema, claro. Adoro música também. Sou da geração do rock dos anos 80, logo também sou fã de Paralamas do Sucesso. Mas daí a misturar tudo e achar Herbert de Perto um bom filme tem muita diferença. Na verdade, nem sei porque demorei tanto para conferir esse documentário, mas ao contrário de outros bons docs musicais que surgiram no país, esse não fez muito sentido. A sensação que se tem ao terminar de assistir é a de que Roberto Berliner queria criar um mito e apelou para a conhecida força de superação do brasileiro. O apelo para o acidente, suas consequências e a recuperação de Herbert Vianna beiram o sensacionalismo. Apesar do acidente ocupar quase metade do doc, em nenhum momento somos informados do que de fato aconteceu ali, por exemplo.

A fórmula é a mais básica possível, depoimentos, imagens caseiras de bastidores e cenas de shows marcantes, tudo misturado por uma linguagem bem próxima do video clipe. Assim como em A pessoa é para o que nasce, o diretor abusa das inserções de imagens e efeitos, o que torna a edição dinâmica. Mas, tudo soa um pouco vazio. Parece uma grande reportagem televisiva, a exemplo de um Globo Repórter Especial. Falta algo concreto, novo, para se tornar um documentário relevante.

Ainda assim, é divertido. O diretor, junto com Pedro Bronz, que também assina a direção e a roteirista Chris Alcazar vão resgatar a turma de Brasília, o início da carreira do grupo e relembrar algumas curiosidades como a entrada de João Barone na banda. Em todos os depoimentos é destacado a habilidade que Herbert tinha com a guitarra e sua facilidade para compor. A forma como a necessidade de usar óculos virou inspiração ou a forma como acreditou nos conselhos da mãe vai nos envolvendo. Engraçado que o filme não resgata um dos casos mais interessantes que vi o músico relatar em uma entrevista, falando da falta de apoio do pai no início que o levou a um shopping para mostrar o que "era ser músico", indicando um rapaz tocando violão em uma praça de alimentação. No primeiro grande show do Paralamas, Herbert teria gritado no microfone: "pai, isso é ser músico". Talvez, Hermano Vianna tenha aparecido na tela tão orgulhoso do filho que não coubesse essa história. Ainda assim gosto muito.

Agora, se era baseado em depoimentos, acho que faltaram outros músicos, amigos, parceiros da banda como Titãs e Kid Abelha, por exemplo. Tirando a família, os demais integrantes da banda e o produtor, apenas Dado Villa Lobos aparece. Fica tudo muito parcial. Tem ainda um depoimento totalmente desconexo de Gilberto Gil na hora em que começa a se falar de Alagados. Fica estranho, já que todos os depoimentos vão construindo o filme, sempre voltando a todos os entrevistados. Mas, tem algumas pérolas como quando vemos Carlinhos Brown compondo Uma brasileira junto a Herbert, em uma cena muito divertida. E claro, há momentos de grande emoção, como o show que ele faz no Sarah Kubitschek, onde fez o tratamento de recuperação e sua volta aos palcos quando canta Se eu não te amasse tanto assim em inglês em homenagem a esposa Lucy. Mais emocionante ainda foi, para mim, lembrar que estava no Parque de Exposições ouvindo ao vivo e desculpando todas suas desafinadas.

Nesse ponto, o filme gera sentimentos contraditórios. Tenta nos envolver, mas sempre corta antes que as lágrimas caiam. Quer que acreditemos que Herbert Vianna é um gênio da superação, mas como argumento, o mostra frágil. Ainda assim, de uma coisa não temos dúvida ao terminar os créditos, ele sabe tocar uma guitarra como poucos e há letras e músicas inesquecíveis na discografia dos Paralamas que os fazem ainda hoje ser reverenciados como uma das maiores bandas de rock do país. Pena que A Novidade parou há algum tempo. Apesar de não ser um grande filme, é um bom divertimento, principalmente se você é fã da banda.

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Serra Pelada, A Lenda da Montanha de Ouro - 2013

Recentemente, a história de Serra Pelada foi contada nos cinemas brasileiros em uma grande produção da Globo Filmes, tentando captar a sensação de se estar dentro do garimpo, junto dos homens, em plena busca pelo ouro. Uma semana depois, Serra Pelada, A Lenda da Montanha de Ouro decide efetuar o caminho oposto, abordando esta parte da história com distanciamento, ouvindo diversas partes envolvidas na febre do ouro. A ficção queria recriar a ilusão, já o documentário se encarrega de desconstruí-la.

O diretor Victor Lopes efetua boas escolhas éticas: ao invés de querer mostrar “a verdade” por trás de Serra Pelada, apresentando fatos e contestando versões, ele decide explorar justamente o fato de que esta história é controversa, mal documentada, e pode ser interpretada de diversas maneiras. O documentário escuta com igual atenção os garimpeiros, o Major Curió, prefeito autoritário do garimpo, e o presidente da Vale do Rio Doce, que se sente lesado pela extração frenética. 

Mas talvez os depoimentos mais ricos venham de antigos trabalhadores do local que relatam, com nostalgia ou remorso, seus anos de mineração. O cineasta aparenta ter grande proximidade com seus entrevistados, criando um tom de conversa informal, despretensiosa, que permite justamente as histórias mais inusitadas – e mais valiosas. Enquanto alguns evocam a convivência no garimpo como uma “sociedade perfeita” (com distribuição igualitária das terras, amizade entre os homens e mulheres à vontade), outros descrevem a organização de Serra Pelada como uma “Auschwitz tropical”.

Aí reside o maior mérito deste documentário: superar as questões históricas para chegar às implicações políticas e sociológicas desta nova cidade, criada às pressas, em torno da descoberta do ouro. Lopes usa Serra Pelada como uma metáfora para a utopia política de extrair da natureza uma riqueza que esteja ao alcance de todos, em igual proporção. Mas ao invés de se contaminar pela euforia da época, ele prefere mostrar o fim da festa, a reflexão após o baque. Conexões preciosas são feitas com os governos brasileiros, desde a ditadura militar até a privatização da Vale do Rio Doce por FHC.

Sem adicionar uma narração própria sequer, o documentário consegue contrapor diferentes pontos de vista e suscitar uma reflexão equilibrada a respeito da lenda, construída por histórias populares, fatos pouco comprovados, números aproximados. A incerteza sobre como retratar Serra Pelada é um dos principais temas do filme, que funciona também como reflexão sobre a própria representação da História no cinema.

Tecnicamente, a produção não tenta nenhuma ousadia estética, mas usa com inteligência os recursos da linguagem documental. Ao invés de abusar da trilha sonora, do som sincronizado para os depoimentos e de outras ferramentas típicas das reportagens (e dos documentários mais ingênuos), Serra Pelada, a Lenda da Montanha de Ouro tem uma montagem enxuta, tanto de som quanto de imagem, conseguindo criar novos significados para fotos e materiais de arquivo a partir do momento que são sobrepostos a depoimentos de época, em off. Lopes construiu uma obra de aparência modesta, mas inteligente como reflexão sobre o cinema e sobre a História. 

 

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Amazônia em Chamas (1994)

Baseia-se na história de Chico Mendes, seringueiro e ambientalista que dedicou sua vida a lutar contra a exploração dos trabalhadores e o desmatamento da Floresta Amazônica e foi assassinado por pistoleiros.

Quando os empresários olharam para a Amazônia, eles viram dinheiro, oportunidade e o futuro. Nada poderia impedí-los de realizar seus objetivos. A não ser Chico Mendes. Desde sua infância, Chico Mendes (Raul Julia) foi testemunha das brutalidades cometidas contra os seringueiros, explorados por seus patrões. Ainda jovem, decidiu dedicar-se a uma luta em favor de justiça para o povo de sua região. De pequenas discussões com criadores de gado, passando pela liderança de seu sindicato, a uma campanha internacional contra a devastação da floresta amazônica, Chico Mendes acreditava no diálogo e em soluções sem violência. Acabou transformando-se em uma figura de importância nacional, um herói local, e um peso ainda maior para seus inimigos...até que uma emboscada marcou o fim de sua vida de dedicação e esperança.

Direção: John Frankenheimer

ELENCO
Raul Julia ... Chico Mendes
Carmen Argenziano ... Alfredo Sezero
Sonia Braga ... Regina de Carvalho
Kamala Lopez ... Ilzamar
Luis Guzmán ... Estate Boss
Nigel Havers ... Steven Kaye
Tomas Milian ... Darli Alves
Esai Morales ... Jair
Edward James Olmos ... Wilson Pinheiro

MEGA  Parte01 / Parte02 / Parte03 / Parte04

SENHA: cinecult

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O Contestado - Restos Mortais (2010)

O documentário "O Contestado - Restos Mortais", do catarinense Sylvio Back, dialoga com uma vertente bastante comum no cinema brasileiro contemporâneo: o filme espírita.

O longa faz um trabalho interessante de pesquisa sobre a Guerra do Contestado, acontecida na divisa entre Santa Catarina e Paraná, entre 1912 e 1916, mas toma caminhos questionáveis ao colocar diante da câmera médiuns que supostamente incorporam espíritos de pessoas envolvidas no conflito.

A melhor parte do filme vem de historiadores --como Nilson Fraga, Ivone Gallo e Marli Auras--, do brasilianista Todd A. Diacon e do músico e folclorista Vicente Telles. As entrevistas são bem conduzidas e se complementam na montagem, que segue um arco lógico e narrativo, dando clareza ao desenvolvimento do conflito, com detalhes relevantes.

Porém, ao colocar em cena os médiuns, o diretor parece confiar que todos os seus espectadores realmente acreditem nisso. Porém, para quem não crê nesse tipo de manifestação, o filme para de funcionar na hora em que entram em cena.

"Incorporados", vítimas e rebeldes contam suas histórias, gritam por socorro da mãe, explicam porque lutaram, em sequências que lembram encenações teatrais.

A melhor parte do filme acontece mesmo quando os especialistas traçam um perfil desta guerra, que deixou entre 5 mil e 8 mil rebeldes mortos, explicando suas causas, desenvolvimento e consequências. Como é o caso da historiadora Marcia Motta, alegando que "foi um jogo de posse-propriedade, legal-ilegal, que fez da experiência do Contestado um exemplo emblemático de luta pela terra no Brasil".

Diretor experiente, Back ("Jânio 20 Anos Depois", "Aleluia Gretchen", "Lost Zweig") aprofunda-se no tema e traz fatos desse conflito pouco abordado da história do Brasil. E o documentário se sustenta tão bem em seus depoimentos e montagem que é de se questionar se as manifestações mediúnicas realmente são necessárias para seu desenvolvimento.

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Fé (1999)

 Diretor: Ricardo Dias

 Fé é um filme documentário de longa metragem enfocando a religião e a fé no Brasil de hoje. O poder da fé. As grandes festas religiosas, os rituais mais marcantes das diferentes religiões, seitas e cultos, os pastores e os fiéis. Os realizadores partiram de um princípio básico religião não é ópio do povo. A fé tem uma importância decisiva para grande parte da população brasileira, a sua presença é ainda maior do que aparenta. Para conhecer o Brasil e os brasileiros é fundamental livrar-se de e vivenciar profundamente a religião e a fé do nosso povo.

 

Espaço Sagrado (1975)

Direção: Geraldo Sarno

O filme documenta o espaço sagrado de um candomblé típico do Recôncavo Baiano, com suas diferentes origens e sincretismos entre etnias africanas e indígenas; a casa de Exu e a comida sagrada, a camarinha, as ervas para fins rituais e os presentes para Iemanjá.

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O Poder da Mensagem (1975)

Entrevista com Elis Regina

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Com Licença, Eu Vou à Luta - 1985

Em Nilópolis Eliane (Fernanda Torres), uma jovem de 15 anos que é filha de um casal de classe média baixa, se apaixona por Otávio (Carlos Augusto Strazzer), um desquitado com 33 anos. Ao saberem do namoro Eunice (Marieta Severo) e Mílton (Reginaldo Farias), os pais de Eliane, a proíbem de ver Otávio. Porém Eliane continua o namoro e fica grávida. Seus pais descobrem a situação, tendo início pressões psicológicas acrescidas de prisão domiciliar imposta pela família, que tinha levado o caso à justiça e o juiz ordenara que Eliane e Otávio podiam regularmente se ver até que a situação deles se legalizasse. Além disto uma agressão do pai a faz abortar. Eliane procura ajuda legal e descobre que sem a presença dos pais não pode reclamar por seus direitos. Desta maneira o casal decide fugir, pois esta é a única saída que resta.

Dirigido por Lui Farias

Elenco:

  • Fernanda Torres - Eliane
  • Carlos Augusto Strazzer - Otávio
  • Marieta Severo - Eunice
  • Yolanda Cardoso - Avó
  • Tania Boscoli - Cida
  • Ilva Niño - Mãe de Otávio
  • Duse Nacaratti - Teresa

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Aula Espetáculo com Ariano Suassuna 

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As Hiper Mulheres (2011)

Dirigido por Takumã Kuikuro, Carlos Fausto e Leonardo Sette

Com receio que sua esposa já idosa venha a falecer, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar mais uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.

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Doméstica (2012)

Direção: Gabriel Mascaro
Durante uma semana, sete jovens se tornaram cineastas amadores e filmaram o cotidiano de suas empregadas domésticas. O material foi entregue ao diretor Gabriel Mascaro que compilou os momentos mais marcantes neste documentário.

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Brasil: Um relatório da Tortura (1971)

Brazil: A Report on Torture (1971), de Haskell Wexler e Saul Landau.
Filmado no Chile, logo após a chegada dos 70 presos políticos brasileiros trocados pelo embaixador suíço, é um documentário com cenas fortes (há reconstituições de vários tipos de tortura).

Os idiomas usados no documentário são majoritariamente português e "portunhol", com legendas em inglês. Para quem fala inglês, há uma pequena introdução de quinze minutos, na mesma página, com os autores do documentário, falando, recentemente, sobre como foi feito. Eles estavam no Chile, para entrevistar Salvador Allende, e, enquanto esperavam para marcar a entrevista, ficaram sabendo da chegada do grupo. Resolveram entrevistá-los. É um documento histórico. Um dos entrevistados é o Frei Tito, que, mais tarde, veio a se suicidar (em 1974, na França), assim como uma outra entrevistada, Maria Auxiliadora Lara Barcelos, que também se matou (em 1976, em Berlim).

No vídeo, aparecem também Jean Marc van der Weid, ex-presidente da UNE e Nancy Mangabeira Unger, irmã do ex-ministro. 

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O Cinema Falado (1986) / Minhateca

Dirigido por Caetano Veloso

Com uma linguagem experimental e completamente focado na palavra, o experimental se mescla ao documental. Textos para serem ditos: de prosa e de poesia, de filosofia, escritos pelo próprio diretor ou por seus escritores prediletos. Pessoas de quem ele gosta, atores com quem convive. Exercícios de som e de fotografia, um pouco de dança e de teatro. Lugares onde mora, na realidade ou na lembrança. Caetano define o filme como: "ensaio de ensaios de filmes possíveis para mim e para outros.,, Quase 100% composto de falações ou teóricas ou poéticas ou poético-teóricas, mas ditas em meio a uma ação relativamente indefinida e mais ou menos indiferente ao que o texto está dizendo"

O elenco se confunde entre atores e figuras icônicas na vida do compositor. Integram o longa nomes como Dona Canô Veloso, Paula Lavigne, Dedé Veloso, Regina Casé, Julio Bressane, Hamilton Vaz Pereira, Dadi Carvalho, Guilherme Araujo, Mauricio Mattar entre outros.

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Luz del Fuego (1982) / Minhateca

Direção: David Neves

ELENCO
Lucélia Santos
Joel Barcellos
Ivan Cândido
Walmor Chagas
Renato Coutinho
José de Abreu
Celso Faria
Wilson Grey
Beatriz Horta
Carlos Kroeber
Monique Lafond
Cecil Thiré

A vida da ex-vedete Luz de Fuego, cuja carreira foi marcada por escândalos, com a polícia e com os políticos, e que acaba vivendo seus últimos dias de glória com um pescador, em sua ilha de nudismo.

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2 Filhos de Francisco - A História de Zezé di Camargo (2005)

Dirigido por Breno Silveira

Elenco:

  • Márcio Kieling como Zezé di Camargo
  • Thiago Mendonça como Luciano Camargo
  • Ângelo Antônio como Seu Francisco Camargo
  • Dira Paes como D. Helena Camargo
  • Lima Duarte como Benedito (avô de Zezé di Camargo)
  • Paloma Duarte como Zilú
  • José Dumont como Miranda
  • Dáblio Moreira como Zezé di Camargo (criança)
  • Wigor Lima como Luciano (criança)
  • Marcos Henrique como Emival
  • Maria Flor como Solange
  • Natália Lage como Cleide
  • Jackson Antunes como Zé do Fole
  • Pedro Leonardo como Leonardo
  • Thiago como Leandro

Francisco Camargo (Ângelo Antônio) é um lavrador de Pirenópolis, no interior de Goiás, que tem um sonho aparentemente impossível: transformar dois de seus nove filhos em uma dupla sertaneja. Ele inicialmente deposita sua esperança no mais velho, Mirosmar, e resolve lhe dar um acordeão quando o menino completa onze anos. Mirosmar e seu irmão Emival, que toca violão, fazem sucesso nas festas da vila onde moram (Capela do Rio do Peixe, distrito de Pirenópolis), mas devido à perda da propriedade onde moravam nos anos 70, toda a família é obrigada a se mudar para Goiânia.

Mirosmar (Márcio Kieling) e Emival (Marcos Henrique) começam então a tocar na rodoviária local, na intenção de conseguir algum dinheiro para ajudar em casa. Lá eles conhecem Miranda, empresário de duplas caipiras, que viaja com eles por mais de quatro meses. Os irmãos novamente fazem sucesso e chegam até mesmo a cantar para seis mil pessoas em um espetáculo no interior do país, mas um acidente automobilístico encerra prematuramente a carreira da dupla, com o falecimento de Emival.

Após quase desistir da carreira artística, Mirosmar decide voltar a cantar, agora usando o nome artístico de Zezé Di Camargo. Ele grava um disco solo, mas não obtém sucesso. Já casado e com duas filhas pequenas, Zezé tem dificuldades em sustentar a família e o máximo que consegue é que outras duplas cantem composições suas. É quando ele encontra em seu irmão Welson, que passa a usar o nome artístico de Luciano, o parceiro ideal para levar adiante a carreira musical.

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EVOÉ! - RETRATO DE UM ANTROPÓFAGO (2011)

Direção: Tadeu Jungle, Elaine César

Um filme que mistura depoimentos recentes e imagens históricas da carreira do diretor, ator e dramaturgo Zé Celso, do Teatro Oficina. Usa como base quatro viagens a pontos chave da trajetória do Zé: Sertão da Bahia, Praia de Cururipe, em Alagoas (onde o Bispo Sardinha foi devorado), Epidaurus e Atenas, na Grécia, e o apartamento de São Paulo. 

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Abolição (1988)

Direção: Zózimo Bulbul

Produzido durante o Centenário da Abolição da Escravatura, o documentário tende a averiguar a vida do negro no Brasil social, histórica e culturalmente. O longa reúne declarações de grandes figuras públicas e de cidadãos brasileiros. 

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Mr. Sganzerla - Os Signos da Luz (2011)

Um filme de Joel Pizzini com Rogério Sganzerla, Helena Ignêz, José Mojica Marins, Júlio Bressane.

Reinvento fantasioso da carreira do cineasta Rogério Sganzerla e a importância de seus ídolos em suas produções. Com depoimentos de parceiros como Helena Ignez e Júlio Bressane e a mostra de arquivos raros, o longa a narra a metodologia, o feitio e a sonoridade desfrutada pelo diretor em seus filmes.

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Encontro com Milton Santos – O mundo global visto do lado de cá (2006)

Documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos (1926–2001), gravada quatro meses antes de sua morte.

Milton Santos não era contra a globalização e sim contra o modelo de globalização vigente no mundo, que ele chamava globalitarismo. Analisando as contradições e os paradoxos deste modelo econômico e cultural, Milton enxergou a possibilidade de construção de uma outra realidade, que ele considerava "mais justa e mais humana"

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1932, A Guerra Civil (1993) | 52 min

Diretor: Eduardo Escorel

 Para os paulistas, no início da década de 1930, o Governo Provisório de Getúlio Vargas se transformara numa ditadura. Havia insatisfeitos em todo o país, mas só os paulistas se levantaram em armas. A guerra civil durou três meses. Nela, houve cerca de oitocentas vítimas fatais, mais do que o número de soldados brasileiros mortos na Segunda Guerra Mundial. Apesar do apoio maciço da população e do alistamento espontâneo de 45 mil civis, os paulistas acabaram derrotados. O documentário trata desses eventos e questiona a noção ainda hoje dominante de que a guerra civil tinha propósitos separatistas.

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1935, o Assalto ao Poder (2002)

Diretor: Eduardo Escorel

O ano de 1935 estava chegando ao fim quando três levantes militares, em três diferentes capitais brasileiras, tentaram derrubar o governo de Getúlio Vargas. Liderada por membros do Partido Comunista do Brasil, a insurreição deflagrada em Natal, Recife e no Rio de Janeiro, foi um fracasso militar e político. Em poucos dias o movimento foi inteiramente dominado. O governo de Getúlio foi implacável com os insurretos. Vários deles foram brutalmente torturados e até quem era mero simpatizante do Partido Comunista acabou preso. Este complexo processo teve como protagonistas, além de Getúlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Octávio Brandão, Olga Benário, Gregório Bezerra e Giocondo Dias. Com base em imagens inéditas encontradas em arquivos europeus e norte-americanos, o filme conta ainda com depoimentos de vários participantes do levante e intervenções dos historiadores Paulo Sérgio Pinheiro, Boris Fausto, José Murilo de Carvalho, Marly Vianna, Paulo Cavalcanti e Homero Ferreira, além do escritor Fernando Morais e do jornalista William Waak.

MAIS FORTE QUE O MUNDO (2016) / Senha: downloadlivre.net

Nascido e criado em Manaus, José Aldo (José Loreto) precisa lidar com a truculência do pai, Seu José (Jackson Antunes), que além de se embebedar constantemente ainda por cima bate na esposa, Rocilene (Cláudia Ohana), com frequência. Enfrentando constantemente seus demônios internos, Aldo encontra na luta sua válvula de escape. Acreditando em seu futuro como lutador, ele aceita se mudar para o Rio de Janeiro e morar de favor no pequeno alojamento de uma academia. Lá ele recebe o apoio do amigo Marcos Loro (Rafinha Bastos) e conhece Vivi (Cleo Pires), uma jovem que vai constantemente à academia. Precisando ralar um bocado para se manter, Aldo enfim consegue um voto de confiança do treinador Dedé Pederneiras (Milhem Cortaz), iniciando assim sua carreira no mundo do MMA.

Pelé - O Nascimento de uma Lenda - 2016 / 1FICHIER

Um filme de Michael Zimbalist, Jeff Zimbalist com Leonardo Lima Carvalho, Kevin de Paula, Vincent D'Onofrio, Seu Jorge.

A história de Pelé, o maior jogador de futebol de todos os tempos, de sua infância na cidade mineira de Três Corações até a consagração ao ganhar a Copa do Mundo de 1958 pelo Brasil, com apenas 17 anos. 

MARIMBÁS (1963) / MEGA

Único filme do jornalista Vladimir Herzog, o curta-metragem é resultado do curso de cinema ministrado pelo documentarista sueco Arne Sucksdorf no Brasil, em 1962. Produzido no estilo do Cinema Verdade, mostra a presença dos marimbás, intermediários entre a pesca e as sobras do produto, em oposição aos pescadores e aos banhistas da praia no Posto 6, em Copacabana. 

 

Quem Matou Pixote? - 1996 / MINHATECA

A história de Fernando Ramos da Silva, um semi-analfabeto que ficou conhecido ao interpretar o papel-título em Pixote - A Lei do Mais Fraco. Porém, quando a fama acabou ele não conseguiu trabalho como ator, se desesperou e acabou se enveredando pelo crime, como o personagem que interpretou.

Elenco:

  • Cassiano Carneiro ... Fernando Ramos da Silva (Pixote)
  • Luciana Rigueira ... Cida Venâncio da Silva
  • Joana Fomm ... Josefa
  • Tuca Andrada ... Cafu
  • Roberto Bomtempo ... Lobato
  • Carol Machado ... Ana Lúcia
  • Maria Luisa Mendonça ... Malu
  • Antonio Abujamra ... Lawyer
  • Paulo Betti ... Diretor de TV
  • Edmilson Santi ... Policial
  • Louise Cardoso
  • Neuza Caribé ... Operária da briga
  • Maria Lúcia Dahl ... Atriz de TV
  • Candido Damm ... Carbonara
  • Laura Lustosa ... Mulher assaltada
  • Henrique Pires ... Homem assaltado
  • Antônio Petrin ... Comissário
  • Sávio Pinheiro ... Kiko
  • Anselmo Vasconcelos ... Diretor do filme
  • Thiago Vidal ... Fernando (criança)
  • Orlando Vieira ... Louzeiro
  • David Ypond ... Policial/Japa
  • Luiz Sérgio Silva ... Homem dos búzios
  • Janser Barreto ... Artista de rua
  • Tina Águas ... Irmã de Fernando
  • Luciane Vivas ... Irmã de Fernando
  • Duda Mamberti ... Dono do Bar
  • Maurício Souza Lima ... Jornalista na estréia de "Pixote"
  • Tuca Moraes ... Jornalista na estréia de "Pixote"
  • Márcia de Paoli ... Jornalista na estréia de "Pixote"
  • Jaime Berenger ... Comparsa de Cafú
  • Dirceu Bellizzi ... Comparsa de Cafú
  • Sônia Praça ... Equipe de cinema
  • Marcelo Ferreti ... Equipe de cinema
  • Silvano Monteiro ... Jornalista na delegacia
  • Marco Aurélio Harmelin ... Jornalista na delegacia
  • Cacá Diaz ... Rapaz que dança com Ana Lúcia
  • Antonio Abujamra ... Advogado
  • Marco Antônio Americano ... Comprador de carro roubado
  • Luiz Otávio ... Técnico de TV
  • Isley Clair ... Amante de Cafú
  • Rafaela Amado ... Aluna de teatro
  • Pedro Brício ... Aluno de teatro
  • Eduardo de Souza Assis Filho ... Kiko criança
  • Talita Yasmim Mesquita de Oliveira ... Jaqueline aos 3 anos
  • Thaiana Santana ... Jaqueline com 1 ano
  • Alexa Mesquita de Oliveira ... Jaqueline com 1 mês
  • Gabriela Saraiva ... Cida aos 9 anos

 Dirigido por José Joffily 

 

DARCY RIBEIRO - O GUERREIRO SONHADOR (2007) / MINHATECA

Dirigido por: Fernando Barbosa Lima

Narrado pela atriz Cássia Kiss, o documentário remonta a vida de Darcy Ribeiro a partir de matérias produzidas pelo próprio educador e por meio de depoimentos de amigos como Oscar Niemeyer, Leonel Brizola, Sérgio Cabral, Cristovam Buarque, Ziraldo, Nélida Piñon e Eric Nepomuceno, dentre outros.

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Um Passaporte Húngaro (2001) / MINHATECA

Direção: Sandra Kogut

Através do pedido de um passaporte, Sandra Kogut guia este documentário, partindo em busca da história de sua família, dividida entre dois mundos e dois exílios: aqueles que se foram e aqueles que permaneceram onde estavam, os imigrantes que chegaram ao Brasil na década de 40 em decorrência da Segunda Guerra e os que não puderam sair da Hungria.

 

Malditos Cartunistas(2010) / Minhateca

Dirigido por: Daniel Garcia

Se você é daqueles que ainda acha que história em quadrinhos é coisa de criança, o documentário Malditos Cartunistas é uma boa pedida.

Produzido por Daniel Garcia e Daniel Paiva, o documentário pretende traçar um panorama da produção de cartuns e HQs no Brasil, com depoimentos de grandes nomes como Laerte, Adão Iturrusgarai, Caco Galhardo, Maurício de Sousa, Allan Sieber e Ziraldo, entre outros.

Glauco, cartunista que foi assassinado no começo do ano, também deu seu depoimento para o filme.

Malditos Cartunistas mostra, de forma bem humorada - como não podia deixar de ser - as bênçãos e as maldições de ser cartunista, uma espécie em extinção. Quer dizer, quase em extinção.

PATATIVA DO ASSARÉ - AVE POESIA (2007) / MINHATECA

Direção: Rosemberg Cariry

A vida e a obra do poeta Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, um dos poetas populares mais reconhecidos e célebres da poética nacional, em especial o lado político de seus atos, a confecção de seus poemas e sua relevância para a cultura brasileira, narrada através de depoimentos concedidos, em diversas épocas, por seus familiares, amigos e admiradores. 

Manda Bala (Send a Bullet, 2007) / Minhateca

Dirigido por Jason Kohn

Manda Bala traça o perfil de pessoas como um empresário que blinda seu carro, um cirurgião plástico que reconstrói as orelhas de vítimas de sequestro, e o ex-Governador e Senador Jáder Barbalho, um poderoso político brasileiro do estado do Pará, que usava uma fazenda de sapos para lavagem de dinheiro, e o próprio criador de sapos.
O filme detalha muitas das razões para a corrupção brasileira, incluindo o fato que políticos em exercício, perante a lei, têm tratamento e julgamento diferentes de civis, e consequentemente nunca serão punidos por crimes que cometeram enquanto exerciam seus cargos. Outro fator - e outro ponto principal do filme - é a ubiquidade do sequestro no Brasil, o que garante que a chance de alguma compensação ou reparo é muito baixa, e que o inimigo de alguém (político ou outro qualquer) está sujeito a "desaparecer" com certa facilidade. 

Césio 137, O Pesadelo de Goiânia (1990) / Minhateca

Uma reconstrução do acidente radiológico de Goiânia, um episódio de contaminação por radioatividade - o maior da história do Brasil.

Dirigido por Roberto Pires

ELENCO:

  • Nelson Xavier - Devair Alves Ferreira
  • Joana Fomm - Maria Gabriela
  • Paulo Betti - Roberto dos Santos
  • Stepan Nercessian - Edson Fabiano
  • Paulo Gorgulho - Wagner Mota(Vavá)
  • Denise Milfont
  • Telma Reston
  • Marcelia Cartaxo
  • Mallú Moraes
  • Venerando Ribeiro
  • Carmem Moretzsohn
  • Ivan Marques
  • Mauri de Castro
  • Josiane Oliveira
  • Liege Salgado
  • Caio Júlio Bittencourt - Motorista do caminhão que retirou a cápsula do ferro velho 

Favela Rising (2005) / Minhateca

Dirigido por Matt Mochary, Jeff Zimbalist.

A figura central de "Favela Rising" é o cantor Anderson Sá, morador de Vigário Geral, que chegou próximo de se tornar um criminoso, mas sua carreira mudou de rumo ao conhecer as oficinas promovidas pela ONG Afro-Reggae.

A mudança na vida do rapaz foi tão radical que ele se tornou não apenas o vocalista da banda, como também o principal porta-voz da ONG. Com a ajuda de Anderson, e centenas de jovens, crianças e adolescentes descobrem a cada dia que há outras possibilidades além do tráfico.

Com ecos de "Cidade de Deus", o documentário expõe o quão fácil e sedutor é para a criança se tornar traficante -- mas ao mesmo tempo, como esse "trabalho" reduz a vida a poucos anos. Um dos momentos mais tocantes de "Favela Rising" acontece quando Anderson conversa com um menino de dez anos.

Quando perguntado qual a profissão que pretende seguir, o garoto não titubeia e diz que vai ser bandido, porque eles são ricos e têm poder. Mas com o trabalho da ONG na favela, Anderson e os documentaristas mostram que esses jovens estão se conscientizando de que é possível trilhar outros caminhos.

A força do filme de Zimbalist e Mochary está em mostrar a favela como um ambiente social em constante mudança -- para o bem e para o mal. Um dos momentos de maior tensão do filme é quando um jovem que trabalha no tráfico faz algumas confissões com a câmera ligada, deixando até o tradutor da equipe perplexo e preocupado com as denúncias. 

Garrincha - Estrela Solitária (2003) / MINHATECA

Direção: Milton Alencar

Elenco:

  • André Gonçalves - Garrincha
  • Taís Araújo - Elza Soares
  • Alexandre Schumacher - Nílton Santos
  • Henrique Pires - Sandro Moreyra
  • Jece Valadão - Carioca
  • Marília Pêra - Vanderléia
  • Chico Diaz - Sobral
  • Roberta Rodrigues - Nair
  • Marcelo Escorel - Gilberto
  • Ana Couto - Iraci
  • Romeu Evaristo - Pincel
  • Maurício Gonçalves - Arati
  • Ronnie Marruda
  • Creo Kellab
  • Guti Fraga
  • Paschoal Villaboim
  • Eduardo Silva

A vida de Garrincha, o "anjo das pernas tortas", dentro e fora do campo, confrontando o mito do futebol mundial ao homem humilde e analfabeto do interior. Em 1980 a escola de samba Mangueira homenageia Garrincha, que desfila em um carro alegórico especialmente preparado para ele. As várias facetas de Mané Garrincha são mostradas a partir das lembranças de pessoas que lhe foram muito próximas e que o amaram de diferentes maneiras. As histórias que Elza Soares, Iraci, Sandro Moreyra e Nilton Santos viveram com Garrincha compõem uma visão multilateral de sua personalidade e de seu destino de glórias e tragédias. 

 

CHATÔ - O REI DO BRASIL (2015) / Mega

Direção: Guilherme Fontes

 O magnata das comunicações Assis Chateaubriand (Marco Ricca) é a estrela principal de um programa de TV chamado "O Julgamento do Século", realizado bem no dia de sua morte. É nele que Chatô relembra fatos marcantes de sua vida, como os casamentos com Maria Eudóxia (Letícia Sabatella) e Lola (Leandra Leal), a paixão não-correspondida por Vivi Sampaio (Andréa Beltrão), como manipulava as notícias nos veículos de comunicação que comandava e a estreita e conturbada ligação com Getúlio Vargas (Paulo Betti), que teve início ainda antes dele se tornar presidente.

O COMEÇO DA VIDA (2016) / MEGA

Da mesma diretora de "Muito Além do Peso" e "Criança a Alma do Negócio". Um dos maiores avanços das neurociências foi a comprovação de que os bebês são muito mais do que uma mera carga genética. Hoje, é sabido que o desenvolvimento humano caracteriza-se pelas interações dos aspectos genéticos, relacionais e ambientais. Sendo assim, o Filme nos convida para a seguinte reflexão: Estamos cuidando bem dos primeiros anos de vida, daqueles que definem tanto o presente quanto o futuro da humanidade?
Direção: Estela Renner 

 

Mazzaropi - O cineasta das plateias (2002) / MEGA

Neste documentário produzido exclusivamente pelo Instituto Mazzaropi, você vai ter a oportunidade de ver cenas de filmes, depoimentos de estudiosos, intelectuais, historiadores e artistas populares como Ratinho e ainda vai ver trechos de sua última apresentação na televisão no programa da Hebe Camargo. Um filme à altura do artista e obrigatório para sua coleção. 

OSCAR NIEMEYER – A VIDA É UM SOPRO (2007) / Minhateca

Direção: Fabiano Maciel

Um dos maiores arquitetos de todos os tempos, Niemeyer conta de forma descontraída como concebeu seus principais projetos. Mostra como revolucionou a arquitetura moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. E fala também sobre sua vida, seu ideal de uma sociedade mais justa e de questões metafísicas, como a insignificância do Homem diante do Universo. 

Leila Diniz (1987) / DEPOSITFILES / Minhateca

O filme retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, morta num acidente de avião.

Elenco principal:

  • Louise Cardoso .... Leila Diniz
  • Paulo César Grande
  • Diogo Vilela .... Bigode
  • Carlos Alberto Riccelli .... Domingos de Oliveira
  • Marieta Severo .... mãe de Leila Diniz
  • Tony Ramos .... pai de Leila Diniz
  • Antônio Fagundes .... Ruy Guerra
  • Yara Amaral
  • Rômulo Arantes .... Toquinho
  • André Felippe Di Mauro ... André [1] [2]
  • Marcos Palmeira
  • Otávio Augusto .... Marcelo Cerqueira
  • Pedro Bial .... repórter
  • Sérgio Cabral .... ele mesmo
  • Dennis Carvalho .... Flávio Cavalcanti
  • Hugo Carvana .... Clyde
  • Chacrinha .... ele mesmo
  • Tarso de Castro .... ele mesmo
  • Mariana de Moraes .... Leila Diniz (criança)
  • Danuza Leão .... ela mesma
  • Oswaldo Loureiro .... Alfredo Buzaid
  • José Wilker .... Ator

Dirigido por Luiz Carlos Lacerda 

Nise - O Coração da Loucura (2016) / MEGA Senha: downloadlivre.net

A médica Nise da Silveira (Glória Pires) passou 15 meses presa por causa de seu envolvimento com o marxismo e volta ao trabalho no Hospital Psiquiátrico Pedro II. No entanto, ela entra em conflito com os colegas pelos métodos de tratamento, como lobotomia e eletrochoque. Ela então decide implementar um novo tipo de terapia, focada em pintura e no convívio com animais domésticos.

 

PIXO / MEGA

Pichação, visto por muitos na sociedade como apenas um ato de "Vandalismo", porem para os próprios pichadores tem outros sentidos, tais como: "Liberdade, manifestação, transgressão, protesto, arte, etc.."
O impacto da pichação como fenômeno cultural na cidade de São Paulo e sua influência internacional como uma das principais correntes da Street Art. 
O documentário participou da exposição Né dans la Rue (Nascido na Rua), da Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, em Paris.
O documentário mostra a realidade dos pichadores, acompanha algumas ações, os conflitos com a polícia e mostra um outro olhar sobre algumas intervenções já muito exploradas pela mídia. 
O filme não traz respostas, mas fornece argumentos para o debate: pichação é arte ou é crime?

"A partir do momento que o filme e a temática são super bem aceitos em Paris, isso começa a abrir um pouco mais a cabeça da galera por aqui também", disse Oliveira.
O documentário tem ainda Jorge du Peixe, Racionais, Tejo Damasceno e Instituto e uma música inédita do rapper Sabotage como trilha.

 

Mauá, O Imperador e o Rei (1999) / Minhateca

Esta é a fantástica história de Irineu Evangelista de Souza, o Visconde e Barão de Mauá, um dos homens mais ricos e poderosos que o Brasil já conheceu. Evangelista de Souza começou a trabalhar ainda menino. Ambicioso e empreendedor, ele foi ocupando cargos, até que aos 30 anos de idade construiu a primeira indústria brasileira.

Direção: Sergio Rezende

ELENCO
Paulo Betti ... Mauá
Malu Mader ... May
Othon Bastos ... Visconde de Feitosa
Michael Byrne ... Sr. Carruthers
Antonio Pitanga ... Valentim
Rodrigo Penna ... D. Pedro II
Roberto Bomtempo ... Visconde do Rio Branco
Jorge Neves ... Mauá
Richard Durden ... Barão de Rosthschild
Murilo Grossi ... Ricardo
Elias Mendonça ... Pereira
Cláudio Corrêa e Castro ... Visconde do Uruguai
Edwin Luisi ... Aurélio
Rogério Fróes ... Marquês do Paraná
Hélio Ary ... Liquidator Bank
Carlos Gregório ... Conde Bonifácio
Hugo Carvana ... Queiroz
José de Abreu ... Juiz
Ernani Moraes ... Batista
Denise Weinberg ... Queiroz's Wife
Maria Alves ... Matilde
Flávio Bruno ... Bank manager
Carmem Caroline ... Queiroz's Daughter
Chico Expedito ... Slaves's dealer
David Herman ... English Engineer
Assis Joffily ... Maçom
Fernando José ... Military
Miguel Lunardi ... Lawyer
Alberto Magalhães ... Perna de Pau
Thomas Morkos ... Mauá (child)
Waldir Onofre ... Slaves Administrator
Vera Papua ... Valentim's Wife
Rafael Ponzi ... Connoisseur
Thaís Portinho ... May's Mother
Paulo Reis ... Doctor

JANELA DA ALMA (2001) / MEGA / Minhateca

Dezenove pessoas com diferentes graus de deficiência visual, da miopia discreta à cegueira total, falam como se vêem, como vêem os outros e como percebem o mundo.
O escritor e prêmio Nobel José Saramago, o músico Hermeto Paschoal, o cineasta Wim Wenders, o fotógrafo cego franco-esloveno Evgen Bavcar, o neurologista Oliver Sacks, a atriz Marieta Severo, o vereador cego Arnaldo Godoy, entre outros, fazem revelações pessoais e inesperadas sobre vários aspectos relativos à visão: o funcionamento fisiológico do olho, o uso de óculos e suas implicações sobre a personalidade, o significado de ver ou não ver em um mundo saturado de imagens e também a importância das emoções como elemento transformador da realidade ­ se é que ela é a mesma para todos.

Direção: João Jardim e Walter Carvalho

 

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GONZAGA: DE PAI PRA FILHO (2012)

O fio condutor de Gonzaga são fitas com gravações originais de uma longa discussão entre pai e filho. Tensa conversa que Gonzagão e Gonzaguinha travaram nos anos 80, espécie de acerto de contas entre os dois. Esse drama pessoal se mistura à trajetória musical de Luiz Gonzaga e permite compreender também como aflorou a veia rebelde de Gonzaguinha, expressa em suas músicas.

A trama começa em 1981, mostrando um já famoso Gonzaguinha recebendo a visita da então esposa de Luiz Gonzaga, Helena, nos bastidores de um show. Hesitante, a mulher pede que ele visite o pai, argumentando que Gonzaga precisa de sua ajuda. Há anos os dois não se veem e Gonzaguinha recusa a princípio. Ato-contínuo, vemos a Brasília do cantor chegando à casa do pai em Exu. Ele muda de ideia e vai encontrar Gonzaga para ajudá-lo, mas também confrontá-lo. Do encontro, de onde se originaram as gravações, Gonzaga – de Pai para Filho faz incursões ao passado, revelando a trajetória de Luiz Gonzaga e como, ao longo dos anos dedicados à carreira, ele distanciou-se do filho até que, entre os dois, passasse a existir um abismo.

Apesar de usar os ressentimentos entre a dupla como ponto de partida, o longa não deixa de lado elementos básicos necessário a uma cinebiografia em busca do grande público. Temos a apresentação do personagem, a descoberta do talento, as dificuldade pelo caminho, o sucesso e a redenção final, tudo muito bem encadeado e linearmente desenvolvido para não causar quaisquer tipos de estranheza ao público médio.

Destacam-se no filme o músico Chambinho do Acordeon, que, mesmo sem experiência dramática, dá vida a um Luiz Gonzaga convincente entre os 27 e 50 anos, e Julio Andrade, o interprete de Gonzaguinha dos 35 aos 40 anos. O trabalho de caracterização de ambos é excelente, mas no caso de Andrade vale ressaltar o impressionante desempenho cênico do ator, que de fato incorporou seu personagem nos mínimos detalhes.

Gonzaga - De Pai para Filho peca um pouco por excessos eventuais no uso da música incidental para marcar a emoção em certas cenas. Quando isso acontece há redundância já que o momento, forte o suficiente emocionalmente, dispensava o recurso. Detalhe num filme redondo, que não arrisca, mas que atinge com êxito seu propósito: chegar ao grande público com a tocante história de um dos maiores artistas populares brasileiros.

Dirigido por Breno Silveira

Elenco:

  • Chambinho do Acordeon como Luiz Gonzaga
  • Adelio Lima como Luiz Gonzaga
  • Júlio Andrade como Gonzaguinha
  • Alison Santos como Gonzaguinha (dos 10 aos 14 anos)
  • Nanda Costa como Odaleia
  • Anna Aguiar como Nazinha
  • Sílvia Buarque como Dina
  • Claudio Jaborandy como Januário
  • Cyria Coentro como Santana
  • Domingos Montagner como Coronel Raimundo
  • Armando Bógus como Coronel Silveira
  • Cecília Dassi como Nazinha (jovem)
  • Land Vieira como Luiz Gonzaga (jovem)
  • Ana Roberta Gualda como Helena
  • João Miguel como Miguelzinho
  • Bárbara Gabrielly como figurante

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Max Trombini e Caio Castro

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Domingos Montagner e Caio Castro

"A grande vitória", de Stefano Capuzzi Lapietra (2014)

Produzido pela O2 filmes, o filme é o longa de estréia do Cineasta Stefano Capuzzi Lapietra, que também escreveu o roteiro, baseado no livro "Aprendiz de Samurai", de Max Trombini. Como Cinéfilo eclético, não tenho nenhum tipo de objeção a filmes populares. Inclusive faço coro de que deve-se produzir filmes para todos os tipos de platéia, e não apenas filmes para serem vistos em Festivais e depois desaparecerem no circuito comercial. Nesse caso, "A grande vitória" tem como objetivo ser visto por apreciadores de esporte, no caso, judô, pessoas que buscam inspiração motivacional através de histórias de superação e fãs de melodramas. Para os que não se enquadram nesse perfil, o filme provavelmente não fará efeito, muito menos terá interesse. Max Trombini hoje em dia é um instrutor de judô e faz palestras motivacionais sobre como usar o esporte como exemplo para superar obstáculos na vida. Já vimos muitos filmes assim ("À procura da felicidade, com Will Smith, é um exemplo). Em termos de roteiro, o filme não tem nada de original: essa história, já vimos muitas vezes no Cinema. Não há surpresas nem reviravoltas mirabolantes. É um filme previsível, mas acredito ter sido essa a intenção dos produtores. Felipe Falanga e Caio Castro interpretam Max criança e jovem respectivamente. Ambos seguram a onda do personagem, complexo por conta de sua instabilidade emocional. Abandonado pelo pai (Domingos Montagner), Max se vira como pode na cidade de Ubatuba, ao lado de sua mãe (Suzana Pires), que trabalha como faxineira, e seus avós (Moacyr Franco e Tuna Dwek​). Ajudado pelo instrutor Josino (Tato Gabus Mendes), Max encontra no esporte a válvula de escape para exorcizar seus fantasmas, e passa a almejar o sonho de participar das Olimpíadas. Aonde reside o potencial do filme? Em 2 pontos: no elenco eclético e competente, que confere dignidade a um filme que poderia ter errado totalmente de tom (Sabrina Sato e Ratinho, pasmem, são os elementos estranhos ao filme). E na parte técnica (Fotografia excelente de Toni Gorbi, Direção de Arte de Tulé Peak e a trilha sonora). O diretor teve cuidado com o apuro visual do filme, se fazendo valer de steadycam, grua e outros aparatos que conferem dinâmica ao filme. Mas a busca incessante em se espelhar em produções famosas, como "Rocky, um lutador", tira o brilho e a originalidade ao narrar uma história que tem nos personagens, a sua maior força.

Elenco:

  • Caio Castro como Max Trombini
  • Felipe Falanga como Max quando era garoto
  • Sabrina Sato como Alice, namorada de Max
  • Suzana Pires como Teresa, mãe de Max
  • Domingos Montagner como César Trombini, pai de Max
  • Moacyr Franco como Benedito, avô de Max
  • Rosi Campos como a diretora da escola onde o Max estudou
  • Tato Gabus Mendes como Sensei Josino, treinador de Max em Ubatuba
  • Ken Kaneko como Sensei Umakakeba, treinador de Max em Bastos
  • Felipe Folgosi como amigo de Max em Bastos
  • Ratinho como Carlo, amigo de Max que lhe presta auxílio financeiro
  • O próprio Max Trombini como Professor Ariovaldo, professor de educação física na escola de Max 

 

Foto

Inspirado no livro autobiográfico “Canto dos Malditos”, de Austregésilo Carrano Bueno (na foto al lado do cartaz)

BICHO DE SETE CABEÇAS (2001)  / Minhateca

 Dirigido por Laís Bodanzky

ELENCO:

Rodrigo Santoro — Neto
Othon Bastos — Sr. Wilson ou Seu Wilson
Cássia Kiss — Meire, mãe de Neto
Daniela Nefussi — irmã de Neto
Jairo Mattos — enfermeiro Ivan
Altair Lima — Dr. Cintra Araújo
Caco Ciocler — interno Rogério
Linneu Dias — interno Jornalista
Gero Camilo — interno Ceará
Marcos Cesana — interno Biu ou Bil
Luis Miranda — enfermeiro Marcelo
Valéria Alencar — Leninha
Gustavo Machado — Lobo
Cláudio Carneiro — Alex
Talita Castro — Bel

Baixar Trilha Sonora

Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) possuem um relacionamento difícil, com um vazio entre eles aumentando cada vez mais. Seu Wilson despreza o mundo de Neto e este não suporta a presença do pai. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio, onde terá que suportar as agruras de um sistema que lentamente devora suas presas.

 

NOEL, O POETA DA VILA (2006) / MINHATECA

Dirigido por Ricardo van Steen

ELENCO:

Rafael Raposo .... Noel Rosa
Camila Pitanga .... Ceci
Lidiane Borges .... Linda
Mário Broder.... Wilson Batista
Paulo César Pereio .... médico de Noel
Flávio Bauraqui .... Ismael Silva
Guilherme Curty
Jonathan Haagensen .... Cartola
Carol Bezerra .... Araci de Almeida
Antônio Fagundes .... Benito Arqueirantes
Rui Resende .... pai de Noel
Supla .... Mário Lago
Roberta Rodrigues .... Lola
Otto .... Expedito da Cruz
Milton Filho .... Nilton Bastos
Rodrigo Amim
Fabrizio Fasano
Wilson das Neves .... Papagaio
Fábio Barreto
Eduardo Gallotti
Cristiano Gualda
Fábio Lago

O filme conta a historia de Noel Rosa, um homem que mudou a história da música popular brasileira.

Aos 17 anos Noel Rosa é um jovem engraçado, que possui um defeito no queixo, estuda Medicina e toca numa banda regional. Gosta da companhia de operários, negros favelados e prostitutas, com quem rapidamente faz amizade. Até que um dia conhece Ismael Silva, compositor que o desafia a compôr um samba. Noel usa uma paródia ao hino nacional para compôr Com que roupa?, que faz grande sucesso nas rádios de todo Brasil. A partir daí, Noel se dedica de vez ao mundo do samba, tornando-se um dos mais populares compositores brasileiros. 

Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976) / Minhateca

Dirigido por Hector Babenco

ELENCO:

Reginaldo Faria .... Lúcio Flávio
Ana Maria Magalhães .... Janice
Grande Otelo .... Dondinho
Ivan Cândido .... Bechara
Lady Francisco .... Lígia
Milton Gonçalves .... 132
Paulo César Peréio .... dr. Moretti
Stepan Nercessian .... suicida
José Dumont .... prisioneiro

O filme relata a trajetória do criminoso Lúcio Flávio, famoso bandido da década de 70 que tornou-se nacionalmente conhecido pelos roubos a banco e fugas espetaculares, embora algumas cenas do filme sejam diferentes em relação aos acontecimentos reais.

MEMÓRIAS DO CÁRCERE (1984) / MINHATECA

Dirigido por Nelson Pereira dos Santos

ELENCO:

Carlos Vereza .... Graciliano Ramos
Glória Pires .... Heloísa, esposa de Graciliano
Nildo Parente .... Emanuel da Silva Cruz, prisioneiro presidente da ANL
Tonico Pereira...Desidério, operário prisioneiro
José Dumont .... Mario Pinto, militar prisioneiro
Wilson Grey .... Gaúcho, ladrão prisioneiro
Jofre Soares .... Soares, prisioneiro revoltoso agrário
Jorge Cherques .... Dr. Goldberg, médico prisioneiro
Jackson de Souza.... Arruda, chefe militar da Colônia Penal
Waldir Onofre .... Cubano, prisioneiro
Fábio Barreto .... Siqueira Campos
Jayme del Cueto .... coronel
Ney Santanna...Lunard, ajudante e amigo de Graciliano
Gilson Moura...Capitão Mota, prisioneiro
Arduíno Colassanti
Procópio Mariano
Jurandir Oliveira
David Pinheiro...capitão Lobo, oficial do quartel
Erley Junior
Herbert Richers Jr. .... Sérgio, prisioneiro trotskista
Marcos Vinicius
David Quintans
Denny Perrier
Antonio Almejeiras
Jorge Coutinho
Tessy Callado
Ada Chaseilov
Lígia Diniz
Stella Freitas
Anilda Neves Leão
André Villon (participação especial)
Paulo Porto (participação especial)
Monique Lafond...francesa do sonho de Graciliano (participação especial)
Fábio Sabag...Padre Mangaratiba, pastor da Colônia Penal (participação especial)
Sílvio de Abreu (participação especial)
Nelson Dantas...Dr. Sarmento, diretor da Colônia Penal (participação especial)
Cássia Kiss...prisioneira
Luiz Linhares
Oswaldo Neiva
Mário Petraglia...capitão Macedo, prisioneiro
André Di Biase...tenente,prisioneiro

Na década de 1930, o escritor Graciliano Ramos (Carlos Vereza) é preso acusado de ligações com o Partido Comunista. Capturado em Alagoas, onde era servidor público e levava uma pacata vida, ele dá entrada no presídio de Ilha Grande, no Rio de Janeiro, em 3 de março de 1936, sem sequer passar por um julgamento. Em meio a atritos de ordem política e pessoal, crueldade, insalubridade, fome e os mais diversos tipos de criminosos - de ladrões de galinha a guerrilheiros -, ele escreve.

 

Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão (2000) / Minhateca

O filme relata a vida de Heitor Villa-Lobos, o mais importante compositor do Brasil e da América Latina. A história tem início com um Villa-Lobos já velho, saindo para um concerto de gala no Teatro Municipal, onde seria homenageado. Esta foi a última vez que o maestro saiu de casa com vida. A partir dali vão surgindo as lembranças de sua vida.

Dirigido por Zelito Viana

ELENCO:

Antônio Fagundes .... Heitor Villa-Lobos adulto
Marcos Palmeira .... Heitor Villa-Lobos jovem
Letícia Spiller .... Mindinha
Ana Beatriz Nogueira .... Lucília
José Wilker .... Donizetti
Marieta Severo .... Noemia
Othon Bastos .... Raul
Ilya São Paulo .... Afonso
Emílio de Melo .... Arthur Rubinstein
Antonio Pitanga .... Joaquim
André Ricardo .... Heitor Villa-Lobos criança
Antônio Abujamra .... director do Teatro Municipal
Milton Gonçalves .... saxofonista
Lucinha Lins .... tia de Villa-Lobos
Marcelo Tas .... Érico Veríssimo

 

Marighella (2012) / MINHATECA

Direção: Isa Grinspum Ferraz
Elenco: Lázaro Ramos

 Carlos Marighella foi o maior inimigo da ditadura militar no Brasil. Este líder comunista e parlamentar foi preso e torturado, e tornou-se famoso por ter redigido o Manual do Guerrilheiro Urbano.

 

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Mataram Irmã Dorothy Stang / MEGA

Narração: Wagner Moura

Em Fevereiro de 2005, a irmã Dorothy Stang, de 73 anos, foi brutalmente assassinada. Ativista na defesa do meio ambiente e das comunidades carentes exploradas por madeireiros e donos de terra na Amazônia, a freira americana foi morta com seis tiros no interior do Pará.
O documentário revela os bastidores do julgamento dos assassinos de Dorothy e investiga as razões de sua morte.

 

Lixo Extraordinário (2010) /  MEGA

Direção:

Lucy Walker
João Jardim
Karen Harley

Lixo chato mostra a produção de obras de arte com material coletado no aterro do Jardim Gramacho. Ao longo da produção dessas obras, entre 2007 e 2009, transformações se produzem na vida e nas visões de mundo dos sete catadores participantes do projeto - entre eles, Tião Santos, presidente da Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano do Jardim Gramacho.

A maior parte dos diálogos acontece em inglês, exceto as cenas com os moradores do Jardim Gramacho.

FLORDELIS – BASTA UMA PALAVRA PARA MUDAR (2009) / Mega / Minhateca

DIREÇÃO: Anderson Corrêa e Marco Antônio Ferraz

ELENCO:

Letícia Sabatella … Eliane
Fernanda Machado … Mulher Estuprada pelo Pai
Deborah Secco … Simone (as Déborah Secco)
Alinne Moraes … Vanessa ‘Kikita’
Fernanda Lima … Bianca
Cauã Reymond … Carlos
Reynaldo Gianecchini … Alex
Marcello Antony … Pr. Anderson do Carmo (as Marcelo Antony)
Sérgio Marone … Alan
Letícia Spiller … Volúcia
Isabel Fillardis … Joana
Giselle Itié … Namorada de Alan (as Gisele Itié)
Patrícia França … Mãe de Beá
Rodrigo Hilbert … Israel
Thiago Rodrigues … Misael
Pedro Neschling … Paulo Roberto (as Pedro Neschiling)
Guilherme Berenguer … Adriano ‘Pequeno’
Erik Marmo … Flavinho
Ana Furtado … Maria
Cris Vianna … Vânia
Graziella Schimitt … Rose
Bruna Marquezine … Rayane (as Bruna Marquesine)
Carolina Oliveira … Criança
Júlia Mattos … Criança (as Julia Mattos)
Thiago Martins … Pedro Werneck
Eduardo Galvão … Carlos Werneck
Roumer Canhães … Luís
Alexandre Zacchia … Homem que estupra a filha
Nívea Helen … Mulher no Hospital
Flordelis … Herself (as Flordelis dos Santos)
Rafael Lozada … (as Raphael Louzada)
Marcio Louzada
Edílson Vieira … Traficante
Adriano Vianna … Traficante
Fabio Bianchini … Traficante (as Fabio Bianchinni)
Daniela Couto … Enfermeira
Diego Rian … Traficante
Ulisses Bonfim … Traficante
Janice Brytis … Enfermeira
Marcello Ferreira … Traficante
Mario Santos … Motoqueiro

No início dos anos 90, o tráfico de drogas já se mostrava presente no Rio de Janeiro, aliciando menores. Neste contexto de guerra urbana surge Flordelis, professora pública criada na favela do Jacarezinho, Rio de Janeiro, e que nas madrugadas de sexta-feira andava sozinha pela favela procurando crianças e adolescentes para entender o motivo de terem optado pelo caminho das drogas e do crime.

Em uma madrugada depois do carnaval de 1994, houve Central do Brasil uma chacina provocada por um grupo de extermínio, contratados para assassinar meninos de rua. Naquela noite, houve crianças mortas e as outras 37 que escaparam resolveram pedir ajuda para esta tal FlordeLis. Nesta época a professora já morava com cinco adolescentes que tinham desistido do mundo do tráfico. Mas o que ela poderia fazer com outros tantos meninos e meninas que a imploravam por um novo lar? Flor não pensou duas vezes, acolhendo-os de uma só vez em sua casa.

Após 15 anos, muitas histórias surpreendentes marcaram a trajetória desta mulher, algumas delas presentes no filme “Flordelis – basta uma palavra para mudar”. Entre elas, algumas se destacam como quando achou uma de suas atuais filhas ainda recém-nascida abandonada no lixo da Central do Brasil. Ela a encontrou levada pela mãe biológica da menina que, arrependida, procurou Flor para contar que havia abandonado o bebê.

Outros momentos importantes são contados pela voz das crianças. Seus depoimentos são narrados por atores conhecidos do público que incorporam esses personagens reais e suas histórias. Entre eles, a época em que Flor foi perseguida pela polícia por não ter autorização legal da guarda das crianças, a ajuda recebida do sociólogo Herbert de Souza (Betinho), a festejada adoção legal autorizada pelo juiz Ciro Darlan, as ameaças de morte e o filho ex-gerente do tráfico que se regenerou e atualmente conclui a faculdade de Direito.

Para ter sua vida mostrada nas telas de cinema, Flordelis contou com a ajuda de pessoas que se comoveram com sua história de superação, entre elas Marco Antônio Ferraz, até então editor de moda e que assina pela primeira vez a direção de um filme ao lado do novo cineasta Anderson Corrêa. Ferraz foi o responsável por divulgar o projeto entre atores e apresentadores que fizeram questão de integrar o elenco do longa-metragem.

Atualmente Flordelis tem 50 filhos (quatro deles biológicos) de 2 a 34 anos, sendo que 44 deles ainda morando com ela. A família vive em uma casa de nove cômodos em Niterói alugada e mantida através de doações. Apesar de poucos recursos financeiros a ex-professora continua ajudando crianças através do instituto que leva seu nome. O objetivo do longa-metragem é a compra de uma casa para a Flordelis e seus filhos até então alugada e mantida através de doações. Posteriormente, a verba será destinada ao Instituto Flordelis de Apoio ao Menor (IFAM) através de cursos profissionalizantes, reabilitação de crianças e jovens drogados e de menores abusados sexualmente.

 

Última Parada 174 (2008) / Minhateca / MEGA

Diretor: Bruno Barreto

Elenco:

Michel Gomes - Sandro Barbosa do Nascimento

Marcello Melo Jr. - Alessandro/Alê

Douglas Silva - Patola

André Ramiro - Souza (Policial do BOPE)

Anna Cotrim - Walquiria

Cris Vianna - Marisa

Rafael Logan - Meleca

Hyago Silva - Alessandro/Alê (criança)

Vítor Carvalho - Sandro Barbosa do Nascimento (criança)

Gabriela Luiz - Soninha

Tay Lopez - Pastor Jaziel

Rodrigo dos Santos - Wagner

Ricardo Blat - pedreiro / passageiro grisalho

Yaçanã Martins - funcionária do instituto

Cristina Prochaska - patroa de Marisa

Tereza Vilella Xavier - Janaína Lopes Neves / Refém de Sandro

Rio de Janeiro, 1983. Marisa (Cris Vianna) amamenta o pequeno Alessandro (Marcello Melo Jr.), em sua casa na favela. Viciada em drogas, assiste impotente seu filho ser retirado de suas mãos pelo chefe do tráfico local, devido à uma dívida não paga. Dez anos depois Sandro (Michel Gomes), filho único, vê sua mãe ser morta por dois ladrões. Apesar de ficar sob os cuidados da tia, ele decide fugir e passa a conviver com um grupo de garotos que dorme na igreja da Candelária, onde tem acesso ao mundo das drogas. Apesar de não saber ler ou escrever, Sandro sonha em ser um famoso compositor de rap. Para tanto ele espera a ajuda de Walquíria (Anna Cotrim), que realiza um trabalho voluntário junto a meninos de rua. Só que Sandro testemunha mais uma tragédia, a chacina da Candelária, onde 8 meninos de rua foram mortos pela polícia. Este evento aproxima Sandro e Alessandro, que passam a ter um forte convívio.

 

TRINTA (2015) MINHATECA

Direção de Paulo Machline

Elenco: 

Léa Garcia
Paola Oliveira
Matheus Nachtergaele
Marco Ricca
Ernani Moraes
Tato Gabus Mendes

Cinebiografia do carnavalesco Joãosinho Trinta (Matheus Nachtergaele), desde sua vinda de São Luís, no Maranhão, até a glória no Carnaval do Rio de Janeiro. O início de carreira como bailarino, a ida para o Salgueiro, a estreia como carnavalesco e o reconhecimento como artista.

 

BRUNA SURFISTINHA (2011) Minhateca / MEGA

Até os 17 anos, Raquel Pacheco (Deborah Secco) era uma jovem comum da classe média paulistana que estudava num tradicional colégio da cidade. Antes de completar 18 anos, porém, ela fugiu de casa e tomou uma decisão surpreendente: se tornar garota de programa.

Conhecida pelo codinome Bruna Surfistinha, a garota passou três anos recebendo em sua cama homens e mulheres de todos os tipos, satisfazendo seus desejos e fantasias em troca de dinheiro. Na medida em que se tornava conceituada no meio profissional, a jovem fazia sucesso também na internet, contando sua rotina num blog.

Logo, Bruna Surfistinha se tornou uma celebridade e escreveu o livro O Doce Veneno do Escorpião, que vendeu mais de 300 mil cópias e deu origem ao filme assinado pelo publicitário Marcos Baldini. O longa teve orçamento de R$ 4 milhões e conta com Cássio Gabus Mendes, Drica Moraes e Guta Ruiz no elenco.

Dirigido por Marcus Baldini

 

MORRO DOS PRAZERES (2013) / MINHATECA

 O Morro dos Prazeres, localizado no bairro de Santa Teresa, no Rio, foi uma das comunidades selecionadas para receber a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP. A expulsão do tráfico de drogas é um dos processos realizados na nova rotina dos moradores do local, que devem conviver com os policiais. Variados conceitos sociais e políticos recorrentes na sociedade carioca do século XXI são explorados e acompanham a tentativa de diálogo entre Estado e sociedade civil.

Direção: Maria Augusta Ramos

TIM MAIA (2013) / Minhateca

Dirigido por Mauro Lima

Elenco:

Babu Santana como Tim Maia (adulto)

Robson Nunes como Tim Maia (adolescente)

Alinne Moraes como Janaína

Laila Zaid como Susi

Cauã Reymond como Fábio

George Sauma como Roberto Carlos

Tito Neville como Erasmo Carlos

Renata Guida como Rita Lee

Luis Lobianco como Carlos Imperial

Bryan Ruffo como Valcir Ribeiro

Paulo Carvalho como Seu Altivo

Valdinéia Soriano como Dona Maria

Marco Sorriso como Cromado

Jonathan Azevedo como Arlênio Lívio Gomes

Ephraim Benton como Bengy

Joya Bravo como Aretha

Charlie Covey como Doug

Nando Cunha como Manoel Jacintho Coelho

André Dale como Wellington

Denise Dumont como Senhora. Cardoso

Ricardo Ferreira como Porteiro Roberto

Tim Hoobler como Red Neck

Helena Lourencette como Nice

Bernardo Mendes como Dito

John Reese como Cornelius

Blake Rice como Max

Pollyanna Rocha como Patricia

Babuzinho Santana como Tim Maia (Criança)

Michael Tomlinson como Mr. O'Meara

Mallu Magalhães como Nara Leão

A vida e a arte de Sebastião Rodrigues Maia, mais conhecido como Tim Maia, músico de criatividade avassaladora e temperamento explosivo que transformou a música brasileira com doses irresistíveis de funk e soul. O filme recria sua trajetória desde a adolescência na Tijuca, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, onde começou a carreira ao lado de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, passando por sua temporada em Nova York, onde tomou contato com a música e o movimento negro, até sua explosão, com dezenas de “hits” que o tornaram um dos artistas mais queridos do Brasil.

 

Não Pare na Pista – A Melhor História de Paulo Coelho (2014) / Minhateca / Mega

Dirigido por Daniel Augusto

 Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

Porque Se Livrar do PIG? / MEGA

PIG - Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

ImagemImagem

Taras de Uma Mulher Casada (1980/1982) / MEGA Senha: cinebra

Diretor Wilson Rodrigues,

ELENCO

Jean Pablo de Paiva
Carlos Casan
Fátima Mansur
Milene Malaguth
Márcio Rosário

Mulher é apaixonada pelo marido infiel, que nutre profundo ciúme por ela. O filho do casal testemunha as violências que o pai comete contra a mãe, até o trágico desfecho.

Maldito - O Estranho Mundo de José Mojica Marins (2000)

MINHATECA

Diretores: André Barcinski e Ivan Finotti

ELENCO
Conceição Marins
Crounel Marins
Isaac Flor
José Mojica Marins
Mario Lima
Nilcemar Leyart
Rubens Francisco Lucchetti
Satã

Documentário de longa-metragem sobre a vida e obra de Mojica Marins, criador do personagem Zé do Caixão. Mojica é um dos cineastas mais conhecidos e influentes do cinema brasileiro e um dos maiores ícones do cinema de horror no mundo, com filmes cultuados em vários países. O filme traz depoimentos inéditos de Mojica e de vários de seus associados, incluindo atores, cinegrafistas, montadores e produtores. Eles contam histórias bizarras e engraçadas sobre a carreira de Mojica, incluindo seus problemas com censura, a polícia e as aranhas caranguejeiras. As entrevistas são intercaladas com dezenas de clipes de seus filmes, incluindo várias cenas que haviam sido cortadas pela censura nos anos 60 e imagens inéditas de filmes que nunca foram terminados.

Parahyba mulher macho (1983) / MINHATECA

No Brasil de 1930, havia o conflito pré-revolucionário, onde o poder era motivo de discórdia entre políticos, militares, latifundiários e industriais. A Paraíba estava dividida: a política do Estado era disputada, de um lado, pela Aliança Liberal de João Pessoa e, de outro, pelo Partido Republicano liderado pelo "coronel" Zé Pereira. Neste cenário, uma anônima cidadã, Anayde Beiriz, vivia uma outra revolução: queria amar, expor seu pensamento e ter o direito de escolher sua própria vida.

Direção:Tizuka Yamazaki

ELENCO
Tânia Alves
Claudio Marzo
José Mário Austregésilo
Andréa Lins e Mello Beltrão
Jessel Buss
Cristina Cavalcanti
Walmor Chagas
Luis De Lima
José Dumont
Chico Díaz 

O ESTOPIM (2015) / MEGA

Direção: Rodrigo Mac Niven

A coragem da família e de amigos de Amarildo, assassinado por policiais militares dentro da sede da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha em julho de 2013, se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado.

Cabra Marcado para Morrer (1985) / 4Shared

Direção: Eduardo Coutinho

Em fevereiro de 1964 inicia-se a produção de Cabra Marcado Para Morrer, que contaria a história política do líder da liga camponesa de Sapé (Paraíba), João Pedro Teixeira, assassinado em 1962. No entanto, com o golpe de 31 de março, as forças militares cercam a locação no engenho da Galiléia e interrompem as filmagens.
Dezessete anos depois, o diretor Eduardo Coutinho volta à região e reencontra a viúva de João Pedro, Elisabeth Teixeira -- que até então vivia na clandestinidade -- e muitos dos outros camponeses que haviam atuado no filme antes brutalmente interrompido.

 

Nicole Puzzi in O Bom Burguês Nicole Puzzi in O Bom Burguês Nicole Puzzi in O Bom Burguês Nicole Puzzi in O Bom Burguês Nicole Puzzi in O Bom Burguês

O Bom Burguês (1979) / Depositfiles

Direção - Oswaldo Caldeira
Elenco - José Wilker, Betty Faria, Jardel Filho, Christiane Torloni, Lúcia Abreu, Nelson Dantas, Anselmo Vasconcelos, Jofre Soares, Nicole Puzzi, Nelson Xavier, Emanoel Cavalcanti, Paulo Porto, Celso Faria, Helô Costa, Maria Alves, Kim Negro, entre outros.

Lucas (José Wilker) é um bancário que desvia dinheiro do banco em que trabalha, para financiar organizações de esquerda da época da ditadura militar. Mas a certa altura, um dos grupos financiados pelo personagem é preso e forçado a identificar o homem que fornece dinheiro a guerrilha. Esse clássico do cinema nacional é baseado num episódio real envolvendo um funcionário do Banco do Brasil acusado de desviar milhões.

Notícias de uma Guerra Particular (1999) / MEGA

Diretores: João Moreira Salles · Kátia Lund

O documentário retrata o cotidiano dos traficantes e moradores da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro. Resultado de dois anos (1997 - 1998) de entrevistas com pessoas ligadas diretamente ao trafico de entorpecentes, com moradores que vislumbram esta rotina de perto e policiais, o documentário traça um paralelo entre as falas de moradores, dos traficantes e da polícia, colocando todos no mesmo patamar de envolvimento em uma guerra que não é uma "guerra civil", mas uma "guerra particular".

O título do documentário de Salles é encontrado no conteúdo de uma das entrevistas; na fala do ex-capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel. Outras falas importantes presentes nas entrevistas denunciam o apartheid social em que se encontra a população do Rio de Janeiro, como de uma autoridade de segurança pública: "(...)a polícia precisa ser corrupta e violenta, nós fazemos a segurança do Estado, (...) temos que manter os excluídos sob controle. Vivemos numa sociedade injusta e a polícia garante essa sociedade injusta (...)" 

A Primeira Vez do Cinema Brasileiro (2013) / MINHATECA

Dirigido por: Bruno Graziano,  Denise Godinho,  Hugo Moura

Elenco:

André Barcinski

Carlos Reichenbach

Cláudio Cunha

Débora Muniz

José Mojica Marins

Jussara Calmon

Kid Bengala

Laerte Calicchio

Rita Cadillac

Rubens Ewald Filho

Vânia Bonier

Walter Laurentis

Este documentário esmiuça o processo de realização do filme "Coisas Eróticas", primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há trinta anos a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, "Coisas Eróticas" marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos.

Data Limite Segundo Chico Xavier (2014) / Minhateca

O famoso médium Chico Xavier afirmou que quando o homem pisou na Lua, em 20 de julho de 1969, aconteceu uma reunião com as potências celestes do sistema solar para verificar o avanço da sociedade humana no planeta Terra. Nela, a humanidade ganhou um prazo de 50 anos para evoluir moralmente e viver em paz, sem provocar a Terceira Guerra Mundial. Diversos fatos e conexões históricas, agora, apontam que a data limite está próxima, promovendo a reflexão sobre a grandeza do universo e que a possibilidade do surgimento de uma nova era é cada vez maior.

 

IRMÃ DULCE (2013) / Minhateca

Um filme de Vicente Amorim com Bianca Comparato, Regina Braga

Cinebiografia de Irmã Dulce (Bianca Comparato/Regina Braga), que, em vida, foi chamada de “Anjo Bom da Bahia”, também indicada ao Nobel da Paz e beatificada pela Igreja. Contemplando da década de 1940 aos anos 1980, o filme mostra como a religiosa católica enfrentou uma doença respiratória incurável, o machismo, a indiferença de políticos e até mesmo os dogmas da Igreja para dedicar sua vida ao cuidado dos miseráveis – personificados na figura do fictício João (Amaurih Oliveira) –, deixando um legado que perdura até hoje.

 

Brasil - França: O Mistério do Voo 447 / Minhateca

O desaparecimento de um Airbus A-330 da Air France durante o voo 447 é ainda um mistério da história da aviação. Uma equipe de especialistas tenta encontrar respostas para importantes questões sobre o acidente. 

Terra Vermelha (2008) / Minhateca

Mato Grosso do Sul, Brasil, 2008. O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowás, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia. Uma disputa metafórica é criada. A compreensão e o diálogo buscam espaço nesse antigo conflito. Enquanto isso, o jovem Osvaldo, que vive um terrível embate contra o desejo de morrer, vai furtivamente buscar água no rio que corta a fazenda e conhece a filha do fazendeiro. Um encontro em que a força do desejo transpassa e ao mesmo tempo acentua o desentendimento entre as civilizações.

Dirigido por Marcos Bechis

Elenco:

Abrísio da Silva Pedro: Osvaldo

Alicélia Batista Cabreira: Lia

Ademilson Concianza Verga: Irineu

Ambrósio Vilhalva: Nadio

Claudio Santamaria: Roberto

Matheus Nachtergaele: Dimas

Fabiane Pereira da Silva: Maria

Chiara Caselli: Beatrice

Leonardo Medeiros: Medeiros

Nelson Concianza: Nhanderu

Poli Fernandez Souza: Tito

Eliane Juca da Silva: Mami

ÔNIBUS 174 (2002)/ Minhateca

Dirigido por José Padilha

O sequestro do ônibus 174 foi filmado e transmitido ao vivo pela televisão, cujas imagens são mostradas no documentário, porém um dos argumentos sustentado pelo autor do filme é que o rapaz em foco tenha sido vítima de um processo de exclusão social a tal ponto, que ele tenha se bandeado para o crime, não por escolha própria, mas por abandono por parte das autoridades do Estado do Rio de Janeiro. O documentário mostra o processo de transformação da criança de rua em bandido e sugere as causas da violência nas grandes cidades do Brasil. 

 

O HOMEM DA CAPA PRETA (1986) / Minhateca

Dirigido por Sérgio Rezende

Elenco:

José Wilker .... Tenório Cavalcanti
Marieta Severo .... Zina
Jonas Bloch .... Adolfo
Carlos Gregório .... Silas
Guilherme Karan .... Flávio Cavalcanti
Jurandir de Oliveira .... Venâncio
Jackson de Souza .... Cabral
Chico Díaz .... Manezinho
Tonico Pereira .... Bereco
Paulo Villaça .... Maragato
Isolda Cresta .... mãe de Tenório
Antonio Freire.... pai de Tenório
Lígia Diniz

Filme versa sobre a vida de um político de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro dos anos 60 chamado Tenório Cavalcanti, que costumava portar uma metralhadora à qual chamava de "Lurdinha".

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O Bandido da Luz Vermelha (1968) / Minhateca

Dirigido por Rogério Sganzerla

Elenco:

Paulo Villaça.... Jorge, o bandido da luz vermelha

Helena Ignez.... Janete Jane

Sérgio Hingst.... milionário

Luiz Linhares.... delegado Cabeção

Sônia Braga.... vítima

Ítala Nandi

Hélio Aguiar.... narrador

Mara Duval.... narradora

Pagano Sobrinho.... J.B. da Silva

Roberto Luna.... Lucho Gatica

Sérgio Mamberti.... passageiro do táxi

Carlos Reichenbach.... homem que sai do cinema com a camera fotografica na mão

Renato Consorte.... apresentador de televisão

Maurice Capovilla.... gângster

Neville de Almeida

Miriam Mehler.... vítima

Lola Brah

Jorge, um assaltante de residências de São Paulo, apelidado pela imprensa de "Bandido da Luz Vermelha", desconcerta a polícia ao utilizar técnicas peculiares de ação. Sempre auxiliado por uma lanterna vermelha, ele possui as vítimas, tem longos diálogos com elas e protagoniza fugas ousadas para depois gastar o fruto do roubo de maneira extravagante.

Se relaciona com Janete Jane, conhece outros assaltantes, um político corrupto e acaba sendo traído. Perseguido e encurralado, encontra somente uma saída para sua carreira de crimes: o suicídio.

Meu Nome Não É Johnny (2008) / Minhateca

Direção: Mauro Lima

João Guilherme Estrella (Selton Mello) é um jovem de classe média alta da cidade de Rio de Janeiro. Adorado por seus pais e amigos, viveu a vida intensamente, passou por todas as loucuras permitidas e não permitidas, e nos anos 80 se aventurou no mundo do tráfico e tornou-se um rei. Investigado pela polícia e preso, tem seu nome e seu rosto exposto em jornais e revistas. Em vez de festas, ele passa a freqüentar o banco dos réus, onde conta a sua história e as tramas da juventude. 

OS DEZ MANDAMENTOS - O FILME (2016) / MEGA

Senha: www.baixefilmeshd.net

Adaptação cinematográfica da novela homônima, conta a saga de Moisés guiando o povo hebreu para a terra prometida. O enredo conta com a adaptação de quatro livros da Bíblia que contam essa trajetória: Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Acolhido pela filha do faraó ainda bebê, Moisés cresce como príncipe do Egito, mas volta-se contra sua família adotiva em favor do sofrido povo de Israel, que por ele deverá ser conduzido à libertação. Adaptação cinematográfica baseada na Bíblia e na novela homônima da Rede Record, um dos maiores fenômenos de audiência dos últimos tempos da televisão brasileira.

Segundo alguns críticos o filme segue mesmo roteiro do filme Os Dez Mandamentos (1956) de Cecil B. DeMille onde a luta se dá entre o povo Hebreu monoteísta contra a repressão do tirano faraó do Egito politeísta.

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O Mandarim (1995)

Biografia fragmentada e muito particular do cantor Mário Reis, conhecido nos anos 30 por sua voz frágil e
pela vida misteriosa, que daria início à modernidade na música popular brasileira ao romper com a tradição
operística de cantores como Francisco Alves e introduziria um estilo intimista e coloquial de cantar, tido
por isso como o precursor da bossa nova.

Direção: Júlio Bressane

ELENCO

Fernando Eiras
Giulia Gam
Gal Costa
Gilberto Gil
Chico Buarque de Hollanda
Edu Lobo
Caetano Veloso
Renata Sorrah
Drica Moraes

Imagem

O REI DA BOCA (1982)

Nascido e criado numa fazenda, Pedrão sonha com a riqueza. Ruma para um garimpo, onde encontra o crime, a violência e a fama de ladrão, acusado de roubar um diamante. Espancado e ferido, acaba matando um homem e foge para São Paulo. Sem documentos, é detido e levado à prisão. Quando é libertado, recorre a outros aventureiros. Cometem um primeiro delito e Pedrão se torna traficante, gigolô e explorador de menores. Passa a ser perseguido por um comissário cuja filha caiu na rede do novo Rei da Boca. Pedrão, acuado, corrompe policiais e instiga seu bando contra os perseguidores. Chegando ao ponto alto da exploração de tóxicos, ele começa a liquidar concorrentes. Sua carreira chega ao fim quando, para se livrar de provas, ele assassina menores, jogando-as no poço de um elevador. O comissário acaba levando-o à prisão.

Diretor: Clery Cunha

ELENCO
Roberto Bonfim
Zaira Bueno
Zilda Mayo
Wilza Carla
Claudette Joubert
Ruy Leal
Ronaldo Medeiros
Tony Santos
Ronnie Wanderley
Bentinho
Nestor Alves de Lima
Daliléia Ayala
Waldemar Laurentis
Enoque Batista
Marthus Mathias
Paulo Farah
Jesse James
Genésio Carvalho
Tânia Gomide
Noelle Pinne
Mara Prado
Itamar de Silla
Alice Faria
Arlindo de Souza
Thomas Douglas
Fábio Pimentel

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Prisioneiro do Rio (1988)

1963. Buckingamshire, um pequeno condado ao sul do Reino Unido. Ronald Biggs participa do mais célebre assalto a um trem pagador. Fugitivo da prisão, Biggs veio refugiar-se no Rio de Janeiro. Vinte e cinco anos depois do assalto, chega ao Rio um detetive da Scotland Yard, para repatriar o assaltante.

Direção: Lech Majewski

ELENCO

José Wilker, Florinda Bolkan, Zezé Motta, Lulu Santos, Elke Maravilha, Wilza Carla

Steven Berkoff - Jack McFarland
Paul Freeman - Ronald Biggs
Peter Firth - Clive Ingram
Breno Mello - Silêncio
Paulo Villaça - Dr. Falcao
Ronald Biggs - Mickey

5X PACIFICAÇÃO (2012)

Dirigido por: Cadu Barcellos, Luciano Vidigal, Rodrigo Felha, Wagner Novais

Um raio-x das favelas cariocas depois da implantação das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs).

 PIXOTE IN MEMORIAM (2007)

Direção: Felipe Briso, Gilberto Topczewski. Elenco Hector Babenco, Nick Cave, Fernando Ramos da Silva, Jorge Julião.

Depoimentos do elenco, do diretor e envolvidos na produção, de fãs famosos do filme como Spike Lee e Nick Cave e de familiares de Fernando Ramos da Silva (Pixote).

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ImagemFernando Eiras, Dias de Nietzsche em Turim (Júlio Bressane, 2001)

Dias De Nietzsche Em Turim (2001) / Minhateca

A recriação do período entre abril de 1888 e janeiro de 1889, em que o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) viveu na cidade de Turim, na Itália. Foi lá que Nietzsche escreveu alguns de seus textos mais conhecidos, como "Ecce Homo", "Crepúsculo dos Ídolos" e "Os Ditirambos" e entregou-se totalmente às suas próprias idéias, envolvendo-se com a arte, a ciência e sua própria vida.

Diretor: Júlio Bressane

ELENCO
Fernando Eiras
Paulo José
Tina Novelli
Mariana Ximenes
Leandra Leal
Paschoal Villaboin
Isabel Themudo

SOMOS TÃO JOVENS (2013)

Dirigido por Antonio Carlos da Fontoura

Elenco:

Thiago Mendonça como Renato Russo
Laila Zaid como Ana Cláudia
Sandra Corveloni como Carminha
Marcos Breda como Dr. Renato
Bianca Comparato como Carmem Teresa
Bruno Torres como Fê Lemos
Daniel Passi como Flávio Lemos
Conrado Godoy como Marcelo Bonfá
Nicolau Villa-Lobos como Dado Villa-Lobos
Sérgio Dalcin como André Pretorius
Ibsen Perucci como Dinho Ouro Preto
Olivia Torres como Gabriela
Kotoe Karasawa como Suzy
Nathalia Lima Verde como Helena
Henrique Pires como Carlos Alberto
André de Carvalho como Tony
Vitor Bonfá como Loro Jones
Victor Carballar como Philippe Seabra
Kael Studart como Andi
Waldomiro Alves como Feijão
Leonardo Villas Braga como Hermano Viana
Edu Moraes como Herbert Viana
Natasha Stransky como Teresa
René Machado como Ico Ouro Preto
Daniel Granieri como Zeca

Em 1973, logo após sua família se mudar para Brasília, Renato Manfredini Júnior (Thiago Mendonça), de apenas 16 anos, fica preso por uma doença degenerativa numa cama. Sem muito a fazer, o jovem começa a compor poesias e sonha em se tornar o líder de uma grande banda de rock. Depois de algum tempo, é curado, descobre em sua cidade o movimento punk, adota o nome de Renato Russo e forma com amigos da Turma da Colina a banda Aborto Elétrico, época em que compõe as músicas "Que País É Este?", "Música Urbana" e "Geração Coca-Cola".

Com a falta de repercussão de seu trabalho e aos conflitos com o restante dos integrantes da banda, ele resolve deixar o grupo e seguir em carreira solo, agora como "O Trovador Solitário", época em que cria canções mais narrativas, tais como "Eduardo e Mônica" e "Faroeste Caboclo". Em 1982, apesar da rejeição de suas novas canções, consegue despertar a atenção em outros círculos e retoma seu sonho de criar uma grande banda, convidando Marcelo Bonfá (Conrado Godoy) e Dado Villa-Lobos (Nicolau Villa-Lobos) para formar a Legião Urbana. Na primeira apresentação, em Minas Gerais, a banda consegue conquistar o público jovem, porém é detida por sua atitude contestadora.

De volta a Brasília a banda conquista mais fãs, até deixar a cidade para se apresentar em 1982 no Rio de Janeiro, iniciando a trajetória que a tornaria umas das maiores bandas do rock brasileiro.   

Velho Amigo: O Universo Musical de Baden Powell (2003)

Baden Powell foi um virtuoso do violão. Na história da música brasileira, ele se destaca como o músico que partiu em busca de suas raízes africanas, abrindo caminhos para as novas gerações de cantores e violonistas. Como resultado do seu trabalho, inúmeros ritmos brasileiros foram catalogados e salvos do esquecimento.

Na história musical ocidental, ele se destaca como um músico ímpar, dominando a literatura do violão clássico, do folclore brasileiro na sua forma mais completa, da música barroca e do jazz. Um violonista excepcional, que nunca caiu na armadilha do virtuosismo meramente técnico, que deu provas de sensibilidade e criatividade exemplares que, lhe permitiram se firmar com um compositor notável. Suas parcerias com Vinícius de Moraes ou Billy Blanco imediatamente vêm à mente como exemplos dessa faceta de seu talento.
 
Este documentário permite compreender a trajetória incomum seguida por Baden Powell e, acima de tudo, conhecer o homem que ele foi.
 
Jean Claude Guiter, o diretor do documentário, era amigo de Baden Powell. Longe de querer traçar um retrato superficial do músico, ele passou três anos seguindo o violonista que, pouco a pouco, relatou toda a história de sua vida. Juntos eles retornaram a lugares importantes para Baden no Brasil e em Paris. Através das visistas a esses lugares, nos é oferecido um excepcional panorama que inclui o seu aprendizado, seu começo como músico profissional no Rio dos anos cinqüenta, sua parceria com Vinícius de Moraes, seu encontro com o poeta francês Pierre Barouch e com Claude Nougaro e o seu amor pela Europa, que o recebeu de braços abertos e o aclamou.

Músicas executadas no documentário:
1. Berimbau (1990)
2. Etude - by Louis Marcel Powell (1999)
3. Revendo O Passado (1990)
4. Lamento (1969)
5. O Samba De Minha Terra (1999)
6. Samba Triste (1999)
7. Canto de Ossanha (1978)
8. Samba Da Bencao (1999)
9. Bresilien Mom Frere D'Armes (1999)
10. Sermao (1999)
11. Que Quere Que Que (1969)
12. Bocoche (1990)
13. Lapinha (1990)
14. Round Midnight (uncomplete, 1970)
15. Tempo De Amor (1969)
16. Velho Amigo (1989, audio)

 

  

BRANCO SAI PRETO FICA (2014)

Tiros em um baile de black music na periferia de Brasília ferem dois homens, que ficam marcados para sempre. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.

Direção: Adirley Queirós

Elenco: DJ Jamaika, Marquim do Tropa, Dilmar Durães, Gleide Firmino, Shockito 

 

CÁSSIA ELLER (2014)

Direção: Paulo Henrique Fontenelle

Cássia Rejane Eller. Cássia Eller. Cássia. Uma poderosa força inquieta no palco, a timidez em pessoa fora dele. Um dos grandes nomes da música brasileira, Cássia Eller marcou a década de 1990 e chocou o país com sua morte precoce, em 2001. Um filme sobre a cantora, a mãe, a mulher que expôs sua vida pessoal e rompeu barreiras, deixando um belo legado social e artístico.

 

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Jesus no Mundo Maravilha ...e outras Histórias da Polícia Brasileira (2007) Mega

Minhateca

Vencedor do Doctv Latino Americano e exibido em 25 países, o filme dividiu a crítica e suscitou fortes debates. Mostra a vida de três militares que após serem exonerados da polícia trabalham num parque de diversões. Num clima onírico - enquanto surram o palhaço, brincam com crianças e rodam em brinquedos - eles revelam seus valores, seus sonhos e seus crimes. Enquanto isso, uma família vítima de policiais chora a morte de seu filho e clama por justiça. Até o encontro final.

 

XINGU (2012)

MINHATECA  Cap01 / Cap02 / Cap03 / Cap04

Dirigido por Cao Hamburger

ELENCO:

João Miguel como Cláudio Villas-Bôas
Felipe Camargo como Orlando Villas-Bôas
Caio Blat como Leonardo Villas-Bôas
Maiarim Kaiabi como Prepori
Awakari Tumã Kaiabi como Pionim
Adana Kambeba como Kaiulu
Tapaié Waurá como Izaquiri
Totomai como Guerreiro Kalapalo
Maria Flor como Marina Villas Bôas
Augusto Madeira como Noel Nutels
Fábio Lago como Bamburra

Os irmãos Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo Villas Bôas (Caio Blat) resolvem trocar o conforto da vida na cidade grande pela aventura de viver nas matas. Para isso, resolvem se alistar no programa de expansão na região do Brasil central, incentivado pelo governo. Com enorme poder de persuação e afinidade com os habitantes da floresta, os três se tornam referência nas relações com os povos indígenas, vivenciando incríveis experiências, entre elas a eterna conquista do Parque Nacional do Xingu.

O Caso dos Irmãos Naves (1967) Mega / Senha: cinebra

MINHATECA

Dirigido por Luís Sérgio Person

A reconstituição de um caso real, ocorrido no Estado Novo em 1937, na cidade de Araguari (MG). Tudo começa quando um homem foge, levando o dinheiro de uma safra de arroz. Os irmãos Joaquim (Raul Cortez) e Sebastião Naves (Juca de Oliveira), sócios do fugitivo, denunciam o caso à polícia. De acusadores eles passam a réus, por obra e graça do tenente de polícia (Anselmo Duarte) que dirige a investigação. Presos e torturados, os Naves são obrigados a confessarem o crime que não cometeram. 

 

ETERNAMENTE PAGU (1988) Minhateca

Pagu foi uma importante personalidade brasileira engajada no movimento Modernista de 1922. Escritora e poetisa, esse filme conta a sua vida.

Dirigido por Norma Benguell

 ELENCO:

Carla Camurati .... Patrícia Galvão (Pagu)

Nina de Pádua .... Sideria

Antônio Fagundes .... Oswald de Andrade

Esther Góes .... Tarsila do Amaral

Otávio Augusto .... Geraldo Ferraz

Paulo Villaça

Antonio Pitanga

Breno Moroni

Kito Junqueira

Suzana Faini

Maria Sílvia

Suzana Faini

Beth Goulart

Marcelo Picchi

Carlos Gregório

Norma Benguell

Eduardo Lago

Ariel Coelho

 

Chico: Artista Brasileiro (2015)

Diretor: Miguel Faria Jr.

 O longa-metragem traz uma apresentação de Chico Buarque, organizada exclusivamente para a produção, mesclada com depoimentos dele e de outros nomes da música brasileira, além de encenações com personagens das canções mais famosas do artista. A direção é de Miguel Faria Jr., que também comandou um filme sobre o compositor Vinícius de Moraes. 

O CONTADOR DE HISTÓRIAS (2009)

Diretor Luiz Villaça

ELENCO:

Maria de Medeiros - Margherit

Daniel Henrique - Roberto Carlos Ramos - 6 anos de idade

Paulinho Mendes - Roberto Carlos Ramos - 13 anos de idade

Cleiton Santos - Roberto Carlos Ramos - adulto

Malu Galli - Pérola

Ju Colombo - Mãe de Roberto Carlos Ramos

Daniel Henrique da Silva - Samuel - 6 anos de idade

Ricardo Perpétuo - Samuel - 13 anos de idade

Matheus de Freitas - Cabelinho de Fogo - 13 anos de idade

Victor Augusto da Silva - Cabelinho de Fogo - 17 anos de idade

Teuda Bara - Judith

Jacqueline Obrigon - psicóloga

Luciana Carnieli - assistente da psicóloga

Chico Díaz - camelô

Paulo Federal - porteiro

Maurício Marques - bedel 1

Laerte Mello - bedel 2

Rhena de Faria - faxineira

Cesar Lopes - jardineiro

Montanha Carvalho - acrobata

Anos 70. Aos 6 anos Roberto Carlos Ramos (Marco Ribeiro) foi escolhido por sua mãe (Jú Colombo) para ser interno em uma instituição oficial que, segundo apregoava a propaganda, visava a formação de crianças em médicos, advogados e engenheiros. Entretanto a realidade era bem diferente, o que fez com que Roberto aprendesse as regras de sobrevivência no local. Pouco depois de completar 7 anos ele é transferido, passando a conviver com crianças até 14 anos. Aos 13 anos, ainda analfabeto, Roberto tem contato com as drogas e já acumula mais de 100 tentativas de fuga. Considerado irrecuperável por muitos, Roberto recebe a visita da psicóloga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros). Tratando-o com respeito, ela inicia o processo de recuperação e aprendizagem de Roberto.